comerciominho_27071875_375.xml
Multimédia
Parte de N.º 375 de 27/07/1875
- conteúdo
-
3." ANNO 1875
FOLHA
COMMERCIAL
RELIGIOSA
E
NOTICIOSA
NUMERO
375
Assigna-see
vende-se
no
escrip.orio
do
editor
e
proprietário
José Maria Dias da
Costa,
rua
Nova
n/
3
E, uara
onde
deve
ser
dirigida
toda
a
correspondência
franca
de
porte.=
As
assi-
gnaturas
são
pagas adiantadas
;
assim
coroo
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
wiimuni
««niMi! imiit
s»
sj-fis
a
-
s
sá
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Draga,
anno 10000
rs.=stíme
stre
850
rs
=Prottn-
cxas,
anno
20400 rs
e
sendo
duas
40000
rs
=Semp«drp
^tírazxl,
anno
40400
rs.-Semcstre
20300
rs
moeda
forte
ou
100000
reis
e
50500
reis
moeda
fraca.«=Annuncios
por
inihâ
20
rs., repetição
10
rs.
Para
os assignaotes
10
<l
’abKenio
BRAGA
—TERÇA-FEIRA
í
JULHO
CorreA|i<jniIenei(
*
eMÍconflcirs»
PARIS,
15
DE
JULHO
(Correspondência particular
do
iCotnrner-
cio
do Minho»)
Todas
as atienções
convergem
n*
este
momento
para
as
accusações
feitas
aos
bo-
napanDtas.
das
quaes a
assembleia se
occupa
ha
dois dias.
A
eleiçáo
de
M.
Bourgoing,
reconhe
cida
como
illegal,
foi
invalidada
por
330
votos
contra
309.
Depois
de
indagações
Intuas.
laboriosas
e
profundas
a
qne
procedeu
a
commissão
encarregada
de
examinar
esta
eleição,
fi
caram
prevalecendo
dois
dos
factos
impu
tados
a
M.
Bourgoing
que
foram
julgados
motivo
sulliciente
para
a
invalidade
d
’
a-
quella.
O
candidato linha pretendido, n’uit»a
carta
publicada
por um
j
«mal.
que
o
ma
rechal
presidente
lhe
dispensava a
sua
proiecçào,
o
que era
completam- nle
falso
;
em
segundo
logar um
juiz
de
paz, amigo
do
candidato
bunapartisla,
havia
feito
pren
der
um
dos
distribuidores
de
lisias do
adver'ario
de
M.
Bourgoing,
o
qual
só
foi
solto
depois de
ellectivada
a
eleição.
Estes
factos,
eram,
como
vêem,
suffi-
cientes
para
tornar nulla a
votação
dos
eleitores
do
Nievre, mas elles
se
cumpli-
cam
ainda
a respeito
do «comité»
de
Ap-
pelio
ao
povo.
Por
eS
*
e
motivo a
sessão
não
terminou
com
esle
debate,
e
M. Raotil
Duvai
perguntou
immedialamenle
ao
go
verno
qual
a
altitude
que
elle
contava
assumir
a
respeito
dos
bonapartislas. A
esta
pergunta
M.
Bufiel respondeu
clara
mente, que
elle
perseguiria lodos os
fac
ciosos capazes
de
perturbar a
tranquilli-
dade
publica.
A
discussão iniciada
na
terça-feira con
tinuou
hontem,
e
os
bonapartislas
force
jaram
por
conquistar
de
novo o
terreno
que
tinham
perdido
na
vespera ;
mas os
seus
esforços
foram
baldados, conseguindo
apenas
alienar
mais
ainda
as
simpatluas
da assembleia.
Vamenle
M.
Rouher
subiu
á
tribuna,
otnle
por
espaço
de
tres
horas
pretendeu laser a
apologia
do
império;
o
silencio
glacial
que
se
lhe
oppunha,
devia
lei-lhe
uiosliado
sullicienlemenle
a
accei-
taçào
que
as
suas
palavras
encontravam
entre os deputados
pieseoles.
E>les
últimos
Unham
promettido
ouvir
em
silencio o
discurso
de
M.
Rouher
;
mas
uma
ligiiiiua
indignação
se
apossou
d
’
elles
quando
o
ex-vice-impeiador
auda-
ciosameute
comparou
o
governo
aventu
reiro
de
Napuleao
III
com
os
governos
pretéritos,
que
tinham
honrado
a
França,
deixando
a
mais
rica,
mais
livre
e
com
o
seu
territurio inlacio.
M.
de Franclieu,
em
nome
da
mouarchia
tradiccionaI
e
em
nome
dos
seus
amigos,
ergueu
o
proieslo
dum
legilimista
indignado.
«Não
injurieis
ao
uos»u
rei,
disse
elle,
comparando-o
ao
vosso
imperador que posieigou
e
violou
a
lei.
»
Estas
palavras íoram
acolhidas
com
una
nimes
applausos,
e M
Rouher
declarou
por
sua
vez
que
se
faria
injustiça
a
Luiz
Philippe comparando-o a
Napoleão
III.
Esle
incidente
jeve
por
eíleito
o
so
negar
completamente
aos bonapartislas
o
apoio
dos
legilimislas,
os
quaes,
por
abne-
gaçao,
nào
queriam
apartai-se
compleiameu
le
dos
primeiros.
D
’
oravdiiie,
pois,
logo
que se iractar
de
volar
pró ou
contra
o
«comité»
bona-
partista.
os
amigos
do
império
poderão
ser
apontados
e
serão provavelmente
abandona
dos
ãs
suas
próprias
forças.
A
ses-ão
aclual
é
das
mais
interessan
tes. M.
savary,
auctor
do
relalorio
con
tra
os bonapartislas, tomou
a
palavra
para responder
ao
longo
e
fastidioso
dis
curso
de
M.
Rouher.
MM.
Bufiel
<1
Dufaure
tomarão lambem a
palavra
<•
aquelle,
em
nome
de
todo
o
gabinete,
responderá
á
iuierpellação
de M.
Rouher,
e
Duíaure
fallará
especialmente
para
ex
plicar os
motivos
que
o
(Llerminaram
a
entregar á
commissão d
’
inquerito
as
peças
que
os
bonapartislas
crêem, coiu
rabão,
comp-omelledoraA
para
elles.
Os
jornaes
francese»
devem
ler
levado
aos
leitores
uma
Ima
nova, cujos benefi
cos
resultados
nós
esperamos
com
lào
legitima
impaciência.
O
bom
exilo
obtido
por toda
a
França
na
votação
da lei
sobre
o
ensino
supe
rior,
é
d
’
<ilta importância
para
o
poivir
do
nosso
paiz,
e
nó»
sentiremos
a
sua
feliz
influencia o’
essa
geração futura
que
sairá
das
novas
universidades.
O
jubdo
de
lodos os
calholicos
tem
sido
grande
e
»incef
o
;
mas
o»
jornaes
republicanos
e
livres-ptusadores
não
nos
perdoam
a
victoria
que
acabamos
de
al
cançar.
Algumas
das
folhas
radicaes
teem
de
clarado
desfaçadamenle
que
esta
lei
não
sobreviverá
á
assembleia
que
a
votou,
e
que
será
defogmh
pJo»
novos eleitos
pelo
sufiragio
universal.
Estas
folhas
são
o
orgão,
ou
antes,
o
ecco,
de
M.
Gambelta
que
no
mesmo
dia da
votação
da
lei
tinha
dilo
que
«a
França nào sofreria
por muito
tempo
a
vergonha
d
’
um
acto
similhante».
Estas ameaças
que
nos
redobram
a
confiança
no
curso
tios
acontecimentos,
forçam-nos a uma
vigilância
bem
maior
á
aproximação das
eleições
geraes. Os
ca
tholicos
estão
decididos
a
luclar
energica
mente
contra estes
inimigos
públicos,
que
conbatem
com
tanto
encarniçamento
a
li
berdade
do
ensino
superior
par»
seus
fi
lhos,
e
preparam-se
como
homens
de
fé
para
as
duplas
eleições
do
Senado
e
da
cainara
dos deputados.
A
escolha
dos
membros
d
’
eslas
duas
camaras
torna-ve
d’
uma
importância
extre
ma,
como
os
leitores
compreheodem
fa
cilmente.
Os membros
que
tomaram
par
le
activa
na
discussão
foram
em
primei
ro
logar
M.
Dupanloup
e
em
segundo
MM.
Chesnelong
e
Lucien
Brun,
ambos
per
tencentes
á
extrema direita,
fazendo
por
isso
mesmo
honra
ao
partido
a
que lem
a
felicidade
de
pertencer.
Quatro
de
nosso
*
ministros
que
são
MM.
Caillaux, de Cusey,
Dufaure e
Leon
Say
absiiveram
s-e
inleiramenle
de
tomar
parte
na
vouçâo
sobre
o
ensino
superior,
e
assim
deram
n'esla
occasião
um
signal
novo e
evidente da
harmonia
que
impe
ra
no
gabinete
actu.L
Mas
não
se
póde
querer
mal
aos
republicanos
por
estarem
em
desaccnrdo continuo,
porque
é este
o
seu
meio d’ação
Mgr.
Dupanloup,
não
obstante
a
sua
eda.le
avançada, e
os
numerosos
traba
lhos
a
que está entregue,
vae
fundar
el
le
proprio
uma
Universidade,
catholica
em
Paris,
e
ninguém
ousa
pôr
em
duvida os
snccessos
que
elle
obterá.
Vamos
possuir
além d’isso
mais
duas
universidade,
uma
que
será fundada
em
Angers,
pelos
cuidados do
bispo
d
’esta
cidade,
e
outra
em
Lille.
Os
nossos adversários ameaçam-nos
por
Mia
parle
com
a
fundação
d
’
uma
univer
sidade
positivhta,
isto
é,
athea.
O
chefe
da
escola
positivista, M.
Liltré
acaba
jus-
tamente
de
se
fazer
receber
franc-rnȍao.
e
crê-se
que
elle optou
por esta
iniciação
para
atrair
o
supremo
concurso da
maço-
neria.
Felizmeote
os calholicos
introduzi
ram
na
lei
um
artigo
que
impõe
ao
go
verno
o
dever
de
fechar
as
faculdades
e
supprimir as
universidades que
apostolem
doctrinas
anti-scc
aese
patrocinem
o
alheis
mo.
Este
artigo
intimidará
os livres-pen
sadores
e
paralisará a
sua
influencia.
—
16
DE JULHO.
—Não
lendo
podido
terminar
hontem
a
minha
carta,
aprovei
to
a
demora para
pôr os
leitores
ao
cor-1
rente
da
importante
sessão
que
acaba
de
ter
logar,
e
é
o
objecto
de
lodos
oJ
com-
meiilarms.
Depois
de
ler
invalidado, como
digo
mais
acima, a eleição de B
urgoiug,
a
assembleia
começou
a
occupar-se
do
co
mité
d’
appelo ao
povo.
Mas,
ao
contrario
d
’
aquill<>
que
se
pensava,
ella
não
orde
nou
perseguições
aos
chefes da
conspira
ção bonapariista,
e
eis aqui
a
explicação
d
’
esta
altitude
estranha.
O
governo
é
actuaimenie
dirigido
por
um ministério
bisarrarneiile
composto.
Cou
ta-se
alli <lois
republicanos,
Ues
orleaois-
tas e
um
ex-ministro
de
Napoleão
III,
M.
Bufr-t. Este
ultimo,
que
é
o
vice-presi-
denie
do
conselho,
nào
lem
doclnna
polí
tica
bem
definida
;
é
simultaneamente
adversário
dos
legilimislas
e
dos
repubh
canos;
suspeita
se
que
elle
é
0
’
leanista
e
crê-se
ao
mesmo
tempo
que
a
dinastia
napoleonica
lhe
é
rnui
simpalhica.
Como
os leitores
vêem,
é
um
estadista
muito
complicado.
A
sua
ambição
é
a
de
con
servar indefinidameote
o
poder.
Vendo
que,
pela
anulação da
eleição de
Bourgoing,
os
bonapartislas
tinham
sofrido
grande der
rota,
M.
Bufiel,
para
atienuar
o
golpe
re
cebido,
tomou
a
palavra
e
declarou
que
os
bonapartislas
nào
eram tão
culpados
como
se
havia
diclo,
e
que
o
Estado
era
l«ern
mais
ameaçado
pelos
radicaes
do
que
pelos
imperialistas
Ser-me-ia
impossível
piu-
tar-vos
o
furor
dos
republicanos
ao
ou
virem
estas
palavras.
Accusaratn
allamente
Bufiel
de
cum
plicidade
com
os
bonapartislas;
e
Gam-
hetta,
em
nome do
seu
partido,
traclou-o
de
Lrausfuga
e
traidor.
No
entanto alguns
tepublicanos
menus
fogosos
comprehemie-
ram
para
logo
a
taclica
do
vice-presiden
le.
Conheceram
que
elle apenas
queria
dis
trair
a
altençào
de
sobre
os
bonapartis
las,
fazendo-a
convergir
para
os
radicaes,
afim
de
lhes
tirar
toda
a
probabilidade
de
chegar
ae poder.
Um
certo
numero
de
deputados
sem
opinião
definida
e
que
estão acostumados
|
a
volar
tanto
com os
conservadores
como
com
os
republicanos,
podiam
efretivamen-
te
deixar-se
inlloenciar
pelas palavras
do
ministro
e
retirar
o
appoio
dos seus
suf-
fragios
aos
republicanos.
Urn
pequeno nu
mero d
’
e»tes
últimos estão
de sobreaviso
para
não
cair no laço armado
por
M.
tíuflet,
e
não
consentir
que
o
debate
se
ferisse
n’oulro
terreno
que
nào
fosse
o
da conspiração booapariista
;
d’e.-ta
sorte
a
taclica
do
ministro
teria
gorado.
Mas
um
outro
aviso menos
prudente
foi
o
que
prevaleceu.
M.
Garnbetla
respondeu
em
lermos
mui
violentos
a
Bufiel,
e
essa
res
posta
foi
das torpes
Os
conservadores
espantados
pelas
palavras
de
M.
Gambei-
ta,
perderam
de
viata
as
conspirações
bo-
tiapartistas,
como o desejava
o
primeiro
ministro,
e
não
forcejaram
senão
por
con
servar
Bufiel
á lesta
do
gabinete.
Os
amigos
do
itnpeno
podem,
porisso,
pro-
seguir
nos
seus
manejos
e
M.
Bufiel
con
serva
o
poder.
Será
duradoira
esta
situa
ção?
Nada
se
póde
a
*
eut«r
precisamente
a
esle
respeito.
As
impressões
são
de
tal
mudo
mudáveis
em
o
nosso
paiz,
que
não
se
pode
prever
a
época
durante
a
qual
a
conducta de M.
Bufiel
conservará o
assen
so da camara.
A
assembleia
trabalha
activarnente
: lo
dos
os
seus
membros
estão,
com
efieitu,
anciosos
por
ultimarem
os
trabalhos
com
a
possível
brevidade,
mas
com
mira
bem
dif-
ferenle.
Uns
querem
simplesmente
poder
tornar
dois
mezes
de
lerias
nos
primeiros
d
as
d
*
»goslo,
sem
que
a
sua ausência
momen-
tauea
possa
afiectar
os
interesses
do paiz;
outros,
pelo
contrario,
apressam-se com
o
fim
de
chegar
á
dissolução.
Na
sessão
d
hoje a
assembleia
adoptou
sem
debate
i algum
o
projecto de lei sobre
os
rela
lorios
dos
poderes
públicos,
por
350
vo
tos
contra
82. Estes
últimos,
assim
co
mo o.s
que
se
abstiveram
de volar,
per
tencem
exclusivamente
a
extrema
direita,
e
á
estrema esquecia,
únicas
frocçôes
da
assembleia
que
leem
a
coragem
de
suas
opiniões.
As
outras
—
e
é
da
direita
mo
derada
que
queio
fallar-lhes
—
renegam
completamente
os
seus
princípios
;
esies
falsos
legilimislas
preferem
saneciouar
a
votação
da
Republica
e
separar-se
dos
scu&
amigos
polineos,
afim
de
cln
garem
a
la
ser
parle
da
maioria
governamental
e
po
derem
,
por
consequência, fazer
enirar
muitos
tios
seus
membros
no
futuro
gabi
nete.
E
’
inútil
dÍMir
aos
leitores
que
os
verdadeiros
monarchicos
julgam
este
pro
cedimento indigno,
como
é
de
justiça.
—
Fui
huntein
dia de Santo
Henrique
;
este
(ba
que
devêra
ser
de
festa
nacional
passou
bastante
despercebido
no
meio das
agitações
publicas
que
atravessamos.
Ape
nas
alguns
legitimisUs
smceios enviaram
as
suas
cartas de felicitação
ao
nobre
exilado,
que
elles
não
esquecem,
e
outros
ouviram
missa
por
aquelle
que
consideram
como
seu
rei.
Estas, preces
e
estes
votos
teem
ao
menos
o mérito
de serem
since
ros,
o que
nem
sempre
chega
á*
testas
coroadas,
e
a
fidelidade
dos
seus
amigos
é
uma
consolação
para
Henrique
V.
No
mesmo
dia
tiveram
logar ern
Be-
sançon
as
exequias
do
cardeal
Mathieu.
que
toda
a
sua
vida
afletçoáia
M.
o
con
de
de
Chambord,
e
que
do
alto
do
ceo
ponde juntar
as
suas
prece
*
ás
que
se
se
elevavam
sobre
a
leira pelo chele da
casa
«1e
Bourbon.
Presidiu
ás
exequias
Mgr.
Guibert,
e
assistiu
uma
aífiuencia
considerável
de
fieis
e
de
ecclesiaslicos
Todos
quiseram
acompanhar
á
sua
derradeira
morada
aquel
le
que
linha
consagrado
a
sua
vida
á
de
fesa
da
Egreja e
do Santo Padre.
II.
E
’
ainda
extracto
da
correspondência
de
Londres
para
o
«Apostolo»
o
que
segue
:
Terreal
me
paneanl
—
E
’
conhecida
a
pro
verbial
allusao
francesa
11 diante
duns
le
bois
pou
r
se
donner
du
coeur,
ou deguiser
sa
peur.
—
A
sentença latina applicada
á
populaça,
que em
grande
tumulto
e
ruido
ás
vezes
parece
ameaçai
uma
cidade
e
até
um governo,
mas á
chegada de
uns
pou
cos de
saldados mandados
a
dispersal-a,
foge,
desapparece;
ou
lambem,
o rapaz
que
lendo de
atravessar
um
pinhal
onde
leme
agiessores.
vae
cantando,
com voz
irernula, para
afiectar
coragem,
—
>ào
ver
dadeira
imagem
da
altitude
manif
slada
pe
lo
governo
afriosmo
de
Madrid, qual
se
percebe
do
seguinte
extracto.
que
trans
crevo
do
«Times»
de
30
de
junho.
E'
um
lelegramma
da
Agencia fíeuler,
datado
de
Madrul
29, e
diz
assim
:
«Uma
ordenança
real
aqui
publicada
annuocia
que
se
executaram
procedimen
tos
judiciaes
cuntra
as
pessoas que
adqui
rirem
bens
de liberaes confiscados
pelos
carlistas.
Todas
as
famílias
das quaes al
gum
membro
pertença ao
pani
lo carlista
serão
expulsadas
de
Hispanha,
e
a
mesma
pena será
imposta
a
membros
das
juntas
carlistas
que
nào
fizerem sua
submissão
ao
rei
dentro
de
quinze
dias.
Os
bens
to
mados
aos carlistas
seião
empregados
a
indemnisar
os
concelhos
e
disuictos
que
tenham
sofliido
por
exacções
carlistas.
Ordena-se
além
d
isso,
que
por
cada
li
be
al
levado
em
refens,
e
preso
pelos car-
lista.
se
prenderá
também um
carlisla.»
Medidas
e
resoluções
assim
iud<cam
ao
mesmo tempo
medo
e
fraquesa
do
partido
qne
as
toma,
e
são quasi
sempre
precur
soras
de
queda
e
ruina
próxima.
A. R.
SARAIVA.
,
A mÍMS;ki» de Cario»
VII
(Da
Civillá Cattolica.
—
Vej.
o
n.°
antec.)
Mais,
muilo mais
é
porém
o
que
elle
tem
conseguido
na
ordem
moral.
D.
Car
los
com
seu
nobre
comportamento,
com
sua
firmeza
de
animo
e
com
sua
rara ab
negação
lem
collocado
em grande
honra
a
causa do
bom
direito
e
da
monarchia;
deu um
admiravel exemplo
ao
propugnado-
res
d esta
causa,
e
uma
lição
que
não
fi
cará
esleril
para
aquelles
catholicos
e
con
servadores
que
não
reconhecem
outro
meio
de
operações
mais
que
o
medo mascara
do
de
prudência
;
e
presumem
restaurar
a
ordem
christã
na
Europa
com os
votos
do
coração
e
com
suspiros.
Elle,
cercado
de
seus
fortes
batalhões
de
voluntários
que
sabem vencer porque
sabem
morrer,
de
monstra á
revolução que
o bom
direito
ainda
encontra
no»
povos
catholicos
peitos
corajosos
que
se
gloriam
de
esgrimir
con
tra
ella,
e
braços
invencíveis
que
na
pro-
pria
defeza
manejam
bravamente
a espin
garda
e
o
canhão.
O
qual
exemplo
se
nào
póde
e
nào
deve
ser
imitado
por
toda
a
parte
da
mesma
maneira,
sendo
n
*
oútros
paizes
tão
diversas
as
circurnstaneias, pó
de
todavia,
e
cerlamenle
virá
a
infundir
coragem
para
pôr
em
pratica
sem med
nem respeitos
humanos
todos
os meios
e
recursos
nào prohibidos pela
lei
para
fa
zer triunfar
o
direito.
Além
d’isto,
com
a
evidencia
dos fac
tos,
tem
conseguido
a
admiração
por
si
e
pelo
seu
exercito,
sahida
muitas
vezes,
como
que
forçada,
da
bocca de seus
mais
sabiosos
inimigos.
Elle
agora
já
não
é,
nem
sequer
para
os
satelites
da revolu
ção
aquelle
cabecilha
de
brigantes,
aquelle
chefe
de
ladrões,
aquelle
Atila
ou
Gens
rico,
como
gostavam
de
apresenlal-o
no
principio
da
guerra.
A
longa
seria
de
soas
victoriosas
batalhas,
lhe
tem
conciliado
o
respeito
de
muitos
;
a
disciplina
do
seu
campo,
visitado
por
correspondentes
de
auctorisados
jornaes,
o
valor e
o
talen
to
incontestável
de
seus
generaes
e
dos
personagens
que o coadjuvam
na
pratica
dos
negocios,
tem-lhe
ganhado
aquella
es
tima
que
seus
inimigos
militares
e
políti
cos
de
Hispanha
tem
ido
perdendo,
até
mesmo
junto
dos
que
são
mais
interessa
dos
em eonservar-lh’a.
Na
prova se
tem
visto que no campo de
D.
Carlos se
ma
nejam
igualmente bem a
espada
e a
pen-
na,
e
que,
se
não
desafiam
por
jactancia
as
iras
dos
mais
temidos
impérios
da
Eu
ropa,
se
rebatem
por
outra parte
com vi
gor
e
com
dignidade
as
pertenções
sober
bas
de
Berlim.
Quando
parecia
haver
amea
ças
de
uma
intervenção
da
parte
de
Bis-
mark,
—
intervenção,
da
qual
o
governo
de
Serrano
se
não mostrava
mui
alheio,
D.
Carlos
respondia
em
seu
celebre
manifes
to,
qne
não
recuaria
nem sequer
em
fren
te
das
tropas
da
prepotência
estrangeira
;
mas
elle e
os
seus
as
leriam
ousadamen-
le
combati
ido,
promplos
a
morrer
sobre
os
reparos
da
sua
arlilheria.
E
se
o
«Guslace»
(vapor
de
guerra
al-
letnão)
por
pouco
não
renovou
os
fastos
do «A
‘
abama»,
o
mérito
i.ão
foi
certamen
te
das
humildes
condescendências
do go
verno
de
Madrid
;
mas da
decorosa
resis
tência
do
«Quartel
Real» de
Estélla.
Do
que
se
lem
visto
que
a
honra
de
Hispanha
não
está
em
outras
mãos,
senão
nas de
Carlos
VII,
o
qual
sabe
conserval-a
pura
de
toda
a
mancha
Conseguiu
elle
finalmente forçar
a
re
volução
a
desmascarar-se,
fazendo-a
com
parecer
em
publico
com
toda
a
sua
ver
gonhosa
torpeza.
A
Europa
maçónica
in
teira, conspira
contra
elle.
e
em
nome da
nova
civilização
e
do
direito
novo,
nega-se
a
reconhecel-o
como
belligerante.
Mas
D.
Carlos
á
frágil
amisade
de
governos
fun
dados
sobre areia,
prefere
a
dos povos
:
não
desanima,
e
caminha
;ávante sem
o
reconhecimento
da
diplomacia,
á
qual
el
le
obriga
a
desconhecer
de
facto
os dog
mas
de seu
pretendido
direito
novo.
E em verdade,
a
diplomacia
moderna,
que
até
agora
se
tem
mostrado
tao
alfa
-
vel
para com
o
suffragio
popular,
em odio
a
Carlos
VIí,
tem
reconhecido
dons
go
vernos
impostos
á
Hispanha
com
as
baio
netas,
froelo,
nm d’
elles
do chamado
gulpe
de E
tivlo
de um
brigadeiro,
e
o
outro
de
uma
tn
niile-laçào
de
poucas
centenas
de
prelorianos
comprados.
Ella.
que
promul
gou
o
famoso
principio
de nâo-inlervenção
e
aceitou <>
direito d<>s
faclos-consuminados,
tem
estado
a
ponto
de
violar
o
primeiro,
para
esmagar
as
forças
de
Carlos
VII,
e
se
obstina
a
renegar
o
segundo,
queren
do
impedir
que
este
príncipe
reine
aon
de
governa.
D
’
estas
conlradicções
e
desmentidos
que
a
revolução
se
tem
dado
solemnemente
a
si
mesma,
a
causa da
justiça
é
devedora
a
D.
Carlos,
tornado
por
isso
benemeri-
tissimo
na
Europa
da
ci
vi
lis
ação
christã.
E
todas estas
vantagens
serão
pois de
tão
pouca
monta
que
se
possa
dizer que
nada
valem,
que
nada
lem
de
solido,
e
que
o
valoroso príncipe que
as
tem
consegui
do perdera
seu tempo em
oblel-as
?!
E
’
por
conseguinte
absurdo
pensar
qoe
D.
Carlos,
depois
de
tres
annos
de
guer
ra
não
tenha
progredido,
mas
se encon
tre
sempre
quasi
no
mesmo
ponto
em
que
eslava a
principio.
Militarmente
tem
progredido
tanto
que
maravilha
como
te
nha
podido,
com
tào graves
obstáculos
e
em lào
breve
tempo,
reunir
e
disciplinar
nm
exercito
ao
qual não
resta
talvez mui
to
a
fazer para
conduzil
o
triunfante
a
Ma
drid.
Moralmente,
lem
feito
taes
aequisi-
ções,
tanto
dentro
como
fóra
da
Hispa
nha, que na
opinião
geral
tem-»e torna
do
arbitro de
seus destinos,
a
ultima
es
perança
humana
de
salvação.
D’
estes
rápidos
progressos
seus
fieis
ainigos
deduzem
um
indicio certo de
que
o
joven
príncipe
(em
eífectivamenle
a
mis
são
de
que
se crê
e
se
diz investido;
pois
que
fóra
de
um
auxilio particular
da
Providencia
não
parecia
verosímil
que,
con
trariado
como
tem sido
sempre
por
todos
os
esforços
da
maçonaria
do
mundo intei
ro,
tão
depressa
chegasse
alé
onde
tem
chegado.
(Contiuúa)
KEVISTA
ESTHANGEIHA
Hispanha.
Nolicias
da
guerra
Dorregaray
era
esperado
na
Navarra,
e
linha-se
preparado
lodo o necessário,
res
peito
a
armas
e
munições,
para
lodo
o
exercito
do
Centro.
A
ordem
do
dia
que
o
conde
de Ca-
serla
dirigiu
ás
suas
tropas. ao
toinar o
cominando
da
província
d
’
Alava
é
assim
:
Voluntários
:
Sua
Mageslade
dignou-se
nomear-me
chefe
de
operações
d’
esta
província
em ra
são
do
mau
estado
de
saude
do
nosso
di
gníssimo commaudante general.
A
vossa
bravura,
a
vossa
disciplina
e
a vossa
abnegação
secundarão
os
meus
esfurços
no
serviço
do
rei
e
da
sua
cau
sa.
O brigadeiro, chefe
de
operações,
da
província
de
Alava,
Conde
de
Caserta.
Eis
aqui
o
texto
da
ordem
do dia di
rigida a
suas
tropas
pelo general
Perula,
depois
das
batalha
d’
estes
últimos
dias:
Voluntários
:
O
feito
de
armas
que
cumpristes
hon
lem
é
um
dos
mais
gloriosos
que
leem
assignalado
a
nossa
campanha. Nove ba
talhões
bateram-se
contra
perlo
de
30:000
homens sob
as
ordens
de Quesada e
de
Loma,
sem
que
lodos
os
esforços
de suas
armas tenham
podido
arrancar-nos
o
por
to de
Zumelza, ganho
a bayoneta e
con
servado
por
quatro
cargas
a
bayoneta,
cujo
vigoroso impulso
impediu
massas
con
sideráveis
de
Quesada envolver-nos
sobre
a
esquerda
entre
Arizno
e
o
caminho
de
Penacerrada
a
Victoria. Retrocedendo
sem
que o
immigo
se
atravesse
atacar-nos,
lendo conservado
o
terreno conquistado,
depois
de
ler
infligido
ao inimigo enor
mes
perdas,
retiramo-nos
com toda a
tran-
quillidade.
As
grandes
massas
dos
nossos
adver
sários,
as
tempestades
horríveis
e
a
fadi
ga
malograram-se
contra vós.
Voluntários,
viva
o
Rei
!
Depressa
re
começaremos
a
luta
contra o
inimigo.
Vosso
general,
chefe d’
eslado
maior
general,
José
Perula.
Ilendaya
16
de
julho.
O rei entrou
honlem,
ao
meio
dia
em
Villa
real
d
’
Alava
com
os
generaes
Tris-
lany
e
Perula
e
os
brigadeiros Argueles
e
Gusmão.
Foi
recebido pelos
príncipes
de
Nápo
les
e
de
Parma,
e
pelo general
Mogrove-
jo,
e correr
os
campos
de
batalha.
Idem
17.
O general
Oliver, chefe
de
estado
maior
do
exercito
do
Cnntro,
chegou
ao quar
tel
real
d’
Aramayona.
Tras
mui
boas
noticias
do
general
Dor
regaray
e
do
seu
exercito.
Em
combinação
com
o
exercito
do
Ara-
gào e
da
Catalunha,
este
general
execu
tou
uma marcha estratégica
com um
suc-
cesso
completo.
Com
suas
forças
elle
se
acha
agora
na
província de
Lerida.
—
O
exercito
aflonsisla
retirou-se
de
Victoria.
passando
por Penacerrada.
Os
batalhões
carlistas
seguem
os
seus
movi
mentos.
A
divisão
alaveza
conserva-se
atn
fren
te
de
Victoria.
Julga-se
que
o rei
irá
a
Estella.
Idem
19.
Quesada
acaba
de soffrer um
cheque
defronte
do
forte
de
S.
Leão
(Alava)
oc-
cupado pelos
carlistas.
Tendo
atacado
com
12:000
homens
e
numerosa
arlilheria,
foi
rechaçado
vigoro-
samenle
pela
nossa
guarnição.
As
peidas
foram
consideráveis,
e
o
mo
ral
das
tropas
ficou
bastante
aflectado.
Os
aífonsistas,
por
vingança, e
apoian
do-se
no barbaro
decreto
de
junho,
in
cendiaram as
colheitas
á
esquerda
do
Ar-
ga
e
levaram
prisioneiros
os trabalhado
res que
as faziam.
Numerosas
famílias
foram
expulsas
pe
lo
mesmo
decreto,
chegando
ás
nossas po
voações
desprovidas
de
tudo
porque,
de
pois das
ordens
de
Quesada,
prohibiu-se-
Ihes
que
se
aprovisionassem
de qualquer
coisa.
A
indignação
das
nossas
previncias
chegou
ao
seu
auge.
---
—
PARTE OFFICSAL
MINISTÉRIO
DOS
NEGOCIOS
DA
FA
ZENDA
Direcção
geral
das
contribuições
direclas
Tendo-me
representado
alguns
contri
btiinles
da cidade
e concelho
de
Braga,
sobre
omissões e
irregularidades
que se
commetteram
no
serviço
do
lançamento
e
repartição
das
collecias
das
contribuições
industrial, renda
de
casas
e
sumpluaria,
no
dito
concelho,
pelo
anno
de
1874
;
ten
do-se
enviado
áquella
cidade
um
empre
gado fiscal,
especialmente
encarregado
de
averiguar
os
fundamentos
d
’
aquella
repre
sentação,
e
de
examinar
o
serviço
da
res-
pecliva
repartição de
fazenda
;
e
reconhe-
cendo-se
d’aquella
averiguação e
exame
qne,
comquanlo
o
serviço
fiscal
n
’
aquelle
concelho tenha
melhorado
muito notavel
mente
do
que
era
nos
annos
anteriores,
o
que
prova
o
zêlo e aptidão
dos
empre
gados
que o
lem dirigido e superintendi
do,
todavia,
na
parte
respectiva
ao
lança
mento
e repartição das
collectas
acima
in
dicadas,
relativas ao anno de
1874,seper-
terirarn
algumas formalidades
legaes e
es-
senciaes,
porque
são
garantias
dos direitos
e
interesses
legítimos
dos contribuintes
;
he»
por
bem,
conformando-me
com
o
pa
recer
do
conselheiro
director
geral
inte
rino
das
contribuições
direclas,
decretar
o
seguinte
:
Artigo
l.°
São permittidas,
por
espaço
de
dez
dias
successivos.
novas
reclama
ções,
em
devida
fórma,
aos
collectadosque
se
considerarem
lezados nas
contribuições
industrial,
renda de
casas e
sumpluaria,
do
anno
de
1874,
no
concelho
de
Braga.
Art.
2.° As
juntas
dos
repartidores
das
referidas
contribuições, do
anno
de
187o,
convidarão
os
referidos
collectados,
por
editaes,
ao
exame
das
rcspeclivas
matrizes,
e
a
apresentar-lhes
os
seus
requerimentos
no
indicado
praso.
§
1.°Os
editaes
deverão
designar
os
dias em
que
as
juntas
recebem
os
requeri
mentos,
e
serão
remeltidos
com
antece
dência,
pelo
menos
de
outros
dez dias,
aos
regedores
das
parochias,
que
ficam
obrigados a aííixal-os nos
logares
mais
pú
blicos,
passando
da
afiixação
certificado
aullientico,
que
deverão
logo
remelter ao
presidente
da
respectiva
junta.
§
2.° Dos
mesmos editaes
se
rcmetle-
rão
exemplares
ás
redacções
dos
jornaes
periódicos da
cidade
de
Braga,
para
serem
n
’
elles publicados,
lambem
com
a
devida
antecelençia.
Ari.
3.°
As
ditas
juntas
de
repartido
res, logo
que
linde
o
praso em
que
devem
receber
as
reclamações,
as
decidirã» em
sessões
consecutivas
;
podendo por
essa
oc
casião
convocar
os
informadores
louvados,
legalinenle
nomeados
para o serviço do
corrente
anno,
os
regedores
das
respecli-
vas
paroehias
e
quaesquer
outros
indi
víduos
que julguem
necessários para
as
es
clarecer
sobre
os
factos
de
que
se
tratar.
Art.
4.°
As
decisões
das
juntas
dos re
partidores,
sobre
reclamações,
serão pu.
blicadas
por
editaes,
aííixados
na porta
d
a
casa
das
suas
sessões,
podendo
de
taes
decisões
interpor-se
os
recursos
estabele
cidos
nos
regulamentos
de 28
e
30
agosto
de
1872.
Art.
5.°
As
declarações
que os collec
tados
apresentaram
ao funccionario fiscal
que
foi
mandado
á
cidade
de
Braga
para
conhecer
das
omissões
arguidas
na
repre
sentação
dos contribuintes,
serão
remet-
lidas,
com
as
respeclivas
relações,
ás
men
cionadas
juntas dos
repartidores,
para
que
tomando
d’
ellas
conhecimento
lhes
sirvam
de
elemento
de
apreciação.
Arl.
6.
’
As
juatas
dos repartidores
pas
sarão
aos
collectados,
em
resultado
das re
clamações
e
recursos, titulos
de
annulla-
çào,
pela
parte
das
collecta» que
se
consi
derarem
excessivas
ou
indexidas.
§
unico.
A
importância
de
laes
titulos
relativos
á
contribuição
industrial
de
1874,
será
addidionada
aos
respeclivos
contingen
tes
da
dita
contribuição
do
anno
de
1875,
na conformidade
da
lei.
Arl.
7.
”
As
disposições
dos regulamen
tos
de
28
e
30
de
agasto
de
18.2
são
applicaveis
ao serviço
de
que
trata
o
pre
sente
decreto,
salvo na
parle em
que
pelo
mesmo são alteradas.
O
conselheiro
d’
estado,
presidente
do
conselho
de
ministros,
ministro
e secreta
rio
d’
estado
dos
negocios
da
guerra,
encar
regado
inlerinamente
dos
do
reino,
e
o
ministro
e
secretario
d
’
estado
dos negocios
da
fazenda,
assim
o
tenham
entendido
e
façam
executar,
cada um na
pai
te que
lhe
compete.
Paço,
em 22
de
julho
de
1875.
—
REI.
—
Anlonio
Maria
de
Fonles Pe
reira
de
Mello
—
Anlonio
de
Serpa
Pimentel-
GAZETILHA
«O»
LniarigtaM
pelo—lazariMta—
nnr. Eniiea», wpuueulo «lo snr.
padre
Senna
Freitas.—
Acaba de
sair
a
loz
este
formoso
volume,
que
tão
an-
ciohamente
era
esperado
por
lodos
aquel
les
a
quem
revoliou a repres-nlação
d
’esse
«romance
do
palco»,
os
Lazaristas,
do
snr.
Eunes,
e
por
aquelles
para
quem
são
«erdadeiros
acontecimentos
litlerarius
todas
as producções
d
’
es>e
esplendido
talento,
auclor
do
opusculo
sobie
o
qual
diremos
brevemente.
De
nenhum
catholico
portuguez
são
desconhecidas
as
lucobrações
do
snr.
pa
dre
Senna
Freitas,
cavalheiro
incontesta-
mente
respeitabilíssimo
como
homem,
co
mo
ecclesiastico,
e
como
sabio.
O
alticismo
da
sua
lincuagem
estreme-
mente
vernácula,
a magia
do
seu
estilo
tão
encamador
de
simplicidade,
a
tercidez
e elegancia
da
frase qoe
lhe sae
da
penna
diamantina
tão
fri^anle
e
repassada
de
verve,
fasem
do
padre
Seuna
Freitas
uma
individualidade
lilteraua,
que
não poderá
facilmente
ser
confundida
com
qualquer
outro
escriptor.
Este
ultimo dos
seu»
trabalhos
em
nada
desdiz
a
justa faina
que
os
antece
dentes
leem
acareado
ao
snr.
padre
Senna
Freitas.
N
’
este
volume
o
e»criptor
indefe^so
pulverisa
as
ficções
da
imaginação infer-
miça
do
dramaturgo
atrabiliario,
e
ergue
em
toda
a
sua
mageslade
o vulto
simpa-
thico,
admiravel,
do
lazarista.
Quereis
conhecei o?
Tiremos
á
sorte
:
«Visitou
ha
poucos
annos
o
padre
Sil-
vaire,
pqr
ordem
do
seu
superior
geral,
aquelle
vicariato
apostolico,
(Abyssinia)
e
como
chegasse,
depois
de
longo
roteiro,
a
casa dos
mi.-sionarios
seus
coirmãos,
apercebeu,
sentado
ou antes
ennovellado
á
porta,
um
velho
desfalcado,
de
barba
intonsa
e
descuiada,
sem
cbapéo.
mal
co
berto
por
uma
sotaina
de
linho,
de
pés
descalços.
Cuidou
naturalmenle
que era
algum
calechumeno,
qne
habitava com os
padres na
mesma
ca«a,
e
perguntou-lhe
pelo
bispo da
Abyssinia. e superior
dos
padres
da
missão
n’
aqtiella localidade,
Mgr.
Jacobis
;
pois
vinha
visitai
o
da
parte
du
superior
geral
da
congregação.
O
ao-
cião
levantou-se,
e
respondeu
com
uma
placidez
e
uma
simplicidade
fublime
:
«Sou
eu
mesmo,
sei
lior; podeis
euirar.»
Qne
scena
tao
inspiradora de
bellezss
dramalicas
nào
proporcionára
a
um
Ennes
catholico,
e
tão
provpcad.oja
de applausos
não
fornecera
a
uma plateia
susceptivel de
enlhusiasma;-sq
peia
virtude,
—
accrescenta
o
nosso
auctur
—
e>te
quadro
commoveuie
de
uma
humildade
extrema
ignorada
dos
homens
para
uão
sel-o de
Deus,
c
do
ínfimo
degrau
da
pobreza
servindo
de
pea-
nha
aos
diamantes de
uma
mitra
!»
Depois
de nos
apresentar o
verdadeiro
iazarisu,
prova
que
o
pensamento
domi
nante
do drama
é
o desprestigio
do
ca
tholicismo
genuíno,
e
a
apolheosis
do
li
beralismo
tnaçonico,
o
que
faz
destrinçan
do algumas
das «nojosas
ficções
*
do
aborto
ennico.
E
’
um
soberbo
trabalho
que
deve
ador
nar
a
eMaule
de
lodos
os
verdadeiros
ca-
tholicos.
Deaordem.
—
Na
tarde
de
ante-hon
lem
deu
se na
estação do
caminho
de
ferro
n’
esia cidade
uma
scena
que
revol
tou
todos
os que
a presencearain, e
os
ijue
d
’ella
leem
tido
noticia.
Um
tal fiel
chamado
Pinto,
ex-cabo
da
expedição
da
Zambezia,
e
que
n<>s
di
zem
ser
extremarnente
grosseiro,
depois
de
insultar
de
palavras
um
carregador
chamado
Sanihiago
deu-lhe
urna bofetada,
sem
para
isso
ler
motivo algum.
Não
obstante
ser
o
aggredido
o
refe
rendo
carregador,
foi
preso,
e
o
aggres-
sor
depois
que
o
viu
nas
mãos
da senii-
nella,
ainda
lhe
descarregou segunda
bofe
tada.
Isto
é
intolerável,
e
pedimos energica»
providencias a quem
compete
dal-as.
A
’ hora
em
que
escrevemos ainda
o
pobre
carregador
se
conserva
preso!
Admi
rável
!
Penaamenlos.
—
A
primeira univer
sidade é
o
mundo:
o
melhor
me»ire o
tempo.
—A
biblioteca
mais
instructiva
é a
so
ciedade.
—A
vida
da
memória
é
a
memória da
vida.
—
Uma
acção
insignificante
pode
deci
dir
do
nosso
porvir.
—
Uma
illusão perdida
é
uma
«gonia
em
miniatura.
—
Um
amigo
é
um
diamante
do
tama
nho
d
’
uma noz:
por
isso
são
tão
ra
ros.
Doação aos
Jíesuitas.—
Refere
<EI
Eco
de
Córdoba»:
<Ulli'i>amente
falleceu
um
indivíduo
que
antes
de
morrer
ordenou
qoe se
vendes
se
uma
casa
e
o
seu
producto
fosse
entre
gue
aos
Jesuítas.
A casa em
questão
vai
mais de 200
mil
pesos.»
Que
figa
para
os
maçons
incendiados
do
collegio
do Salvador!
Com esta
e
mola
e
com outras que
já
tinham
sido
generosamente offerecidas,
brevemenle
estará
reedificado
o
magnifico
collegio de S. Salvador
e
serão
abertas
outras
casas
de
instrucção
catholica
na
republica
Argentina,
diz
o
«Correio
da
Tarde».
Expedição.
—
O
snr.
Youog
que
or-
ganisou
a
expedição
de
1867
em
busca
do
dr.
Liviogslone
está
preparando aclual-
menle
outra
expedição
que
lem
por
fim
navegar
pelo
lago Niassa (África).
Para
esse
fim
mandou
construir
um
pequeno
barco
a
vapor
de
15
metros
de
compri
mento
por
tres
de
largo,
que
póde
levar
uma
carga
de
15
toneladas.
Baptisou-se
o pequeou
navio
com
o
nome
de
«Ilala»
que
é
o
mesmo
do
sitio
«ode
morreu
o
dr.
Livingstone.
Será
o
primeiro
barco
a
vapor
que
sulcará
nas
aguas
do
lago
Niassa.
A
ex
pedição
tem por
fim,
continuar
a obra
do
dr.
Livingstone
e reprimir
a
escravidão
Das
margens
do
lago.
Isto
é <i«e amlar. —
Muitas tribus
ar
sbes,
segundo
affirmam
os
viajantes,
per
correm
em
cavallos
perto
de
40
legoas
por
dia,
não
obstante
os
animaes
carre
garem
não
só
com
o
cavalleiro,
mas
lam
bem
com
as
provisões de
farinha,
cevada
e
agua.
Q
iib
riquesH
!—
Lê-se
no
«Correio
Mercantil»
da
cidade de
Pelotas:
Todos
os
periódicos
de
Nova-Yoik
se
occupain
da
grande
emoção produsida
na
Califórnia
pelo
descobrimento de
uma
ver
dadeira
montanha
de prata
no
estado
da
Neveda.
Caicola-se
que
o
mineral
produzido
já
é
superior ao que
se
linha
obtido
aié
3gora.
Póde avaliar-se
em
quatro
milbões
de
dollars
o
valor do
mineral
espalhado
por
hma
só vertente
da
montanha,
e
na Ca
lifórnia
fez-se
subir
até
150
milhões de
pesos.
Em
poucos
dias;
as
acções
das
companhias
qoe exploram esta riquesa
subiram
de
50
dollars
até
150.
Tarifa especial.—
Por
portaria
de
do
correhte,
determinou-se
o
se
guinte
:
l.°
Que
o
preço
do
transporte
de
ce-
r
eaes
pelo
caminho
de
ferro
do
Minho
será
de
10
reis
por
tonelada
e
kilorne-
tro.
’
2.
°
Que
»s
despesas
accessorias
serão
de 300 reis por
tonelada.
3.
°
Que
se
não
cobrará
o
imposto
de
5
por
cento
nem
os
20
reis pela guia
e
pelo
registro.
Chegada
de
milho.
—
Já depois
de
estar
adiantada
a tiragem
da
nossa
folha
do
dia 24
é
que
soubemos
ter
chegado
á
casa
d
’
Almeida
à
Perei
ra,
commerciantes
d
’
esla
praça,
200
car
ros
de
milho das
ilhas
portuguezas
da
Hungria
e
de
Marrocos,
para
abasteci
mento
dos
nossos mercados,
tornando-se
recommendavel
pela
sua
boa qualidade.
Sendo
muito difficil áquelles
snrs.
en
contrar
logar
bastante
espaçoso
para
ac-
comodar
uma
tão
grande
quantidade, re
correram
á
bondade
de
que é
dotado
o
exm.
0
e
revm.
0
snr.
D.
João
Chrysos-
lomo
d
’A
morim Pes-oa, Arcebispo Coad-
juctor
d
’
esla
Diocese,
e
depois
de
lhe
fa
zerem
sentir
a
difficuldade com
que luc-
tavam,
da
melhor vontade
s.
ex.
a
revm.
a
se
prestou
a concedar-lhes
as
chaves
dos
celleiros
do
Paço.
A
mesma
franqueza
e
boa
vontade
encontraram no
exm.°sr.
con
selheiro
Manoel
Justino
Marques Murta,
que,
como
Provedor
da
Santa
e
Real
Ca
sa
da
Misericórdia,
immediatamente
lhes
mandou
franquear
o
celleiro
d
’
aquella San
ta
Casa,
onde
desde
já se
acha
exposto
á
venda
como
se
vê
do annuncio
que
vae
no
logar competente.
E
’
com
satisfação
que
registamos,
e?ta
boa
noticia,
e tributamos
os merecidos
lou
vores aos
honrados
negociantes
Almeida
k
Pereira.
Jornal
das Damas.—
Pl>blÍCOU-se
o
n.°
103
d
’
esta
interessante
revista
de
lilteratura e
modas,
unico
jornal
dedicado
ás
senharas
que
em
Portugal
existe,
con
tendo
uma
longa
e
bem
detalhada
revista
de
modas,
na
qual
miudatnente
se
des
crevem
as
mais elegante»
toileltes
que
se
usam
para
passeio, visitas,
reunião,
thea-
tro,
baile,
etc.,
poesias
e
artigos
de
re
creio
acompanhados
de
dois
excedentes
figurinos gravados
e
illuminados
em
Paris
e
bellos
debuxos
para
bordar
e
moldes
para
cortar
falo
de
senhora,
tudo
execu
tado
em França.
A
empresa
offerece
an-,
nualmente
seis
bellos
e
valiosos brindes,
distribuídos
á
sorte
pela
loteri?,
tendo
direito
o
assignante
de
anno
receber
grá
tis
as
tres
seguintes
obras
o
que torna
a
assignalura
quasi
gratuita
:
Manual das
damas,
modo de
fazer
flo
res
artiticiaes,
seguido
de um
tratado de
jardinagem,
o
emblema das flores,
e vá
rios
processos
para a
melhor
conservação
do
faclo
das
seoheras.
Manual
dos
sonhos e
apparições
no-
cturnas, ou
arte
de
adivinhar
o
futuro,
com
urna
curiosa
inlroducção,
escripta
em
parte
por
Julio
Cesar
Machado
Manual
do
eunserveiro,
methodo de fa
bricar
os
ma<s
saborosos e
exquisitos
do
ces,
compotas,
gelados,
etc
,
obra
cu
riosa
e
de
reconhecida
utilidade.
Com
este
numero
é
distribuído
o
quar
to
brinde
offerecido este anno.
—
Preço
da
assignalura—
Lisboa,
1
an
no
2^000
reis.
Províncias,
1
anno
2$400
reis—numero
avulso
240
reis.
Assigna-se
em
Lisboa
unicamente
na
livraria
do
edi
tor
Joaquim
Jo<é
Bordalo,
Travessa da
Victoria,
42
—
1.°, por
cima
da
botica,
proximo
á
egreja
de
S.
Nicolao,
no
Por
to,
Coimbra
e
Braga
nas
priocipaes
li
vrarias,
em
Setúbal
na
Capella
Central,
e
em
S.
Miguel
na
livraria
do snr.
Ma-
riano
Machado
(com
o
augmemo
de
25
0|0,
differença
da
moeda).
AA PARVOJVIA.
(A
mestre
Roque)
Envolto eos
fumos,
em
ar
de
remoque,
nus
quoque
gens
sumus...
bradou
mestre
Roque.
Depois
o
idiota
se
poz.
a
bailar
ao
som
ifuma
jota
que
sabe
câniar.
Que
pulos
!
que
pinchos
’
que
saltos!
que
guinchos
!
De
guiso
ao
pescoço,
barrete
embicado,
o
pobre
do
moço
dir-se-ia
encantado.
Que
lindo
boneco
!
Metia
urn
vislão
garraio
jileco
da
côr
d
’
açafrào.
Que
pulos!
que
pinchos!
%
que
saltos
!
que
guinchos
!
Batendo
palminhas
á
luz
do
luar,
cantava
modinhas
que
vou
recordar:
Deixal-os
fallar.
D?ixal-os,
em
quanto
a
penna
repoisa.
Escrever
ou
cortar
callos,
não é tudo a mesma
cOisa
?
Ora
está
forte
dislate
!
Ninguém
ao
meu
q
’rer
resista.
Quer
rifesgaoe,
quer
me
rnate
hei
de
ser um jornalista.
(Continua)
Gaudencio.
EXPEDIENTE
DA
ADMINISTRA
ÇÃO.
Cartas
recebidas
na
administração
d'este
jornal:
Paredes.
—
Dr. João
Correia
Pacheco
Pereira
de
Magalhães.
Lisboa. —
Joaquim
José
M.
Guimarães.
Villa
Real.
—
Anlonio
Botelho
Correia
Machado.
Correspondência
retida
na direc
ção
do correio «8e
Draga por
diíTerente®
motivoi.
(
Falta
de
selios)
José
Joaquim
Gomes,
Melgaço,
amos
tras.
Antonio
Joaquim
Ribeiro,
Porto,
amos
tras.
Francisco
Anlonio
Pereira, Coura, ma-
nuscriplo.
Padre
João
Manoel
d
’
Araojo,
Barca,
manuscripto.
Manoel
Joaquim
Barbosa
e
Castro,
La-
oboso,
manuscripto.
Josefina Leopoldina Teixeira, Moncor-
vo,
jouial.
Joanoa
Olea,
Tuy.
Josefa
San
José,
Tuy
.
POSTA
INTERNA
(
Falta
de
direcção)
Manoel
Alves
de
Castro,
carta.
Domingos
da
Costa,
carta.
Ã
SEMANA
RELIGIOSA
BRACARENSE
Publicou-se
o
n.°
9
d
’
este
semanario
re
ligioso
qoe
em
parte
vem
substituir
a
União
Catholica
e
Atalaia
Catholica
que
por
es
paço
de
19 annos
se
publicou
n
’esta
cida
de,
e
o qual
conterá
:
As
leis,
decretos
e
portarias
do
Minis
tério
dos
Negocios Ecclesiasticos.
As
Pastoraes,
Exhorlações, Edilaes
e
outras
medidas
geraes
expedidas
pela Secre
taria
de S.
Exc.d
Rev.
IUJ
o
Snr.
Arcebispo.
Os
editaes
de
concurso, os
provimen
tos
das
egrejas, as
Provisões
d
Encommen-
dação
e
outros
actos
da
Camara
Ecclesias-
licado
Arcebispado.
Os
fados
mais
notáveis
da
Egreja
Calho-
lica
com
relação
a
Portugal.
Artigos
de
doutrina
religiosa,de
lilhurgia
de
Historia
Ecclesiaslica
que
digam
respei
to
a
este
Arcebispado
Primaz das
Hispanhas.
Apotegmas
ou
ditos
sentencionarios
que
tenham
alguma
moralidade.
Biographias de
varões
illuslres
por
sua
sciencia,
virtude
e
serviços
feitos
Preço
^assignalura:
por
anno
seis
mezes
600
réis.
—
Com
estampilha
por
anno
l$500
semestre
750.
Assigna-sc
em
Braga,
na
rua
Nova
de
Sousa
n.°
3,
para
onde
deve ser remetti-
da
toda a correspondência
ao editor
José
Maria
Dias
da Losta.
Matérias
contidas
no
presente
numero
:
á
Egreja.
l$200-
Porlaria
do
ex.
mo
snr.
arcebispo
D.
João
e D.
José.
Expediente
ecclesiaslico
do
arcebispado
de
Braga.
Parte
official.
Secção
lilteraria.—
A
festa
do
glorioso
Apostolo S.
Thiago.
A
sagrada
Eucharistia.
Os bens
da Egreja
são
o
património
dos
pobres.
Noticias e factos diversos.
DESPEDIDA
José
Luiz
d
’
Oli«eira
Pes-a,
mulher
e
prima
Guilhermina
Candida
d’
Oliveira Pes-
sa e
Rachel Albertina
Dias
Ribeiro,
re-
ttraodo-se d
’
esta
cidade
por
tempo
de
dois
mezes, e
não
podendo,
como
desejavam,
despedir-se
pessoalmente
de
todas
as
pes
soas
de
suas relações,
o
fazem
por
este
meio,
oflerecendo
o
seu
limitadíssimo
prés
timo
na
villa
e
concelho
de
Pombal.
AGRADECIMENTOS
João
Fernandes
Valença,
D.
Maria
José
da
Silva
Rocha
Valença,
Antonio
Peixoto
Braga.
D.
Joaquina
do Carmo
Ferreira
Pei
xoto
Braga e
D.
Anna
da
Conceição
da
SiHa
Rocha,
gratos
ás provas
de
consi
deração
e amisade
com
que
as
pessoas
de
suas
relações
procuraram
adoçar-lhes
a
sua
affliclissima
situação,
causada
pelo
profun
do
golpe
que
os
feriu
no
mais
intimo
da alma,
pelo
fallecimento
de seu
estreme
cido
e
nunca assás
pranteado
filho
e
so
brinho,
Antonio Fernandes
Valença,
cujo
sepnltamento
teve
logar no
dia
20
do cor
rente,
possuídos
da
indeclinabilidade d’um
doloroso
dever, servem-se d’este
meio
para
por
elle
deixarem
bem
constatada
a
sua
gratidão
e
reconhecimento,
pedindo
descul
pa
de
não
o
fazerem pessoalmente
Igualmente
agradecem
aos
snrs.
ec
clesiasticos
que
obsequiosamente
celebra
ram
o
santo
sacrifício
da
Missa
e
assisti
ram
aos
Oflicios
no
real
templo
de
Santa
Cruz.
(C.
2587,
R.
106)
ANNUNCIOS
Venda
di
uma
quinta
Vende-se uma
quinta
sita
no
melhor
lo
cal
da
freguezia
de
Adaufe,
<i
’
esle
conce
lho
que
se
compõe
de
casa
para
caseiro-
terras
lavradias
e
mato,
bem
arvorisada
,
com
agua de
lima
e
rega.
Quem
a
per-
teoder
dirija-se
a
Fernando
Fonceca
Fran
co.
rua
da
Ponte
n.°
59—
Braga.
(2588)
Banco
Agricola,
Commercial
e
Industrial
de
Ponte
do
Lima
Soeiedade
anort& iiaa
de responsabi
lidade
limitada
São
convidados
os
snrs.
accionistas
a
entrarem
coin
a l.
a
prestação
de 5
p.
c.
ou
2$500
reis
por
acção,
a
cuja,
cobran
ça
se procederá
do
dia
15
a 25
do
pro
ximo
mez
d’
agosto,
—
no
Porto
em
casa
da
snr.
Pedro
Ferreira
de Macedo
Basto;—
em Braga,
em
casa
do
snr.
Antonio
Jo
sé
Pereira;
—em
Ponte
do
Lima,
na
séde
do
Banco.
Os
snrs.
accionistas
que
não
satisfize
rem
no
referido praso,
ficam
subjeitos
ás
disposições do
art.
18
dos
Estatutos
e
seus
§§
A
direcção
d’
esle
Banco,
annuindo
aos
desejos
d’
alguns
snrs.
accion
stus, declara
que
recebe
desde
já, qualquer
prestação
antecipada,
abonando
o
juro
de
5
p.
c.
des
de
o
recebimento até
o
praso
das chamadas.
Ponte
do
Lima 21
de
julho
de
1875.
Os
directores
João
de
Barros
Mimoso
Joaquim
Gerardo
Aluares
Vieira Lisboa.
(2593)
L’
Wi'0S
7JÊ
TT17ÍÃS
Pelo
joizo
de
direito
d’
esta
cidade
e
comarca
de
Braga,
pelo
cartorio do
6.°
oflicio
de
que
é
escrivão
—Pessa,
correm
éditos
de
30
dias
a
contar
de
15
de julho
corrente,
pelas
quaes
são
citadas,
chama
das
e
requeridas todas
as
pessoas
incer
tas
que
tenham direito
juz,
acção
ou
hi-
potheca
sobre
as propriedades
arrematadas,
por
Antonio
José
Martins,
casado,
pro
prietário
da
freguezia
de
Paredes
Seccas,
julgado d*
A
mares,
penhorados aos
execu
tados
José
Gonçalves
Pimenta e
mulher
Maria
Catharioa d’
Almeira,
da
freguezia
de
Vilella
do
dito
julgado,
na
execução
pro
movida
pelo
exc."
1
*
governador
civil
do
districto, como
administrador
dos
legados
dos
Resíduos
d’
esle
arcebispado, e
constan
te
da
penhora,
sua
avaliação
e
auio
de
sua
arrematação
na
mencionada
execução
e
hoje
sobre
o
seu
preço
no
deposito
pa
ra
que
o
venham deduzir
no termo de duas
audiências que
tem
de
lhe
serem
assigna-
das no
dia
9
de
agosto
proximo
seguinte
por
9
horas da
manhã
no
tribunal
ju
diciário ao
largo
de
Santo
Agostinho,
sob
pena
de
lançamento
e
revelia,
e
de
se
jul
garem
as
propriedade
*
arrematadas
livres
e
expurgadas de
quaesquer
onus
ou
hipo-
theca
para
o
dito
arrematante,
e
bem
sub
stituído
pelo
seu
preço
consignaio
no de
posito.
O
solicitador
(2596)
João
Baptista
Pereira
da
Silva.
Manoel
Anlonio
de
Castro
Teixeira
e
Francisco
Mesquita,
fazem publico
qne
des
de o dia
1.° d
’
agosto inclusive
do corren
te
anno,
principiam
com
as
suas carrei
ras diarias
para
a
Povoa
do
Varzim.
Horário
:
Sae
de
Braga ás
5
horas
da
manhã,
chega
a
Barcellos
ás
7
e
meia,
tendo
de
demora
meia
hora
;
sae
de
Barcellos
ás
8
chega
á
Povoa
ás
II.
Vice versa,
sae
da
Povoa
de
Varzim
ás
5
horas
da
manhã,
chega
a
Barcellos
ás
8
e
rneia
tendo
a
mesma
meia
hora de demora
;
sae
de
Barctllos
ás
9,
chega
a
Braga
ás
1 f da
manhã.
Preços dentro
600
reis.
Fora
.
.
500
>
O
seu
escriptorio
em
Braga
é
em
casa
do
snr.
Ribeiro
Braga,
praça do
Barão
de
S.
Martinho,
e
na
Povoa
no
largo
do Re
go
no
seu
antigo
escriptorio.
Braga
26
de
Julho
de
1875.
Pelos
mesmos
annunciantes,
(2397)
O
Gerente,
Ribeiro
Braga.
EDITAL
A
camara
municipal do concelho
de
Villa
Nova
de
Famahcào,
etc.
Faz
publico
que
no
dia
1
1
do
p/oximo
rnéz
d
agosto,
por
10
horas
da
manhã,
nos
Paços
do
Concelho
da
referida
villa,
hade
andar
a
lanços, para
ser
arre
matada
a
quem
por
menos
p.e-
ço
fizer
a
construcção
do 27 lan
ço
da
estrada concelhia
n.°
9,
compi
ehenditlo
entre
os
logares
de
Sobre-Ceara
e do Monte,
perfis
0,
a
131
do respectivo
pro
jecto,
na
ex
tenção
de
2:178,
“
02,
sendo
a
base
da
licitação
a
quan
tia
de
2:748$8
J0.
As
condições
acham-se
des-
de
já
patentes
na
secretaria
da
camara,
para
quem
as
quizer
examinar,
desde
as
9
horas
da
manhã
até
ás
3
da
tarde.
E
para
que
chegue
ao
co
nhecimento
de
todos,
maudou
publicar
o
presente.
Famalicão 19
de
julho de
1875.
O
presidente
(2592)
Barão de
Trovisqueira.
BANCO
MERCANTIL
DE
BRAGA
Sociedade
anonyma, de responsa
bilidade
limitada
Rua
Nova
de
Sousa,
n.
9
19
Toma
letras
e
dá
cartas
de credito
e
saques
sobre todas
as
praças
do
íeino
on
de
tenha agencias
e
sobre
as
principaes
praças
do
estrangeiro.
Desconta
letras
da
terra
e
de
cambio
e
quaesquer obrigações
coiumerciaes,
cujo
vencimento
não
exceda 12 mezes
da data
do
desconto.
Recebe
depositos
á
ordem
e
a
praso
fixo,
abui>ando
juros
aos depositantes.
Empresta
sob
penhores
d’
ouro,
prata,
pedras preciosas,
papeis
de créditos
e
ou
tros
quaesquer
valores.
Compra
e
vende,
de
conta
própria
e
de
terceiro,
generos,
papeis
de
cred'lo
e
outros
valo»es,
assim
como
executa
or
dens
de Bolsa.
Finalinenie
faz
todas
as
operações
de
credito
agricola.
industrial e
commercial
consignadas
nos
estatutos
do
Banco.
Pelo Banco Mercantil
d*
Braga,
Os
directores
José
Joaquim Lopes
Cardoso
João
da
Costa
Palmeira
(2594)
José
Anlonio
Rebello
da
Silva
Ha
uma
casa
no Campo
Novo
onde
se
admitlem
alumnos
internos
até a
idade
de
13
annos
e
externos
de
qualquer ida
de que sejam, que
saibam ler
e
se
quei
ram
habilitar-se
para
os exames
de
inslruc-
ção primaria,
geometria
e
francez.
Também
se
ensina
a
fadar e escrever
a
lingua francesa
sómente aos internos
que
a
pretenderem.
Quem
quizer,
dirija-se ao
campo Novo
n.°
17.
(2595)
0
«ATMS0ÍI9
Sua lei
natural
e
historia
Sua
importância
social
Traducção <lo bacharel
Luiz
Beltrão
da
Fonseca Pinto
de
Freitas
t.° volume.—
l.
a
parte
—
(á
veada)
500
reis
S.°
volume—
2
a parte
—
(no
prelo)
500
reis
Vende-se
em
Guimarães,
na
Livraria
Internacional
de
Teixeira
de
Freitas,
Edi-
lor,
rua
de
S.
Damaso, 91,
e
em
Braga,
na
Livraria
Catholica
e
internacional.
MONTE-PIO
PE
S.
JOSE’
Parlicipa-se
aos
socios
do Monte-pio
de
S.
José,
que
o
facultativo d’esla
associa
ção
é
o
ilí.,n0
snr.
João
Baptista
da
Silva
Ramos,
morador na
rua
de
S.
Vicente,
n.°
22
;
isto
pelo
facultativo
anterior
ler
pedido a
sua
exoneração.
Braga
22
de
julho
de
1875.
O
Presidente
Anlonio
de Faria
Braga.
(C.
2590,
R.
107)
ESCOLA
AMERICANA
Recenteroeme
chegado
a esta
cidade,
aonde pretende
demorar-se
algum
tempo,
offerece
os
seus
serviços
ao
respeitável
pu
blico em
tudo
que
disser
respeito
á
sua
arte.
Extrai,
cura e
conserta
os
dentes
caria
dos,
colloca
dentes
arlificiaes,
com
per
feição
e
cura
todas
as
affecções
da
boc-
ca
;
especialidade
da
escola
moderna.
Con
sultas
e
extracção
de
dentes
aos
pobres,
grátis
das 8
ás
9
horas
da
manhã.
Consullorio,
Praça
do
Barão
de
S.
Mar-
linho
n.°
27
—2? andar. (C.
2574
R.
105)
o
«I
A
’
casa d’
Almeida
&
Pe
reira,
agentes
nesta
cidade,
da
Sociedade
Geral
Agricola
e
Fi
nanceira
de Portugal,
com
sé-
de
em
Lisboa,
acaba de
ser
consignado, pela
mesma
Socie
dade,
para
abastecimento
dos
nossos
mercados
duzentos
car
ros
DE
MILHO SUPERIOR Ó.aS
UoS-
sas
ilhas, de Marrocos e
da
Hun
gria,
que
desde
já
se
acha á
ven
da
nos
vastcs celleiros
do
Paço
Archiepiscopal
e
da
Santa
Ca
sa
da
Misericórdia.
(2591)
Modista
de
Lisboa,
de
vestidos,
cha-
peos,
capas,
etc.
Tudo
pelos
figurinos,
e
por
preços mortiços.
Campo
de
D.
Luiz
l.°,
37,
!.°
andar.
Precisa
de costureiras
e
aprendisas.
(2586)
Bernardo
da
Cunha
Pinto
Barbosa,
so
licitador
<le
causa»
n
’
esta cidade,
mudou
a
sua
tesidencia
da
casa
etn
que
mora
va
ua
rua
do
Souto,
n.°
14,
para
a
su»
nova
casa
que lem
na
rua
Formosa,
r.°
1,
ao
pé
da
estação
do caminho
de
fer
ro
; arrenda
a
dita
casa
da
rua
do
Sou
to,
a
qual
se
póde
ver
todos
os
dias
á»
8
horas
da
mauhã
ou
6
da
tarde.
NOVO HORÁRIO-
Joaquim
José Cerqueira,
Francisco
Jo
sé
Cerqueira,
Joaquim
Cerqueira
Júnior,
e
Jose
Antonio
Cerqueira,
de
Ponte
do
I
i-
ma,
levam ao
conhecimento
do
publico
que
estabeleceram
um
novo
horário
para
as
carreiras
que
tem
estabelecidas
entre
Biaga,
Ponte
<io
Lima e
Vianna
do
Ca
*
tello,
a
principiar
no
dia
23
do
corrente
ioclusivé,
a
saber:
Sae
de Braga
do
es-
criptono do
Arranjadinho
no
largo
da
La
pa, ás
6
horas da
manhã,
chega
a
Ponte
ás
10
e
sae de
Ponte
ás
2
da
tarde
e
che
ga
a
Vianna
ás
5
Sae
de tarde
de Braga
ás
2
horas,
e
chega
a
Ponie ás
6
e
a
vianna
ás 9
da
noite.
Volta—Sae
de
Vianna
ás
3
horas
da
manhã,
chega
a
Ponte
ás
6,
e
a
Braga
ás
11
da
manha,
e
de tarde
sae
de
Pon
te
ás
3
horas
e
chega
a
Braga
ás
8
da
tarde,
tendo meia
hora
de
demora
em
Freiriz.
Preçoss
De
Braga
a
Vianna
ou
vice-versa,
den
tro
800
reis,
fora 700.
Escriptorios
:
em
Vianna, casa do snt.
Fragoso,
praça
da
Rainha, e
em
Ponte do
Lima,
em
casa
do
sor.
José
Antonio
Ce-
quetros,
largo
do
Chafariz.
Braga
23
de
Julho
de
1875.
O
gerente
(2589)
Francisco
Pereira
Leite
e
Castro.
José
Anlonio
Monteiro,
e
Joaquim
Al
ves Vinagreiro,
fazem
publico que as
suas
diligencias
que
saem
diariamente ás
6
ho
ras
da manhã
em
direitura
a
Ponte
do
Lima
e
Vianna,
do
escriptorio
do
Ribeiro
Braga,
da
Praça
do Barão
de
S.
Martinho,
fica
a
sair
desde o dia
23
do corrente
in-
clusivé,
ás
8
horas
da
manhã,
por
ser
mais
conveniente
aos
snrs.
passageiros
que
vem
nas
diligencias
da
manhã,
de
Vizella
e
Guimarães,
para
seguirem
viagem
em
direitura
para Ponte
do
Lima
e
Viauna
do
Castello.
Preços
os
annuociados.
Braga
20
de
julho
de 1875.
O
gerente
[2583)
Ribeiro
Braga.
A
requerimento de
José
Joaquim d
’AI.
meida,
viuvo,
d
’
esla
cidade,
pelo
Cartorio
ue
Moita,
á
face
do
inventario
por
fa||e
.
cimento
de sua
mulher
se
tem
d
’
hastear
em
praça
voluntaría.
e entregar
se
o
pre
ço
convier,
no
<!ia 8
do
proximo
agosto
pelas 9
horas
da
manhã,
no
tribunal
da
justiça,
a
*
quintas
do
Paço, e
de
Sanda-
ião,
suas
na
freguesia
de
Semelhe,
próxi
ma
«Cesta
cidade,
com
vista
para
a
ci
dade
e
e.stação da
linha
ferrea
e
d
’
esta
pa.
?a aquellas,
a
primeira
descripla
debaixo
da
verba
n.°
332
no
valor
liquido
de
8:322«5600
reis,
a
segunda
descripla
de
baixo da
*
verbas
n.°
s
319
a
229
incluswé
e
331
no
«alor
liquido
de
6:672^í()5 reis
e
ambas
já
no
lance
de
12:500^000
reis
juntas, mas
que se
arrematarão
juntas ou
separadamente,
como
mais
convenha
ao
inveotariante
e
tudo
na
forma
do
seu
re-
qiieriíi.eulo.
(2570)
ALUGA-SE
Uma
casa
feita
de
novo,
sita
na
rua
das
Agoas, n.°
91.
Trata-se
na
rua
dos
Chã
-
n.°
13
Pó
ie
vêr-se
das
10 horas
da
manhã,
alé
á
I
da
tarde.
(2560)
Aviso ao
commercio
N»
Praça
d
’Alegria, d
’
esta cidade,
n?
Ui,
(jotigo
Campo
das
Hortas)
acha-se
es-
labe
ecila
uma
casa
de
commissõe
*
.
Seu
proprtetario
toma
conta
de
despachos
Je
mercadorias
de
qualquer
natureza
que
se
jam.
tanto
d
’
esta
cidade
para
a
do
Porto,
com<>
du
Porto
a
esta.
Prompliíica-se
a
tomar
conta
de
todas
as
fazendas
em
casa
do
*
snrs.
negociantes,
e
a
entregal-as
na
uo
d.-stinatario,
(em
que
só
n
’
islo vae
uma
grande
vantagem) tudo
por
uma
módica
coo.missão
sem
competidor.
Quem
precisar
esclarecimentos
póde
dtr
gir-se
á
casa
supra
mencionada
ao
commissario
Anlonio
Zacharias
da
Silva
Coelho.
(253<»)
PADRE
SENNA
FREITAS
©S
LASARISTAS
Belo
snr. Ennes
Preço
100
—
Pelo correio 120
Vcnde-se
em
Braga,
n
’
esla
tipografia»
rua
Nova
n.°
3—na
Livraria
Catholica,
rua
do
Souto
e
na
Praça
Municipal,
em casa
do
s<>r.
Vieira
Machado.
No
Porto,
Praça de
D.
Pedro, na
Li
*
vr.na
Central, de
Mesquita,
para
onde
de
vem
ser
feitas
quaesquer
reclamações.
Preço............................
100
rs.
METAES
VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.°
5,
con1-
pra-se
toda
a
qualidade
de metaes, e
ferro
velho
até
mesmo
fundido.
(860) - É o formato de
-
comerciominho_27071875_375.pdf