Testamento de Antonio Mendes Guimarães do logar do Miradouro, da freguesia de S. Miguel de Creixomil pelo qual instituio por seu herdeiro o Senhor D. Antonio do Amaral Castello Branco Noronha, aberto em 25 de Janeiro de 1826

Descrição
Testamento de António Mendes Guimarães, morador no lugar de Miradouro, freguesia de São Miguel de Creixomil, termo de Guimarães, no qual o testador institui como seu universal herdeiro e testamenteiro, por ausência de ascendentes e descendentes direitos, António do Amaral Castelo Branco e Noronha, cónego na Sé de Braga, ou, em caso de impedimento, a irmã deste, D. Maria José do Amaral Castelo Branco e Noronha, viúva moradora na Rua de São Domingos, Guimarães. Determina ser enterrado com um hábito escolhido por seu testamenteiro, definindo as missas e ritos a serem feitos no seu fuineral e subsequentes cerimónias litúrgicas por sua alma. Deixa donativos singulares de 200.000 e 100.000 reis a várias instituições, como a Santa Casa da Misericórdia de Guimarães e as religiosas de São Domingos. Deixa somas de dinheiro para várias pessoas, entre as quais a filha cega de José António de Faria, cirurgião que tratava o testador, assim como para o Hospital de Braga, entre outros legados. Fólios: 8. DImensões: 32,5x22,5cm.
Identificador
156.40
Criador
António Mendes Guimarães
Data
17/01/1826
anotações
Encontra-se em bom estado.O documento original foi fixado a um bifólio, que contém o sumário que assumi como "título". Assim, o documento original, mais os dois anexos, tem apenas 6 folhas. A aprovação faz-se no mesmo dia que a redação.
Abrangência espacial
Lugar do Miradoudo, freguesia de São Miguel de Creixomil
Tipo
Testamento. Manuscrito