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[3 de Fevereiro de 1878]

I.
Vista do lado do norte. Os cordões de pedraria são os destroços da 1.ª e muralha (contando de fora para dentro). A 3., mais na coroa do monte, está quase toda soterrada: não se distingue, Entre a 1.ª e 2.ª corre o fosso, em linha recta. Fora da muralha há outro, que se distingue pior. À esquerda, 1.ª muralha, vê-se o lanço reconstruído da fot. II.

I
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II.
Lanço da 1.ª muralha reconstruída com a pedra compreendida nas duas linhas extremas do mesmo lanço. O traço negro separa a parte antiga da nova. Por baixo dos cordões de pedra existe intacta a mesma altura de muralha que vemos na parte restaurada até ao traço de separação.

II
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III.
Porta (restos de) do poente na 2.ª muralha. É a única conservada.

III
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IV.
Morro do sul; rua principal.

IV
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V. Casa circular com a vulgar pedra no centro. Praça ladrilhada.

V
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VI.
N.º 2 e n.º 1 visto de lado. Decerto ombreira; mas a altura é apenas de 1,57m.

VI    
 
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VII.
N.º 1. Parecem capitéis, porém duvido que o sejam; e fotografei-os na posição que se vê, por me parecer ser a natural. A superfície é extremamente polida, e ao mesmo tempo pouco plana, e isso faz-me crer que as duas pedras não eram destinadas para assentar em fuste.

VII        
   
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VIII
N.º 3. Soleira vulgar de casas quadradas. N.º 1 e 2 a mesma pedra, vista de diferentes lados. Tenho-a também como soleira, não obstante a sua aparência de padieira.

VIII        
   
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IX.
Casa circular com bancos, onde apareceu o n.º 1 da fot. VII.

IX
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X.
Mostra a serventia das pedras furadas e que já foram fotografadas, e enviadas, o ano passado, as fotografias para o Instituto.

X
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XI.
N.º 2. Deve ler-se só CRON | CAA|| ; os outros traços são falha da pedra.

XI    
 
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XII.
N.º 8, caracteres gravados numa pedra na 1.ª fiada duma casa.

XII        
   
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XIII.
N.º 1 gamela aberta num penedo. Há outra oval, outras quadradas, mais pequenas, e destas uma na parte superior do “Penedo da Moura” (fot. XVI). N.º 2 círculos concêntricos gravados numa pedra que ocupava o centro de uma casa. A gravura estava na parte inferior da pedra, enquanto que a parte superior faceava com o pavimento.

XIII    
 
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XIV.
N.º 1 Penedo com círculos dobrados. Há outro que tem tantos ou mais. N.0 2, 3 sinais em penedos. N.º 5 mostra a parte artificial da gravura. Na fotografia (n.º 4) há falha de pedra que pode enganar o observador, e já o tem enganado.

XIV        
   
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XV.
Aberto num penedo entre a 2.ª e 1.ª muralha, lado do S. E.

XV
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XVI.
“Penedo da Moura”.

XVI
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XVII, XVIII.
Lascão esburacado visto de lado e de frente.

XVII
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XVII
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XIX.
N.º 2 mostra a parte posterior da figura n.º 1. Vê-se que a cabeça encaixa num corpo, de que ninguém dá noticias. Pertence a Sabroso que dista da Citânia um quarto de légua, o muito, e à vista dela para S. O.. Há aí vestígios curiosos de edificações e muralhas, que comecei a explorar este ano.

N.º 4 de Santa Iria, a N. E. da Citânia, à vista e a igual distância de Sabroso. Há aí restos de muralhas e fragmentos de barro.

XIX        
   
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