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Parte de N.º 482 de 15/04/1876

conteúdo
4.°

ANNO

1876
FOLHA
COMMERCIAL

RELIGIOSA

E
HOTICIOSA
NUMERO 482
Assigna-see

vende-se

no

escriptorio do

editor

e

proprietário

José Maria
Dias da

Costa,
rua
Nova n.

3
E,

para

onde deve

«er

dirigida
toda

a
correspondência

franca

de porte.
= As

assi
­
naturas

são

pagas

adiantadas
;

assim
como
as

correspondên
­
cias

de

Interesse

particular.
Folha
avulso

10
rs.
PUB
LI6LA-S
ÁS

TERÇAS, QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:

Braga,

anno

1^600
rs.=Semestre 850
vs.=Promn-

cias,

anno

2&400
rs

e sendo

duas 4&000
rS.=Semestre

1&250
rs.
=Braml,
anno
3&600 rs.=Semestre
l$>900

rs.

moeda
forte,
ou

8&000

reis

e

4&500 reis
moeda

fraca.=Annuncios

por
linha
20

rs.,

repetição
10 rs.

Para os
assignantes
Í0
6
/
B
d

abatimento.
BRAGA
—lã DE
ABRIL
Salve crux sancta, salve spes
nostra
!
(*)
Solemnissimos

momentos são

estes
em
que á

mente

dos

homens

se
recorda

o

grande

mistério
da redempção
!
Se abeirado do

sacrosaoco

lenho

que
se

alça

no

Calvario,

o
homem

contempla

e

profundamente avalia

o

drama
que

se
desenrola,
ha

que
(icar

confundido

e
abis­
mado,
pesando-lhe mil
vezes

o

haver
nas
­
cido
se

as
saianicas
influencias
do
pecca-

do
o

eivaram

em

ordem

a

desmerecer

os

fructos
d’
esse

sacrifício,

a

que
um

Deus

se

submelte

pela

sua
redempção!
Os

propbelas
a
quem

o

Supremo

Poder

inspbára,
haviam

previsto

e
prevenido o
apparecimeoto
do Salvador, as

peripécias

aliás

soberbas

e

grandiosas
de

sua
passa­
gem
no
mondo,
e

o

transe

doloroso da
paixão
como
epilogo
da

obra
da
redera-
pçâo

da

humanidade,

perdida
e

corrom
­
pida
no decorrer incessante

de

mais
de

40

séculos
;
todavia

a

cegueira

dos

ho
­
mens,
a

obstinada

incredulidade
dos
Ce-
sares

e

de
seus

fariseus,

são

o
instrumen
­
to

do

supplicio

deicida!

E
Aquelle
que
prégára
as

doutrinas
mais

valiosas

e

ga
­
rantes
da paz
entre
os

homens,

que
obrára

mil
prodígios

a

deixar
incontestá­
vel
a
Soa
doutrina
Divina,

que
resusci-

lára
os
mortos,
que

curára
os

leprosos
e

paralíticos,
qoe
déra
vista

aos
cegos,

multiplicára
os
pães,

é
arrastado

sob

o

peso

dos maiores

ultrages

e
injurias

até

ao

cimo
do

Golgotha,

e ahi,

como

se

fôra

um

malfeitor,

é

crucificado!
Se

és
o
filho

de

Deus
como

dizes,

e

não

um

impostor

como

te

suppomos,

livra-te da
cruz

e

do martírio; dizia a desenfreada

cohorte

dos

faiiseus.

E
de

certo, ninguém

como

Elle

com
um

pequeno acceno po­
dia

fulminar

os

seus

insultadores,

desem
­
baraçar-se
do

supplicio

; mas

não
era

isso

o

que

estava
escripto,

nem
as

extensas

e profundas
misérias

do

peccado
tinham

cura

sem

o
derramamento

do

Divino

San
­
gue

; —

Sine

sanguinis
effusione
non
fil
remissio
(St.

Paul,
ad

Hebr.
Cap. 9.°);
nem a
humanidade
recebia
a
mais
salu­
tar,
e

sublime
lição
que

se

pode

conce­
ber
de

humildade

e

paciência,
tão

preci­
sos

nas

grandes

e

variadas
vicissitudes

da

vida.
Eia,
chrisiãos;

a

nossa santa Egreja,

Mãe

solicita

e
sempre
carinhosa,

apresen­
ta-nos

ahi

em

solemnes

memórias a

re­
cordação

do

sobeibo

mistério

da
nossa

redempção:

acerquemo-nos
d’
Ella,

e
con

triclos

e

cheios de
devoção

relembremos
os

martírios

e

tormentos
a
que
um

Deus

todo

poder

e

bondade
se

submetteo

para

nos
salvar

e
remir;
sirvam-nos
estes
de

exemplo

para

a

nossa

humildade

e

pa
­
ciência

depois

de
nos

compenetrarmos

da

necessidade de

observar

todos os
mais

preceitos
que

nos
p<égou
esse

mesmo

Deus

e

que

a

Sua

Santa
Egreja

tanto

para

nos
­
so

bem

e
gloria
nos
prescreve.
J.

MACHADO
JUNIOB.
(*)

Quando
recebemos
este
escripto,



esiava

impresso o
n.°

antecedente,

ao qual

era

destinado.
Sfolieins
de
^laeau.
Estado triste

da

colonia

e

queixas

contra

o

governo.

Conversão de
um
pedreiro-

livre
—Fallecimentos.

Noticias

soltas
de
Shanghae,

Índia,
etc.
[Conclusão]
De
Shanghae
escreve

o

nosso

amigo
I. A.:
«O

anno

novo
china

aqui

passou

com

um

incidente

bastante

agradavel

aos

ce-

lestiaes

nevou
copiosamente.
Os chins

di
­
zem
que
caiu

do
céo
prata

em
abundan-
cia,

o
que
é

signal
de
que

o
anno
será

feliz

e

a

colheita

de

arroz
abundante.
O
que

sei

é
que
temos

tido
muito

frio.
Eslá-se
edificando

desde
o
anno
pas
­
sado

uma

egreja

catholica
em

Hongkew,
concessão

americana o’
este

porto.
Espera-

se
que
estará

prompta

em
maio

ou

junho

seguinte.
No

dia

em
que

foi
lançada a pedra

fundamental
houve festa
solemne.

Eram 2
da

tarde.
Ao

acto concorreram
muitos

calholicos.

Como
a egreja
pertence

á mis
­
são

dos
jesuítas,
o

superior

da

missão

d

essa

ordem

religiosa

em

Shanghae
foi
quem

collocou

a

primeira
pedra

para
a
sua
edificação

A

solemnidade

da

festa

ti
­
nha
simplicidade

sublime.

Quando

os

pa­
dres

cantaram

Tu

es
Pelrus

sentíamos

que

o

templo

que

se

erigia á

adoração

do
Deus

verdadeiro
jámais
seria
destruído,

nem
pela
acção

dos

séculos

que

o

tempo

traz

um

após outro

em

seu curso

regular.
Havia

de
cumprir-se
para

com
elle

a
pro
­
messa

de
Jesus

Christo.
Contíguas

á

egreja,
ha
casas

destinadas
ao

ensino

dos meninos

chins.

E'

assim

que
os

missionários
calholicos
comprehen-
dem

a
sua

missão—
revelando

aos

nativos
as
verdades
catholicas

e educando
a mo­
cidade

do paiz».
O
«Jornal
de
Macau»
fallando

da

bri
­
lhante

recepção

feita
pelos
porluguezes da

índia

ao snr.

arcebispo

primaz
de

Goa,

e dos jornaes
que

transcrevem a
descri-

pção das
fesias,

etc.,

continiía:
«Quando

nos
virá
occasião de
poder
­
mos

imitar
os
nossos

irmãos

da

índia

?!...
Nas

referidas

descripções

notamos
um
facto

interessante

que
se

deu
em
Bom
­
baim

no

dia
que
s. exc.
a

revd.
ma

dedicou

para
a

recepção
de

visitas.
Entre o giande numero dc

visitantes
appareceu

uma família
catholica
relaciona
­
da

com

a

casa

reinante

de

Bhopal

na
Índia

Central.
O

seu

traje,

os

seus

modos,

so
­
bre
tudo
o
seu
evidente

fervor

religioso,

impressionaram

muito
a

s.

exc.
a
,
a
seus
companheiros,
e
aos
circumstautes.

Entre
outras

cousas,
esses
visiiadores disseram
que

teriam

muito
a

esperar

se

abraçassem

a
religião
mahometana,
que
era

a
que

professava

a

stia

rainha,

que
muito

os
persuadia
tj

isso;
mas
que

sempre tinham

resistido

ás
tentações

que

se
lhes

oflere-

ciam.

tLeva

diabo

tudo,

nós
háde

guarda

nos
1
eligião» exclamou
um
ancião
que

ca
­
pitaneava

a

companhia
e

servia
de

inter
­
prete
aos

outros.

Repetidas

vezes
beija
­
vam
0

annel
e

tocavam a

mão

de

s.

exc.
a
ás

pioprias

lestas
e

recebiam
a

sua

bên­
ção,
sem
mostrarem

vontade de

sair,
e
s.
exs.

benignamente se
submetteu

a

tudo

aié

que

um

revd.
0
circumstaute

lhes

lem
­
brou
que

s.

exc.
a

tinha
que

allender

a
muitas
outras
cousas.
Admirou-se
a forta
­
leza

da gente

que

em

logar

tão

isolado

de

influencias

catholicas

como

Bhopal,

e
uo
meio

de

tamanhas

tentações,

se

con
­
servassem
firmes

á

sua religião,
e
que
alguém

ainda

fallasse
0

portuguez ainda
que
toscos.
Por

ultimo,

pedi
a

Deus que teoha

compaixão

d

esta

cidade

do
seu

Santo

No
­
me,
que

tantos
serviços

lhe rendeu

ou-
tr
’ora,
pois

que

foi
a

porta
por

onde
du
­
rante

muitos
annos

entraram

na

China,
mesmo

na Corêa,

em
certo
modo,
no
Japão,
no Touquin

e

na

Gouchinchina

os
obreiros

do Evangelho.
Bem

sei
que

hoje
em

dia...
são
muitos
os

oossos

peccados;

mas

ainda
maior

é
a

Sua

Misericórdia.
Pedi-lhe

lambem
que dê

juiso
a

esse

governo
que d’
ahi
nos
paslorea....
E

quando
virá
0

senhor
bispo?
Espe-
ra-se

porventura

pelas
calendas
gregas
?

!...
Carta pastoral
de
monsenhor o
Bispo
<le Montreal
a
respeito do
liberalismo
eatholieo,
doa jor­
naes,
ete.
ÇConclusSo^
§ 8.°

O
que

se
deve

fazer

para

não errar

0
caminho
Atravessando

estes

maus

tempos
e
vi­
vendo
n

estes

dias

de
escândalos, uni-vos
de

todo
0

coração

ás

praticas
que
vos

tia

çamos,
na
presença

de
Deus
e

com
0

fim
unico

de
procurar

0
vosso

principal

bem.
1.

°
Esctilae
Jesus

christo,

escutando

a

Egreja. Com

este

tim,

penetrai-vos

des
­
tes

oráculos

sagrados
saidos da
boca

do

divino

Mestre:
Aquelle
que

vos

escuta
me
escuta:
aquelle
que
não

escuta a
Egreja,

que

seja

para

vós
como

um
pagão
e um

republicano.

Ora,

eis

aqui
como

se
deve

praticar

esta regra:
Cada um

de

vós

pode

e

deve

dizer,
no
interior

de
sua

alma:

Eu
ouço

0

meu
parocho;
0

meu

parocho ouve

0

bispo;
0 bispo
ouve
0

Papa; 0

Papa
onve Nosso
Senhor

Jesus
Christo,
que

lhe

assiste

com
0
seu
divino
espirito,

para

0
tornar

iofallivel
no

ensino

e
no
governo
da

sua
Egreja. D’
este

modo,

não
posso

enganar-me,
e

estou
certo
de
caminhar
pe­
lo

caminho
da

justiça
e

da

verdade.
2.
° Respeitae

religiosamente

todos
os

vossos
pastores,
com

medo
que

despresan-
do-os,
não

incorraes

no

terrível

aaathema

pronunciando

por
Nosso

Senhor;

Aquelle
que
vos

despresa

despresa-me.
Oh

!
quanto
estas

palavras:
Despresar Jesus

Christo des-
presando os seus

sacerdotes,

são dignas

d

aiienção

e merecem
bem
ser seriamen-

te

consideradas

!
Como

acal^

de
ser

observado,

aquel­
le

que

escuta

0 sacerdote escuta

0

bis­
po,

e
aquelle

que
escuta
0

bispo escuta,
0

Papa, e
aquelle que

escuta

0

Papa,

escuta

Je.ms

Christo.

Elle
escuta pois todo

0

clero,

cujo
chefe
é

Jesus
Christo.
Seguindo

as m

trucções

acima
repro
­
duzidas
dadas
pelo ’Papa

e

os bispos

con­
tra

0 liberalismo
calholico,

é

visivel
que
os
Padres,
nas

suas
inslrucções
sobre

es­
te

detestável

erro, se
unem

esciupulosa-
menle

aos
princípios que

lhes

são

dicta-
dos

pelos

primeiros

pastores.

E’
pois
to­
do

0
clero
que
falia
pela

boca

de

cada

um de

seus
membros.
Assim,

despresar

este

orgão

do clero,

é

despresar
todo

0

clero, é despresar
Je
­
sus

Christo,

que

d
’elle
faz

os
seus

em
­
baixadores.

E


despresar
0
Padre Eterno,

que

enviou

Jesus Christo,
seu

Filho

uni­
co,

ao

mundo,

para 0

instruir

e

salvar.
Mas

como será necessário considerar aquel
­
le

que,

sobre

os

huslings
seja

para
os

polis,
seja

nas

tribunas

seja

nos
jornaes,
se
atreve

a

proferir

cousas

injuriosas

á
pessoa
e
ao

caracter
d

este
sacerdote,
pa
­
ra

despresar

ou

fazer
despresar a

sua
pa
­
lavra

e
a
sua
conducta,

para

lhe

tirar,
se
é

possível,

toda

a
estima e
consideração
de
que
elle

gosa

entre

0

povo,
e

como

deve

elle
ser

traclado?
Nós invocamos, pa
­
ra
responder
a isto,
a

auctoridade
da

San­
ta
Sé,

centra

a

qual
a

ninguém
é

per-
mitudo

replicar

ou

rebellar-se.
Ha

perto

de

tres
annos,
a

sagrada

congregação

da

Propaganda,
encarregada

da

vigilância
apostofca
sobre

esta

paiz,
foi
informada
que
em
certos
jornaes se
escreviam
algumas
cousas de

injurioso

con

tra

as
auctoridades
ecclesiasticas.

O

pre­
feito

d

esla
santa

congregação

apressou-se
de

escrever
aos
bispos

d
’esta província,

para

os
obrigara fazer

tudo

0

quanto

po-

dessem a

fim

de fazer

cessar

estas

des
­
graças
que
não

podiam

senão
fazer
trium-

far
os

protestantes.
Sua

Emmineucia

recommendava
n
’esta

carta

aos

bispos

de

obrigar,
em

caso

de
necessidade,

áquelles

que

se

tornavam

cul
­
pados
n’
este
poute,

a

submetter-se

a

es
­
ta

ordem

expressa,

prohibindo

aos
fieis

0

lêr
os

jornaes.
Curent
(Episcopi)
ne

hu-
jusmodi

conlentiones

per

ephemerides

et
li-
bellos

a

calholicis

exerceanlur,
utque

eos
qui
in

hoc

deliquerinl
coercere,
et

si
opus

fueril

earumdem

ephemeridum
lectionem
fideliobus

prohibere
non

omittant.
(Rescri-
pto

de
23

de

março

de
1873.)
1
ela presente

publicamos
esta

regra
de
conducta,

e

ordenamos a todos

os cu
­
ras

d

almas se
conformem

exctamente.

Portanto
não

poderão ser
admitlidos
aos

sacramentos

áquelles

que
lêrem
ou

pro
­
tegerem

eflicazmenle

os jornaes

nos
quaes

se

toma
a
tarefa

de

injuriar
os

pastores

das

almas

por

elles

se

oppôrem á

propa­
gação

dos

princípios erroneos reprovados

peio
soberano

Pontífice

ou

pelos
primei­
ros
pastores,

encarregados

por
Jesus Chris-

10
du
ensinar

ao
povo

as

suas

doutrinas,
depositadas

»>o

seio
da

Egreja.
Com
mais forte

rasão
será
necessário

recusar

os

sacramen

os aos editores

que
escreverem taes

insultos

e

áquelles

que

os

empregam

para

redigir

os

jornaes

de

que

elles

são

proprietários.
3.

°

Applicai-vos
a

bem

estudar

os

prin
­
cípios
sagrados

sobre

os
quaes

repousam

a
felicidade

e
a
tranquillidade

da
religião
e
do
governo;
eseutae

com attenção

as

inslrucções

que

vos

são
dadas

sobre

es-
t

S

graves

objectos,

e

lede
com
ardor

os

bons
livros

que
tratam
d’
elles.
4.

°

Orae com

fervor

e

perseverança

pedindo
0
dom
da
i
b
telligencia que

vos
fará

discernir

0

erro

da
verdade a
fim

de
que

nunca

estejaes

flucluando

com lo
­
do
0

vento
de doutrina.

Oflerecei
com es
­
ta

intenção
as

orações

que
se
fazt-m no

tim

de
cada

missa,

por

ordem
do

nosso
Samo

Padre 0

Papa,

nas

Quarenta
Ho
­
ras,
np
exposição

das sagradas
Heliquias

e
outias

felizes
circunstancias

em

em
que

Deus
se
compraz
em
faZer
brilhar

a

sua
infiuila

bondade.

Redrubrae
de

fervor,

fa
­
zendo

estas
orações
durante as
sessões

do

parlamento,

para
que

0

Espirito
San
­
to
se

digne
esclarecer
os

nossos

legisla­
dores,

a
tim

de
que
todas as

leis

tendam
para
honra

da

religião
e

0
maior bem
do

povo.
Não

esqueçaes

que
0

sacerdote,

em

cada

saudação
e

bençáo

do

Santíssimo

Sa­
cramento

canta
a
oração

da

rainha. Ora,
pedindo

pela

nossa
graciosa soberana

,
n

um
momento

tão

solemne,

elle

pede

ao

mesmo

tempo
por
todos áquelles

que
lhe

assistem

no
governo
de
seus

immensos
domínios.
Mas,
0

povo une-se á
oraçau

do

sacerdote,
para pedir á
graça de

ser

go
­
vernado

segundo

as regras

da

sabedoria,
da

justiça

e
da

equidade.

Ah!
nossos

ca
­
ríssimos

irmãos,

oremos

pela
santa
Egre
­
ja,

a

fim

de
que

ella
gose

de
toda
a
li
­
berdade

de

que
lem

necessidade, para

0

serviço

da

divina magestade.
Ul

desiruclis

adversilalibus

et
errori-
bus

universis,

secura

tibi

se
r
vial
liberlaíé.
BIBLIOGRAFIA.
O
Critério.—
Possuímos,
felizmente,

em

linguagem

nossa,
uma
obra

de

filoso­
fia

pratica
do

inexcedivel

auctor
do

Pro­
testantismo
e
0

Catholicismo

em

suas

re
­
lações com
a

civilisação

europêa.
O

critério,

isto
é,
meios

de
chegar

á

verdade,
arte
de

julgar,

arie

do

bom
senso,
é
um
tratado

de

lógica

ao

alcance
dos
espíritos

juvenis,

uma
filosofia

pratica

e

popular,

e todavia
digna

das
mais exerci­
tadas
inlelligencias.
Distiugue-se

este
livro,

maravilhosamen-
le
escriplo, pela
justes»

habituai,
constan
­
te

nas opiniões
e

sentimentos;

pela

tran­
quilidade

de

coração

junto

á serenidade

do
espirito;

pelo
silencio^
nas__naixõgs^.




pelo

desinteressado
exercício
das
faculda­
des

intellectuaes.
Balmes,

diz

Blande-Bafin,

não

se

con
­
tenta


em

applicar
seu
bom

senso

ás

realidades

da
ordem
terrestre;

com

uma

mesma

vista
d

olbos

abrange
o
destino

pas
­
sageiro
do

homem
e
seu
futuro

immortal.
Com
a

mesma
sabedoria,

com

a
mesma
rectidão,
traça

as regras
que
constituem

no

mundo

a
arte de

bem

viver

e

as

que
conduzem

a

uma
felicidade
imperecedou-
ra.
O
ser

humano

apresenta-se-lhe
sem­
pre

em

sua
plenitude

e
em

sua
unidade:
plenitude

de

duração,

unidade
de
faculda­
des

;

alma e corpo;

sensibilidade
e in-

telligencia
;
paixão
e
vontade;

naturesa

inclinada

para o
mal,
revirada
divina-
mente

para o
bem
;

ligada

ás fraquezas,

ás

enfermidades,
porém

presentiodo a

glo­
ria;

tirada da

terra,
mas

preparando-se

para

o

ceo.
As
maximas

praticas

que abundam

n

es-

ta
obra,

são o
producto,
não de
súbito

improviso,

mas sim

d

uma

sabedoria

ama­
durecida

pela

reflexão e

experiencia.
Quando
penetra

os

mistérios

da

alma

humana,

nvalisa

com

La Bryere;

quando

modera

os
ímpetos

do coração

para

se

ou­
vir

a
voz

d

urna

inielligencia recta exce­
de

Silvio

Pellico.
A

lógica
d'accordo
com a caridade,
on
­
de Balmes

mostra

o quanto

é

sabia a

lei

que

prohibe

os

juisos

temerários,

é

um

capitulo

de

solida

filosofia

e

de
altíssima
importância
pratica.
A
mais
alta (ilosofia

d'accordo

com

a

fé,
onde
Balmes, escudado

no
famoso
pen­
samento

de
Bacon :
pouca
filosofia
aparta

da
religião,
muita
filosofia
conduz

a ella,

mostra
qoe o

mistério

está

até
nas

pro
­
fundezas

da
sciencia,

é
um

argumento

sem
réplica

aos
que
não
creem


porque

não

comprehendem.
O ultimo

capitulo,
intitulado

: Do en
­
sino

pratico,

onde

Balmes

sligraatisa a
vaidade, o
orgulho, a

preguiça,

a

hipo
­
crisia,

a
vingança,

como
outros
tantos

­
cios

que
aviltam

e

degradam,

é

um tra
­
tado

que

põe

em

relevo
e

ao
vivo

a
fu­
nesta
influencia
das
paixões

sobre
as

ope
­
rações

da

iniellig»

ncia.
N

uma palavra: se

o

Protestantismo

comparado

com
o

Calliolicismo
é

um
ver­
dadeiro

manual

da

historia
da civilisação,

O

Critério

é

um compendio
perfeitíssimo
de
moral
religiosa,
social
e

individual.
Este

livro,

vertido
em

boa
lingua­
gem
vernacula,

a

ninguém
poderíamos

acon-
sethal-o
de

preferencia

que

á mocidade
es
­
tudiosa

que
frequenta
a

aula

de

filoso
­
fia.
Nenhum
outro

conhecemos
que

tão

clara

e

seguramente
trace
regras
para

o

bom

exercício

das faculdades
da

alma.
De

nenhum
outro sabemos que tantos
encomios haja recebido,
e

tão

‘copiosos
fructos

colhera da

sua

leitura.
O

editor
prestou
um grande
serviço

á

sciencia,
á

religião e

á

sociedade

;
o

tra-
ductor

grangeou

novos

louros

na

repu­
blica

das
lenras;
o

leitor

encontra um
thesouro

que,
aproveitado

em lucro pro
­
prio,

o
tornará

feliz.
GAZETILHA
Setnann
Santa.
—Concluiu-se
hoje

com
a

Alleluia

a

Semana

denominada

Maior,

porque
n

ella

commemora a
Egreja
os

misteiios

mais augustos
da
nossa

redem-

pção.
Como

annunciamos,
na


fizeram-se

as
solemnidades
na fórma
do
costume,

sendo

nos
tres
dias
cantadas a

instru­
mental

as

matinas

e

o

Miserere

das
vio
­
letas.
Tornou-se
muito

sentido

que
s.

ex.
a
revm.
a

o

snr.

arcebispo

não

podesse

as
­
sistir

solemoeraente

ás divinas

funcções
;
mas

ainda
que

o podesse

o venerando

prelado
reseutir-se-ia

da

falta
de
conegos,
porque
sendo estes
seis

e

faltando
um

eram
apenas
cinco

os
assistentes,
numero
insufficiente
para

preencher

ao

solio

no

pontifical.
S.
ex.
a

revm.
a

benzeu na

capeila

do

Paço

os

Santos Oleos.

Em

seguida
deu
aos

doze presbíteros
da

bênção um jantar

esplendido

no

centro da
grande

sala
dos

arcebispos
que

se
acha
restaurada,
bem

como
retocados os
121

quadros

que

cons
­
tituem
aquella

imponente
galeria.
Tanto

a
sopa
como
os

primeiros

pra­
tos
foram

servidos

pelo

snr.
arcebispo

D.
João,

coadjuvado

pelos

assistentes
de

s.

ex.
a

revm.
a

os

snrs.

Deão e

conegos
Mar­
tins

e

Vieira

de
Sá.
Era
verdadeiramente

commovedora
est

prova

de
humildade

dada

pelo

inclito
suca
cessor
de tantos
varões

illustre»,

na
pre­
sença
d
’aquelles

quadros,

entre

os

quaes
estão retratados
17
santos, 1 papa,
1
rei,
vários

cardeaes
e
outros
varões
insignes
de
reconhecida
virtude, e

fama

univer­
sal.
Servidos os

primeiros
pratos

retirou-
se

seguido

dos

assistentes que acima

nos

referimos

para

a

sua
mesa
de
jantar,
a

qual
se
compunha

de

7
talheres,

destina­
dos
aos
que

a

s.

ex.
a
revm.
a

tinham as­
sistido
na
solemnidade

da

bênção dos
Oleos
:
deixando assim

em
plena

liberdade

os

ou­
tros
presbíteros

para

que a
sua

presença

lhes

oão

infundisse

um
natural

acanha­
mento,
por
ser

a

primeira
vez que

se

viam

servidos
pelo
seu
prelado.
Pelas 3 horas

da

tarde

procedeu-se
oa
mesma

capeila,

que

se

achava

propria
­
mente

decorada,
á

edificante

ceremonia

do

Lava-pedes,

que

foi

mui

tocante
e
mages-
losa.
S.

ex.
a

era
csadjuvado
pelos
mesmos

tres
sors.

conegos,
sendo
o
evangelho
do
Mandato

lido

pelo
snr.

conego

Martins.
O

snr.

arcebispo,

depois

de

lavar

e

beijar

os
pés
aos doze ecclesiaslicos
a
quem

tinha

servido

o

jantar,

deu
a

cada

um
d
’estes
a
offerta

de

2$0()0

reis

a
ti
­
tulo
d’
esmola

para

uma

missa por

sua
in
­
tenção.
Não

obstante

esta substituição
do

pes
­
soal

da
ceremonia,
s.
ex.
a

revm.a
man
­
dou
vestir
12
pobres
que

foram
escolhi
­
dos

pelos reverendos

parocbos

das 6
fre-
guezias
da

cidade,
e
cujos nomes

foram


publicados
na Semana

Religiosa
Bta-

carense.
A


noite
saiu

do

templo

dá Misericór
­
dia,
em
conformidade

de

seu compromis­
so, a
imponente p'ocissào
do Senhor
Ecce
Homo,
que

ia

muito

apparatosa.
Levava
numerosos

anginhos

com

os
emblemas da

paixão,

e
aos
lados
de

cada

utn
d’
elles

dois

meninos

orfãos
com
candelas

de
ce
­
ra.

Junto
do
rico

andor,
onde

era
con
­
duzida

a

devota
Imagem do
Senhor can­
tava-se d

espaço
a

espaço
o Miserere
acom
­
panhado

a

musica.
Nos

inlervallos

do

coro

locava

a

ban
­
da

regimental

que
ia no

couce

da

procis
­
são.
A
egreja

da
Misericórdia
estava

rica­
mente

ornada.
Na

sexta-feira fez-se
na

Sé a

procis
­
são do
Enlerro.

Levava

quatro
conegos.

N

esta
egreja
houve sermão
da

Soledade

prégado

pelo reverendo
padre Luiz

Gomes

e
na

Penha

pelo dr.

Moreira
Guimarães.
Hoje
de manhã

fez-se a
ceremonia

da
Pia
baptismal

e
nos Congregados

a

Coroa
­
ção

de
N.

Senhora.
—Na


arderam



os

quatro

novos

candelabros,
cada

um

de
6
lumes,

e

faziam

um

bello

effeito.
Era

muito para
louvar

que

esta

medi

da,

de

cuja utilidade já não

é

licito

duvi­
dar,
seja

também

adoptada

em
outros
tem­
plos,
especialmente

em Santa

Cruz,

on
­
de
ás
noites

de

sexta-feira

concorre

gran
­
de
numero
de

fieis.
Soeiedade
dramatica
de curio­
sos
Tasso.—
Principia

a
funccionar

en­
tre

nós

uma
companhia
que

gosa
de bons
créditos

dramalicos na
cidade

do

Porto.

Temos
assistido

a

alguns

especlaculos n’a-
quella

cidade,
e

podemos
affiançar

que o
seu
desempenho

nos
agradou
muito.

Es
­
peramos

do publico correspondente

accei-
tação.
Eis

aqui
o

elencho
das

recitas:-
l.
a
recita,
dia
15

d
’abril
de

1876.
Comedia
em
1
acto,
Capricho
femi­
nino.
Comedia-drama

em
2 actos,

Cynismo,
scepticismo

e

crença.
Comedia

em
1

acto,

Ha
mais Marias
na

terra.
2.
a
recita

dia

16.
Drama
em 2

actos,

O
Mordomo d’Har-

vil.
Comedia
em

1
aclo,
Um

anno

em 15

minutos.
Comedia em
1

aclo, Dislracção d

um

matheinalico.
Principia
ás 8

horas
da
noite.
Mel

horas,—
N

estes

últimos

dias
tem
experimentado

algumas

melhoras

o
filho
unico

do ex.
mo
dr.

João

de

Mendonça,

um

dos

mais

bemquislos
cavalheiros
d

es-
ta

cidade.
Fazemos

votos
ao
céo
para

que
este

nosso
presado

amigo veja
em breve

o

completo
restabelecimento

do
seu
querido

filhinho.
Judas.—
Foram
numerosos
os

Judas
que

ao

tocar

da

Alleluia

hoje se queima
­
ram

em

vários

pontos

da cidade.
A significação
da

«queima

dos

Judas»,

é

sobejamente
sabida
de

todos.
D
’entre
as

muitas
allusões

que
hoje

vimos
simbolisadas

no

discípulo

traidor,
estremava-se

o

Judas

que
foi queimado

no

largo

da

Praça,
onde
se

notava

um

pensamento

excellente

e
mui
bem

execu­
tado.
Falleeímento.—
Em a noite
de

quin­
ta para
sexta-feira

entregou

a

alma

ao

Creador
a

ex

ma

D.
Angélica Cardoso,

esposa
do
ex.


dr.

João

Anlonio d

Oli-

veira

Cardoso,

sogra

do
snr.
Narciso

de

Magalhães

e

Vasconcellos,

e cunhada
do
ex.
ino
dr.

Bento
Anlonio

d’
Oliveira

Cardoso,

advogado notabilíssimo
de

Guimarães.

Con­
forme

as

disposições

da

illustre finada, q-ue
ha annos residia

n

esta

cidade,

o

seu

cadaver

foi
hontem
conduzido para
a
ci
­
dade de Guimarães,
onde
será
sepultado.
A

toda

a respeitável
familia

anojada
os
mais
sinceros

pesames.
Maia.—
Falleceu em a

noite
de
bon
tem
para

hoje

o

joven

João

Baptisia

de Mat
­
tos,

cora

17

annos

de
idade,

filho

do

snr.
Joaquim José

de

Mattos,

ourives
<la
rua
do Souto.

Tem

ollicios

em

Santa
Cruz
2.a
feira.
— Falleceu

também

ha

dias um

cunha

do
do
snr. José

de
Lima,
da
rua

das
Agoas.
Cirande

«leega-aça.—
No
dia

6

do

corrente
era dia

de

festa
em

Aberdeen

(Escossia).
O dia

eslava
lindo

e

a
concorrência
era
grande.
Concorrera muita
gente
a
Perry,

do

outro

lado
do Dee,

rio

que

desemboca

no

mar

em

Aberdeen, e
cuja
corrente

é

mui-

10

forte.
Todos

quedam

atravessar
o
rio
ao

tne-mo
tempo,

e

não
obstante

as

termi
­
nantes
recusas

dos

barqueiros,

mais
de
60

pessoas

saltaram
para bordo
d

urna em
­
barcação que

comportava
apenas
30

pas
­
sageiros.
No
meio

do

rio

a
embarcação

virou-se

e

morre, am

afogadas

35

pessoas.
Trinta

e

cinco

chapéus
de

homens

e

de

senhoras

foram os

únicos
fragmentos

qoe
restaram
d
’erta grande
desgraça.
Criemn.


Como
s.

Exc.
a
Rev
ma

o

snr.

Arcebispo
coadjutor

tenciona

come­
çar

a

crismar na
egreja

de
S.

Victor

no

domingo

23

do
corrente

;
julgamos

mui­
to util
dar

conhecimento
aos
nossos

lei
­
tores,
o
que

sobre

o
sacramento

da
Cris­
ma vem
expendido na Semana

Religiosa

n.°

46

em forma

de

dialogo

nas
seguin­
tes

perguntas

e

respostas
:
P.

Qual

é

a

doutrina catholica

ácerca

do

Sacramento

do
Chrisma

ou Confirmação

?
R.
Que

é um
Sacramento
instituído

por
Nosso

Senhor

Jesus
Christo,
que



força
e

fortaleza
especialmente para
confessar

a


;

que

imprime

caracter

em
nossa

alma,
e
por

isso

não

se

póde

repelir;
que

o mi
­
nistro

ordinário

é
o bispo,

ainda

que

o

prebylero

o poderá
também
administrar


por

auctorisação
do

Summo
Pontífice
;

e

que
a matéria
adequada

é a

imposição

de

mãos

e

a uncção

sagrada.
P.

Será

peccado

mortal

deixar

de
re

ceber

o

Sacramento de
Confirmação
ou
Chrisma

?
R.

Quando

haja

desprezo

formal,

ou
quando

sem

a
sua recepção

houvesse

inti-
rqa
convicção
de
cair
em
tentações
con
­
tra a

fé,

sem
duvida

seria

peccado

mortal

deixar
de
receber

este

Sacramento

;
e

é

também

opinião

mais
commum

que

pecca

mortalmente

aquelle

que tendo

occasião

de
o

receber o não recebe,

e
assim

o

affir-

ma
o
Santo
Padre

Bento
XIV

na

sua

Bul
­
ia

et
si

pasloralis,
onde

se

diz
=

monendi

sunt

ab

ordinariis

locorum,
eos

gravis yec-
cati
realu

teneri,

si

fcum
possintj

ad

con-

firmationem
accedere
renuunt, ac

negli-
gunt.**=Da mesma
opinião
é

Santo
AíTon-

so

Maria

de Ligorio.
(I.

6.°
n.° 182

)
P.
Poderá
o
parocho

dar

bilhete
para
se

apresentar
a receber

o
Santo
Chrisma

áquelle
que
ignora
as
principaes
verdades

da fé?
R.

O

Santíssimo
Padre

Bento

XIV na

sua
Encyclica

— Etsi

mtnzme<=manda

que
os

bispos

avisem
os

parochos
para que

de
maneira

alguma
deem

bilhete

para

chris
­
ma

áquelles

que

igno-arem
os

principaes

mysterios
da nossa

fé,
e

não
saibam
o
que

é

este

Sacramento

e
seus

effeitos.
P

Qual
é
a

matéria

próxima
d
’este

Sacramento
da
Confirmação

?
R.

Ha ires

opiniões

a

esle
respeito


a
l.a
diz
que

é
a
imposição

de

mãos

que

ao

principio

da
ceremonia

faz
o

bispo,
recitando
sobre
os

chrismandos

a oração=

Omnipotens

sempiterne

Deos

;

e

que

a

uncção
depois
é
matéria
accidental

e
ins­
tituída

pela
Egreja

;=-
a
2.’
sentença
diz
que

a
matéria
essencial
é

a
imposição
de

mãos,
que
logo

ao

principio se

faz,

e depois

a

uncção

na

testa
feita

pelo

bis­
po
;



a-
3.a

diz

que
a matéria
essencial

éa
uncção

na

testa

dos

chrismandos,
conjun-

ctamenle

com

a

imposição

de
mão,
que
então

faz o

bispo
quando
unge
Esta

ultima

é
a
mais
commum,

e
a
que
Santo
Aífonso

Maria
de

Ligorio

cha
­
ma
certíssima,

e

prova

com

fortíssimos

argumentos.
P.

Vistas
as
opiniões

acima
ditas,

se­


obrigatória

a
primeira
imposição
de

mãos
que
logo
ao

principio da

ceremonia
faz
o
bispo

?
R. Obriga=-su6 gravi^-,

assim

o

diz

Gury

(n.° 168),

Craisson

manuale
totius

­
ris

canonici
(tom.
2.°, pag.
667)

etc.
;
e
ahi

mesmo
se
diz que aquelle

que

não

as­
sistisse

á

primeira

imposição
de
mãos, e
depois

fosse

chrismado,

deverá supprir

es
­
ta

falta,
repelindo-se

esta
ceremonia a que

não

assistiu.
P.

Quaes são
os

effeitos

da

confir­
mação?
R.

São

tres=l.°
caracter.

e
por

isso


se

póde
receber

uma

vez,
assim

como

o

baptismo,
que

lambem
imprime

caracter,
e

uma
vez

recebido não

se

póde

repetir.

O

2.°
graça

sanctificante

que


força

especial

para
preliar

as
batalhas
do

Se
­
nhor,
e

a

esta

graça
se

chama
também
a

plenitude

do

Espirito

Santo,

pois aqui

se

recebe
o

Espirito

Santo

com todos

os
seus

dons,

e

é

similhante á graça
que
os

Apostolos

receberam
no

Cenáculo,
no

dia

do

Pentecostes.
3.°
o
parentesco

espiritual
Segundo

o

direito

canonico, basta

que
o

confirmando
tenha

um

padrinho

ou

ma
­
drinha (Gavanlus

in
suo manuali)

;

nm
.padrinho
se
o
confirmando

é homem,
e

uma

madrinha se
é mulher. O

padrinho
do

confirmando

deve ser

outro

que o
do

ba­
ptismo,

e
ler
sido

confirmado,
e

pôr

a

mão

direita

sobre
o hornbro

direito
do

confirmando,

quando se
administra

o

Sa
­
cramento.

(S.
R.
C.

dia
20

de

Setembro

de

1747).
Conlrae-se

na
confirmação

o
mesmo
pa
­
rentesco

espiritual
que

no
baptismo,
entre

o

padrinho

e

madrinha

de

um

lado,

e

o

confirmado

do
outro

;

e

também

entre o
padrinho
e

a
madrinha
e
o
pae
e
a mãe do

confirmando,

de sorte

que
não
pódem

ca
­
sar sem
dispensa.
Segundo

o

Pontifical

Romano,
o

bispo
depois de

ter
dado

a confirmação,

recom-

menda
aos

padrinhos

e

madrinhas
dos

confirmados,

que
ensinem
a seus afilhados

o
Credo,
o

Padre

Nosso
e

Ave
Maria, por

que

teem
essa

obrigação,
e por isso

se

deve
e

costuma

isto

fazer antes

de sair

da

egreja.
P. Póde

mudar-se

de
nome
quando

se

recebe

o

chrisma

?
R. Sim.

E


o

que ensinam

todos

os
theo-

logos
fundados em

numerosos
concílios.
P.

Pódem
os

confirmados retirár-se
antes

de
receber a ultima bênção?
R.

Não

pódem.

(Pontifical
Romano).
/'
Deve

estar-se

em graça

para
se

receber

o
Sacramento da

Confirmação?
R.

Como

é

um Sacramento de vivos,

é
necessário para
o receber

dignamente,

ter

a
vida
da
graça

;

e

é
por

isso
que
o

que

deseja

confirmar-se,
quando

sente
peccado

mortal
em

sua

consciência, deve

purifi
­
car-se

pelo

santo
Sacramento
da
Peniten­
cia

;

é

isto

pelo menos

o partido
mais se
­
guro,

pois que

ainda
que
pelo
acto

de
con
­
trição

perfeita

o

homem se
póde

collocar

em
graça,

no entanto
é
diflicilima
esta
dôr,

tal
qual

se exige

para ser
perfeita

;

eis

a
razão
por

que
muitos

concílios

pro-
vinciaes

mandam

a previa

confissão

a todo

aquelle,

cuja consciência

se

ache

gravada
com

peccado

mortal.
P.

Que

peccado
commetteria
aquelle

que
recebesse
este
Sacramento

conscio

de
estarem

peccado mortal?
R.
Commetteria

um

grave

sacrilégio.

Assim

como

o

que

communga em

pecca
­
do

mortal
commelte
um

horroroso

crime,
por

isso
que

recebe
a
Christo
em
seu
peito,

onde
mora
o
demonio

pelo

pecca­
do,
assim
também o

que
vae
chrismar-se
em

peccado
mortal,

offende gravissima-

mente

ao

Espirito

Santo,
terceira

pessoa

da Santíssima

Trindade,
em

tudo igual
ao
Padre

e

ao
Filho,
por
isso

que

o recebe

estando
o demonio
em

seu
coração

pelo

peccado.
P. O
que
recebe
este

Sacramento

em
peccado,

não

recebendo

a

graça
do
Sacra­
mento,

não

receberá
também

o
caracter
?
R.
Recebe

o

caracter,
posto
que

não

receba

a

graça,

e

logo

que elle

tire

o

obs
­
táculo

do
peccado,
as

graças

que

ficam

de­
positadas

no

caracter,


lhe communicam.
P.

Tendo
os

parochos
d
’inslruir
os

















seus

freguezes
ácerca

da
virtude

e eflei-

toS

do

Sacramento
da
Confirmação, quaes
os
livros

mais
apropriados

para
este

fim,

nas
actuaes
circumstancias

?
R.

O

Catecismo

de

Perseverança,

do

padre
Gaume,
e
o

de

Guillois,

que

até
poderão

lêr

ao
povo

n
’esla
parte
que

Ira­
da
d

este

Sacramento.
l’
nm conversão.—
O

revd.0
R.
J.

"VVebb,
ministro

anglicano

da
parochia

de

Hambleton,

no condado

de

Norwich,
abju
­
rou o

protestantismo,

entrando

no

seio da

Egreja

catholica.

Este

ecclesiaslico

havia
publicado uma

brochura,
na

qual
aífirma-

va

que não
podia
obter

a

sua

salvação
na

egreja

anglicana.
Em

todos

os

tempos

teem
havido

apos­
tasias
e

abjurações,
quer

da

religião

catho­
lica.

quer

do

protestantismo ;

com a

dif-
ferença que

os

que
abandonam
o
erro

e

entram
para

o seio

da

Egreja
são

os
mi
nistros

d

uma

vida
exemplar
e
que por

seus

estudos

e

profunda

meditação

reco­
nhecem que

fora
da

Egreja

não
ha

salva­
ção
;

pelo
contrario,
os
que

abandonam

a

religião

catholica
apostólica
romana

são
sempre

os

devassos
que sacrificam
á

ava-

resa,

ou

procuram
satisfaser

os

seus ins-

tinctos

brutaes.
Dialogo. —
Encontraram-se

na

meza

de

um

hotel

um padre

e
um

oflicial
e
tra
­
varam

o
seguinte
dialogo:
—Porque
não
comeis carne
hoje?

Porque

usaes

de
uma

calça

encarna­
da?

Assim
ordena

o

regulamento

militar.

Não

comer

carne

hoje

lambem

é do
regulamento
da

Egreja.

Mas

para

que
jejuar!

não

é tão

peno­
so?

Porque

usais
d
’um

capacete tão

pe­
sado?

E

do nosso

regulamento
; além
d’
isso

elle
nos
defende
dos
golpes

dos

inimigos.

O
jejum

nos

é
ordenado
porque nos

defende

das
tentações

do demonio.

Que

mal
faz

comer

carne

nas sextas-
feiras
?

Porque
quando
apanhais
em
falta

al
­
gum

soldado
o pondes a
pão

eagua?

Para
punil-o.
—Também

lemos

necessidade

de
pu­
nir-nos
de

nossas
faltas

para
com Deus

:

é
do

nosso

regulamento.»
Exposição
ein Pariz.—
Está

pubh
cado

um
decreto

decidindo

que
será
aber­
ta
n

aquella
capital
uma
exposição

de
pro-
doctos

agrícolas

e

industriaes

no

primeiro

de maio

de 1878,
exposição

que
será

fe
­
chada
no
dia

31
de

outubro

do

mesmo

an
­
no.
Serão

almittidos
productos

de

todas

as

nações.
.Vag
niíleo presente.—
O
cardeal
An-
toueli

oflereceu
tim

magnifico presente
á
egreja

do Santo

Sepulcro:

enviou

pa-a
Je­
rusalém
um
baixo-relevo
de
prata
tnassiça,

pintado
pelo grande
Raphael.
Este
traba­
lho

foi

executado

em

Roma

com

uma

ad
­
mirável

precisão.

Circumd-i

o

baixo-rele
vo em
quadro
lambe

u

de

prata,

com ara
­
bescos
dourados

e

pedras

preciosas ame-
thysias,

soberbos
topázios,
entre
os
quaes
se
acha um
extremamenlo

gande.
No
ci
­
mo
do
quadro

estão
os

brazões

do car
­
deal.
Barra monstruosa. —
Um

mexica­
no

envia
para

a
exposição

da

Philadelpliia

uma

barra

de prata
que
tem

de peso

64:032
onças.
Descoberta
importante.

Mr.
Mo­
fei,
distincto

archeologo
de

Ghalons,
aca­
ba

de

descobrir
no

lerritorio

de

Saint

Be-

rhy
stir
bury,
a
primeira
incineração

gau-

leza

perfeitameole
caracterisada,

incinera­
ção que parece

remontar

a

uma épocha

anterior

á
conquista.
Esta importante
descoberta

offerece
um
interesse

particular,
attendeodo
a

que
os
cemiteiios

gaulezes
do

Mame

por
vezes

tem fornecido

á

siencia

objectos

curiosos

para
o

estudo
das

grandes

questões archio-

Ucas
Acha-se

aberta
no escriptorio da ad
­
ministração

deste

jornal

uma

subscripção
para
prover
á
sustentação
de
duas
se
­
nhoras,

filhas
de

paes

iliostres

e

outr

ora

abastados,

reclusas
no

convento

de

Jesus,
da
cidade
de
Aveiro,
no

qual
se

»ae

sen­
tindo

quasi
absoluta
falta

de
meios.
ÚLTIMOS
TELEGRAMLMAS
DA
AGEAiCIA 1IAVAS
MADRID

11.

A

Bolsa
estará
fechada

ámanhã assim como

quiota
e
sexta-feira.
MADRID
12.
— O

senado

reenviou

ao

congresso

o

projecto de
tractado

commer­
cial
entre
a
Bélgica

e

a

Hispanha.

O

rei
DU

BARRY

de

Londres.
99
Knnoí
d
’inv®riavel
aueeess®
1

Nenhuma
enfermidade
resiste

á de
­
liciosa

Revalesciére
que
cura
as

indiges
tões

(despepzias)

gastrica,
gastralgia,

fie.
gma,

arroios,
amargor

na
bocca,

piluitas-
uauseas,
vomilos,
irritação
intestinal,

diar-

rhea,
dizeoteria,
cólicas,

tosse,
alhsma,

fal­
ta de
respiração,

oppressão, congestões,

mal

aos

nervos, diabethe,
debilidade,
todas

as
desordens
no

peito,

na
garganta,

do
alilo,

das

bronchiles,

da

bexiga,

do

fíga
­
do,

dos

rins,

doí
intestinos,

da

mucosa,

do cerebro e do sangue,
75:000
curas

en­
tre

as
quaes

contam-se
a
de
S.

S. o

Pa
­
pa,

do duque de

Pluskow,

da
ex.
ma
snr.a
marqueza
de

Brehan,
do
doutor

Manuel

Saens

de
Tejada
da
Universidade

de

Cor
­
dova,

etc. etc.
Mr.

Livingstone,
celebre

explorador

da

África
central,

no

seu

relatorio

que
fez
á

Sociedade

Real
Geográfica de
Londres

so­
bre

a
sua
viagem
diz:
«Os

habitantes
da
província
d

Angola

«parecem
gozar

uma
grande
fellicidade,

el-

«les não

precisam

nem
médicos

nem

pur-

«gantes,

o
seu

principal

alimento

sendo
a
Revalesciére

que Du
Barry

trouxe

em

«Europa, veem-se

isentos

das
moléstias,

«e
a
tisica
pulmonar,

escrophulas,

empin-

«gens,

câncer,

febres,
dilliculdade

de

eva-

<cuar,

diarthea,
etc.,

etc.,
são
moléstias
«completamente

desconhecidas,
como

tam-
«bem

desconhecem

as

bexigas,
o
saram-

«po,
etc.»
Certificado

do

Dr.
Manuel

Seans de
Te­
jada,

doutor
da faculdade
Medica
Cirúr­
gica,

lente

da Universidade

livre
de

Cor
­
dova,

medico
em

proprio

e

do

carninho

de

ferro
de
Merida

a
Sevilha,
etc.
Certifico:

Que

com

o

uso da

Reva
­
lesciére,
obtive

na

minha
clinica

varias
cu­
ras

em

moléstias

gravíssimas
em
alguns
clientes

residentes

n

esta
cidade,

lembran­
do-me o
de
D. Filippe

Zappina
emprega­
do

publico,
hoje

administrador

da
alfân­
dega

de
Manila
nas

ilhas

Filippinas,
a

de

D.

Atnelia

Gomes,
casada

com

um
chefe

do

exercito,

a
qual
continua

a melhorar

com

o

seu uso;

de
D.

Ramo»

Alonzo,

rapaz

de
viole

annos

que

soffria

havia
al
­
guns
mezes

de

uma
moléstia

de
peito
de
muita

gravidade.
E

para

fazer

constarem
toda
a
parle, a
assigno

em
Cordova

em

13

de
outubro

de

1873.

x
Doulor

Manuel

Saens

de

Tejada.
Seis
vezes
mais

nutritiva do

que
a

car
­
ne

sem
esquentar, economisa
cincoenla
vezes

o seu

preço

em

remedios.—

Preços
fixos

da

venda

por

miudo

em toda

a

pe
­
nínsula :
Em
caixas

de
folha
de

lata,

de

l
/t

kilo,

500
; de

*/,
kilo
800
rs
;
de

ura

kilo,

l$40('

reis;

de
2
i
/
t

kilos,

3$200
reis;

de

6
ki-
íiJM

iJN

CIOS
convidou

o

príncipe
de

Galles a
vir

a
Ma­
drid.
PARIZ

11.—A

eamara

dos

deputados

adiou

a

discussão
das

propostas
de
amnis­
tia.

Também adiou
os
seus

trabalhos

até
10

de
maio. Rebentou uma
insurreição
na
Croacia
turca.

As
bolsas europeas

es­
tão

muito

impressionadas
com
as

noticias

do

Oriente

;

receia-se

que

as
potências
se
­
jam

obrigadas
a

intervir.
O

consolidado
turco

baixou
na

bolsa

de

Paris,
a
14,50.
EirEDIE.VTE

DA ASÍJIISlSTaA-
ÇÃO.
Rogamos
a

todos

os
nossos
assignan­
tes

em

divida
de

suas

assignaturas,
o

fa­
vor
de

mandarem
o

quanto

ames

satisfa-

zel-as,

pois

com o atraso

em
que
alguns

se
acham
nos

causam grandes
enbaraços,
aquelles

aonde

não
temos
corresponden­
tes,
podem fazel-o
por
meio

de

casas
ban
­
carias

ou
vales

do

correio.
Os

nossos

correspondentes

nas seguin
­
tes
localidades

são:
Lisboa,
o

revd.
0
snr.
José Feliciano

Coelho
dos

Reis—
Hospício
do

Sacramento.
Porto,

o snr.
José Carlos

das
Neves


rua
das

Flores.
Vianna

do

Castello,
o

snr.

Francisco

José

d’
Araujo
Júnior.
Guimarães,
o

snr.

José

Antonio
Tei
­
xeira

de Freitas
—Livraria

Internacional,
a

S.
Damaso.
Covilhã,

o
snr.
Luiz
Antonio

de
Car­
valho
Todos

estes

snrs. estão

munidos
de

recibos
devidamenle
assignados.
mr
~rini


tti
í
1i

w
iinnn~ni'~iniBiri
i
iiirf 'rrmíirfwin
nu
iiiii
iim

i
ii
mm

imiui

iii
IURI
SAÚDE
A
TODOS
sem medicina,
pur­
gantes
nem

despezas

com
o

uso
da

delicio
­
sa

farinha
de
saúde,
os,
6$400

reis,
e

de
12

kilos,

12$000

reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére

que

se
po
­
dem

comer
a

qualquer
hora, vendem-se

em
caixas
a
800
e l$400
reis.
O melhor

chocolate

para

a saúde

é

a

Revalesciére

ebocolaíada;
ella

res-
titue

o appeitite,

digestão,

somno,
energia
as

carnes

duras

ás
pessoas,
e
ás creanças
e

mais fracas,

e

sustenta
dez

vezes

mais
ue
a

carne,

e

que

o

chocolate

ordinário,

sem esquentar.
Em

paus, ou em



em

caixas
de folha
de

ata
delO

chavenas,

500
reis;
de

24

chave­
nas,

820
reis;
de

48
chavenas,
l$40<t
;
de

120
chavenas,
3$200
reis,

ou
25

reis

cada

chavena.
ÍIAKEIY
DU BABRY «te
C.
’-Pla-

ce
Vendòine,
26, Pariz; 77
Regent

Street
uOtidres
;

Valverde,
1,
Madrid.
Os

pharmaceuticos,
droguistas,

mer-

cieiros, etc., das
províncias

devem

diri
­
gir

os

seus

pedidos ao

deposito
Central
;
snr.

Serzedello

<fc

C.a
Largo

do

Corpo

Santo

16,

Lisb®®,
(por

grosso
e miudo)
;

Carlos
Barreio,

rua

do
Loreto,
28;

Bar
­
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12.

Fort®,
J.

de
Sousa

Ferreira
&

Irmão,
rua da Ba­
nharia
77;

de
Sequeira
;
J.

Pinto

;
Desí-

Rahir;
Coimbra,

V.

Botelho

de

Vas-
concellos
;

Aveiro,

F.

E.
da
Luz

e
Costa,
pharm.;

ESareelI»®,
Ramos,

pharm.;
Braga,

Pharmacia
Maia, rua

dos

Chãos.


ipa
& Irmão,
rua
do
Souto,

Domingos

J.

V.

Machado, praça

Municipal.
Figueira,

Antonio
Vieira,

pharm.;

GtuimarfteM

A.

J.

Pereira

Martins,
pharm.

;

l’
en»-
Hei,

Miranda,
pharm.
;
Ponte d«
Lima.
A. J.

Rodrigues
Barbosa,

pharm.

;

vos»
Varzim,
P.

Machado

de

Oli­
veira,

pharma.

;

Vianna «Km Caatelio,
Aflonso

e

Barros,

droguistas;

Vilia

«I&

Cond«,

A.
L.

Maia
Torres,
pharm.
Pelo

juizo
de

direito

d

esta

comarca

e

cartorio
de
Motta,
a

requerimento
de

Jose-



da

Encarnação,

viuva, filhos, noras e

gemos,

Antonio
d’Aguiar,
Bento
d’
Agoiar
e

mulher,

Maria,

José
d

Aguiar
e mulher,

gnez Gramita, Maria

da Encarnação

e

ma
­
rido

Manoel

Machado,

Rosa

da
Encarnação
e
marido
Manoel
Carvalho,
filhos,

nora,
genro

e

nela,
que

ficaram de

Ignacia da
incarnação,

viuva,

José
Margalho

e mu­
lher

Maria

Pacheco,

Mana
Gramalho,

Gra
­
mita,

filha

de

Francisco

Margalho,
menor

púbere,

representada
por

sua

avó

e

tuto­
ra,
Maria

Gramita,
e
lodos
do
legar
da
«'alfa,
da
freguezia

de

S.

Martinho
do Bispo,

da
comarca de Coimbra,

que

correm
eii

tos
pelo

praso
de
60
dias

a

contar

de

6

do
corrente,
pelos

quaes

chama

e

cita

o
reo
Antonio
José
Alves
Vicente,

mora
­
dor

que

foi

n

esta
cidade,

e

hoje

ausente

em

parle incerta

no

império do

Brazil,

e

representado
nVste
juizo
por
seu
tutor Joa­
quim
José Gonçalves

Loureiro,
e
o
cura
dor

adlitum

o
exc.m
° dr.

Francisco

Xavi
r
de

Sousa

Torres e
Almeida,
os
quaes

que
­
rem

promover
a habilitação nos
autos

de

ibello

de petição de
herança,
que

mo­
vem
contra
o

ausente,

e a

qual

chamam
os habililandos Antonia
Maria
de

Pereira

do

Lago,

viuva, da
freguezia

de

S.
Julião

do

Freixo,

João

Alves

Vicente,

viuvo.

Luiz

Vicente
Correia

do

Lago,

Anna
Maria
Perei­
ra
do

Lago,
da

fraguezia

do Salvador

do

Souto,
o

revd.
0
Jo>é

Alves
Vicente

Cor
­
reia

do lago.
Rosa

Maria

Pereira

do

La­
go e

marido
Domingos

José
da

Silva
Ca­
ridade
da
freguezia

de

Victorino
dos

Piàes,

Marianna

Angélica

Correia
Vieira,

viuva,

e

seus

filhos

Antonio

Vicente

Lobo e

João

Vicente

Lobo
e
mulher Caodida
Zeferina
de

Lima

Calheiros,
da freguezia
de

Re-
bordões,

lodos
da

comarca
de

Ponte

do
Jma,
a

qual citação

edital
tem
de

ser
accusada
em
a audiência

do
dia
8

do

fu
­
turo
mez

de

junho,
pelas 9

horas

da

ma
­
nhã no
tribun
>1
d

ellas,

situado
no
largo

de
Santo
Agostinho,
d’
esta
cidade,

com

oflerecitnentos

dos
artigos,
e

verem os

ha-
bilitandos

e

curadores

assignar
o

termo

de duas

audiências

para

os

contrariarem,

debaixo

da

pena
de

revelia
e

lançamento

e

seguir

a

acção

os
seus
devidos
termos,
as

quaes
audiências

se
costumam

fazer

to­
das

as
segundas
e quintas
feiras
de cada
semana

não

sendo

dia

santificado
ou
feria
­
do,
porque

o

sendo
se
fazem nos

dias

irn-

medialos.

(3093)
Foi
roubada
no dia
13
da

casa
n.°
4
no

campo

de

D

Luiz
I,
uma

saia

de
al-

paque

prelo.

Roga-se
á
pessoa
que

a

com
­
prou
a

entregue,

que

se
lhe entregará

o

importe
que

deu.

(3095)
RIBEIRO
CIRIJRCiliO
DEIVTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO
CIRÚRGI­
CA DO
PORTO
Largo do Barão
de
S.

Martinho,

n.° 5

BRAGA.
Faz
tudo

quanto

diz

respeito

á sua

arte

e

conlinúa
operando grátis,
pobres

e
soldados.

(3092)
nioiiaiiT^
**

4,

RUA
DOS
CAPELLISTAS,
4
g

5

®
(Vulgo

Fonte
da

Carcovaj
5

Theophilo
Santiago,

photogra-

2

pho,
tira
retratos
pelos

systemas

_
*!

mais
modernos
e

aperfeiçoados, ©
S

garantindo

a

perfeição

do

traba-
lho,

todos

os
dias,

das 10
horas
*

g
da
manhã

ás

3

da

tarde, mesmo

com

os

dias
innevoados.
(3094)
A Camara Municipal d

esta
cidade,

põe

em arrematação
no

dia
21

do

corrente

pe­
las

12

horas,

no

Paço
do

concelho,

as

obras

da

reconstrucção

de pedraria dos arcos
da
Lapa,

e

do

largo
do

mesmo nome.

Alçado,

plantas,

e

condições,

na

secretaria da

mes­
ma.
Braga
11
de
abril

de
1876.
O
escrivão,
(3089)

A.
Alves

Cosia.
Nova

Companhia

de
Seguros
DOURO
X9e
Fogo e IVIaritinao
Agente
em

Braga

Ricardo
Malheiro

Dias.
Banco

Mercantil, ou
Largo

de

S.

Miguel
O
Anjo,
n.°

20.

(3090)
Venda
de bens de raiz em S. Tida-
go

de
Carreiras,
concelho de
Vilia

Verde.
No

dia
20 do
proximo

mez
d

Abril,

ao

meio

dia,
no

adro

da
egreja

parochial

de

S. Thiago
de Carreiras

do

concelho

de
Vilia

Verde,

tem de

arremalar-se
o

campo
do
Rio,
o
campo

do
Arieiio,
e
a

leira
da

Veiga, situados
na

mesma

freguezia,

e

per­
tencentes

ao

casal
em
liquidação

do
falleci-
do

exc.mo

Manoel
de

Magalhães
d

Araujo

Pimentel,

isto

por
deliberação da commis-
são

liquidataria

do
mesmo
casal.
Braga 29 de
Março

de

1876.
Menrique
Freire

de

Andrade
Manoel
Luiz
Ferreira

Braga

João

Evangelista
de
Sousa
Torres
e
Almeida.
(3058)
Companhia

Edificadara
e
Indus­
trial

líracarense
Soeiednde
anonyma «le respon­
sabilidade limitada
São

convidados

os

snrs.

accionistas,

a
fazer
a
6

a

entrada

de 5
p.

c.

ou

l$250
por acção,

do
dia 10
a 20

d

abril,
desde
as 10 horas
da
manhã

ás
2
da

tarde,

no

escriptorio

da

Companhia,

no
campo

de
Sanl
’Anna,
n.®
71
D

2.°

andar.
Os direclores
João

Carlos

Pereira

Lobato
Francisco

da
Silva

Araújo
José

Alves

de

Moura.

(3082)
O
abaixo
assignado,
declara

que
nada

deve

por
letras,

por

elle
firmadas,
tanto

como aceitante

como
indossante,
quer

n
’esta,

cidade

quer
fóra d

ella,e

não
firmará,
quando

não

seja

elle
propriamente

o

apre-
sentante.
Previnem-se

pois as
exc.
mi,s

direcções

de
bancos, companhias,
agencias

e

parti­
culares,

que

não

descontem letra
alguma

que

lhe

seja apresentada

por

terceiro, pois

que

ficam

sendo
consideradas
falsas.
Braga

12

de abril
de

1876.
(3091)
Jcão

da

Costa

Palmeira.











COMPAIVMI^
LLOYD
DE

BKEilEV
NORDDEUTSCHER

LLOYD
NOMES DOS
VAPORES
D
’ESTA
COMPANHIA
Hohenzolern —
Hohenstaufen
Salier

Habsburg—
IIansa

America


Hermann


Weser

Rhein-

Main—Donau

Mosel
Neckar

Oder
Kron

Prinz

Fr.

Wdhehn
Graf
Bismark

General
Werder
Sperber
Carreira
mensal
Ballimore
—Berlim—
Ohio

Leipzig

Braunschweig
Nurnberg—
Frankfurl

Han-

nover

Koln

Strassburg
Adler



Falke

Mowe

Beiher

Schwalbe

Schwan—
Strauss
Albatross
Para

Pernambuco,

Bahia,

Bio

de

Janeiro, Monlevideu

e

Buenos-Ayres
Os

paquetes

que
a
Companhia

está
empregando
na
carreira
do
Brazil

são
todos

de
grande

lotação,
tendo
logares
para 170
passageiros

de
primeira classe e
750

de
terceira.
São
de
grande
velocidade,
e

o
serviço
esta-se
fazendo com toda
a
regularida
­
de,

pelo

que

vae adquirindo

uma

boa
e

bem merecida reputação.
Os

preços
das passagens
são

muito

rasoaveis,
como

se

póde

verificar

pela
tabel-
la
que

se

acha

patente

nas
agencias.
Sendo
as
pasaagens pagas no Porto ou nas sub-ageneias da pro
vineia, o
transporte do passageiro a Cisboa pelo eaminho de ferro
è por conta da Companhia.
Estes

paquetes

são

notáveis

pelos seus
modernos aperfeiçoamentos

e
explendidas
accommodações
para

passageiros

de

todas

as classes.
Estão



contractados

cosinheiros

e

creados

porlugnezes

para

estes
paquetes.
Aos

passageiros
de

terceira

classe

é

fornecido

grátis

pela

Companhia,

cama,

cobertor,
uleucilios
de

mesa,

e além

de
ser

a

comida

á

porlugueza
leem^vinho

duas

vezes por

dia.
A
bordo
de
cada paquete

ha

um rntdico
que

é

obrigado
a
prestar
seus
serviços

gratuitameute
aos

snrs.
passageiros,
assim

corno são

fornecidos

todos

os
medicamen­
tos

necessários.
Quaesquer

informações
ou
bilhetes
de

passagens
podem

obter-se

dos
agentes

Bawes

«fe
C.a,

rua

de S.
Francisco
n.°

4,
2

o

andar
—Porto

e

em
Braga

ao
agente

Ricardo
Malheiro

Dias,
na lhesouraria do

Banco
Mercantil, ou

largo
de
8. Miguel
O
Anjo
n.°

20.
(6*)
viiiiziy

íhí

imiios
DO

ALTO
DOURO
BA
CASA DE
VIELA POUCA
RUA
DO SOUTO
N.°

15-Braga.
N

este armazém
se

encontram

a retalho

as

seguintes

qualidades

de

vinhos

enga
­
rrafados

:
Vinho

tinto
de

meza.
(sem

garrafa)
150
>

»
»
»

.

1
9(i
>

Lagrima.........................................200
»

Branco
de

meza
.............................
210
»

tinto
de
meza
fino.

.
.
.

270
>
de

prova
secca
..............................
300
a
Malvasia

de 2.
a..............................
360
j
>
velho
....................................
400
>
Malvasia,

Bastardo

e

Moscatel

a
50<
>
Roncão
........................................
70(i
»

Alvaralhão
........................................
560
»

Velho

de 1854
....
600
>

a

retalho
para

meza

50 e

80,

o

quartilho

tinto,

e

branco
120.
Responde-se

e

garante-se

a

pureza
e

boa
qualidade
de

lodos

estes
vinhos,
po­
dendo
todo

e

qualquer consumidor
man-

dal-o
experimentar

por
meio
de

qualquer

processo

chymico.

(N*)
Manoel Ignacio da Silva Braga
Com
estabelecimento de mercea­
ria
e

eera
ESCQLà. americana
Extrai,
cura e conserta
os
dentes

ca*

riados,
colloca
dentes

artificiaes

com per"

feição.

Presta-se

a

chamados

fóra
da

cida*

de.

Consultório, Campo
de

Sant

Anna

n.°

1,
das
8

da
manhã

ás 5

da
tarde

(3051/
BBAGA.
II—
PRAÇA DE
ALEGRIA—II
Tem
á venda

bolacha doce.
.

. .
a
120
»
miuda
.
. .

a
120
»
>

D

Luiz. . . a
180
»
>

ingleza.
. . a
180
>
agoa
e

sal. .

a
180
requife
..................
.

a
160
doce de
chá.
.

.

.
.

a
200
paciências
.............. .

a
240
(3084)
VENDA
DE

CASAS
Vende-se

na Povoa

de

Lanhoso

e lo
­
gar

d
’Arrifana o

casal
denominado

d

< Alem>

com
todas

as suas

pertenças,
livre
de

fôro

ou

penção.
Dirigir-se
ao
proprietário
alli,

ou
nos
Chãos
de

Baixo,
n.°
6.
(3055)
â

Vende-se uma

casa

feita

de
novo,
sita

na
rua

das
Aguas

n.°

91;
po
­
de-se

vêr
desde
as

9
horas

da ma
­
nhã,
até

ás
3

da tarde.

Trala-se

na
rua
dos
chãos
n.°

13

(3086)
IÁL1 BEAL
INGLEZA
(INCORPORADA
POR CARTA REAL)
LINHA

QUINZENAL

DE
PAQUETES
A
VAPOR
Para S.

Vicente, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo e
Buenos-Ayers
Acceilando
também

passageiros

de

3.
3

classe

para
SANTOS

e
RIO GRANDE

DO
SUL
com

trasbordo

no

Bio
de
Janeiro
PAQUETES

A
SAIR
BE
LISBOA
MONDEGO.

.
ELBE

.
.

.

MINHO.
.

.
.
28

de

Abril
.

13

de

Maio

.

28
de
Maio
NEVA

.

.

.
GUADIANA .
DOURO.
.
.
.
13
de

Junho
.
28
de
Junho
.

14 de Julho
PREÇOS
COMMODOS
Cada

paquete d’esta cnmpanhia
leva

a

bordo
criados
e cosinheiros

portuguezea para
commodida
dos

passageiros

de
Iodas
as classes.
Sendo
as

passagens
pagas

na

Agencia

Central
no
Porto
ou

em
qualquer
Agencia
provincial,

a

conducção
para
Lisboa

é
por
conta da

Companhia.
A
bordo
oh

passageiros teem grátis cam», roupa de cama, co­
mida feita
por

cosinheiros portuguez.es, vinho
duas vezes por dia,
assistência
medica, serviço de criados e outras despezas.
A

EXPERIENCIA

de mais

que

um

quarto

de século

tem

feito

com
que os
pa
­
quetes

d

esta

companhia

(a

mais

antiga

na

carreira

do
Brazil)

sejam
conhecidos

pela
regu

aridade, velocidade
e

segurança

excepcional
;

além

d
’isso

pela

limpesa,
boa

or­
dem,

bom
tratamento
e
accomodações

a bordo,
e

pelos melhoramentos

mais

moder
­
nos

tanto

para

a

hygiene
como
para

a
commodidade

dos

passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela

grande
concorrência
que
teem

de

passageiros

e

pelos
agradecimentos

de
mais

de
mil

e
cem
passageiros

d’
entre elles
feitos

por

es-

cripta como
consta

de documentos

archivados
em varias
agencias.
SÀO ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez
para
a

conducção
das

suas

malas

do
correio,e
por

este

serviço

recebe

a

companhia

um
importante
subsidio.
TIVERAM ESTES

PAQUETES
a

honra

de

conduzir
Suas
Magestades

o

Impera­
dor

e Imperatriz
do

Brazil,
como também

S.

A.
o
Infante

D.
Augusto.
TODAS

AS

INFORMAÇÕES

e

bilhetes

de passagem

podem
ser

obtidos
no
POR­
TO na
AGENCIA
CENTRAL, rua
dos Inglezes.
23;

o

agente

GUILHERME
C. TAIT;

e
nas
províncias
nas
agencias

e

correspondências
estabelecidas
em
todas

as
princi-

paes cidades

e
villas.
Agente
em

Braga

o snr.

João

Manoel
da

Silva Guimarães,
Rua

do

Souto.
i

f
k;
ÍSKAG-A.

&
^RUA
DES.

MARCOS,

N.
5.1
jg

Vende

papeis

pinta-
y
dos
para

guarnecer

sallas,
B

lindíssimos
gostos,

a
prin-

g

J
cipiar

em 80 reis
a peça.
1

a
Vende olio,

tintas
e
4 vernizes
para

pinturas de

■?'
casas,

tudo
de

boa

quali-

B
è?

dade.e

preços

muito

resu-

A
midos.
H
g
Vende cimento
roma-
||


no

para

vedar
aguas, ges-
g:

A

so
para
estuques
de

ca-
à
sas,

tudo
de
primeira

qua- B
|

lidade.
(Z*J

g
ATTENÇÀO
No

largo

de

D.
Gualdim
n.°
1
casa

de

José
Maria
Torres Machado

vende-se
milho
branco

a
580,
e
550

reis

a

reta­
lho,
por
junto
á
abatimento,

pelo

mesmo

preço
se
vende

nas

casas
do

annuncian-

te

na
ponte

de
Prado.
(3087)
CONFEITARIA CENTRAL
flft, Hua
<le S.
Mareos, 15
Recebeu
directamente de França um

variado sortimento
de
amêndoas,

caixinhas

e
cartonagem,

proprias para
amêndoas

e

queques,

e

pão
de

ló.
rebuçados de
ovos

e

mais

qualidades,

e
muitas
outras
cousas

próprias

do

seu

estabelecimento,
que

tu­
do

vende

por

preços
rasoaveis.

(3083)
O

professor

em
artes,

lettras

e

scien-

cias,

membros
do

clero

e
magistrados, io­
do
o

medico,
cirurgião,
dentista

e

artista,

que

desejem

obter o
titulo

e
diploma
de

doutor
ou
bacharel honorário,
pódem

di­
rigir-se

a
Medicus,

rua
do

Rei,

46,

em

Jersey

(Inglaterra).
(3070;
~
JOSE‘ 1)A SILVA

FU
j
XDÃO
Com
loja de fato feito
68,

Campo
de

SanCAnna
[lado

de baixoj,
68
Participa
aos

seus

amigos

e

fre-

g'iezes,

tanto

d

esta
cidadacomo

TF&?
das
províncias

que

tem um bonito

1
e
variado
sortimento
de

fato fei-

to,

casimiras

para

fato

muito

baratas,
corteá

de

calça

a
1^500,
2$000

e

2^500
reis;
tudo

fazendas

modernas.
Guarda

pós de casimira

e

de alpa-

ques inglezes,

roupa

branca,
assim
como
camisas
de 600
reis

para
cima,

ceroulas
de
400

reis

até

800,

de

panno
familiar,

e

meoles,

bonets de
gorgurão
de

seda

e
de

casimira

de todas
as
qualidades,

de

500
rs.
até
8011; mantas
de
seda
de
to­
dos os feitios.
Encarrega-se

de

fazer qualquer
obra

que
lhe

seja eocommendada,

e prompti-

íica-se a ficar com
ella

quando

não

fique

á

vontade

do
freguez.
(1*)
BRAGA

:

TYPOGRAPHIA

LUSITAMA


187
6