(1886-...)
Semanário político, (republicano) noticioso, literário, agrícola fundado na Póvoa de Lanhoso — homenagem à heroina de Lanhoso — em 03-01-1886, com Redacção e Administração no Campo do Amparo, 31. Só, mais tarde indica a Tipografia Povoense, na Póvoa de Lanhoso onde o jornal se compõe e imprime. Administrador responsável Francisco Manuel Martins de Oliveira (que a partir de 1896 passou a ser redactor principal) redactor principal Azevedo Coutinho, administrador Álvaro Freitas Guimarães. Formato médio, ou pequeno, de 4 ou 2 páginas, a 4 e 6 colunas. Publicava-se aos domingos. Nesta sua última fase, a partir de Abril, de 1907, tem sido também de sentido regionalista. A Redacção e Administração encontram-se no Largo António Lopes, director e editor Aníbal de Magalhães (anteriormente Dr. Manuel Alexandre), proprietário Armando Eurico de Carvalho, que sucedeu a seu pai, João Augusto Ribeiro de Carvalho (que morreu em 1962), antigo tipógrafo, sócio da extinta Liga das Artes Gráficas de Braga, salientando-se sobretudo pela batalha que desenvolveu a favor das oito horas de trabalho.
Colaboradores: Padre A. Vieira, Raimundo Belo, Paixão Bastos, J. Matos, Francisco de Matos Gomes, Sousa Monteiro, Guimarães Fonseca, Alves Men- des, Ernesto de Carvalho, Eduardo Veras, Carlos Santos, etc.