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Parte de N.º 711 de 10/11/1877
- conteúdo
-
FOTuIIA
COMMEKCIAI-
B8i:r,I<-IOSV )E IWOTMOOSA-
-
’
• • •
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS DA COSTA,
RUA NOVA
N.°
O
E.
5.° ANNO
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes..............................
1&600
»
.6
.......
8o0
Correspondências
parlic.
cada linha
40
Annuncios
cada*
*
linha.
. .
•
.
.
• 20
BílAGA-3%ISBAI*o
IO
BE
KOVEUBR» I>E
1877
A
h
nosHaH
eolonian.
Tem-se
por ahi
fallado
muito-
na ne
cessidade
que
ha
de
promover
o
desen
volvimento
e
a
prosperidade
das
colonias
que
ainda
possuímos.
E’
um desejo
santo,
e
qufe
o coração
que
seja
verdadeiramente portuguez,
hade
abrigar
poe
força.
Se
ainda podemos vir
a
recuperar
al
guma
fTaquetla importância
que
já
tive
mos
na
Europa,
é
unicamente
por sermos
uma
nação
colonial.
Mas
não
basta
para isso o
lermos
ajn-
da
um
grande
terrilorio
além-mar,
se
nos
não
empenharmos
por
eleval-o
á
sua
ver
dadeira
altura.
Com
melhores
governos
do
que
os
que
temos tido,
as
nossas
possessões
seriam
hoje
ílorescentissimas,
sem
qúe
precisás
semos sobrecarregar
annua!mente
o
orça
mento
geral
do
estado
com
quantias
exor
bitantes
em
contigentes,
reforços
milita
res,
commissões
d’exploraç,ão
e
outros
muitos
paifiativos,
que
são
apenas
remé
dios
de
momento,
para
as grandes
neces
sidades
que sentem
aquellas
províncias.
A
Inglaterra,
a quem
nós
levamos,
por
assim
dizer,
pela
mão,
á Índia,
tem
hoje
lá
um
ílorescentissimo
império,
e
o
mesmo parece
que
planisa
na
África;
ê
nós
que
primeiro lá
obtivemos
um
exten-
sissimo território,
estamos
em
risco
de
perdel-o,
graças
ainda
mais
que
á
nossa
incúria,
ao
nosso
orgulho
que
nos
não
deixa
confessar
nossos
êrros,
e
menos
ainda
remedial-os.
Por
que
não
adoptam
os nossos go
vernos
os
mesmos
meios
que
empregam
as
demais
nações,
para
civihsarem
as
suas
colonias?
•
Perguntem
á
nossa
visinha
Hespauha,
á
França
republicana,
ou
á
Inglaterra
pro
testante
o
modo
como
tem promovido
o
adiantamento
e
prosperidade
nas
suas
pos
sessões
colomaes,
e
depois,
se
deveras
desejam,
o
que
apregoam,,
não
vacilem
um
momento
ein
facilitar.-lhes
esses
meios.
Entre
nós.
porém,
ha o
costume
de
importarmos
de
(óia
unicamente
os maus
exemplos;
e
porisso emquanlo que
vemos
todas
as
demais
nações
empregarem
as
ordens
religiosas
na
civiiisação
e
conse-
guinlemente
engrandecimento
das
respecli-
vas
colonias,
nós
mandamos
cada
anno
para
lá
alguns
sol
lados, dos
que não ser
vem
nos
corpos,
e
contentamo-nos
depois
com
sabermos
que
gastamos
mais tantos
contos
de
reis.
Que miseráveis
são
os
nossos
homens
«Testado!
E
depois
faliam
em
muito
patriotismo...
ODIO AO
CLERO E Á RELIGIÃO PROMOVIDO
PELOS
L1BKRAES.
(.Conclusão)
E
a
proposito'de
mações,
já
que o
<
Diário»
citou vários trechos
poéticos
de
A.
‘
Herculano,
porque
não
escolheu
lam
bem
alguns
outros
do
mesmo
auclor,
já
citados
nas
epigrales,
por
exemplo,
das
tDuas Obras
de
Misericórdia,—ensinar
os
ignorantes
e
castigar
os
que erram;
ou
enert/ica
refulaçao
do
opusculodo
snr.
Her
culano
a
proposdo
da
suppressão
das
con
ferencias
do
Casinot
?
Pois
niTo
lhes
reco
nheceu
a
paternidade
pelo eslylo?
Essas
epígrafes
são
incontestavelmente
hercú
leas.
Repetição
10
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇÁS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Províncias,
12
mezes.
'.
.
.
.
2&000
» 6
»
.........................
1&050
»
sendo
duas
assignaturas 3&600
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3&600
Eolha
avulso
........
10
N.° 711
Uma
d
’
ellas
(a
l.a) reza
assim:
«Se
a
torpe
canalha
de infames
pedreiros
A
’
quelles
que
os
podres
lhes
mosiram
patentes
Patada reviram
ou
reviram
dentes,
Também
nós
devemos na
penna
agarrando
As
bestas manhosas
ir assim
malhando,
Pois
sendo
tozadas
talvez
as
boslellas
Lhes
caiam
de sujas
nojentas
masellas.
Os
Pedreiros
—Satyra)»
O
que
lhes parece do
intolerante
poeta?
Pois ainda
não
ouviram nada
A 2.a
é como
se
segne:
«
.
.
.
é
innegavel que qualquer
pedreiro
Tem
menos
vergonha
que
um velho
ra
feiro;
Zurzidos
mil
vezes, mil
vezes
balidos
A’ voz
da
justiça
jáinais
dão
ouvidos;
Dos
reis
e
dos
povos
jurados
contrários
São
elles
em
pe<o
e os
seus
vãos
sectários
Uns
certos
que
encontro
prégando
por
fora
Que
o
rei
é
serpente
que
os
povo devora».
Que
tal
o
eslurrado
realista!
Continua
neste
tom,
até
que
na
6.a
se
revela
completamente
o
fanalico.
Ora
ou-
çam-n
’a
os
leitores
e
os
proprios
ho
mens
do
«Diário
de
Noticias»
(já
que não
nol’a
quizeram
fazer
ouvir):
«Talvez
isto
sare
os
seus
males
cruentos
Que
pútridos
tornam
os
pobres
jumentos,
Porém se quizerem
de
todo
cnral-os
Das
fétidas
chagas=recipe=enforcal-os.
.
.
.
que
á
seita
.vendido
A
patria
trahiste,
ladrão
fementido,
Que
escravo
nos
queres
de
um
jugo
es
trangeiro.
Maus
raios le
escachem
damnado
pedreiro;
Odeio-le
tanto,
mação
desgraçado,
Que
daria
a
vida
por
ver-te
enforcado».
Isto
é
que
é
fanatismo
elevado á 5.
a
potência
!
O
audior,
mais
tarde
chegaria
a
odeiar
deste
modp os
*
padres?
E
’
permittido
duVidar.
Até,
a
fallar
a
verdade,
nos
parece
que
não
odeiou
ninguém.
. .
ao
me
nos com
odio perfeito.
.
.
Por
ultimo,
na
8.
*
:
•
«E
vós
já
finados antigos
pedreiros,
Nem
por
ser
idosos sois
menos
sendeiros
Portanto
entre
â*
turba
que
eu
canto
w
ufanoso
Também
vos
pertence
lugar
glorioso».
Tudo
isto,
sim que
não
parece
lá
muiio
tolerante, nem
muito christão
!
N
’
isto
sim
que
ha
fanatismo
(e
caro
lhe
custou,
segundo
disseram
ainda
ha
pouco
seus
proprios
amigos
no
«Diário
de
Noticias», este
seu
fanatismo
político
de
realista
apparentemente
sanguinário).
Não ha fanatismo
nem
intolerância
em
não
se
prestar
um
padre catholico,
a
fazer
exequifis
catholicas
a
shismaticos
e a
li
vres
pensadores,
excommungados
por
si
mesmos,=a
quem
se
não
devem.=a
quem
se
presume
que
as não
quereriam
se
fossem
consultados.
Não
ha
intolerância,
não
ha fanatismo
em
não
prestar
honras
lunebres
de
uma
certa
religião
a
quem
essa religião
abju
rou,
e
não pertence
por
conseguinte
ao
seu
grémio.
Nem o
snr.
I
uciano
Cordeiro,
nem
o
snr.
Bulhão
Pato
são
capazes
de nos
dizer
o
contrario. ..
Pode-se
por
ventura
ser
ao
mesmo
tempo
racionalisla ou
livre pensador £
ca-
|tholico
apostolico
romano?
O
«Diário de Noticias»
dirá
certamente
que
não.
Ora,
que
A.
Herculano
(a
quem
Deus
tenha
perdoado)
fosse «philosopho»,
no
sentido
racionalisla
o
proprio
«Diário»
o
tem
dito,
e
por
isso
mesmo o
tem
elo
giado.
Demais
que
suas
obras
faliam
alto.
Como
pois
estranha
que
haja quem
o não
tenha
por
catholico
?
Como
nos
vem
dizer
com
ares
de
amarga
censura
que
«o
clero
bahiano
fechou
arbitrariamente
(sic!—
Po
deria
obrar
de
outra
maneira
sem
faltar
aos
seus
deveres?)
a
porta
do
templo
do
Deus dos
christãos»,
etc?.
Mas
fallando
rigorosamente,
elle
não
fechou
portas
nenhumas; apenas
como
está
dito, não
se
quiz
prestar
a
um sa
crilégio
e
a
um
attentado
contra
as
leis
da Egreja, que
no Brazil,
como
em
Por
tugal, são também
leis
do
Estado,
repe
timos!
. . .
Dirijiria o
«Diário»
semilhantes censu
ras
a
uma
loja
maçónica
que
se negasse
a
fazer
exequias
em
honra
de
um
pro
fano
?
Certissimamente
que não.
E
se
esse
profano
ainda
por
cima
a
ti
vesse
hoslilisado ?!
Tiveram
por
vontura
exequias
os gran
des
orientes
quando
falleceu
o
padre
Bar-
ruel,
ou
Feller,
ou
Cretineau?
Ou
esppra
o «Dierio»
que
"as
farão
quando
passaram
a
melhor
vida
Gautrelel,
Gyr,
o
snr.
Souza
Monteiro do
«Bem
Publico»
e
tantos
outros
que
a
tem
desmascarado?
E
se
assim
não acontecer
hade
cha
mar
aos
mações
«vis
hypocrilas»,
e
dizer
que «vertem
o
fel
da aflronla
sobre
uma
ossada
nua» ?
E
’
impossível.
Mas
então
está
brincando!
Pois
snrs.
diaristas,
com
coisas
serias
não
se
brinca:
Ao
menos
sem
protesto,
e
mui
solem-
ne,
de
quem
não
gosta
dè
similbanles
brincadeiras.
GAZETILHA
•
Asylo de
I>.
Pedro
V.
—
A
direcção
do
Asylo de
D.
Pedro
V
íicou
composta
do
modo
seguinte:
Presidente:
José
Maria Rodrigues
de
Carvalho.
— Vice-Presidente:
Padre
José
Luciano
Gomes
da
Costa
—
Secretários:
Padre
Luiz
Gomes
da
Silva,
José Maria
Gomes
Bello.
—
Thesoureiro;
Francisco
Antonio d
Araujo
Reis.—
Vogaes:
Antonio
Joaquim
Moreira,
Antonio
José
Gonçalves
Braga,
Antonio
de
Moura
Monteiro,
Antonio
Vieira
d
’Araujo, Domingos José
Ferreira
Braga, Felix
Antonio
da
Rocha,
João
Luiz
Pipa,
José
Pinto
Barboza.
—
Inspeclo-
ras,
.as exc.'
UòS
snr.
a8:—
D,
Adelaide
Pinto
Rebello, D.
Adelaide
Sophitf
Marques
Braga,
Condessa
de Margaride,
D.
Deltina
Luiza
Neves
Machado,
D. Gabriela
Raio,
D.
Guiihermina
d
Almeida
Gaites,.
D.
Luiza Carolina
Neves
de
Carvalho,
D.
Maria
Carolina
de
Carvalho
Braga,
D.
Maria
Juba
Couio
Reis,
D.
iMaria
do
Lorelo
Coelho
da
Rocha,
D.
Thereza
de
Jesus
Simas,
Viscondessa de
Pindella.—
Commis
são
d
’
exame
de
contas:
Fulgencio
José
da
Costa
Guimarães,
Manoel Ignacio d
’Oliveira
Braga,
Manoel Joaquim
Gomes.
—
Supplen-
tes:
Antonio
Bernardino Pinto
de
Madu-
reira, Clemente
José
Fernades,
José
Antonio
Alves
Pereira.
aEseriptog
CatllaolícoH
«Tlion-
tem».
-Com
esta epígrafe
escreve
o
«Ca
tholico»
d
’Angra:
E’
o
titulo
d'um
interessante
livro
que acaba
de
sahir dos
prelos
do
snr
Teixeira
de Freitas,
da
cidade
de
Guima
rães.
O
mais completo
elogio,
que
d
’esla
obra
se
pode
fazer,
é
dizer-se
que o se.
anctor
é
o
hem
conhecido
e
festejado
es
criptor
padre
Senna
Freitas,
que
quiz
reunir
n’
um
opusculo vários artigos
seus,
sobre
differentes
assumptos,
publicados
n
’
alguns
jornaes
religiosos
do
paiz.
Bella
ideia
foi
esta,
porque
seria
muito
para
sentir
que
tão
preciosos
escriplos
fossem
apenas
destinados
para
a
leitura
de
um
dia,
como
ordinariamente
acontece
com
os
jornaes
que
por
toda a
parte
fervi
lham.
De
uma
grande
parte
d
’
esses
artigos
tínhamos
nós
conhecimento,
porque
os
havíamos
lido
em
muitos
jornaes
religio
sos,
mas nem
por
isso
deixamos
de
lèr
com
a
mesma
curiosidade
e
interesse
as
esplendidas
paginas
dos
Escriplos
Calholicos
d
’honlem,
que
o
seu
illustrado
auclor
soube
concatenar
de
uma maneira
surprehen-
dente.
Estamos
certos que o primoroso
livro
que
gostosamente annunciamos
e
recom-
mendamos,
s^rá
acolhido
por
todos
os
amantes
das
letras patrias
com
a
mesma
sòfriguidão com
que tem sido recebidas
lojias
as
obras
saidas
da
penna
fecunda
do talentoso
Sacerdote,
honra
e gloria
do
Clero
portuguez.
Que
essa penna
preciosa
se
maneje
sem
cessar-,
é o
que.do
coração
almeja
mos. porque
grandes
serviços
está
pres
tando
á
causa
da religião,
mui
principal
mente
depois
da
grande
e
bem
merecida
aura
que
tem
sabido
grangear
de amigos
e
adversários.
Pnute
metaliea
«obre o
Uouro.
—
O
periodico
intitulado
«O
Pae
P.mlino»
traz
a
Seguinte,
descripçào
d
’
esla
obra
monumental;
«Esta
ppnte
é
formada
por
um
grande
taboleiro
de
35í,
ni375
de
comprido, divi
dido em
tres
grandes
porções,
lendo
o
taboleiro
lateral
(da
parle
da cidade)
132,m700;
o central
51,
m
48'l;
e
o da
par
te
da
Serra
170,
rn
Ò75;
o que falta
para
preencher
o
total
do
comprimento
do
ta
boleiro
vae
nos
dons
inlervailos qne
ha
entre
elles,
de
0.60
cada
um; altèndendo
á
dilatação do
ferro.
Toda
esta
massa
enorme
formada
por
elegantes
e solidas
cruzetas,
de
Santo
An
dré,
de ferro
balido,
assenta
sobre
um
syslema
mixlo
de
cinco
pilares
em
tudo
idênticos
ao
systema
do
taboleiro,
e
em
um
immenso
arco
que tem
160 metros
de
luz,
62
de
altura
desde
a
superfície
do
rio,
na occasião
da maré
baixa,
até
ao
seu extra-dorso,
com
mais
dous
pilares
sobre
si, um
de
cada
lado.
Partindo do
Porto,
a
distancia
entre
o
estribo
e
o
eixo
do
primeiro
pilar
é
de
36,
'
n
875;
d
’
aqui
ao eixo do segundo
37,
m37õ;
ao
do
terceiro
28.
m
750. Aqui
tindam os
pilares
da
parte
do
Porto;
e
o
taboleiro
vae
tirmar-se na parte
superior
do
arco
á
distancia
de
28,
m
750;
seguem-
se 52
metros
em que
o
extra-dorso
do
arco
se
liga
infimamente
com
o
taboleiro,
tendo
uns
10
melros
em
que
o
proprio
arco
serve
de
leito
á
via;
continha
o
ta
boleiro
na
extenção de
28,
m
750
até
ao
eixo
do
primeiro
pilar
da parte
da
Serra,
d
’
aqui
ao
eixo
do
seguinte
ha um
espaço
de
28,
m
750,
d
’
aqui ao do
terceiro
pilar
37,m375;
d este
ao
do quarto 37,
m
375,
e
linalmente
d’aqui
até
ao
estribo
do
lado
da
Serra
36,
‘
“
875.
A
nascença
do
arco
que
lem
15
me
lros
de
largura
apoia-se
sobre
fortíssimos
encontros
de alvenaria
á
altura
de
13,m
88
isto
é:
l,
m
-270
mais
elevado
do
que.
o
ponto
onde
chegaram
as
aguas
do
Douro
na
cheia
de
1860.
A
altura
dos
cinco
pilares é de
35,ra
970
para o primeiro,
indo
da
cidade:
42,
ra
935
para
o
segundo;
42,
“
't)35
para o
terceiro
e
o
nobre
cão,
agarrando-o
pela
roupa
e
á costa.
d
’inauditos
exforços.
pois
a
cor
rente
o
levava,
poz
seu
inimigo
em
terra,
saLvando-lhe
a
vida.
Cluerrn
do
Oriente.—
Os
últimos
telegrammas
relativos
á
guerra
do
Oriente,
são
os
que
seguem:
Paris
6—
DeScobriu-se
na
Rússia
uma
junta
revolucionaria.
Tem
havido
varias
prisões.
Vienna 6
—Estão
concentrados
em Ti-
mok
25:000
servios.
Os
periódicos
do
principado
sustentam
uma
linguagem
bei-
licosa.
A
população
mostra,
porém,
pouco
entbusiasmo.
,
Constantinopla
6—
Foram
presos
nu
merosos
dignatarios
turcos. Crê-se
que
foi
descoberta
uma
conspiração
do partido
de
Moura
d.
N
’
um
reconhecimento
operado
pelas
tropas
turcas
em
Rahowa
os
russos
foram
repellidos
até
Elena,
perdendo vários
re-
ductos
e
munições.
Paris
6
—
Confirma
se
o desebarata
mento
de Moukhtar-Pachá,
cujas tropas
foram obrigadas
a
retirar
precipitadamente
para
Erzeroum.
E
’
provável
a rendição d’esla
praça.
Tiflis
6—
A
batalha
de*
hontem
nas
pro
ximidades
de
Erzeroum
foi
.derrota
geral
para
os turcos.
Os
russos
occuparam
Devi-Boyan.
Mouk
Inar-Pachá
teve
tenção
de
defender-se em
Erzeroum,
mas
os habitantes
oppozeram
se
com receio
do
bombardeamento.
Mouk
htar-Pachá
Ceve,
portanto,
que
se
retirar
para
Trebizonda.
Constantinopla
6
—
Suleyman-Pachá
con
centrou
83:000
homens
em
Rasgrad
e
re
forçou
a
guarnição
de
Silistria.
Constantinopla
7
—
Os
boatos
da
cons
piração
a
favor
de Mourad
são
inexactos.
Tiveram
origem
as mudanças
que
se
fi
zeram
a
vários
servidores
de
Mourad.
Ha
noticias
de vários
reconhecimentos
russos
para
os lados de
Silistria,
Orkanie
e
Wid-
den.
Continuam
chegando
á
Rc-umania
ás
tropas
russas,
reforços.
’
S.
Petersburgo
7—Moukhtar-Pachá
eva
cuou
Erzeroum.
Crê-se
que
os
turcos
eva
cuaram
a
Arménia
Ragusa
6
—
0 príncipe
de
Mmtenegro
chamou
todos
os
montenegrinos
ás
armas
para
8
do
corrente.
Londres
7 —
Os.
turcos
estão
empre
gando
grandíssimos'
esforços para
soccor-
rer ffewna. São
frequentes
as
escaramu
ças
na
estrada
de
Orkanie.
O
«Standart»
crê
que a
mãe
de
Mourad
foi
a
instiga
dora
da
conspiração recente.
Quasi
todas
as
municipalidades
da Grécia imittem
votos
belicosos.
Um
muktricida.
—
O
tribunal
do
Sena
offerecia
na
semana passada
um
lastimoso
espectaculo.
Julio
Estevão
Chabot,
de
42
annos,
homem
de
caracter
sombrio
e
taciturno,
assassinara
sfia
mãe
no
rnez
de
maio,
em
consequência
de
graves
desintelligen-
cias
que
entre
elles
se
tinham
dado,
por
causa
da
herança
do
pae
de
Chabot,
que
não havia
muito
que fallecera.
Levado
á
presença
do
fadaver de
sua
mãe,
o
crimin
so
não
manifestou
o
míni
mo
remorso.
Aílirmava
com
um
cynismo
atroz
a
premeditáção
do
seu
altenlado,
mencionando
que
nos
fins
de
abril
com
prara
um
pezo
e
uma
corda
para
o
res-
pectivo
commettimento.
Em
seguida,
que
se
aproveitara
de
uma
situação opporluna,
e
pendera
sua
pobre
mãe
de
um
gancho,
cravado
na
parede.
Os
facultativos,
como
desconfiassem
de
um
grave
desarranjo
cerebral
no matrici-
da,
submetteram-no
a
uma
analyse
decisi
va,
e
reconheceram
effectivamente,
em
parte,
a
justificação
'
das
suas
desconfian
ças,
mas
não
em tão alto
grau que
por
meio
d’
isso
’
se exonerasse inteiramente
o
accusadd.
Julio
Estevão
Chabot
foi
condemnado
a
nove
annos
de
trabalhos
públicos.
Choque
de
eosuboios.
—
Lêmos
no
«Courrier
du Nord»,
jornal
francez:
O
comboio
de
passageiros
que
partira
de
Valencienes
para
Condé,
ás
9
horas
e
40
minutos
da
noite
de
29
do
mez
findo,
encontrou
na
bifurcação
da Bleuse-Borne
o
trem
de viajantes
que
vinha
de Lille
e
que
chega
a
Valenciennes
ás 10
horas.
Resultou
um
choque
terrivel.
O guar
da-freio
da
companhia
de
Anzin,
que
re
gressava
no primeiro
dos
comboios,
foi
instantaneamente
morto,
e
mais
de
14
pessoas
receberam
contusões
e
ferimentos
bastante
sérios.
Houve
logo
uma
grande
porção de
carros,
em
que
ellas voltaram umas
aos
seus
demicilios
e
outras
com
destino
aO
hospital.
29,mC06
para
o quarto;
e
15,m
078
para
o
quinto.
Os
dous
mais
altos
medem
na
baze
11,
m
0
sobre
4,ni80
e
na parte
superior
3,
m
095
sobre
3,
m
010 Ha
ainda um va-
randim
de
resguardo,
que
corre dos
la
dos
e
ao
longo
do
taboleiro,
havendo
de
um ao
outro
4,
m
500».
A
«Independencia
Porlugueza»
escre
ve:
«O
seu
a
seu
dono.
—
O
snr.
Anlonio
Pinto Bastos,
machinista-conslruclor
na
companhia
das
aguas
em
Lisboa,
veio
á
imprensa declarar
que
b
projecto
da
pon
te actualmente
construída
sobre
o
rio
Dou
ro,
para passagem do
caminho
de
ferro,
é
propriedade
porlugueza
e
não
estrangei
ra,
porque
o
snr.
Veríssimo
Alves
Perei
ra,
já
fallecido,
depositou
os desenhos
e
descripções
ao governo
civil,
pira
construir
uma ponte
pelo
mesmo
syslema
da adual
e
no mesmo
local,
com
differença
de me
tros.
Sendo
assim
como
cremos
pela affir-
maliva do-
snr.
Pinto
Bastos,
á
companhia
Eillel
só
pertence
a
não pequena
gloria
da
execução,
,
sendo
muito para
extranhar
que
a
mesma
cotrfpanhia
ainda
até
hoje
não
declarasse
ao
publico
que
a
ideia
não
lhe
pertence,
mas
sim
a
um nosso
compatriota,
já
fallecido.
E
’
este
um
assumpto
de
tanta
impor
tância
para
nós,
causou-nós
tão
desagra-
davel impressão
a injustiça com
que
tem
sido
tratada
à
memória
de
Veríssimo
Al
ves
Pereira,
que
vamos indagar
o
que
ha
de
verdade
em.
tudo
isto,
porque
é
preciso
que
cada
um
sé
contente
com
o
que
lhe
pertence,
embora
a
fronte qne
deveria
cingir
parte
dos
louros
esteja
ha
muito
sumida
na
voragem
do
tumulo.
Indagaremos».
ttecris
liinietito
militar.—
Por
des
pachos
do
supremo
tribunal
administrati
vo,
publicados
na
folha
ofticial
de sexta
e
sabbado.
fôram
resolvidos,
entre
outros,
os
seguintes
recursos,
pela
fôrma
abaixo
declarada:
Ficaram isentos:
Districto
de
Draga
—
Concelho
de
Bar-
celios
—
Manoel,
filho
de
Joaquim
José
de
Brito,
da
freguesia
de
Faria.
*
Ficaram sujeilob:
Concelho
e
districto
de
Braga—
Antonio,
filho
de
Manoel
da
Rocha,
da
freguesia
de
S.
Lazaro.
Concelho
de
Villa
Verde—
Augusto,
fi
lho
de
Manoel
José
Ribes,
da
freguesia
de
Duas
Egrejas;
João,
filho
de
Antohia
Luiz
Fernandes
e
Custodia
Gonçalves,
da
fre
guesia
de
Freiriz;
Francisco,
filho de
An
tonio
José
Rodrigues,
da freguesia
de
Loureira;
Francisco,
filho
de
Antonio
da
Silva
e
de
Maria
da
Conceição,
da
fre
guesia
de
Porlella;
Bento,
fiifio,
de
Maria
de
Souza
e
José
Manoel
Rodrigues, da
freguesia
de
Riojnau.
Concelho
de
Vieira
—
Manoel,
filho
de
Custodio
José
Rebello, da
freguesia
de
Eira
Vedra.
Concelho
de
Barcelos
—
João,
filho
de
João
Ferreira.
da
freguesia
de
Parelhas;
Antonio,
filho
de
Anlonio
Marques
Curto,
da
freguesia de
Roriz;
Anlonio filho
de
Luiza
de
Macedo,
da
freguesia de
Ucha;
João,
lilho de Manoel
Martins
Pilta,
da
freguesia
de
Villa
Cova;
Antonio
Luiz,
fi
lho
de
Francisco
de
Miranda, da
freguesia
de Ballugães;
Martinho
Anlonio
Gomes
da
Purificação,
filho
de
Maria
Joaquina
da
Silva,
da
freguesia
de
Carreiros;
Joaquim,
filho
de
Manoel
Joaquim
Lopes,
da
fre
guesia
de
Grimancelhos;
Joãw
Luiz,
filho
de Manoel
Affonso
de
Souza
Dias;
da
fre
guesia
de
Santa
Maria
Maior.
Colheita.
—
No
districto
de
Bragança
fizeram-se
no
mez
findo a
maior
parle
das
vindimas.
O
anno
foi
abundantíssimo.
Quasi
todos
os vinhateiros
tiveram
pelo
menos
o
dobro
do
vinho
que
recolheram
o
anuo
ue
não
terem
vários
servidores
de
Mourad.
Ha
passado,
e
ha
muitos
lavradores
q
leem
onde o
guardar,
apesar
de
augmentado
muito
o
vasilhame.
Os
olivedos
acham-se
também
carregados
de
fruclo
e
promettem
colheita
será
boa.
Antes
assim.
Amor
de
cão.—
Succedeu
ha
pou
cos
dias
em
Sierak,
no
Mosela,
uma scena
estranha.
Herr
Schmidl
linha
um
cão,
do
qual
queria
desfazer-se.
Levou-o
n'um
barco
a
meio
do
rio,
amarrou
uma
pedra
ao
pescoço
do
animal
e
atirou-o
á
agua.
O
animal
foi ao
fundo
em
pouco tempo:
mas
na
lucta
da
agonia
a
pedra despren
deu-se
da
corda,
e
o
fiel ceo subiu
á
su
perfície
e
tractou de
alcançar
o
barco.
Seu
dono,
então,
começou a
querel-o
afogar,
einpurran-o;
o
cão
teimava;
faltou
a
pa
ciência
ao
homem,
empunhou
o
remo,
e
com
tal
força
quiz dar
a
pancada,
que per
deu
pé
e
cahiu
á
agua.
Não
sabia
nadar,
muito
que a
Preço
do»
eereaes
—
Na terça-feira
ultima,
n
’esta
cidade,
o
preço
dos
cereaes
foi :
Trigo.
MHho
alvo.
Centeio
.
Milho branco
.
»
amarello.
Painço.
.
Cevada.
Balata.
Feijão
vermelho.
»
»
860
580
480
410
400
400
560
480
880
680
800
600
480
58500
amarello.
branco
.
»
rajado
.
»
fradinho.
Azeite.
.
.
Assassínio.
—
Lê-se
no
«Commercio
do Porto»
:
N
’
uma
pequena
povoação
de Hespa-
nha
deu-se
ha
pouco
um-assassinato,
des-
apparecendo
o
cadaver
da viclima.
Na
companhia d’
esta,
‘
no
momento
da
perpetração
do
crime,
ia
um
cão,
fiel
e
amigo,
que
nunca
abandonara
seu
dono.
Passados
dias
a
auctoridade
judicial
leve
denuncia
de
que
na.povoação
havia
pido
assassinado
um homem, suppondo-se
estar
enterrado
n
’
um campo
dos
arredo
res
o
corpo
d'elie.
Deste
facto
se
deu
conhecimento
no
posto
dos
guardas,
os
quaes
desde
logo
começaram
as
suas
investigações,
acom
panhados
pelo
cão, que
farej«va iuipacien-
lemenle
lodos os terrenos.
De repente,
o
animal
eálacou
n
’
um
sitio,
uivando
dolorosamente
e
escavando
a
terra.
Aproximaram
se
os
guardas
e
retiraram
algumas
pedras
que
encobriam
uma
cova,
cuja
terra
parecia
ter
sido
revolvida
ha
p
u-
co
tempo.
Depois
de
algum
trabalho,
depararam
no
fundo
d^lla*
com
um corpo
inânime.
Era
o
cadáver
do
homem
que
fóra
assassi
nado.
O
cão
tinha
descoberto
a
viclima.
O
seu
instinclo
havia mais
uma vez
com
provado
a
sua
gratidão
e
fidelidade
pelo
homem.
•
Carta
de
Uoantla.
—
Õ
«Diário
de
Noticias»
extrahe
o
seguinte
de
uma
car
ta
de
Loanda
:
«No
lunch
e
baile, que
os
ofliciaes da
corveta
«Sá
da
Bandeira»
deram
no dia
16
de
setembro
aos
exploradores
porluguezes
e
ao
americano
Stanley,
disse
este
as
seguin
tes
palavras ;
—
«Que
durante
a
sua
longa
travessia
tinham
sido os portuguezes os
úni
cos
europeus,
cujo
nome lhe
tinha
chega
do
aos
ouvidos
;
que,
pelo
que
conhecia
da
historia,
sabia desde
muito
que
eram
os
portuguezes
os
primeiros
que
tinham
levado
a
civilisação,á
África
;
inas que,
da
sua
viagem,
se
persuadira
que
a
influen
cia
d’elles
era
muito
maior
do
que
até
en
tão
suppunba
e
a.unica que
se
conservava
ainda
com
vigor
inalterável
entre as
tribus
selvagens.
Tinha
sido
delido
por
estas
em
va
rias
guerras
que
contra
ellas
sustentara;
mas
todas
as
que
o haviam
festejado
e
prestado
serviços
se
gloriavam
de
ser
por-
luguezas
e
prenunciavam
com
respeito o
nosso
nome
nacional.
Por
tudo
isto e
pelo modo
como
tinha
sido
reeebido
pelos
portuguezes
da
costa
Occidental,
lhes
eslava
profundamente
gra
to.
Fazia
votos
pelo
bom
exilo
da
expedi
ção
pórtugueza.
Allirmou
a
sympalhia
e
admiração
de
que
os
seus
compatriotas
estavam,
como
elle,
possuídos
para
com
a
nação poruj-
gueza.
E
concluiu
dizendo
que
acreditava
firmemente
serem
os porluguezes
os
únicos
europeus
que poderiam,
seguindo
as
pisa
das
dos
seus antepassados, levar satisfa
toriamente
a cabo
a
grande
obra,
ence
tada
e
proseguida
sempre
por
elles,
da
ci-
vilisação
de
África para
a
qual
elle,
Sanl-
ley,
dera
um
pequenino
contingente
»
A
’s
pessoas
caritativas.
—
Na
rua
Direita,
da
freguezia
de
S.
Pedro
de
Ma-
ximinos,
n.°
18,
existe
uma
entrevadinha,
de
16
annos
de
idade,
e
filha
de*
paes
extremamente
pobres,
que
continuamente
soííre
dôres
tão
acervas,
que
só
as
almas
bemfazejas
lhe
podem
dar
algum
allivio,
soccorrendo
a
com
uma
esmola
pelo
divino
amor
de
Deus.
A
’s almas
earidosas.
—
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
uma
infeliz
viuva,
moradora
na
rua
de S.
Bernabé,
n.°
13, (solão).
Tendo
80
annos d
’edade,
e
porisso
sem
poder
applicar-se
a
qualquer
trabalhoy
lucta
com
a
miséria
extrema.
Appelo
á caridade.
—
A entrevada
Maria
Antonia
Ferreira,
viuva
do
Anlonio
dos
Granginhos,
e
que
ha
tempos
saiu
do
Hospital
com
moléstia
incurável,
tem
agora
os
seus
padecimentos
mais
aggravados,
achando-se
sem
meios
de
subsistência
pa
ra
poder
tratar-se no
pouco
tempo
que
lhe
resta
de
vida.
Imploramos,
pois,
a
caridade
das
almas
piedosas,
para que
se
lembrem da
infeliz
com
umâ
esmola.
A
sua
residência
é
na
rua
do
Alcaide,
n.°
17,
u
’
um
quarto
á porta
da rua.
BA.UO
150
7HNMO
Resumo
do
Activo
e
Passivo
em 3/
de
Outubro
de
1877.
Activo
84:7038361
135:0518191
2(8:163^220
64:800^000
134:0038604
Caixa
: existência em
metal.
Agencias no
paiz
.
. . .
Papeis
de
credito.
Acções
de
c.
própria
.
.
Hypothecas
de
raiz
.
Empréstimo
sobre
penhores
.
9424:8775
Emprestámos
a
Gamaras
Mu-
nicipaes
e
á Junta
Geral
.
100:0658646
Leiras
descontadas
.
.
.
242:768,8264
Letras
a
receber
....
9:1378667
Letras
em liquidação.
.
. 57:890^015
Letras
falsas............................. 1:850$000
Contas
êm
liquidação.
.
.
70:674^016
Saques
e
remessas
de
n.
c.
181:093^687
Saques
e
remessas
das
agen
cias
.
.
»
.
.
.
.
.
102:8228143
Agencias
no
estrangeiro.
.
116:0438427
Contas correntes
garantidas
.
592:0868653
Outras
contas
correntes. .
.
45:0668689
Generòs
recebidos
por
c.
de
penhores.
Edifício
do
Banco.
«
5'assivo
Capital
.............................
Fundo
de reserva.
Notas
em
circulação.
.
Depositantes
á
ordem.
.
Deposilos
a
praso.
.
.
D
uos
em
coma
corrente.
Dividendos
a
pagar
.
.
)iversos
credores
.
• .
Agencias
no
estrangeiro
.
Agencias
no paiz
.
.
.
Saques
e
remessas
de
n.
Saques
e
remessas
das
.agencias;
....
íeposito publico .
uetras
a
pagar.
.
.
.
.meros
suspensos .
.
.
Ganhos
e
perdas
.
.
.
.
16:8108110
. 32:3498182
2.210:8058660
.
600:0008000
.
155
0008000
6278300
.
37
34(>8360
1.004:0278585
. 132:7828126
1:5538444
.
41:1048203
.
44:9208895
.
8:8348314
c.
51:9398720
.
85:2678064
.
16:7938560
6208000
.
11:8838423
.
18:0838464
2.210:8058660
Braga,
Banco
do
Minho
6
de
Novembro
de
1877.
•
OS
GERENTES.
Francisco Casimira
da
Cruz
Teixeira.
Manoel Luiz ferreira
Braga.
BUSC»
ViEKCAVria-
»E
BKA6A
SOCIEDADE
ANONYMA DE RESPONSABILIDA
DE
LIMITADA
Resumo do
activo
e passivo d
’
este
Banco-
em
31
de
Outubro
de
1877.
Aetivo
Caixa.........
20:7178198
Letras
descontadas,
toma
das
e,
a
receber
.
.
.
173:4158702
Empréstimos
sob
penhores
94:0268390
Créditos
caucionados
em
c/c
19:2398293
Operações
a longo
prazo,
com
hypotheca
. .
.
69:1748357
Agencias
no
Reino
e
Ilhas
46:9738897
Agencias
no
estrangeiro
.
8228064
Devedores
diversos.
.
.
13:8118099
Títulos
de
Divida
Publica
11:4018420
Acções
de
conta
própria
.
200:0008000
Valores
fluctuantes.
.
.
81:0128090
Eífeitos
depositados
.
.
26:4208000
Despezas
d
’
installação
. .
4:4008000
Moveis
e utensílios.
. .
1:5348140
Gastos
geraes e
commissões.
5:9398742
Liquidações
....... 1:1968930
770:0848324
E=e=^=s==:=
a
Passivo
Capital...................................
600:0008000
Fundo
de reserva
....
2:5098127
Depositos
a
praso
.
.
105:7838602
»
á ordem.
.
.
16:2928910
Letras
em
deposito.
.
.
2:4278745
Letras
por
pagar
.
.
.
2048000
Credores
d
’
effeitos
deposita
dos .............................
'.
26:4208000
Credores
diversos
. .
.
8325100
Dividendos por
pagar.
.
.
1:9425750
Lucros
e
perdas.
.
.
.
13:67^5090
770:0815324
Braga
31
de
Outubro de
1877.
Os
Directôres,
José
Antonio
d’
Oliveira
da
Costa
Gonçalves.
João
da Costa
Palmeira.
BANCO
COMMERCIAL
DE
BRAGA.
Resumo
do
balanço
do
Banco Commercial
de
Braga
em
31
de
Outubro
de
1811.
Activo
Acções,
prestações
a
receber
1:2425500
Dinheiro
em
caixa.
. . - 22:4325807
Letras
em
carteira. .
.
.
137:0605035
Ditas
em
liquidação.
.
.
131:8515901
Empréstimo
sobre
penhores.
66:7805735
Contas
correntes
com
garan
tia.......................................
.
679:9355140
Agentes
nO
paiz.
.
.
..102:2135725
Ditos
no
estrangeiro.
. .
51:8495453
Acções
de
c.
nropria. .
.
265:5915500
Papeis
de
credite.
.
.
.
461:4475650
Diversos
devedores.
. .
.
103
0035753
Moveis
e
utensílios.
.
.
.
1:7225625
2.025:1385946
PíUBHÍVO
Capital
............................
Obrigações
.....................
Depositantes.
.
.
•
.
Agentes no
estrangeiro
Diversos
credores,
t
Leiras
em
deposito.
.
Lettas
a
pagar.
Notas
em
circulação
.
Fundo
de
reserva.
Dividendos
a pagar.
.
Lucros
suspensos. .
Ganhos
e
perdas.
:
1:000:0005000
822:3175019
5:7105323
1995894
.
27:6505821
.
25:7525565
. 48:8785174
2005000
.
53:0005000
7995790
.
21:6865085
.
18:9385275
2.025:1325916
Braga 5
de
Novembro
de
1877.
Os
Directôres
'
Luiz
Antonio
da
Costa
Braga.
Manoel
José
da Costa
Guimarães.
BANCO
DA
COVILHÃ.
Sociedade anonyma—
Responsabilidade
li-
£
milada
Capital
3.000:0005001*
reis
1.
*
emissão
—
reis
150:000^000
dividi
lo
em
1:500
acções
de
100$000
reis
cada
uma.
Balanço
em
31
de
Outubro
de
1877.
Activo
Accionistas.
.
.
...
.
4005000
Lettras descontadas
e
a
receber
......
342:9965633
Empréstimos
s.
penhores.
160:6575785
Contas
corrent.
com
caução
300:9765581
Efleitos
depositados
.
.
.
12:0005000
Papeis de
credito. ’
.
.
.
9:4675800
Agencias
no
paiz.
.
.
.
26:1385516
Ditas
no
estrangeiro.
.
.
7:9665601
Devedores
geraes.
.
.
.
11:6325'500
Mobilia e
utensílios.
.
.
1:9375159
Despezas d
’installação .
.
2:6585815
Caixa
..................................
19.0745329
895:9065849
=
=»K
== ,=i
=
==
Rassivo
Capital........
750:0005000
Fundo
de
reserva.
•
•
•
4:7775265
Funlo
para o
edifício
do
Banco
.......
5005000
Depositos
á
ordem
.
.
.
7:2675078
Ditos
a
praso.
94:9595375
Devidendos
a
pagar.
.
.
1:5465000
Crêdores
d
’efleitos
deposi
tados. ....................... .
12:0005000
Diversos
credores
.
..
.
*7:5775
423
Contas
interinas.
.
.
.
2375300
Ganhos
e
perdas
....
17:0465608
895:9065849
Covilhã
31
de
Outubro
de
1877
Os
Directôres
J.
T.
M.
Megre
Ryester.
A.
Baptista
A.
Leitão.
SAÚDE
A TODOS
sem
medicina,
pur
AGRADECIMEITOS
gantes,
nem despezas, com
0
uso
da
delicio
sa farinha
de
saúde,
,
BEVAUESClÈaE
DU
BARRY
de
Londres.
30
annna
d
’invariavel sueeesio
4
Combatendo
as
indigestões
(dispe
psia)
gastricá;
gastralgias,
flegmas,
arro
tos,
ventos,
ílatos,
amargor
na
bocca,
pi-
tuilas,
nauseas,
vomitos,
irritação
intesti
nal.
bexigas,
diarréa,
desenteria,
cólicas,
tosse,
asthma,
falta
de
respifação.
opressão,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabethes,
de
bilidades,
todas
as
desordens
no peito, na
garganta,
do
alito,
dos
bronchios,
da
be
xiga,
do
ligado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e do sangue.
85:000
curas,
entre
as
quaes
contam-se
a
do du
que
de Pluskow
e
da exm.
a
snr.a
mar
queza
de
B
eban,
da
snr.
’ duqoeza de
Cas-
tlestuard,
do
Lord
Stuard
de
Decies,
par
d
Inglaterra,
do
doutor
e
professor
Wor-
zer,
#
elc., etc.
Cura
n.°
48:614.
~
A
snr.
a
marqneza
de
Brehan,
de
sete
annos de
doença
do
ligado,
úestomago,
emmagrecimento,
pal
pitações
nervo-as
em
todo 0
corpo,
agita
ção
nervosa
e
tristeza
mortal.
Cura
n.°
62:986
—
M
‘
e
Martin, de
snp-
pressão
da
menstruação
e
dança
de
São
Guido,
declarada
incurável,
perfeitameuie
cutada
pela
Revaleseière.
Cura
n.°
65:112.—
E.
Payard,
de
gas
tralgia
e
vomitos.
Não podia suster-se
de
pé,
nem
dormir,
lendo
seúipre
a
cavida
de
do
estomago
infumecida.
Cura
n.°
62:845.—-M. Boillet,
cura,
de
36
annos de
asthma com
suílocações du
rante a
noite
Cura
n.°
10:421.
—
M
A. Spadaro,
de
uma
constipação
obstinada
de
nove annos.
Eia
terrível,
e
distinctos
médicos
tinham
leclarado
que
não havia
meio
de
cu-
ral-a
E’
seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenta
vezes
0
seu preço
em remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de lata, de
*/
4
kilo,
300
; de*/
2
kilo
800
rs
; de
una
kilo,
15400
res;
de
2
kilqs,
35200
reis; de
6
ki-
íos,
65400;
«
de 12
kilos,
125000*
rs.
Os
biscoitos
da
Revatesciére
que
se po-
lem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
era
caixas
a
800
e 15400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Revaleseière
ehoeolatada;
ella
res-
titue
0
appeltite,
digestão,
somno,
energia
e carnes
duras
ás
pessoas,
e ás
creanças
as mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
naait
que
a
carne,
e
que
0 chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
pó
e
em
paus,
em
caixas
de
folha
dt
lata
de
12
chavenas,
500
reis;
de
24
chave-
nas,
800
reis;
de 48
chavenas,
15400
;
dr
120
chavenas,
35200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
Hl
«ARRY
A
C.
a
I
j
Í
l
TISTED.—
Place
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regent-
street,
Londres. Valverde,
1,
Matfrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
sieiros,
etc.,
das
províncias
‘
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Lisboa,
(por
grosso
e miudo)
;
Azevedo
Filhos, praça
de D.
Pedro,
31,
32,
Barrai
& Irmãos,
rua
Aurea,
12—
Por
ío,
4
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia, 77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI-
NH0.=
Aveiro,
F.
E._
da
Luz
e
Costa,
pharm.
—
SDarcellos,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm.,
Largo
da Ponte.—
Wraga,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
|>raça
Municipal,
17
— Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto.—
Viann»
de
C«s-
teilo,
Aflonso
drog.,
rua
da Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
grande,
140.
—fSwiMiarftes.
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
—
Antonio
d
’Araujo Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
bilva,
drog.,
Rua
da
Bainha,
29 e 33. —
Penullel,
Miranda,
pharm.
—
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
Irmão,
Rua
da Banha
ria, 77;
J.
R.
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
1
de
Cedofeita,
160;
Fonies
&
C.
a
,
drogs.,
Pra
ça de
D.
Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San-
lo
‘
Antonio,
225 a
227.
—
Ponte do
Id-
asa.
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
— P
ovoa
do
Vnrzim,
P.
Machado
de
Oliveira,
pharma.
—
Valewça do
Minho,
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.—
Villa
«lá
Conde,
A.
L.
Maia
Torres,
pharm.
D.
Thomasja
Julia
de
Sousa
Cruz,
Es
tevão
da
Costa
Ribeiro
da
Cruz,
o
pa
dre
Francisco
Ignacio
da Costa Ribeiro
da
Cruz
e
o
padre
Ignacio
Jacinlho
da Cruz,
penhorados
em
extremo
pelas
provas
de
amisade
e
consideração
que
receberam
por
occasião
do
fallecimento
e
enterro
de
seu
sempre
lembrado
thio
o
snr.
padre
Fran
cisco
Ignacio
da
Costa
Ribeiro
da Cruz,
patenteiam por
este
meio
o
seu
profundo
reconhecimento.
E
’
-lhes
grato
especiali-
sar
os
snrs.
vereadores,
e
revd.
os
sacer
dotes
que
até
de grandes
distancias
con
correram
gratuitamente
ao
enterro,
que
teve
logar
no
dia
3
do
corrente,
na
egreja
de
SanfAnna de Vimieiro
(594)
Os
abaixo
assignados,
penhoradissimos
pela
distincta honra
que os
illm.
os
eexm.
os
snrs.
se
dignaram prestar d’
assistir
aos
ollicios
fúnebres
celebrados
no
templo
dos
Congregados
no dia
2
do
corrente
mez
de
novembro
pela alma
de nossa saudosa
ir
mã
e
cunhada
D.
Oliva
de
Sousa
Rebello,
e
que a
acompanharam
ao
cemiterio;
gra
tos
aos
sentidos pezames
que
lhes
dirigi
ram.
bem
assim
muitas
snr.
as
,
por
tãfo
an
gustiosa
occasião,
protestam
por
este
meio
o
seu
reconhecifnento
eterno.
Adelaide
Julia
Pinto
de
Sousa
Rebello
Albino
de
Sousa
Rebello
Antonio
José Pinto
da
Costa
Rebello.
(599)
Os
abaixo
assignados,
agradecem
por
este meio,
na
impossibilidade
de
o faze
rem
pessoalmente,
a
todos
os
illm'.os
snrs.
que
os
cumprimentaram
pela
occasião
do
fallecimento
de
seu extremoso filho, so
brinho
e
afilhado.
Joaquim
Fernandes
da
Silva Araújo;
e
bém
assim
de
acompa
nharem
o
seu
cadaver
ao
eemiterio
pu
blico,
na
tarde
do
dia
4
do corrente,
pro
testando
a
todos
o
seu
indèlevel
reconhe
cimento
e
gratidão.
Braga
8
de novembro de 1877.
Manoel
Joaqnim
da
Silva
Araújo
Ursula
Rosa
de
Jesus
da
Silva
Araújo
Joaquim Fernandes
du
Silva
Braga
Maria
d'Assumpção
Oliveira Braga.
(60H)
José
Antonio
da
Silva
Gomes, d’esta
cidade,
curador
fiscal ‘
provisorio
da
mas
sa
fallida
de
Oliveira*
&
Filho,
íirma
com
mercial,
d
’esta
cidade,
faz
publico
que por
ordem
e
despacho
do respectivo
Juiz
Com-
missario,
está
assignado
o
dia
24
do
cor
rente'
mez
de
novembro
por
10
horas
da
manhã,
no
Tribunal
Judiciário, d
‘esta
mes
ma
cidade,
para
a reunião
dos credores
do
falíido,
afim
de
se
tratar
da
verificação
dos
seus créditos.
Braga
8
de
novembro
de
1877.
O
curador
fiscal
(597)
José
Antonio
da
Silva Gomes.
AVISO-
Antonio
Gareia,
avisa
ao
respeitável
público
que,
a
sua
carreira
que
tinha
dia
ria entre Braga,
Villa
Verde
e
Pico,
mu
dou
o
seu
escriptorio
para
casa
do
snr.
José
de
Sousa
Vasconcellos
Largo
de
S.
Francisco.
(598)
No
dia
12
do
corrente,
pelo
anterior
ser
impedido
em
conformidade
do
esla-
taluto
do
Asylo
de
D Pedro
V, celebrar-
se-ha
uma
Missa
de
Requiem
por
alma
do
Snr.
D.
Pedro
V,
que
terá
logar
na
egreja
da
Penha,
pelas
11
horas
da
ma
nhã,
e
á
qual
assistirá
.a
Direcção
e
pes
soal
interno
do
referido
Asylo.
Braga,
Secretaria
do Asylo
5
de
novem
bro
de
1877.
O
secretario
P.
e
Luiz
Gome?
da
Silva.
Frnciscisco José
de
Barros
&
C.
a
da
freguezia
de
Fonte
Arcada,
conselho
da
Povoa
de
Lanhoso,
annuncia
ao
publico
que
abre
uma
nova
carreira
diaria
entre
Simães
e
Braga,
a
sair
de
Sirnães
ás
5
horas da
manhã,
e de
Braga
para Simães
ás
2 hòras
da tarde;
principia
a
sair
no
dia
9
de
novembro
inclusive.
Escriptorio
em
Simães
em casa
do
Bn-
galhudo,
e
em
Braga
em
casa
de
Domin
gos
Alves
Pereira,
Praça
do
Barão
de
S.
Martinho,
n.°
1.
Preçosi
De
Simães
a
Braga.
.
.
240
reis
Da
Povoa a
Braga
.
. .
200
»
Do
Pinheiro
a
Braga
.
.
160
»
Vice-versa,
o
mesmo
preço.
Braga
7
de
novembro de 1877.
(596)
Pelos
annunciantes=A/t'es
Pereira.
Alexandre
José
Pereira
Calheiros,
da
villa
do
Pico,
participa
ao
respeitável
pu
blico,
que
tendo
comprado
o
carro
e
carreira
que
d
’
esta cidade
sae
ás 2
horas
da
tarde ém
direcção
á
villa
do
Pico,
pertencente
ao snr.
Antonio
Garcia,
de
Villa
Verde,
que
continúa
desde
hoje
em
diante
por
conta
do
annunciante.
Os
pre
ços
são
os
do
costume.
Braga
5
de
Novembro
de
1877.
(588)
Alexandre
José
Pereira
Calheiros.
ClRlIRGIÃO
RESfTISTA
DA
Escola
Americana
Consultorio
a
toda
a
hora,
tanto
de
dia
como
de
noite
Rua
do Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.°
22.
(582)
FILIAL Dá
CâíXA
ECOXOniCA
PEAintOSSISTA
Sociedade
anónima
de
responsabilidada
li
mitada
Capital..................
&00t0005000
RUA
NOVA
DE
SOUSA,
N.°
9
(Também
com
entrada pela
ma
do
Campo)
BRAGA.
Empresta
dinheiro
sobre
ouro, prata,
joias,
papeis
de
credito,
cereaes,
roupas,
moveis, ferrament
as,
e
sobie todo
e
qual
quer
objecto
do
valor
não
inferior
a
10G
réis.
Recebe-se
dinheiro
em
deposito
a
pra
so
ou á
ordem
abonando
juros
conven
cionáveis.
A
caixa
está aberta
todos
os dias
des
de
as
9
hora da
manhã
até
ás
7 da noite,
e
nos
dias santificados
e.-lará
aberta só
até
ao
meio
dia.
O
gerente
—
A.
G.
Ferreirinu.
Moções e
promiMeoriae
de
bnneoa
e
coinpanliiag
Compram-se
e
vende-se na rua
Nova
de Sousa
n.°
9.
(510)
R.
S.
do
Bom
Jeaus
do
iRonte.
No
dia
11
do
corrente
pelas
10
da
manhã,
será
arrematada
em
hasta
publica
no
Bom
Jesus
do
Monte
e
local
onde
se
acham
plantadas,
uma porção
de
oliveiras
pertencentes
ao
mesmo
Sanctuano.
A
arrematação
será
feita
em
pequenos
lotes
e
nas
condições
que
estarão
patentes
no
mesmo
acto.
Braga
2
de
novembro
de
1877.
O
Presidente
da
Commissão
Administrativa.
José
Maria
Rodrigues
de
t
Carvalho.
17
-
RUA
DE
S.
VICENTE
-
17
S
EI
A.G-/LL.
.
OiWM
à
mSTAOÕES
'
.
»K£
-9
00 £<S.
MACHINAS
legitimas
•
DA
OBiii
O iffl
Os
únicos
fabricantes
de
machinas para
coser,
com
casas
estabelecidas
em
Portugal
para
fornecer
directamente
ao
publico
e
as
quaes
obtiveram
maiores
prémios
na
exposição
universal
de Philadelphia
I
1
GRANDES FACILIDADES DE PAGAMENTOS I 1
Para adquirir as melhores
machinas conhecidas
UM
.ANNO
DE
PíUZO
Sem
augmento
algum
noa
preços,
ou
dez
por eenlo
de
abatimento
por
prompto
pagamento
ENSINO
QR4TIS
EM
CASt
DO COMPRADOR
PEÇAM
GATALOGOS
ILLUSTRABOS
Com listas
de preços e as condiçõos de
vendas a prasos
ii
soniimmi
DA
COMPANHIA FABRIL
SINGER
17,
RUA DE
S. VICENTE, 17
BRAGA
ou
XA
SUA
SLCClMXL
a:;:;-
rua
formosa
.-
POKTO
RUA
DA ESPERANÇA, N.°
224
X-ZSSO
A
»
DIRECÇÃO:
Joaquim
Dopes
Carreira
de
Mello,
proprietário
e director
geral
João
Baptista
Ferreira,
director gerente.
0 Collegio
está
estabelecido
n
’um
edifício
vasto,
bem
situado,
com
bom
recreio,
e quartos
separados
para
os
aluirmos.
A
recommendação
d’esta
casa
de
educação faz-se
pela
sua
existência de
qua
renta
annos,
com créditos
bem
estabelecidos.
E
’
um
estabelecimento
completo.
A
sua
direcção.
continuará
sempre
zelosa, e o
seu
corpo docente é
o
mais
sé
rio
e
instruído.
Os
estatutos
e
mais
esclarecimentos
dão-se no
Collegio.
Lisboa
28
de
Outubro
de
1877.
0
Director
Geral,
(44-H-)
Joaquim
Lopes
Carreira
de
Mello.
. .
A
naeza
da
confraria
de
Nossa
Senho
ra
d
’Apresenlação
e
Almas,
erecta na
pa
rochial
egreja
de S.
João
do
Souto,
faz
publico
que
no
proximo
domingo
1
1
do
corrente,
plélas 11
horas
da
manhã, no
pateo
da
mesma egreja
tem
de
ser
arre
matadas
a
quem
mais
der as
medidas
e
fóros
que
vários
cazeiros
pagam á
mesma
confraria.
Braga, Secretaria
da
Confraria
6
de
novembro
de
1877.
0
secretario,
^592)
P.
e
Luiz Gomes
da
Silva.
SALA
E
QUARTO.
Precisa-se
alugar em
casa de familia
muito
capaz
uma
saleta
e
quarto,
de
centes,
e que
se
encarreguem
da
comida
para
duas
pessoas
do
commercio.
A
quem
convier,
deixe carta
no
escriptorio
deste
ornai
a
J.
S.
para
se
procurar.
(590)
ARREMATAÇÃO
DE
MEDIDAS.
No
dia
11
do
corrente,
pelas
10
ho
ras
da
manhã,
terá
logar
a
arrematação
da
cobrança
das
medidas
e
mais
foros
pertencentes á
irmandade
de
Nossa
Se
nhora
d
’
Ajuda e
S.
Sebastião das Carva
lheiras,
vencidos
no
S.
Miguel
de
1877.
Quem
pretender
lançar
nas
mesmas,
póde
comparecer ás horas
mencionadas,
na
ca-
pella
da
mesma
irmandade.
0
Secretario
•(589)
Antonio
Domingues
Aluim.
Aluga-se
a
casa
n.° 7,
na
praça
d’Alegria,
construída de
novo
e
fies®
com
elegancia.
Esta
casa
tem
uma
boa
loja
para
qualquer
negocio,
e
póde-
se
alugar
junta
ou
em
separado.
Quem a
pretender
falle
com
seu
dono
na
rua
No
va
de
Sousa
n.°
56.
(474)
(INCORPORADA
POR
CARTA
REAL)
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES
A
VAPOR
Para
S. Vicente, Pernambuco, Bahia, Rio de
Janeiro,
Montevideo e
Buenos-Ayres
Acceilando também
passageiros
de
3.a
classe,
com'trasbordo
no
Rio
de
Janeiro,
para
SANTOS,
PARANAGUÁ.
SANTA
CATARINA,
RIO
GRANDE
DO
SUL,
PORTO
ALEGRE,
CAMPINAS,
S.
PAULO.
CANPOS,
VICTORIA,
MACEIÓ,
e
outros
pontos
do
litoral
e
interior
do
Brazil,
ao
sul
de
Pernambuco.
PELO
MES.nO PREÇO QUE
P«RA
O
RIO
DE JANEIRO
PAQU
1/ricS
A
S.-HRi
>E
LISBOA
ELBE
.....................
■
13
de
Novembro
.TAGUS
......................
li
de Dezembro
MINHO
...
.28
de
Novembro
GUADIANA
...
28
de
Dezembro
PREÇOS COMMODOS
Cada
paquete
d’
esta
eompnnhia
leva
a
bordo
eríados
e
eoainheiros
pôs*tiigmeses
para
commodidade
dos passageiros
de
todas as
classes.
Sendo
passagens
pagas
na
Agencia
Central
no
Porto
ou
em
qualquer
Agencia
provincial,
a
conducçào
para
Lisboa
é
por
eonla
da
Companhia.
Os
passageiros
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro,
teem
sustento
e
hospedaria
gratuita
durante
a
demora
precisa
para
obter
trasbordo.
A
hordt»
os
passageiros teem grátis cama,
roupa
de
ruma,
co
mida
feita
por
cosinheiros
portuguezes,
vinho
duas vezes por
dia,
assistência
medica,
serviço
de
eriados
e
outras
despezas.
A EXPERIENCIA
de
mais
de
um
quarto
de
século
tem
feito
com que os
paquetes
d
’
esta
companhia
(a
mais
antiga
na carreira
do
Brazil)'sejam
conhecidos
pela
regularidade,
Velocidade
e
segurança
excépcional;
além
d
’isso
pela
limpesa, boa
ordem,
bom
tratamento
e
accomodações
a
bo7do,
e"
pelos
melhoramentos
mais
modernos
tanto
para a bygiene
como
para
a commodidade
dos
passageiros.
■
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande
concorrência
que
teem
de
passageiros
e
pelos
innu-
meros
agradecimentos
que
ha
arcbivados
em
varias
agencias.
SÃO
ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez
para
a
conducçào
das
suas
ma'as
do
correio, e
por
este
serviço
recebe
a
companhia
um
importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES
PAQUETES
a
honra
de
conduzir
Suas
Magestades
o
Imperador
e
Impe
ratriz
do
Brazil,.como
também
S.
A.
o Infante D.
Augusto.
TODAS AS
INFORMAÇÕES
e
bilhetes
de
passagem
podem
ser
obtidos
no
PORTO
na
AGENCIA
CENTRAL,
rua
dós
Inglezes,
23,
do
agente
GUILHERME
C.
TAIT
;
e
nas
provín
cias
nas
agencias
e
correspondências
estabelecidas em
todas
as
principaes
cidades
e
villas.
Agente
em
Braga
o
snr.
João
Manoel
da
Silva
Guimarães,
rua
do
Souto.
COMPAMIIA LLOYD DE BREMEN
•
DE
PAQUETES
A
VAPOR
'
Para
Bahia,
Rid
«le
Janeiro,
Montevideu
e
Kiienos-Ayrea
Sairá
em 15
de
novembro
o
Paquete
B1SMARCK,
.
.'
,
levando
passageiros
de
3.a classe
parà
Santos,
Rio
Grande,
Paranaguá,
Santa
Calharina,
Porto
Alegre,
com
transbordo
no
Rio
de
Janeiro
e
acceilando
passageiro-
para
as
principaes
cidades
do
interior
como
S.
Paulo,
Campinos,
Campos,
etc.
pelo
preço
das
passagens
para o
R>o Je
Janeiro
Esta
companhia de
paquetes,
orna
das
primeiràs
na
carreira
do
Brazil,
ainda
que
pouco
conhecida
pelo pouco
tempo
que
tem
de
existência,
fez
grande
redução
nos
preços das
suas
passagens,
sendo
a
de
3.
a
classe
para
o
Rio
de
Ja
neiro
coin
transporte
do
caminho
de
ferro
até
Lisboa
36-5000
reis.
Todos
os
mais
esclarecimentos,
dãç-se
na
rua
do
Smito
n.°
56 no
agente
da
companhia.
(584)
Carvalho
S.
a
fiâsOízâSÔ
•
0
bacharel
Coustaniino
Ferreira
de
Al
meida,
abriu
o
seu
escriptorio
de
advocacia
no
Campo
de
Santa
Anna
n.°
28,
lado
de
cima.
LIÇESÕ
BA
LINC1UA
FRANUEZA
Um
professor
com
longa
pratica
de en
sino,
oflerece
o
seu
préstimo
para leccio-
nar
grammalicalmenle
em
sua
casa
e
ca
sas
particulares
elementos
da
iingua fran-
ceza
comprehendendo
lêr,
escrever,
tra
duzir
e
fallar
a
dita
Iingua.
A
quem convier
póde dirigir-se
á
rua
de
Ô.
Gualdim,
casa
n.°
8.
(278)
riRlIRCIIÀO
DENTISTA
VPPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRURG
1-
CA
DO
PORTO
Rua
de
S.
Marcos
n.°
19.
Faz
tudo
qu«nto
diz
respeito
á
sua
irte
e
coniitlúa
operando
grátis,
poby®8
6
BR
a
GA.
BRAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITANA—1877.
