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Parte de N.º 482 de 15/04/1876
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-
4.°
ANNO
1876
FOLHA
COMMERCIAL
RELIGIOSA
E
HOTICIOSA
NUMERO 482
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio do
editor
e
proprietário
José Maria
Dias da
Costa,
rua
Nova n.
’
3
E,
para
onde deve
«er
dirigida
toda
a
correspondência
franca
de porte.
= As
assi
naturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
PUB
LI6LA-S
ÁS
TERÇAS, QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1^600
rs.=Semestre 850
vs.=Promn-
cias,
anno
2&400
rs
e sendo
duas 4&000
rS.=Semestre
1&250
rs.
=Braml,
anno
3&600 rs.=Semestre
l$>900
rs.
moeda
forte,
ou
8&000
reis
e
4&500 reis
moeda
fraca.=Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10 rs.
Para os
assignantes
Í0
6
/
B
d
’
abatimento.
BRAGA
—lã DE
ABRIL
Salve crux sancta, salve spes
nostra
!
(*)
Solemnissimos
momentos são
estes
em
que á
mente
dos
homens
se
recorda
o
grande
mistério
da redempção
!
Se abeirado do
sacrosaoco
lenho
que
se
alça
no
Calvario,
o
homem
contempla
e
profundamente avalia
o
drama
que
se
desenrola,
ha
que
(icar
confundido
e
abis
mado,
pesando-lhe mil
vezes
o
haver
nas
cido
se
as
saianicas
influencias
do
pecca-
do
o
eivaram
em
ordem
a
desmerecer
os
fructos
d’
esse
sacrifício,
a
que
um
Deus
se
submelte
pela
sua
redempção!
Os
propbelas
a
quem
o
Supremo
Poder
inspbára,
haviam
previsto
e
prevenido o
apparecimeoto
do Salvador, as
peripécias
aliás
soberbas
e
grandiosas
de
sua
passa
gem
no
mondo,
e
o
transe
doloroso da
paixão
como
epilogo
da
obra
da
redera-
pçâo
da
humanidade,
perdida
e
corrom
pida
no decorrer incessante
de
mais
de
40
séculos
;
todavia
a
cegueira
dos
ho
mens,
a
obstinada
incredulidade
dos
Ce-
sares
e
de
seus
fariseus,
são
o
instrumen
to
do
supplicio
deicida!
E
Aquelle
que
prégára
as
doutrinas
mais
valiosas
e
ga
rantes
da paz
entre
os
homens,
que
obrára
mil
prodígios
a
deixar
incontestá
vel
a
Soa
doutrina
Divina,
que
resusci-
lára
os
mortos,
que
curára
os
leprosos
e
paralíticos,
qoe
déra
vista
aos
cegos,
multiplicára
os
pães,
—
é
arrastado
sob
o
peso
dos maiores
ultrages
e
injurias
até
ao
cimo
do
Golgotha,
e ahi,
como
se
fôra
um
malfeitor,
é
crucificado!
Se
és
o
filho
de
Deus
como
dizes,
e
não
um
impostor
como
te
suppomos,
livra-te da
cruz
e
do martírio; dizia a desenfreada
cohorte
dos
faiiseus.
E
de
certo, ninguém
como
Elle
com
um
pequeno acceno po
dia
fulminar
os
seus
insultadores,
desem
baraçar-se
do
supplicio
; mas
não
era
isso
o
que
estava
escripto,
nem
as
extensas
e profundas
misérias
do
peccado
tinham
cura
sem
o
derramamento
do
Divino
San
gue
; —
Sine
sanguinis
effusione
non
fil
remissio
(St.
Paul,
ad
Hebr.
Cap. 9.°);
nem a
humanidade
recebia
a
mais
salu
tar,
e
sublime
lição
que
se
pode
conce
ber
de
humildade
e
paciência,
tão
preci
sos
nas
grandes
e
variadas
vicissitudes
da
vida.
Eia,
chrisiãos;
a
nossa santa Egreja,
Mãe
solicita
e
sempre
carinhosa,
apresen
ta-nos
ahi
em
solemnes
memórias a
re
cordação
do
sobeibo
mistério
da
nossa
redempção:
acerquemo-nos
d’
Ella,
e
con
triclos
e
cheios de
devoção
relembremos
os
martírios
e
tormentos
a
que
um
Deus
todo
poder
e
bondade
se
submetteo
para
nos
salvar
e
remir;
sirvam-nos
estes
de
exemplo
para
a
nossa
humildade
e
pa
ciência
depois
de
nos
compenetrarmos
da
necessidade de
observar
todos os
mais
preceitos
que
nos
p<égou
esse
mesmo
Deus
e
que
a
Sua
Santa
Egreja
tanto
para
nos
so
bem
e
gloria
nos
prescreve.
J.
MACHADO
JUNIOB.
(*)
Quando
recebemos
este
escripto,
já
esiava
impresso o
n.°
antecedente,
ao qual
era
destinado.
Sfolieins
de
^laeau.
Estado triste
da
colonia
e
queixas
contra
o
governo.
—
Conversão de
um
pedreiro-
livre
—Fallecimentos.
—
Noticias
soltas
de
Shanghae,
Índia,
etc.
[Conclusão]
De
Shanghae
escreve
o
nosso
amigo
I. A.:
«O
anno
novo
china
aqui
passou
com
um
incidente
bastante
agradavel
aos
ce-
lestiaes
—
nevou
copiosamente.
Os chins
di
zem
que
caiu
do
céo
prata
em
abundan-
cia,
o
que
é
signal
de
que
o
anno
será
feliz
e
a
colheita
de
arroz
abundante.
O
que
sei
é
que
temos
tido
muito
frio.
Eslá-se
edificando
desde
o
anno
pas
sado
uma
egreja
catholica
em
Hongkew,
concessão
americana o’
este
porto.
Espera-
se
que
estará
prompta
em
maio
ou
junho
seguinte.
No
dia
em
que
foi
lançada a pedra
fundamental
houve festa
solemne.
Eram 2
da
tarde.
Ao
acto concorreram
muitos
calholicos.
Como
a egreja
pertence
á mis
são
dos
jesuítas,
o
superior
da
missão
d
’
essa
ordem
religiosa
em
Shanghae
foi
quem
collocou
a
primeira
pedra
para
a
sua
edificação
A
solemnidade
da
festa
ti
nha
simplicidade
sublime.
Quando
os
pa
dres
cantaram
Tu
es
Pelrus
sentíamos
que
o
templo
que
se
erigia á
adoração
do
Deus
verdadeiro
jámais
seria
destruído,
nem
pela
acção
dos
séculos
que
o
tempo
traz
um
após outro
em
seu curso
regular.
Havia
de
cumprir-se
para
com
elle
a
pro
messa
de
Jesus
Christo.
Contíguas
á
egreja,
ha
casas
destinadas
ao
ensino
dos meninos
chins.
E'
assim
que
os
missionários
calholicos
comprehen-
dem
a
sua
missão—
revelando
aos
nativos
as
verdades
catholicas
e educando
a mo
cidade
do paiz».
O
«Jornal
de
Macau»
fallando
da
bri
lhante
recepção
feita
pelos
porluguezes da
índia
ao snr.
arcebispo
primaz
de
Goa,
e dos jornaes
que
transcrevem a
descri-
pção das
fesias,
etc.,
continiía:
«Quando
nos
virá
occasião de
poder
mos
imitar
os
nossos
irmãos
da
índia
?!...
Nas
referidas
descripções
notamos
um
facto
interessante
que
se
deu
em
Bom
baim
no
dia
que
s. exc.
a
revd.
ma
dedicou
para
a
recepção
de
visitas.
Entre o giande numero dc
visitantes
appareceu
uma família
catholica
relaciona
da
com
a
casa
reinante
de
Bhopal
na
Índia
Central.
O
seu
traje,
os
seus
modos,
so
bre
tudo
o
seu
evidente
fervor
religioso,
impressionaram
muito
a
s.
exc.
a
,
a
seus
companheiros,
e
aos
circumstautes.
Entre
outras
cousas,
esses
visiiadores disseram
que
teriam
muito
a
esperar
se
abraçassem
a
religião
mahometana,
que
era
a
que
professava
a
stia
rainha,
que
muito
os
persuadia
tj
isso;
mas
que
sempre tinham
resistido
ás
tentações
que
se
lhes
oflere-
ciam.
tLeva
diabo
tudo,
nós
háde
guarda
nos
1
eligião» exclamou
um
ancião
que
ca
pitaneava
a
companhia
e
servia
de
inter
prete
aos
outros.
Repetidas
vezes
beija
vam
0
annel
e
tocavam a
mão
de
s.
exc.
a
ás
pioprias
lestas
e
recebiam
a
sua
bên
ção,
sem
mostrarem
vontade de
sair,
e
s.
exs.
’
benignamente se
submetteu
a
tudo
aié
que
um
revd.
0
circumstaute
lhes
lem
brou
que
s.
exc.
a
tinha
que
allender
a
muitas
outras
cousas.
Admirou-se
a forta
leza
da gente
que
em
logar
tão
isolado
de
influencias
catholicas
como
Bhopal,
e
uo
meio
de
tamanhas
tentações,
se
con
servassem
firmes
á
sua religião,
e
que
alguém
ainda
fallasse
0
portuguez ainda
que
toscos.
Por
ultimo,
pedi
a
Deus que teoha
compaixão
d
’
esta
cidade
do
seu
Santo
No
me,
que
tantos
serviços
lhe rendeu
ou-
tr
’ora,
pois
que
foi
a
porta
por
onde
du
rante
muitos
annos
entraram
na
China,
mesmo
na Corêa,
em
certo
modo,
no
Japão,
no Touquin
e
na
Gouchinchina
os
obreiros
do Evangelho.
Bem
sei
que
hoje
em
dia...
são
muitos
os
oossos
peccados;
mas
ainda
maior
é
a
Sua
Misericórdia.
Pedi-lhe
lambem
que dê
juiso
a
esse
governo
que d’
ahi
nos
paslorea....
E
quando
virá
0
senhor
bispo?
Espe-
ra-se
porventura
pelas
calendas
gregas
?
!...
Carta pastoral
de
monsenhor o
Bispo
<le Montreal
a
respeito do
liberalismo
eatholieo,
doa jor
naes,
ete.
ÇConclusSo^
§ 8.°
O
que
se
deve
fazer
para
não errar
0
caminho
Atravessando
estes
maus
tempos
e
vi
vendo
n
’
estes
dias
de
escândalos, uni-vos
de
todo
0
coração
ás
praticas
que
vos
tia
çamos,
na
presença
de
Deus
e
com
0
fim
unico
de
procurar
0
vosso
principal
bem.
1.
°
Esctilae
Jesus
christo,
escutando
a
Egreja. Com
este
tim,
penetrai-vos
des
tes
oráculos
sagrados
saidos da
boca
do
divino
Mestre:
Aquelle
que
vos
escuta
me
escuta:
aquelle
que
não
escuta a
Egreja,
que
seja
para
vós
como
um
pagão
e um
republicano.
Ora,
eis
aqui
como
se
deve
praticar
esta regra:
Cada um
de
vós
pode
e
deve
dizer,
no
interior
de
sua
alma:
Eu
ouço
0
meu
parocho;
0
meu
parocho ouve
0
bispo;
0 bispo
ouve
0
Papa; 0
Papa
onve Nosso
Senhor
Jesus
Christo,
que
lhe
assiste
com
0
seu
divino
espirito,
para
0
tornar
iofallivel
no
ensino
e
no
governo
da
sua
Egreja. D’
este
modo,
não
posso
enganar-me,
e
estou
certo
de
caminhar
pe
lo
caminho
da
justiça
e
da
verdade.
2.
° Respeitae
religiosamente
todos
os
vossos
pastores,
com
medo
que
despresan-
do-os,
não
incorraes
no
terrível
aaathema
pronunciando
por
Nosso
Senhor;
Aquelle
que
vos
despresa
despresa-me.
Oh
!
quanto
estas
palavras:
Despresar Jesus
Christo des-
presando os seus
sacerdotes,
são dignas
d
’
aiienção
e merecem
bem
ser seriamen-
te
consideradas
!
Como
acal^
de
ser
observado,
aquel
le
que
escuta
0 sacerdote escuta
0
bis
po,
e
aquelle
que
escuta
0
bispo escuta,
0
Papa, e
aquelle que
escuta
0
Papa,
escuta
Je.ms
Christo.
Elle
escuta pois todo
0
clero,
cujo
chefe
é
Jesus
Christo.
Seguindo
as m
trucções
acima
repro
duzidas
dadas
pelo ’Papa
e
os bispos
con
tra
0 liberalismo
calholico,
é
visivel
que
os
Padres,
nas
suas
inslrucções
sobre
es
te
detestável
erro, se
unem
esciupulosa-
menle
aos
princípios que
lhes
são
dicta-
dos
pelos
primeiros
pastores.
E’
pois
to
do
0
clero
que
falia
pela
boca
de
cada
um de
seus
membros.
Assim,
despresar
este
orgão
do clero,
é
despresar
todo
0
clero, é despresar
Je
sus
Christo,
que
d
’elle
faz
os
seus
em
baixadores.
E
’
despresar
0
Padre Eterno,
que
enviou
Jesus Christo,
seu
Filho
uni
co,
ao
mundo,
para 0
instruir
e
salvar.
Mas
como será necessário considerar aquel
le
que,
sobre
os
huslings
seja
para
os
polis,
seja
nas
tribunas
seja
nos
jornaes,
se
atreve
a
proferir
cousas
injuriosas
á
pessoa
e
ao
caracter
d
’
este
sacerdote,
pa
ra
despresar
ou
fazer
despresar a
sua
pa
lavra
e
a
sua
conducta,
para
lhe
tirar,
se
é
possível,
toda
a
estima e
consideração
de
que
elle
gosa
entre
0
povo,
e
como
deve
elle
ser
traclado?
Nós invocamos, pa
ra
responder
a isto,
a
auctoridade
da
San
ta
Sé,
centra
a
qual
a
ninguém
é
per-
mitudo
replicar
ou
rebellar-se.
Ha
perto
de
tres
annos,
a
sagrada
congregação
da
Propaganda,
encarregada
da
vigilância
apostofca
sobre
esta
paiz,
foi
informada
que
em
certos
jornaes se
escreviam
algumas
cousas de
injurioso
con
tra
as
auctoridades
ecclesiasticas.
O
pre
feito
d
’
esla
santa
congregação
apressou-se
de
escrever
aos
bispos
d
’esta província,
para
os
obrigara fazer
tudo
0
quanto
po-
dessem a
fim
de fazer
cessar
estas
des
graças
que
não
podiam
senão
fazer
trium-
far
os
protestantes.
Sua
Emmineucia
recommendava
n
’esta
carta
aos
bispos
de
obrigar,
em
caso
de
necessidade,
áquelles
que
se
tornavam
cul
pados
n’
este
poute,
a
submetter-se
a
es
ta
ordem
expressa,
prohibindo
aos
fieis
0
lêr
os
jornaes.
Curent
(Episcopi)
ne
hu-
jusmodi
conlentiones
per
ephemerides
et
li-
bellos
a
calholicis
exerceanlur,
utque
eos
qui
in
hoc
deliquerinl
coercere,
et
si
opus
fueril
earumdem
ephemeridum
lectionem
fideliobus
prohibere
non
omittant.
(Rescri-
pto
de
23
de
março
de
1873.)
1
ela presente
publicamos
esta
regra
de
conducta,
e
ordenamos a todos
os cu
ras
d
almas se
conformem
exctamente.
Portanto
não
poderão ser
admitlidos
aos
sacramentos
áquelles
que
lêrem
ou
pro
tegerem
eflicazmenle
os jornaes
nos
quaes
se
toma
a
tarefa
de
injuriar
os
pastores
das
almas
por
elles
se
oppôrem á
propa
gação
dos
princípios erroneos reprovados
peio
soberano
Pontífice
ou
pelos
primei
ros
pastores,
encarregados
por
Jesus Chris-
10
du
ensinar
ao
povo
as
suas
doutrinas,
depositadas
»>o
seio
da
Egreja.
Com
mais forte
rasão
será
necessário
recusar
os
sacramen
os aos editores
que
escreverem taes
insultos
e
áquelles
que
os
empregam
para
redigir
os
jornaes
de
que
elles
são
proprietários.
3.
°
Applicai-vos
a
bem
estudar
os
prin
cípios
sagrados
sobre
os
quaes
repousam
a
felicidade
e
a
tranquillidade
da
religião
e
do
governo;
eseutae
com attenção
as
inslrucções
que
vos
são
dadas
sobre
es-
t
’
S
graves
objectos,
e
lede
com
ardor
os
bons
livros
que
tratam
d’
elles.
4.
°
Orae com
fervor
e
perseverança
pedindo
0
dom
da
i
b
telligencia que
vos
fará
discernir
0
erro
da
verdade a
fim
de
que
nunca
estejaes
flucluando
com lo
do
0
vento
de doutrina.
Oflerecei
com es
ta
intenção
as
orações
que
se
fazt-m no
tim
de
cada
missa,
por
ordem
do
nosso
Samo
Padre 0
Papa,
nas
Quarenta
Ho
ras,
np
exposição
das sagradas
Heliquias
e
outias
felizes
circunstancias
em
em
que
Deus
se
compraz
em
faZer
brilhar
a
sua
infiuila
bondade.
Redrubrae
de
fervor,
fa
zendo
estas
orações
durante as
sessões
do
parlamento,
para
que
0
Espirito
San
to
se
digne
esclarecer
os
nossos
legisla
dores,
a
tim
de
que
todas as
leis
tendam
para
honra
da
religião
e
0
maior bem
do
povo.
Não
esqueçaes
que
0
sacerdote,
em
cada
saudação
e
bençáo
do
Santíssimo
Sa
cramento
canta
a
oração
da
rainha. Ora,
pedindo
pela
nossa
graciosa soberana
’
,
n
’
um
momento
tão
solemne,
elle
pede
ao
mesmo
tempo
por
todos áquelles
que
lhe
assistem
no
governo
de
seus
immensos
domínios.
Mas,
0
povo une-se á
oraçau
do
sacerdote,
para pedir á
graça de
ser
go
vernado
segundo
as regras
da
sabedoria,
da
justiça
e
da
equidade.
Ah!
nossos
ca
ríssimos
irmãos,
oremos
pela
santa
Egre
ja,
a
fim
de
que
ella
gose
de
toda
a
li
berdade
de
que
lem
necessidade, para
0
serviço
da
divina magestade.
Ul
desiruclis
adversilalibus
et
errori-
bus
universis,
secura
tibi
se
r
vial
liberlaíé.
BIBLIOGRAFIA.
O
Critério.—
Possuímos,
felizmente,
em
linguagem
nossa,
uma
obra
de
filoso
fia
pratica
do
inexcedivel
auctor
do
Pro
testantismo
e
0
Catholicismo
em
suas
re
lações com
a
civilisação
europêa.
O
critério,
isto
é,
meios
de
chegar
á
verdade,
arte
de
julgar,
arie
do
bom
senso,
é
um
tratado
de
lógica
ao
alcance
dos
espíritos
juvenis,
uma
filosofia
pratica
e
popular,
e todavia
digna
das
mais exerci
tadas
inlelligencias.
Distiugue-se
este
livro,
maravilhosamen-
le
escriplo, pela
justes»
habituai,
constan
te
nas opiniões
e
sentimentos;
pela
tran
quilidade
de
coração
junto
á serenidade
do
espirito;
pelo
silencio^
nas__naixõgs^.
pelo
desinteressado
exercício
das
faculda
des
intellectuaes.
Balmes,
diz
Blande-Bafin,
não
se
con
tenta
só
em
applicar
seu
bom
senso
ás
realidades
da
ordem
terrestre;
com
uma
mesma
vista
d
’
olbos
abrange
o
destino
pas
sageiro
do
homem
e
seu
futuro
immortal.
Com
a
mesma
sabedoria,
com
a
mesma
rectidão,
traça
as regras
que
constituem
no
mundo
a
arte de
bem
viver
e
as
que
conduzem
a
uma
felicidade
imperecedou-
ra.
O
ser
humano
apresenta-se-lhe
sem
pre
em
sua
plenitude
e
em
sua
unidade:
plenitude
de
duração,
unidade
de
faculda
des
;
alma e corpo;
sensibilidade
e in-
telligencia
;
paixão
e
vontade;
naturesa
inclinada
para o
mal,
revirada
divina-
mente
para o
bem
;
ligada
ás fraquezas,
ás
enfermidades,
porém
presentiodo a
glo
ria;
tirada da
terra,
mas
preparando-se
para
o
ceo.
As
maximas
praticas
que abundam
n
’
es-
ta
obra,
são o
producto,
não de
súbito
improviso,
mas sim
d
’
uma
sabedoria
ama
durecida
pela
reflexão e
experiencia.
Quando
penetra
os
mistérios
da
alma
humana,
nvalisa
com
La Bryere;
quando
modera
os
ímpetos
do coração
para
se
ou
vir
a
voz
d
’
urna
inielligencia recta exce
de
Silvio
Pellico.
A
lógica
d'accordo
com a caridade,
on
de Balmes
mostra
o quanto
é
sabia a
lei
que
prohibe
os
juisos
temerários,
é
um
capitulo
de
solida
filosofia
e
de
altíssima
importância
pratica.
A
mais
alta (ilosofia
d'accordo
com
a
fé,
onde
Balmes, escudado
no
famoso
pen
samento
de
Bacon :
pouca
filosofia
aparta
da
religião,
muita
filosofia
conduz
a ella,
mostra
qoe o
mistério
está
até
nas
pro
fundezas
da
sciencia,
é
um
argumento
sem
réplica
aos
que
não
creem
só
porque
não
comprehendem.
O ultimo
capitulo,
intitulado
: Do en
sino
pratico,
onde
Balmes
sligraatisa a
vaidade, o
orgulho, a
preguiça,
a
hipo
crisia,
a
vingança,
como
outros
tantos
ví
cios
que
aviltam
e
degradam,
é
um tra
tado
que
põe
em
relevo
e
ao
vivo
a
fu
nesta
influencia
das
paixões
sobre
as
ope
rações
da
iniellig»
ncia.
N
’
uma palavra: se
o
Protestantismo
comparado
com
o
Calliolicismo
é
um
ver
dadeiro
manual
da
historia
da civilisação,
O
Critério
é
um compendio
perfeitíssimo
de
moral
religiosa,
social
e
individual.
Este
livro,
vertido
em
boa
lingua
gem
vernacula,
a
ninguém
poderíamos
acon-
sethal-o
de
preferencia
que
á mocidade
es
tudiosa
que
frequenta
a
aula
de
filoso
fia.
Nenhum
outro
conhecemos
que
tão
clara
e
seguramente
trace
regras
para
o
bom
exercício
das faculdades
da
alma.
De
nenhum
outro sabemos que tantos
encomios haja recebido,
e
tão
‘copiosos
fructos
colhera da
sua
leitura.
O
editor
prestou
um grande
serviço
á
sciencia,
á
religião e
á
sociedade
;
o
tra-
ductor
grangeou
novos
louros
na
repu
blica
das
lenras;
o
leitor
encontra um
thesouro
que,
aproveitado
em lucro pro
prio,
o
tornará
feliz.
GAZETILHA
Setnann
Santa.
—Concluiu-se
hoje
com
a
Alleluia
a
Semana
denominada
Maior,
porque
n
’
ella
commemora a
Egreja
os
misteiios
mais augustos
da
nossa
redem-
pção.
Como
annunciamos,
na
Sé
fizeram-se
as
solemnidades
na fórma
do
costume,
sendo
nos
tres
dias
cantadas a
instru
mental
as
matinas
e
o
Miserere
das
vio
letas.
Tornou-se
muito
sentido
que
s.
ex.
a
revm.
a
o
snr.
arcebispo
não
podesse
as
sistir
solemoeraente
ás divinas
funcções
;
mas
ainda
que
o podesse
o venerando
prelado
reseutir-se-ia
da
falta
de
conegos,
porque
sendo estes
seis
e
faltando
um
eram
apenas
cinco
os
assistentes,
numero
insufficiente
para
preencher
ao
solio
no
pontifical.
S.
ex.
a
revm.
a
benzeu na
capeila
do
Paço
os
Santos Oleos.
Em
seguida
deu
aos
doze presbíteros
da
bênção um jantar
esplendido
no
centro da
grande
sala
dos
arcebispos
que
se
acha
restaurada,
bem
como
retocados os
121
quadros
que
cons
tituem
aquella
imponente
galeria.
Tanto
a
sopa
como
os
primeiros
pra
tos
foram
servidos
pelo
snr.
arcebispo
D.
João,
coadjuvado
pelos
assistentes
de
s.
ex.
a
revm.
a
os
snrs.
Deão e
conegos
Mar
tins
e
Vieira
de
Sá.
Era
verdadeiramente
commovedora
est
prova
de
humildade
dada
pelo
inclito
suca
cessor
de tantos
varões
illustre»,
na
pre
sença
d
’aquelles
quadros,
entre
os
quaes
estão retratados
17
santos, 1 papa,
1
rei,
vários
cardeaes
e
outros
varões
insignes
de
reconhecida
virtude, e
fama
univer
sal.
Servidos os
primeiros
pratos
retirou-
se
seguido
dos
assistentes que acima
nos
referimos
para
a
sua
mesa
de
jantar,
a
qual
se
compunha
de
7
talheres,
destina
dos
aos
que
a
s.
ex.
a
revm.
a
tinham as
sistido
na
solemnidade
da
bênção dos
Oleos
:
deixando assim
em
plena
liberdade
os
ou
tros
presbíteros
para
que a
sua
presença
lhes
oão
infundisse
um
natural
acanha
mento,
por
ser
a
primeira
vez que
se
viam
servidos
pelo
seu
prelado.
Pelas 3 horas
da
tarde
procedeu-se
oa
mesma
capeila,
que
se
achava
propria
mente
decorada,
á
edificante
ceremonia
do
Lava-pedes,
que
foi
mui
tocante
e
mages-
losa.
S.
ex.
a
era
csadjuvado
pelos
mesmos
tres
sors.
conegos,
sendo
o
evangelho
do
Mandato
lido
pelo
snr.
conego
Martins.
O
snr.
arcebispo,
depois
de
lavar
e
beijar
os
pés
aos doze ecclesiaslicos
a
quem
tinha
servido
o
jantar,
deu
a
cada
um
d
’estes
a
offerta
de
2$0()0
reis
a
ti
tulo
d’
esmola
para
uma
missa por
sua
in
tenção.
Não
obstante
esta substituição
do
pes
soal
da
ceremonia,
s.
ex.
a
revm.a
man
dou
vestir
12
pobres
que
foram
escolhi
dos
pelos reverendos
parocbos
das 6
fre-
guezias
da
cidade,
e
cujos nomes
foram
já
publicados
na Semana
Religiosa
Bta-
carense.
A
’
noite
saiu
do
templo
dá Misericór
dia,
em
conformidade
de
seu compromis
so, a
imponente p'ocissào
do Senhor
Ecce
Homo,
que
ia
muito
apparatosa.
Levava
numerosos
anginhos
com
os
emblemas da
paixão,
e
aos
lados
de
cada
utn
d’
elles
dois
meninos
orfãos
com
candelas
de
ce
ra.
Junto
do
rico
andor,
onde
era
con
duzida
a
devota
Imagem do
Senhor can
tava-se d
’
espaço
a
espaço
o Miserere
acom
panhado
a
musica.
Nos
inlervallos
do
coro
locava
a
ban
da
regimental
que
ia no
couce
da
procis
são.
A
egreja
da
Misericórdia
estava
rica
mente
ornada.
Na
sexta-feira fez-se
na
Sé a
procis
são do
Enlerro.
Levava
quatro
conegos.
N
’
esta
egreja
houve sermão
da
Soledade
prégado
pelo reverendo
padre Luiz
Gomes
e
na
Penha
pelo dr.
Moreira
Guimarães.
Hoje
de manhã
fez-se a
ceremonia
da
Pia
baptismal
e
nos Congregados
a
Coroa
ção
de
N.
Senhora.
—Na
Sé
arderam
já
os
quatro
novos
candelabros,
cada
um
de
6
lumes,
e
faziam
um
bello
effeito.
Era
muito para
louvar
que
esta
medi
da,
de
cuja utilidade já não
é
licito
duvi
dar,
seja
também
adoptada
em
outros
tem
plos,
especialmente
em Santa
Cruz,
on
de
ás
noites
de
sexta-feira
concorre
gran
de
numero
de
fieis.
Soeiedade
dramatica
de curio
sos
Tasso.—
Principia
a
funccionar
en
tre
nós
uma
companhia
que
gosa
de bons
créditos
dramalicos na
cidade
do
Porto.
Temos
assistido
a
alguns
especlaculos n’a-
quella
cidade,
e
podemos
affiançar
que o
seu
desempenho
nos
agradou
muito.
Es
peramos
do publico correspondente
accei-
tação.
Eis
aqui
o
elencho
das
recitas:-
l.
a
recita,
dia
15
d
’abril
de
1876.
Comedia
em
1
acto,
Capricho
femi
nino.
Comedia-drama
em
2 actos,
Cynismo,
scepticismo
e
crença.
Comedia
em
1
acto,
Ha
mais Marias
na
terra.
2.
a
recita
dia
16.
Drama
em 2
actos,
O
Mordomo d’Har-
vil.
Comedia
em
1
aclo,
Um
anno
em 15
minutos.
Comedia em
1
aclo, Dislracção d
’
um
matheinalico.
Principia
ás 8
horas
da
noite.
Mel
horas,—
N
’
estes
últimos
dias
tem
experimentado
algumas
melhoras
o
filho
unico
do ex.
mo
dr.
João
de
Mendonça,
um
dos
mais
bemquislos
cavalheiros
d
es-
ta
cidade.
Fazemos
votos
ao
céo
para
que
este
nosso
presado
amigo veja
em breve
o
completo
restabelecimento
do
seu
querido
filhinho.
Judas.—
Foram
numerosos
os
Judas
que
ao
tocar
da
Alleluia
hoje se queima
ram
em
vários
pontos
da cidade.
A significação
da
«queima
dos
Judas»,
é
sobejamente
sabida
de
todos.
D
’entre
as
muitas
allusões
que
hoje
vimos
simbolisadas
no
discípulo
traidor,
estremava-se
o
Judas
que
foi queimado
no
largo
da
Praça,
onde
se
notava
um
pensamento
excellente
e
mui
bem
execu
tado.
Falleeímento.—
Em a noite
de
quin
ta para
sexta-feira
entregou
a
alma
ao
Creador
a
ex
ma
D.
Angélica Cardoso,
esposa
do
ex.
m°
dr.
João
Anlonio d
’
Oli-
veira
Cardoso,
sogra
do
snr.
Narciso
de
Magalhães
e
Vasconcellos,
e cunhada
do
ex.
ino
dr.
Bento
Anlonio
d’
Oliveira
Cardoso,
advogado notabilíssimo
de
Guimarães.
Con
forme
as
disposições
da
illustre finada, q-ue
ha annos residia
n
’
esta
cidade,
o
seu
cadaver
foi
hontem
conduzido para
a
ci
dade de Guimarães,
onde
será
sepultado.
A
toda
a respeitável
familia
anojada
os
mais
sinceros
pesames.
Maia.—
Falleceu em a
noite
de
bon
tem
para
hoje
o
joven
João
Baptisia
de Mat
tos,
cora
17
annos
de
idade,
filho
do
snr.
Joaquim José
de
Mattos,
ourives
<la
rua
do Souto.
Tem
ollicios
em
Santa
Cruz
2.a
feira.
— Falleceu
também
ha
dias um
cunha
do
do
snr. José
de
Lima,
da
rua
das
Agoas.
Cirande
«leega-aça.—
No
dia
6
do
corrente
era dia
de
festa
em
Aberdeen
(Escossia).
O dia
eslava
lindo
e
a
concorrência
era
grande.
Concorrera muita
gente
a
Perry,
do
outro
lado
do Dee,
rio
que
desemboca
no
mar
em
Aberdeen, e
cuja
corrente
é
mui-
10
forte.
Todos
quedam
atravessar
o
rio
ao
tne-mo
tempo,
e
não
obstante
as
termi
nantes
recusas
dos
barqueiros,
mais
de
60
pessoas
saltaram
para bordo
d
’
urna em
barcação que
comportava
apenas
30
pas
sageiros.
No
meio
do
rio
a
embarcação
virou-se
e
morre, am
afogadas
35
pessoas.
Trinta
e
cinco
chapéus
de
homens
e
de
senhoras
foram os
únicos
fragmentos
qoe
restaram
d
’erta grande
desgraça.
Criemn.
—
Como
s.
Exc.
a
Rev
ma
o
snr.
Arcebispo
coadjutor
tenciona
come
çar
a
crismar na
egreja
de
S.
Victor
no
domingo
23
do
corrente
;
julgamos
mui
to util
dar
conhecimento
aos
nossos
lei
tores,
o
que
sobre
o
sacramento
da
Cris
ma vem
expendido na Semana
Religiosa
n.°
46
em forma
de
dialogo
nas
seguin
tes
perguntas
e
respostas
:
P.
Qual
é
a
doutrina catholica
ácerca
do
Sacramento
do
Chrisma
ou Confirmação
?
R.
Que
é um
Sacramento
instituído
por
Nosso
Senhor
Jesus
Christo,
que
dá
força
e
fortaleza
especialmente para
confessar
a
fé
;
que
imprime
caracter
em
nossa
alma,
e
por
isso
não
se
póde
repelir;
que
o mi
nistro
ordinário
é
o bispo,
ainda
que
o
prebylero
o poderá
também
administrar
só
por
auctorisação
do
Summo
Pontífice
;
e
que
a matéria
adequada
é a
imposição
de
mãos
e
a uncção
sagrada.
P.
Será
peccado
mortal
deixar
de
re
ceber
o
Sacramento de
Confirmação
ou
Chrisma
?
R.
Quando
haja
desprezo
formal,
ou
quando
sem
a
sua recepção
houvesse
inti-
rqa
convicção
de
cair
em
tentações
con
tra a
fé,
sem
duvida
seria
peccado
mortal
deixar
de
receber
este
Sacramento
;
e
é
também
opinião
mais
commum
que
pecca
mortalmente
aquelle
que tendo
occasião
de
o
receber o não recebe,
e
assim
o
affir-
ma
o
Santo
Padre
Bento
XIV
na
sua
Bul
ia
et
si
pasloralis,
onde
se
diz
=
monendi
sunt
ab
ordinariis
locorum,
eos
gravis yec-
cati
realu
teneri,
si
fcum
possintj
ad
con-
firmationem
accedere
renuunt, ac
negli-
gunt.**=Da mesma
opinião
é
Santo
AíTon-
so
Maria
de Ligorio.
(I.
6.°
n.° 182
)
P.
Poderá
o
parocho
dar
bilhete
para
se
apresentar
a receber
o
Santo
Chrisma
áquelle
que
ignora
as
principaes
verdades
da fé?
R.
O
Santíssimo
Padre
Bento
XIV na
sua
Encyclica
— Etsi
mtnzme<=manda
que
os
bispos
avisem
os
parochos
para que
de
maneira
alguma
deem
bilhete
para
chris
ma
áquelles
que
igno-arem
os
principaes
mysterios
da nossa
fé,
e
não
saibam
o
que
é
este
Sacramento
e
seus
effeitos.
P
Qual
é
a
matéria
próxima
d
’este
Sacramento
da
Confirmação
?
R.
Ha ires
opiniões
a
esle
respeito
—
a
l.a
diz
que
é
a
imposição
de
mãos
que
ao
principio
da
ceremonia
faz
o
bispo,
recitando
sobre
os
chrismandos
a oração=
Omnipotens
sempiterne
Deos
—
;
e
que
a
uncção
depois
é
matéria
accidental
e
ins
tituída
pela
Egreja
;=-
a
2.’
sentença
diz
que
a
matéria
essencial
é
a
imposição
de
mãos,
que
logo
ao
principio se
faz,
e depois
a
uncção
na
testa
feita
pelo
bis
po
;
—
a-
3.a
diz
que
a matéria
essencial
éa
uncção
na
testa
dos
chrismandos,
conjun-
ctamenle
com
a
imposição
de
mão,
que
então
faz o
bispo
quando
unge
Esta
ultima
é
a
mais
commum,
e
a
que
Santo
Aífonso
Maria
de
Ligorio
cha
ma
certíssima,
e
prova
com
fortíssimos
argumentos.
P.
Vistas
as
opiniões
acima
ditas,
se
rá
obrigatória
a
primeira
imposição
de
mãos
que
logo
ao
principio da
ceremonia
faz
o
bispo
?
R. Obriga=-su6 gravi^-,
assim
o
diz
Gury
(n.° 168),
Craisson
manuale
totius
jú
ris
canonici
(tom.
2.°, pag.
667)
etc.
;
e
ahi
mesmo
se
diz que aquelle
que
não
as
sistisse
á
primeira
imposição
de
mãos, e
depois
fosse
chrismado,
deverá supprir
es
ta
falta,
repelindo-se
esta
ceremonia a que
não
assistiu.
P.
Quaes são
os
effeitos
da
confir
mação?
R.
São
tres=l.°
caracter.
e
por
isso
só
se
póde
receber
uma
vez,
assim
como
o
baptismo,
que
lambem
imprime
caracter,
e
uma
vez
recebido não
se
póde
repetir.
O
2.°
graça
sanctificante
que
dá
força
especial
para
preliar
as
batalhas
do
Se
nhor,
e
a
esta
graça
se
chama
também
a
plenitude
do
Espirito
Santo,
pois aqui
se
recebe
o
Espirito
Santo
com todos
os
seus
dons,
e
é
similhante á graça
que
os
Apostolos
receberam
no
Cenáculo,
no
dia
do
Pentecostes.
3.°
o
parentesco
espiritual
Segundo
o
direito
canonico, basta
que
o
confirmando
tenha
um
padrinho
ou
ma
drinha (Gavanlus
in
suo manuali)
;
nm
.padrinho
se
o
confirmando
é homem,
e
uma
madrinha se
é mulher. O
padrinho
do
confirmando
deve ser
outro
que o
do
ba
ptismo,
e
ler
sido
confirmado,
e
pôr
a
mão
direita
sobre
o hornbro
direito
do
confirmando,
quando se
administra
o
Sa
cramento.
(S.
R.
C.
dia
20
de
Setembro
de
1747).
Conlrae-se
na
confirmação
o
mesmo
pa
rentesco
espiritual
que
no
baptismo,
entre
o
padrinho
e
madrinha
de
um
lado,
e
o
confirmado
do
outro
;
e
também
entre o
padrinho
e
a
madrinha
e
o
pae
e
a mãe do
confirmando,
de sorte
que
não
pódem
ca
sar sem
dispensa.
Segundo
o
Pontifical
Romano,
o
bispo
depois de
ter
dado
a confirmação,
recom-
menda
aos
padrinhos
e
madrinhas
dos
confirmados,
que
ensinem
a seus afilhados
o
Credo,
o
Padre
Nosso
e
Ave
Maria, por
que
teem
essa
obrigação,
e por isso
se
deve
e
costuma
isto
fazer antes
de sair
da
egreja.
P. Póde
mudar-se
de
nome
quando
se
recebe
o
chrisma
?
R. Sim.
E
’
o
que ensinam
todos
os
theo-
logos
fundados em
numerosos
concílios.
P.
Pódem
os
confirmados retirár-se
antes
de
receber a ultima bênção?
R.
Não
pódem.
(Pontifical
Romano).
/'
Deve
estar-se
em graça
para
se
receber
o
Sacramento da
Confirmação?
R.
Como
é
um Sacramento de vivos,
é
necessário para
o receber
dignamente,
ter
a
vida
da
graça
;
e
é
por
isso
que
o
que
deseja
confirmar-se,
quando
sente
peccado
mortal
em
sua
consciência, deve
purifi
car-se
pelo
santo
Sacramento
da
Peniten
cia
;
é
isto
pelo menos
o partido
mais se
guro,
pois que
ainda
que
pelo
acto
de
con
trição
perfeita
o
homem se
póde
collocar
em
graça,
no entanto
é
diflicilima
esta
dôr,
tal
qual
se exige
para ser
perfeita
;
eis
a
razão
por
que
muitos
concílios
pro-
vinciaes
mandam
a previa
confissão
a todo
aquelle,
cuja consciência
se
ache
gravada
com
peccado
mortal.
P.
Que
peccado
commetteria
aquelle
que
recebesse
este
Sacramento
conscio
de
estarem
peccado mortal?
R.
Commetteria
um
grave
sacrilégio.
Assim
como
o
que
communga em
pecca
do
mortal
commelte
um
horroroso
crime,
por
isso
que
recebe
a
Christo
em
seu
peito,
onde
mora
o
demonio
pelo
pecca
do,
assim
também o
que
vae
chrismar-se
em
peccado
mortal,
offende gravissima-
mente
ao
Espirito
Santo,
terceira
pessoa
da Santíssima
Trindade,
em
tudo igual
ao
Padre
e
ao
Filho,
por
isso
que
o recebe
estando
o demonio
em
seu
coração
pelo
peccado.
P. O
que
recebe
este
Sacramento
em
peccado,
não
recebendo
a
graça
do
Sacra
mento,
não
receberá
também
o
caracter
?
R.
Recebe
o
caracter,
posto
que
não
receba
a
graça,
e
logo
que elle
tire
o
obs
táculo
do
peccado,
as
graças
que
ficam
de
positadas
no
caracter,
sé
lhe communicam.
P.
Tendo
os
parochos
d
’inslruir
os
seus
freguezes
ácerca
da
virtude
e eflei-
toS
do
Sacramento
da
Confirmação, quaes
os
livros
mais
apropriados
para
este
fim,
nas
actuaes
circumstancias
?
R.
O
Catecismo
de
Perseverança,
do
padre
Gaume,
e
o
de
Guillois,
que
até
poderão
lêr
ao
povo
n
’esla
parte
que
Ira
da
d
’
este
Sacramento.
l’
nm conversão.—
O
revd.0
R.
J.
"VVebb,
ministro
anglicano
da
parochia
de
Hambleton,
no condado
de
Norwich,
abju
rou o
protestantismo,
entrando
no
seio da
Egreja
catholica.
Este
ecclesiaslico
havia
publicado uma
brochura,
na
qual
aífirma-
va
que não
podia
obter
a
sua
salvação
na
egreja
anglicana.
Em
todos
os
tempos
teem
havido
apos
tasias
e
abjurações,
quer
da
religião
catho
lica.
quer
do
protestantismo ;
com a
dif-
ferença que
os
que
abandonam
o
erro
e
entram
para
o seio
da
Egreja
são
os
mi
nistros
d
’
uma
vida
exemplar
e
que por
seus
estudos
e
profunda
meditação
reco
nhecem que
fora
da
Egreja
não
ha
salva
ção
;
pelo
contrario,
os
que
abandonam
a
religião
catholica
apostólica
romana
são
sempre
os
devassos
que sacrificam
á
ava-
resa,
ou
procuram
satisfaser
os
seus ins-
tinctos
brutaes.
Dialogo. —
Encontraram-se
na
meza
de
um
hotel
um padre
e
um
oflicial
e
tra
varam
o
seguinte
dialogo:
—Porque
não
comeis carne
hoje?
—
Porque
usaes
de
uma
calça
encarna
da?
—
Assim
ordena
o
regulamento
militar.
—
Não
comer
carne
hoje
lambem
é do
regulamento
da
Egreja.
—
Mas
para
que
jejuar!
não
é tão
peno
so?
—
Porque
usais
d
’um
capacete tão
pe
sado?
—
E
’
do nosso
regulamento
; além
d’
isso
elle
nos
defende
dos
golpes
dos
inimigos.
—
O
jejum
nos
é
ordenado
porque nos
defende
das
tentações
do demonio.
—
Que
mal
faz
comer
carne
nas sextas-
feiras
?
—
Porque
quando
apanhais
em
falta
al
gum
soldado
o pondes a
pão
eagua?
—
Para
punil-o.
—Também
lemos
necessidade
de
pu
nir-nos
de
nossas
faltas
para
com Deus
:
é
do
nosso
regulamento.»
Exposição
ein Pariz.—
Está
pubh
cado
um
decreto
decidindo
que
será
aber
ta
n
’
aquella
capital
uma
exposição
de
pro-
doctos
agrícolas
e
industriaes
no
primeiro
de maio
de 1878,
exposição
que
será
fe
chada
no
dia
31
de
outubro
do
mesmo
an
no.
Serão
almittidos
productos
de
todas
as
nações.
.Vag
niíleo presente.—
O
cardeal
An-
toueli
oflereceu
tim
magnifico presente
á
egreja
do Santo
Sepulcro:
enviou
pa-a
Je
rusalém
um
baixo-relevo
de
prata
tnassiça,
pintado
pelo grande
Raphael.
Este
traba
lho
foi
executado
em
Roma
com
uma
ad
mirável
precisão.
Circumd-i
o
baixo-rele
vo em
quadro
lambe
u
de
prata,
com ara
bescos
dourados
e
pedras
preciosas ame-
thysias,
soberbos
topázios,
entre
os
quaes
se
acha um
extremamenlo
gande.
No
ci
mo
do
quadro
estão
os
brazões
do car
deal.
Barra monstruosa. —
Um
mexica
no
envia
para
a
exposição
da
Philadelpliia
uma
barra
de prata
que
tem
de peso
64:032
onças.
Descoberta
importante.
—
Mr.
Mo
fei,
distincto
archeologo
de
Ghalons,
aca
ba
de
descobrir
no
lerritorio
de
Saint
Be-
rhy
stir
bury,
a
primeira
incineração
gau-
leza
perfeitameole
caracterisada,
incinera
ção que parece
remontar
a
uma épocha
anterior
á
conquista.
Esta importante
descoberta
offerece
um
interesse
particular,
attendeodo
a
que
os
cemiteiios
gaulezes
do
Mame
já
por
vezes
tem fornecido
á
siencia
objectos
curiosos
para
o
estudo
das
grandes
questões archio-
Ucas
Acha-se
aberta
no escriptorio da ad
ministração
deste
jornal
uma
subscripção
para
prover
á
sustentação
de
duas
se
nhoras,
filhas
de
paes
iliostres
e
outr
’
ora
abastados,
reclusas
no
convento
de
Jesus,
da
cidade
de
Aveiro,
no
qual
se
»ae
sen
tindo
quasi
absoluta
falta
de
meios.
ÚLTIMOS
TELEGRAMLMAS
DA
AGEAiCIA 1IAVAS
MADRID
11.
—
A
Bolsa
estará
fechada
ámanhã assim como
quiota
e
sexta-feira.
MADRID
12.
— O
senado
reenviou
ao
congresso
o
projecto de
tractado
commer
cial
entre
a
Bélgica
e
a
Hispanha.
O
rei
DU
BARRY
de
Londres.
99
Knnoí
d
’inv®riavel
aueeess®
1
Nenhuma
enfermidade
resiste
á de
liciosa
Revalesciére
que
cura
as
indiges
tões
(despepzias)
gastrica,
gastralgia,
fie.
gma,
arroios,
amargor
na
bocca,
piluitas-
uauseas,
vomilos,
irritação
intestinal,
diar-
rhea,
dizeoteria,
cólicas,
tosse,
alhsma,
fal
ta de
respiração,
oppressão, congestões,
mal
aos
nervos, diabethe,
debilidade,
todas
as
desordens
no
peito,
na
garganta,
do
alilo,
das
bronchiles,
da
bexiga,
do
fíga
do,
dos
rins,
doí
intestinos,
da
mucosa,
do cerebro e do sangue,
75:000
curas
en
tre
as
quaes
contam-se
a
de
S.
S. o
Pa
pa,
do duque de
Pluskow,
da
ex.
ma
snr.a
marqueza
de
Brehan,
do
doutor
Manuel
Saens
de
Tejada
da
Universidade
de
Cor
dova,
etc. etc.
Mr.
Livingstone,
celebre
explorador
da
África
central,
no
seu
relatorio
que
fez
á
Sociedade
Real
Geográfica de
Londres
so
bre
a
sua
viagem
diz:
«Os
habitantes
da
província
d
’
Angola
«parecem
gozar
uma
grande
fellicidade,
el-
«les não
precisam
nem
médicos
nem
pur-
«gantes,
o
seu
principal
alimento
sendo
a
Revalesciére
que Du
Barry
trouxe
em
«Europa, veem-se
isentos
das
moléstias,
«e
a
tisica
pulmonar,
escrophulas,
empin-
«gens,
câncer,
febres,
dilliculdade
de
eva-
<cuar,
diarthea,
etc.,
etc.,
são
moléstias
«completamente
desconhecidas,
como
tam-
«bem
desconhecem
as
bexigas,
o
saram-
«po,
etc.»
Certificado
do
Dr.
Manuel
Seans de
Te
jada,
doutor
da faculdade
Medica
Cirúr
gica,
lente
da Universidade
livre
de
Cor
dova,
medico
em
proprio
e
do
carninho
de
ferro
de
Merida
a
Sevilha,
etc.
Certifico:
Que
com
o
uso da
Reva
lesciére,
obtive
na
minha
clinica
varias
cu
ras
em
moléstias
gravíssimas
em
alguns
clientes
residentes
n
’
esta
cidade,
lembran
do-me o
de
D. Filippe
Zappina
emprega
do
publico,
hoje
administrador
da
alfân
dega
de
Manila
nas
ilhas
Filippinas,
a
de
D.
Atnelia
Gomes,
casada
com
um
chefe
do
exercito,
a
qual
continua
a melhorar
com
o
seu uso;
de
D.
Ramo»
Alonzo,
rapaz
de
viole
annos
que
soffria
havia
al
guns
mezes
de
uma
moléstia
de
peito
de
muita
gravidade.
E
para
fazer
constarem
toda
a
parle, a
assigno
em
Cordova
em
13
de
outubro
de
1873.
x
Doulor
Manuel
Saens
de
Tejada.
Seis
vezes
mais
nutritiva do
que
a
car
ne
sem
esquentar, economisa
cincoenla
vezes
o seu
preço
em
remedios.—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em toda
a
pe
nínsula :
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
l
/t
kilo,
500
; de
*/,
kilo
800
rs
;
de
ura
kilo,
l$40('
reis;
de
2
i
/
t
kilos,
3$200
reis;
de
6
ki-
íiJM
iJN
CIOS
convidou
o
príncipe
de
Galles a
vir
a
Ma
drid.
PARIZ
11.—A
eamara
dos
deputados
adiou
a
discussão
das
propostas
de
amnis
tia.
Também adiou
os
seus
trabalhos
até
10
de
maio. Rebentou uma
insurreição
na
Croacia
turca.
As
bolsas europeas
es
tão
muito
impressionadas
com
as
noticias
do
Oriente
;
receia-se
que
as
potências
se
jam
obrigadas
a
intervir.
O
consolidado
turco
baixou
na
bolsa
de
Paris,
a
14,50.
EirEDIE.VTE
DA ASÍJIISlSTaA-
ÇÃO.
Rogamos
a
todos
os
nossos
assignan
tes
em
divida
de
suas
assignaturas,
o
fa
vor
de
mandarem
o
quanto
ames
satisfa-
zel-as,
pois
com o atraso
em
que
alguns
se
acham
nos
causam grandes
enbaraços,
aquelles
aonde
não
temos
corresponden
tes,
podem fazel-o
por
meio
de
casas
ban
carias
ou
vales
do
correio.
Os
nossos
correspondentes
nas seguin
tes
localidades
são:
Lisboa,
o
revd.
0
snr.
José Feliciano
Coelho
dos
Reis—
Hospício
do
Sacramento.
Porto,
o snr.
José Carlos
das
Neves
—
rua
das
Flores.
Vianna
do
Castello,
o
snr.
Francisco
José
d’
Araujo
Júnior.
Guimarães,
o
snr.
José
Antonio
Tei
xeira
de Freitas
—Livraria
Internacional,
a
S.
Damaso.
Covilhã,
o
snr.
Luiz
Antonio
de
Car
valho
Todos
estes
snrs. estão
munidos
de
recibos
devidamenle
assignados.
mr
~rini
■
tti
í
1i
w
iinnn~ni'~iniBiri
i
iiirf 'rrmíirfwin
nu
iiiii
iim
i
ii
mm
—
imiui
—
iii
IURI
SAÚDE
A
TODOS
sem medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
os,
6$400
reis,
e
de
12
kilos,
12$000
reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora, vendem-se
em
caixas
a
800
e l$400
reis.
O melhor
chocolate
para
a saúde
é
a
Revalesciére
ebocolaíada;
ella
res-
titue
o appeitite,
digestão,
somno,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás creanças
e
mais fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
ue
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem esquentar.
Em
paus, ou em
pó
em
caixas
de folha
de
ata
delO
chavenas,
500
reis;
de
24
chave
nas,
820
reis;
de
48
chavenas,
l$40<t
;
de
120
chavenas,
3$200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
ÍIAKEIY
DU BABRY «te
C.
’-Pla-
ce
Vendòine,
26, Pariz; 77
Regent
Street
uOtidres
;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros, etc., das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
<fc
C.a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Lisb®®,
(por
grosso
e miudo)
;
Carlos
Barreio,
rua
do
Loreto,
28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
Fort®,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua da Ba
nharia
77;
de
Sequeira
;
J.
Pinto
;
Desí-
ré
Rahir;
Coimbra,
V.
Botelho
de
Vas-
concellos
;
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.;
ESareelI»®,
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia
Maia, rua
dos
Chãos.
’
ipa
& Irmão,
rua
do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado, praça
Municipal.
Figueira,
Antonio
Vieira,
pharm.;
GtuimarfteM
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
l’
en»-
Hei,
Miranda,
pharm.
;
Ponte d«
Lima.
A. J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
P®
vos»
Varzim,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna «Km Caatelio,
Aflonso
e
Barros,
droguistas;
Vilia
«I&
Cond«,
A.
L.
Maia
Torres,
pharm.
Pelo
juizo
de
direito
d
’
esta
comarca
e
cartorio
de
Motta,
a
requerimento
de
Jose-
lã
da
Encarnação,
viuva, filhos, noras e
gemos,
Antonio
d’Aguiar,
Bento
d’
Agoiar
e
mulher,
Maria,
José
d
’
Aguiar
e mulher,
gnez Gramita, Maria
da Encarnação
e
ma
rido
Manoel
Machado,
Rosa
da
Encarnação
e
marido
Manoel
Carvalho,
filhos,
nora,
genro
e
nela,
que
ficaram de
Ignacia da
incarnação,
viuva,
José
Margalho
e mu
lher
Maria
Pacheco,
Mana
Gramalho,
Gra
mita,
filha
de
Francisco
Margalho,
menor
púbere,
representada
por
sua
avó
e
tuto
ra,
Maria
Gramita,
e
lodos
do
legar
da
«'alfa,
da
freguezia
de
S.
Martinho
do Bispo,
da
comarca de Coimbra,
que
correm
eii
tos
pelo
praso
de
60
dias
a
contar
de
6
do
corrente,
pelos
quaes
chama
e
cita
o
reo
Antonio
José
Alves
Vicente,
mora
dor
que
foi
n
’
esta
cidade,
e
hoje
ausente
em
parle incerta
no
império do
Brazil,
e
representado
nVste
juizo
por
seu
tutor Joa
quim
José Gonçalves
Loureiro,
e
o
cura
dor
adlitum
o
exc.m
° dr.
Francisco
Xavi
r
de
Sousa
Torres e
Almeida,
os
quaes
que
rem
promover
a habilitação nos
autos
de
ibello
de petição de
herança,
que
mo
vem
contra
o
ausente,
e a
qual
chamam
os habililandos Antonia
Maria
de
Pereira
do
Lago,
viuva, da
freguezia
de
S.
Julião
do
Freixo,
João
Alves
Vicente,
viuvo.
Luiz
Vicente
Correia
do
Lago,
Anna
Maria
Perei
ra
do
Lago,
da
fraguezia
do Salvador
do
Souto,
o
revd.
0
Jo>é
Alves
Vicente
Cor
reia
do lago.
Rosa
Maria
Pereira
do
La
go e
marido
Domingos
José
da
Silva
Ca
ridade
da
freguezia
de
Victorino
dos
Piàes,
Marianna
Angélica
Correia
Vieira,
viuva,
e
seus
filhos
Antonio
Vicente
Lobo e
João
Vicente
Lobo
e
mulher Caodida
Zeferina
de
Lima
Calheiros,
da freguezia
de
Re-
bordões,
lodos
da
comarca
de
Ponte
do
Jma,
a
qual citação
edital
tem
de
ser
accusada
em
a audiência
do
dia
8
do
fu
turo
mez
de
junho,
pelas 9
horas
da
ma
nhã no
tribun
>1
d
’
ellas,
situado
no
largo
de
Santo
Agostinho,
d’
esta
cidade,
com
oflerecitnentos
dos
artigos,
e
verem os
ha-
bilitandos
e
curadores
assignar
o
termo
de duas
audiências
para
os
contrariarem,
debaixo
da
pena
de
revelia
e
lançamento
e
seguir
a
acção
os
seus
devidos
termos,
as
quaes
audiências
se
costumam
fazer
to
das
as
segundas
e quintas
feiras
de cada
semana
não
sendo
dia
santificado
ou
feria
do,
porque
o
sendo
se
fazem nos
dias
irn-
medialos.
(3093)
Foi
roubada
no dia
13
da
casa
n.°
4
no
campo
de
D
Luiz
I,
uma
saia
de
al-
paque
prelo.
Roga-se
á
pessoa
que
a
com
prou
a
entregue,
que
se
lhe entregará
o
importe
que
deu.
(3095)
RIBEIRO
CIRIJRCiliO
DEIVTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO
CIRÚRGI
CA DO
PORTO
Largo do Barão
de
S.
Martinho,
n.° 5
BRAGA.
Faz
tudo
quanto
diz
respeito
á sua
arte
e
conlinúa
operando grátis,
pobres
e
soldados.
(3092)
nioiiaiiT^
**
4,
RUA
DOS
CAPELLISTAS,
4
g
5
®
(Vulgo
Fonte
da
Carcovaj
5
Theophilo
Santiago,
photogra-
2
pho,
tira
retratos
pelos
systemas
_
*!
mais
modernos
e
aperfeiçoados, ©
S
garantindo
a
perfeição
do
traba-
lho,
todos
os
dias,
das 10
horas
*
g
da
manhã
ás
3
da
tarde, mesmo
com
os
dias
innevoados.
(3094)
A Camara Municipal d
’
esta
cidade,
põe
em arrematação
no
dia
21
do
corrente
pe
las
12
horas,
no
Paço
do
concelho,
as
obras
da
reconstrucção
de pedraria dos arcos
da
Lapa,
e
do
largo
do
mesmo nome.
Alçado,
plantas,
e
condições,
na
secretaria da
mes
ma.
Braga
11
de
abril
de
1876.
O
escrivão,
(3089)
A.
Alves
Cosia.
Nova
Companhia
de
Seguros
DOURO
X9e
Fogo e IVIaritinao
Agente
em
Braga
—
Ricardo
Malheiro
Dias.
Banco
Mercantil, ou
Largo
de
S.
Miguel
O
Anjo,
n.°
20.
(3090)
Venda
de bens de raiz em S. Tida-
go
de
Carreiras,
concelho de
Vilia
Verde.
No
dia
20 do
proximo
mez
d
’
Abril,
ao
meio
dia,
no
adro
da
egreja
parochial
de
S. Thiago
de Carreiras
do
concelho
de
Vilia
Verde,
tem de
arremalar-se
o
campo
do
Rio,
o
campo
do
Arieiio,
e
a
leira
da
Veiga, situados
na
mesma
freguezia,
e
per
tencentes
ao
casal
em
liquidação
do
falleci-
do
exc.mo
Manoel
de
Magalhães
d
’
Araujo
Pimentel,
isto
por
deliberação da commis-
são
liquidataria
do
mesmo
casal.
Braga 29 de
Março
de
1876.
Menrique
Freire
de
Andrade
Manoel
Luiz
Ferreira
Braga
João
Evangelista
de
Sousa
Torres
e
Almeida.
(3058)
Companhia
Edificadara
e
Indus
trial
líracarense
Soeiednde
anonyma «le respon
sabilidade limitada
São
convidados
os
snrs.
accionistas,
a
fazer
a
6
a
entrada
de 5
p.
c.
ou
l$250
por acção,
do
dia 10
a 20
d
’
abril,
desde
as 10 horas
da
manhã
ás
2
da
tarde,
no
escriptorio
da
Companhia,
no
campo
de
Sanl
’Anna,
n.®
71
D
2.°
andar.
Os direclores
João
Carlos
Pereira
Lobato
Francisco
da
Silva
Araújo
José
Alves
de
Moura.
(3082)
O
abaixo
assignado,
declara
que
nada
deve
por
letras,
por
elle
firmadas,
tanto
como aceitante
como
indossante,
quer
n
’esta,
cidade
quer
fóra d
’
ella,e
não
firmará,
quando
não
seja
elle
propriamente
o
apre-
sentante.
Previnem-se
pois as
exc.
mi,s
direcções
de
bancos, companhias,
agencias
e
‘
parti
culares,
que
não
descontem letra
alguma
que
lhe
seja apresentada
por
terceiro, pois
que
ficam
sendo
consideradas
falsas.
Braga
12
de abril
de
1876.
(3091)
Jcão
da
Costa
Palmeira.
COMPAIVMI^
LLOYD
DE
BKEilEV
NORDDEUTSCHER
LLOYD
NOMES DOS
VAPORES
D
’ESTA
COMPANHIA
Hohenzolern —
Hohenstaufen
Salier
—
Habsburg—
IIansa
America
—
Hermann
—
Weser
Rhein-
Main—Donau
—
Mosel
Neckar
—
Oder
Kron
Prinz
Fr.
Wdhehn
Graf
Bismark
General
Werder
Sperber
Carreira
mensal
Ballimore
—Berlim—
Ohio
Leipzig
—
Braunschweig
Nurnberg—
Frankfurl
—
Han-
nover
—
Koln
—
Strassburg
Adler
—
Falke
—
Mowe
—
Beiher
Schwalbe
—
Schwan—
Strauss
Albatross
Para
Pernambuco,
Bahia,
Bio
de
Janeiro, Monlevideu
e
Buenos-Ayres
Os
paquetes
que
a
Companhia
está
empregando
na
carreira
do
Brazil
são
todos
de
grande
lotação,
tendo
logares
para 170
passageiros
de
primeira classe e
750
de
terceira.
São
de
grande
velocidade,
e
o
serviço
esta-se
fazendo com toda
a
regularida
de,
pelo
que
vae adquirindo
uma
boa
e
bem merecida reputação.
Os
preços
das passagens
são
muito
rasoaveis,
como
se
póde
verificar
pela
tabel-
la
que
se
acha
patente
nas
agencias.
Sendo
as
pasaagens pagas no Porto ou nas sub-ageneias da pro
vineia, o
transporte do passageiro a Cisboa pelo eaminho de ferro
è por conta da Companhia.
Estes
paquetes
são
notáveis
pelos seus
modernos aperfeiçoamentos
e
explendidas
accommodações
para
passageiros
de
todas
as classes.
Estão
já
contractados
cosinheiros
e
creados
porlugnezes
para
estes
paquetes.
Aos
passageiros
de
terceira
classe
é
fornecido
grátis
pela
Companhia,
cama,
cobertor,
uleucilios
de
mesa,
e além
de
ser
a
comida
á
porlugueza
leem^vinho
duas
vezes por
dia.
A
bordo
de
cada paquete
ha
um rntdico
que
é
obrigado
a
prestar
seus
serviços
gratuitameute
aos
snrs.
passageiros,
assim
corno são
fornecidos
todos
os
medicamen
tos
necessários.
Quaesquer
informações
ou
bilhetes
de
passagens
podem
obter-se
dos
agentes
Bawes
«fe
C.a,
rua
de S.
Francisco
n.°
4,
2
o
andar
—Porto
—
e
em
Braga
ao
agente
Ricardo
Malheiro
Dias,
na lhesouraria do
Banco
Mercantil, ou
largo
de
8. Miguel
O
Anjo
n.°
20.
(6*)
viiiiziy
íhí
imiios
DO
ALTO
DOURO
BA
CASA DE
VIELA POUCA
RUA
DO SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’
este armazém
se
encontram
a retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
enga
rrafados
:
Vinho
tinto
de
meza.
(sem
garrafa)
150
>
»
»
»
.
1
9(i
>
Lagrima.........................................200
»
Branco
de
meza
.............................
210
»
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
270
>
de
prova
secca
..............................
300
a
Malvasia
de 2.
a..............................
360
j
>
velho
....................................
400
>
Malvasia,
Bastardo
e
Moscatel
a
50<
>
Roncão
........................................
70(i
»
Alvaralhão
........................................
560
»
Velho
de 1854
....
600
>
a
retalho
para
meza
50 e
80,
o
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
lodos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e
qualquer consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
chymico.
(N*)
Manoel Ignacio da Silva Braga
Com
estabelecimento de mercea
ria
e
eera
ESCQLà. americana
Extrai,
cura e conserta
os
dentes
ca*
riados,
colloca
dentes
artificiaes
com per"
feição.
Presta-se
a
chamados
fóra
da
cida*
de.
Consultório, Campo
de
Sant
’
Anna
n.°
1,
das
8
da
manhã
ás 5
da
tarde
(3051/
BBAGA.
II—
PRAÇA DE
ALEGRIA—II
Tem
á venda
bolacha doce.
.
. .
a
120
»
miuda
.
. .
a
120
»
>
D
Luiz. . . a
180
»
>
ingleza.
. . a
180
>
agoa
e
sal. .
a
180
requife
..................
.
a
160
doce de
chá.
.
.
.
.
a
200
paciências
.............. .
a
240
(3084)
VENDA
DE
CASAS
Vende-se
na Povoa
de
Lanhoso
e lo
gar
d
’Arrifana o
casal
denominado
d
’
< Alem>
com
todas
as suas
pertenças,
livre
de
fôro
ou
penção.
Dirigir-se
ao
proprietário
alli,
ou
nos
Chãos
de
Baixo,
n.°
6.
(3055)
â
Vende-se uma
casa
feita
de
novo,
sita
na
rua
das
Aguas
n.°
91;
po
de-se
vêr
desde
as
9
horas
da ma
nhã,
até
ás
3
da tarde.
Trala-se
na
rua
dos
chãos
n.°
13
(3086)
IÁL1 BEAL
INGLEZA
(INCORPORADA
POR CARTA REAL)
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES
A
VAPOR
Para S.
Vicente, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo e
Buenos-Ayers
Acceilando
também
passageiros
de
3.
3
classe
para
SANTOS
e
RIO GRANDE
DO
SUL
com
trasbordo
no
Bio
de
Janeiro
PAQUETES
A
SAIR
BE
LISBOA
MONDEGO.
.
ELBE
.
.
.
MINHO.
.
.
.
28
de
Abril
.
13
de
Maio
.
28
de
Maio
NEVA
.
.
.
GUADIANA .
DOURO.
.
.
.
13
de
Junho
.
28
de
Junho
.
14 de Julho
PREÇOS
COMMODOS
Cada
paquete d’esta cnmpanhia
leva
a
bordo
criados
e cosinheiros
portuguezea para
commodida
dos
passageiros
de
Iodas
as classes.
Sendo
as
passagens
pagas
na
Agencia
Central
no
Porto
ou
em
qualquer
Agencia
provincial,
a
conducção
para
Lisboa
é
por
conta da
Companhia.
A
bordo
oh
passageiros teem grátis cam», roupa de cama, co
mida feita
por
cosinheiros portuguez.es, vinho
duas vezes por dia,
assistência
medica, serviço de criados e outras despezas.
A
EXPERIENCIA
de mais
que
um
quarto
de século
tem
feito
com
que os
pa
quetes
d
’
esta
companhia
(a
mais
antiga
na
carreira
do
Brazil)
sejam
conhecidos
pela
regu
aridade, velocidade
e
segurança
excepcional
;
além
d
’isso
pela
limpesa,
boa
or
dem,
bom
tratamento
e
accomodações
a bordo,
e
pelos melhoramentos
mais
moder
nos
tanto
para
a
hygiene
como
para
a
commodidade
dos
passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande
concorrência
que
teem
de
passageiros
e
pelos
agradecimentos
de
mais
de
mil
e
cem
passageiros
d’
entre elles
feitos
por
es-
cripta como
consta
de documentos
archivados
em varias
agencias.
SÀO ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez
para
a
conducção
das
suas
malas
do
correio,e
por
este
serviço
recebe
a
companhia
um
importante
subsidio.
TIVERAM ESTES
PAQUETES
a
honra
de
conduzir
Suas
Magestades
o
Impera
dor
e Imperatriz
do
Brazil,
como também
S.
A.
o
Infante
D.
Augusto.
TODAS
AS
INFORMAÇÕES
e
bilhetes
de passagem
podem
ser
obtidos
no
POR
TO na
AGENCIA
CENTRAL, rua
dos Inglezes.
23;
o
agente
GUILHERME
C. TAIT;
e
nas
províncias
nas
agencias
e
correspondências
estabelecidas
em
todas
as
princi-
paes cidades
e
villas.
Agente
em
Braga
o snr.
João
Manoel
da
Silva Guimarães,
Rua
do
Souto.
i
—
f
k;
ÍSKAG-A.
&
^RUA
DES.
MARCOS,
N.
5.1
jg
Vende
papeis
pinta-
y
dos
para
guarnecer
sallas,
B
lindíssimos
gostos,
a
prin-
g
J
cipiar
em 80 reis
a peça.
1
—
a
Vende olio,
tintas
e
4 vernizes
para
pinturas de
■?'
casas,
tudo
de
boa
quali-
B
è?
dade.e
preços
muito
resu-
A
midos.
H
g
Vende cimento
roma-
||
'Á
no
para
vedar
aguas, ges-
g:
A
so
para
estuques
de
ca-
à
sas,
tudo
de
primeira
qua- B
|
lidade.
(Z*J
g
ATTENÇÀO
No
largo
de
D.
Gualdim
n.°
1
casa
de
José
Maria
Torres Machado
vende-se
milho
branco
a
580,
e
550
reis
a
reta
lho,
por
junto
á
abatimento,
pelo
mesmo
preço
se
vende
nas
casas
do
annuncian-
te
na
ponte
de
Prado.
(3087)
CONFEITARIA CENTRAL
flft, Hua
<le S.
Mareos, 15
Recebeu
directamente de França um
variado sortimento
de
amêndoas,
caixinhas
e
cartonagem,
proprias para
amêndoas
e
queques,
e
pão
de
ló.
rebuçados de
ovos
e
mais
qualidades,
e
muitas
outras
cousas
próprias
do
seu
estabelecimento,
que
tu
do
vende
por
preços
rasoaveis.
(3083)
O
professor
em
artes,
lettras
e
scien-
cias,
membros
do
clero
e
magistrados, io
do
o
medico,
cirurgião,
dentista
e
artista,
que
desejem
obter o
titulo
e
diploma
de
doutor
ou
bacharel honorário,
pódem
di
rigir-se
a
Medicus,
rua
do
Rei,
46,
em
Jersey
(Inglaterra).
(3070;
~
JOSE‘ 1)A SILVA
FU
j
XDÃO
Com
loja de fato feito
68,
Campo
de
SanCAnna
[lado
de baixoj,
68
Participa
aos
seus
amigos
e
fre-
g'iezes,
tanto
d
esta
cidadacomo
TF&?
das
províncias
que
tem um bonito
1
e
variado
sortimento
de
fato fei-
to,
casimiras
para
fato
muito
baratas,
corteá
de
calça
a
1^500,
2$000
e
2^500
reis;
tudo
fazendas
modernas.
Guarda
pós de casimira
e
de alpa-
ques inglezes,
roupa
branca,
assim
como
camisas
de 600
reis
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
panno
familiar,
e
meoles,
bonets de
gorgurão
de
seda
e
de
casimira
de todas
as
qualidades,
de
500
rs.
até
8011; mantas
de
seda
de
to
dos os feitios.
Encarrega-se
de
fazer qualquer
obra
que
lhe
seja eocommendada,
e prompti-
íica-se a ficar com
ella
quando
não
fique
á
vontade
do
freguez.
(1*)
BRAGA
:
TYPOGRAPHIA
LUSITAMA
—
187
6
