comerciominho_20121877_728.xml
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Parte de N.º 728 de 20/12/1877
- conteúdo
-
ws
?&orri«dH>sA..
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA
COSTA,
RUA
NOVA
N.°
3
E.
5.° ANNO
,
, . -
?k, ■ -
PREGO
DA
ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes
..........................
»
6
»
..........................
v*
0"
Correspondências
parlic.
cada
linha
40
Annuncios
cada
linha
.........................
20
Repetição....................................
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇÃS,
QUINTAS
E SABBADOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Províncias,
12
mez^j
.... 2&000
»
6
»
.........................
1^050
»
sendo
duas
assignaturas
3&600
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3&600
Foiha
avulso
...............................
10
N.°
728
raes,
o
resultado
é
que
equivale
a
ser
um
acto
nullo,
se
se
tratar
d
’
estas.
Depois d’isto
pergunta,
e:n
altitude
de
quem
responde
negativamenle,
e
quer
accusar o
governo:
«Concedeu
se
o
beneplácito
á
bulia
da
proclamação
dogmatica
da
Immaculada
Con
ceição»?
Respondemos
que
sim;
e
mais
não
necessitava
d
’
elle.
A
bulia
pontifícia
é
puramenle
doutrinal, nem sequer
occasiona
qualquer
alteração
ao
culto, que
conti
nuou
como
alé alli,
apenas
com
a
adjunc-
ção d
’uma palavra
nos
RR.
e
no
prefacio
da
missa.
Em
Portugal
veneiava-se,
ao
menos
desde
D.
João IV,
a Conceição
Immaculada,
como
se fosse
um
dogma;
e
por
isso a bulia
só
vem
tornar
desne
cessário
o
juramento
especial
de
a
de
fender
que
se
prestava
na
collação
dos
graus
académicos.
Como vemos
que
o
articulista
não
está
ao facto
deste
ponto
hislorico,
apesar
de tão contemporâneo,
queira
ler
no
«Diário
do
Governo»
n.°
72
de
26
de
março
de 1855,
a
lei
do
dia
16
do
mesmo
mez
e
anno, e o
seu
ani
mo
cesareo-chrislão
ficará
edificado.
As
cortes
decretaram
e o
rei quer
que
res
peite
e
venere
o
dogma
«
la
Conceição
Immaculada
da
Virgem Maria»,
placitado
«para
lodos
os
effeitos
temporaes
compe
tentes»
.
A
outra
pergunta
é
a
seguinte:
«Tem
o
placilum
régio
a
bulia
da
de
finição
dogmatica
da
Infallibilidade
ponti
fícia»?
Não,
nem
carecia
d’elle.
A
bulia
foi
publicamente
acceila
pela
Universidade
de
Coimbra
(faculdade
de Theologia,
e
p
»r
quasi
todas
as
corporações, que
podiam
ser
chama
las
a
prestar-lhe
obediência
e
nisto
seguiram
as antiquíssimas
tradições
de
Portugal,
e
a
pratica
constante da
Egreja desde
o
Papa
S.
Clemente
I
alé
hoje,
apesar
de
certos
episodios
curiosos
que
ommiltinios.
por
pudor.
E
por
ultimo
achamos a
seguinte
per
gunta,
que
não
nos
atrevemos
a
qualifi
car:
«Permitte
algum
acto
solemne
do
go
verno
que
se
considerem
cinco
as
pessoas
da
Santíssima
Trindade»!
E
se
permiltisse,
o
religioso
articu
lista
aproveitar-se
ia
da
permissão?
Se
sim,
damos-lhe os
emboras;
se
não,
para
que
fez
a
pergunta?
No
que
precede,
estão
respondidas
to
das
as
objecções,
e
asserções
aventurosas
que fervilhai» no
seu
artigo,
pois
todas
se
resumem nos
pontos
acima
desenvolvi
dos.
E concluímos
com
um pedido,
que
é
ter
a
complacência de
nos
indicar
os.
livros
onde aprendeu
as
doutrinas
pelas
quaes
abandonou
as
que
linha
professado;
e
não
só
as
abandonou,
mas
alé
com
bate
com
todo
o
vigor
de
que
é
capaz,
que
é
muito.
Sousa Monteiro.
e
por tal
modo
que
dizem
ou
fazem
hojj
uma
coisa
e
ámanhá
outra,
e
algumas
d
’ellas contra
o
senso commum; ao
me
nos
o
proprio «Joróal
do
Commercio»
bastantes
vezes
lh
’o tem
exprobrado.
Se
com
verdade
ou não,
que
o
digam
ou
tros;
mas
d’
uma
ou
d
’outra
tórma
que
fi
gura faz?
Se
se
tratasse
d’
una
religião
«de
ori
gem
humana», v.
g,
da
russa, ou
da
anglicana
etc., comprehenderiamas as
suas
reclamações
por
ver
que
o
governo
«dei
xa
introduzir
na
Egreja
lusitana
todos
os
abus.s
emanados
de
Roma,
e
que
o
clero
adopta; unicamente
porque
a
bulia
foi
affixada
ás
porias
do Vaticano
e
no
cam
po
de Elora,
em
Roma»;
tendo
porém
a
sua
origem
no
Evangelhos
afiguram
se-nos
ellas
desacertadas,
visto
que em
Roma
está
o
Chefe supremo
da
religião
catho
lica
estabelecido
pelo Evangelho.
E
’
a
elles
e
não
aos
decretos
estampados
no
«Diário do
Governo»
que
os
calholicos
vão
buscar as
suas
normas
de proceder.
«A
religião catholica
apostólica
romana,
que
nós
somos
obrigados a
seguir»,
não
pela
Carta,
que
veio
muito
tarde
para
o
determinar,
mas
por ser
a
verdade,
não
precisa
para
nada
da
Carta,
a
não
ser
para
obrigar
os
impios a
resp
ital-a,
sen
do
como
são
movidos só pelo
medo,
ou
pelo
interesse
A lheoria de
A.
Herculano
em
sua
carta
a
pretexto
das
conferencia
do
Casi
no,
que faz da
Carta
de
1826
um
jussus
tacendi,
não
menos
insensato
que
impio
ao Espirito
Santo
para mais não
in
spirar á
sua
Egreja
o
que
em
frase cho-
carreira
o
desgraçado escriptor
chamou
«achegos, adminiculos,
e
emplastros Iheolo-
gicos»
facilmente
se
confunde
com
a
do
mentecapto que
propozesse fazer
da
Carta
um
velo
aos achegos,
adminiculos
e
em-
ilaslros
escolares
ás
sciencias
profanas,
como
n
’esse
anno
se.
^ensinavam
e pro
fessavam
no
reino, bu
com
a
do
que
aconselhasse
ao
comprador
de
um
pomar
a
oppor-se
que
as
arvores
do mesmo
se
desenvolvessem,
crescessem,
brotassem fo-
has
e
flores,
produzissem
fruclos
Jdepois
que tomou
posse d’elle
Do
que
vae
dito conclue-se
que não
damos
importância
á
interpretação
da
Car
la
feita
por
estes,
sem
que
par
isso
desdenhemos
de
considerar
algumas
das
allegações
fundadas
nVssa
•
merprelações.
Por
exemplo,
investe
com
o
governo
o
articulista
porque
«hmita-se
ao
placel
n
’a-
quelles
actos
que
lhe
sao
communicados»;
mas
em
quaes
oulios
quer
que
a
sua
acção
se
exerça?
Communic m
se
ao
governo
iodos
aquelles
que
devem
produzir
effeitos
externos
na
ordem
temporal, que
só
a
eUa
se
estende
a
seção do
governo;
os
demais,
aquelles
cujo.'
effeitos
actuam
so
bre
a
consciência
nao
carecem de
pincel
e
não
lhe
são
communi
‘
a
ms.
Além
d
’
isio
o
§
14
do
artigo
75,
que
é
o
que
vigora
na
especie,
diz
assim,
exliemin
.o
as
al-
tribuições
do
poder
executivo:
«.Conceder
ou
negar o i>
neplacito aos
decretos
dos
Concílios,
e
Luras
Aposlo-
iicas,
e
quaesquer
outra
-
constituições
ec
clesiasticas,
que
s
■
nao
oppozrrem
á
con
stituição;
e precedeu io
.>
•punaçào
das
cortes,
se
contiverem
-hsp
>iça»
geral».
Aqui
reconhece-se:
1.°
que
a
Carta
só
trata
do
que
iespdla
<x
hisivamente
á
ordem
civil
e
poli
íca;
2." que
o
be-
placito seja
pedid
>
p.los
mim-issados.
As
sim,
para haver
logar a
conceder-se
’
ou
negar-se
o
placel,
é
condição
essencial
que
o
mesmo
seja
soilieilado:
se
o
não
fôr,
não
póde
ha.vel-o
—
não
se
nega
nem
se
concede.
Mas
íumo
ninguém
é
obrigado
a
sollicilal-o,
nem o
póde
ser,
ainda
quan
do
entre
no
dominio
das
coisas
lempo-
b
:
í
Mi
a
—
$itim-t'EiR
?;>
de
DEZEMBK»
»E
187?
A
Egrej
*
e
o
Eaíasío.
(.Concliuâoy
Nos
tempos
em
que
não
liaOa impren
sa
livre,
a
recusa
do assentimento
■
placel
J
obstava
a que
se
publicassem
«as
deci
sões
conciliares
ou pomificias»,
que
fica
vam
porisso
occuhas aos fieis;
mas agora
que
os
jornaes
apesar da
recusa do pla-
cet,
publicam
essas
decisões,
que
desde
logo
obrigam
a
consciência,
a
recusa
d
’
elle
é
pelo
menos
pueril.
Lembra-nos
ella
o
régulo
africano
que
só
dá
licença
para
jantarem
aos reis
do
mundo,
assim
que
acabou
de
jantar:
elles
vão
jantando
mesmo
sem licença,
e
deixam
ao
reisito
o
cuidado
de azedar
a
rebelde
carapinha.
Poderá
o
«Jornal
do
Commercio»
com
a
sua sciencia
dizer-nos
quando,
onde
e
porque
surgiu
o
supposto
direito?
quem
o
concedeu
ao imperante?
encontra-se
porventura
no
Evangelho
algum
texto
que
o
auctorise?
Não;
todavia não
faltam
os
que
repellem
a
ignorância
de
Cesar
nas
coisas
religiosas.
E’
quanto
basta
pira
condemnal-o.
Em Portugal
só começou
no
século
XVIII,
tem
data
recente;
e
é
tão
posterior
ao
Concilio
de
Tremo,
e tão
anterior
ao
do
Vaticano, que,
facilmente
se
reconhece,
não póde
chamar-se-lhe
com
pensação;
e
que
podesse,
não
deixaria
de
ser
direito
usurpado.
Não
somos
sós
a
dizei-o,
confessa-o
o
proprio
articulista
dizendo:
«Só
as
religiões
de origem humana
estão
sngeitas
a
mudanças
no
fundo e
na
fôrma,
na
doutrina,
que interessa
á
fé,
e
na
disciplina,
que
interessa
aos
costu
mes
(1).
A
catholica, cuja
fonte
éo
Evan
gelho,
não
póde
estar
subordinada
aos
caprichos
do
Vaticano,
nem
ás delibera
ções
dos
fanalicos
que ahi
imperam
ar
rogando-se
o direito
de
dirigirem
a
seu
bei
praser
a
Egreja».
Permitia
nos
que
lhe
digamos
o
tão
conhecido mulato
nomine de
te
fabula
nar-
ralur.
O
Papa,
que
é
o
nome
escondido
sob
a
palavra
«Vaticano»,
está
muito
su
perior
a caprichos;
pois
se assim
não
fosse
teria
Deus
enganado
os
fieis,
orde
nando-lhes
que
o
ouvissem, e
aos
bispos
unidos
com
elle,
quando
disse
aos
Aposto-
los
unidos
com
Pedro:
«O que
a
vós
ouve,
a
mim
ouve; e
o
que
a
vós
despreza,
a
mim
despreza
E
quem
a
mim
despreza,
despreza áquelle
que
me enviou».
E’
pois
ao
Papa
que
Deus
incumbiu de «exercer
sobre
todos
os actos
relativos
á
fé,
á
lei
ecclesiastica
e
aos
costumes
religiosos,
a
mais
rigorosa vigilância».
Não
é
ao
poder
civil
que
pertence
tomar
«conhecimento
prévio
da
doutrina
e
da
disciplina
da
Egre
ja»;
se
pertencesse,
dar-lhe-ia
o
Senhor
a
inerraucia,
dote
que
lhe
não
reconhe
cem
nem
os
proprios
«fanalicos
que ahi
imperam (no Terreiro
do
Paço,
em
S.
Bento,
no
Pelourinho,
ou nos
periolicos)
arrogando-se
o
direito
de
dirigirem,
a
seu
bei-prazer
a
Egreja».
Estes
sim
que
cedem sempre
a
caprichos,
seus
ou
alheios,
(1)
Não
duvidaríamos
dizer
que
linha
razão
no
que
respeita
á
fé,
se
fosse
mais
expliclo
na exposição de
sua
opinião,
para
evitar os
equívocos
lanlo
em
moda;
mas
repellimos
a
immulabilidade
da
dis
ciplina,
por natureza
e
fins
tão
variavel.
O
«Jornal
do
Commercio»
não
quer
de
certo
que se restabeleçam
as
penitencias
publicas,
a
eleição
dos
bispos,
a
nomea
ção
dos
parodies
e
dos
conegos;
e muitas
disposições
disciplinares,
hoje
profunda
mente
alteradas.
WHIIiU
•
orram
áquelle
templo
a
receber
tão
gran
de
graça,
que,
como
acima dissemos,
é
concedida
só
duas vezes
no
anno. As
pessoas
enfermas,
ou reclusas
em
clau
sura.
podem
alcançar
aquella
graça,
es
tando
para
isso
preparadas
devidamente.
0
signal
de
principiar
esta
ceremonia será
dado,
depois
do de
levantar
a
Deus,
pelo
dobre
do
sino grande,
com tres
repiques
no
fim.
S.
>’i-nneiHeo Xavier.—A
festivi
dade
a
esle
Santo,
como
Padroeiro
da
Associação
da
Propagação
da
Fé,
terá
lo
gar
no
templo do
Salvador
no dia
36,
ultimo
domingo
d
’
esle
mez,
—
e
não
no
4.°, como por
engano se
disse
Haverá
missa
solemne.
Exposição do
SS.
e
sermão
de
tarde.
Os
associados
■ganham
indulgência
plenaria
cllieeoti
HesignitçáwD.—
0
produ-
cto
do
bom
e muito
moral
romance
Alice
ou
Hesignaçào, por
M."'
e
Woller,
traduc-
ção
de
J
B.
S.
!>.,
que
ha
pouco se
publicou,
e
que
se
vende
nos
principaes
livreiros
de
Lisboa,
Porto,
Braga
e Gui
marães,
pela
módica
quantia
de
400
reis,
será
applicado
a
beneficio
do
estabeleci
mento
de caridade—o Collegio da
Rege
neração,
d
’
esta
cidade
—
,
deduzidas
as
des-
pezas
da
impessão.
Recommendamol-o,
pois, a
todos
os
que
desejem
praticar
duas
obras
boas
ao
mesmo
tempo.
Praticar
um acto
de
ca
ridade
e
ficar
com um
bom
livrinho
nem
sempre
é
tão
facd como
agora.
incêndio
-
Em
a
noite
d’
ante-hon-
tem
para
hontem
arderam
os
quartéis
da
parte
do
sul,
no
local
de
N.
Senhora
da
Abbadia.
Daremos
noticia
mais
circumstanciada.
Hoa
nova
litterarin-religiosa,
__
Com
auctorisação
do
auctor,
publicamos
a
carta
que
o
snr.
padre
Senna
Freitas
dirigiu
ultimamente ao
snr.
Ernesto
Char
dron,
ácerea da
traducção
para
que
esle
indefesso
editor o
convidou,
da
obra
«Je
suítas», de
Paulo
Fèval
lllm.0
snr.
Ernesto
Chardron.
Do
melhor
grado
me
presto á
traduc
ção.
que
acaba
de
me
ser
proposta
pelo
meu
amigo,
da
recente
obra
de
Paulo
Fè
val,
intitulada
«Jesuítas».
Declino
muitos
outros
trabalhos
que
trago
entre
mãos,
para as
pôr
a
este.
Antes
de
assentar a
minha
resolução,
quiz
lêr
a
dita
obra
desde, a
primeira até
á ultima
pagina,
apesar
da
certeza
que ja
tinha
da
plena
conversão
do
auctor,
e
mesmo
apeçar
da
fiança
mais
que
suffi-
ciente
do
mero
nome
de
Fèval,
como
escriptor.
Agora
que
o
livro está
lido,
apresso-me
a
communicar
a
v.
s.
a
que
desde
já
me
vou
deitar
á
traducção
com
aferro
e
excedente
vontade
Os
«Jesuítas»
estão
destinados
a
fixar
uma
época
lisongeira
no
vosso mercado
lilterario
de
obras
de
propaganda
religiosa,
e
a
operar
uma
revolução
favoravel
no
modesto
movimento
calholico
portuguez,
que
ámanhã rivalisará
com
o
dos
outros
paizes,
homogéneos
na
crença
com
o
nos
so.
D
’
ha
muito
que
Paulo
Fèval
conquis-
tára,
como
romancista,
um
nome
incon
testado
e
resplandecente
ao
lado
de
A.
Dumas
pae,
Eugênio
Sue,
Balzac,
e
Fre
derico
Soulié.
Havia
tão engenhosa na
turalidade
nos
seus
romances, que
a
ver
dade
polia
ficar-lhe
com
inveja,
e
o
pai
sagista
não
cedia
um
passo
ao
novel
eiro
do
«Judeu
errante»
Nos
tempos
idos
de
escolar,
d’envolta com
os
nossos com
ea-
dios d
’
ati!a.
não
era
raro
lobrigar
se
nos
algum
dos
loiros
mais
appi
tit
isos
do
fes
tejado auctor
do
'«Matador
de
tigre
»,
e
líessçêío
—
Na
próxima
terça-
feira,
dia
de
Natal,
tenciona
s.
exc.
a
revd.nia o
snr.
arcebispo
fazer,
na
Sé,
Pontifical
que
começará
’
por
10 horas
da
manhã.
No
íim
s.
exc.
d
revd.
111
’
dará
a
Bênção
<Papal,
por ser aquelle
íim
.'os
dois dias em
que
é
par
especial
graça
Apostólica,
lançada
ao povo.
Sobre
esle
particular
vae
ser
publica
da
na
«Semana
Religiosa»
uma
exhorla-
ção
pastoral,
que
por
falta (1
’
espaço
não
damos
hoje.
Convidamos
os
bracarenses a
que
eon
das
«Ultimas
fadas»,
como
uma
especie
de
square
londrino
á
mão,
destinado
a
re-
írigerar-nos
a
mente
contra
a aridez
cal-
cinante
de
uma grainmatica
latina
com
as
suas
septenta
excèpções de
regras,
ou
de
um
manual
de
aígebra
com
as suas
ope
rações
abstrusas.
Houve
um
dia
em
que
dêmos
de mão
aos
■
Févaes
e
Souliés,
mais
á
bagagem
forçada
dos
compêndios.
A
re
ceita
ou
anlid
to
já
não
eram
precisos.
A
par
d’
isto, o
desenvolvimento
das
ideias,
a
mudança
completa
de posição,
e
a
me
lhoria
de
sentimentos
adquirida
fez-nos
pre
ferir
outras
leituras
mais
sérias,
e
sans.
sobretudo
mais
subslanciaes
que
as
do
romanticismo.
D
’
enlào
para
cá
nunca
mais
conversamos
o
Fèval
do
boudoir.
Hoje,
porém,
abrimos-lhe
de
novo a porta
do
nosso
gabinete,
e
fazemos-lha
alas entre
os loiros
da
nossa
estante
para
lhe dar
um
logar
d
’honra.
Paulo
Fèval
já
não
é
um
narrador
imaginoso
de
banca
de leito,,
é
um
athlela
do
catholicismo.
que
escre
ve alternativamente com 0
estylele do
apo
logista
vigoroso,
e
com
0 lyrismo suavís
simo
do
ciente
afervorado.
Esplendido
sempre,
mas
vão
n
’
oulr
’
ora
em
seus
ro
mances,
apresenta se-nos
agora
sizudo,
re-
íleclido.
como
um
pensador
do
século
de
Pascal e
Vauvenargues.
convicto,
cheio
da
nobre
hombridade
que
inspira a consciên
cia
virgem
das
pusilanimi
lades
acurvadas
á
o;iir:ião
publica,
e,
por
ventura,
mais
iriado
que
nunca
de
todas
as
côres de
um
estyío
mo
lè
0,
desde
o
arrobado
até
ao
humorístico.
Paulo
Fèval
não
pertence
já
á
familia!
dos
Mérys
e
Souveslres,
perfilhou
se
na
cruzada
d
s
Veuillots, Lasserres
e
Poujon-
lats.
O
livro
«Jesuítas»
é
te
um dos primores
da
escriplor.
Vem
dar
uma
plica
á
deslealdade do
Desata
as peças
aujhenticas
do
processo
da
Companhia
de
Jesus,
e
passa-nol-as
sob
os
olhos,
commenladas
chistosa
mente
cotn
a
frase
lacónica
e nervosa
do
folhetinista
|
relampejant
conto que certa
classe
de leitores
julga
va
adquirido
para
a
historia,
e
tranca as
portas
travessas
<ia
calumnia
aos
solistas
estipendiados
da imprensa
anli-catholica.
Paulo
Fèval
escreveu
um
livro de
con
sciência,
e
de
prop-iganda,
sobre
ler
lavra
do seu mimo
d
’
estylo.
V.
s.
a
presta um serviço eminente á
causa
da
religião,
editando
esta
obra, que
a par
de
tantissimas
do
mesmo
genero,
engasta
mais um
brilhante
na
sua
corôi
de
p'i.icipe
dos
editores portuguezes.
Diz-
se
que
0
movimento
perpetuo
é
fisica
mente
impossível.
Meu
amigo:
permitta-
me
que
lhe
diga
que
v.
s.a
descobriu
0
movimento
perpetuo
da
imprensa.
Fique
certo de
que
lhe
não
vou
fazer
uma
traducção
de
mero
descargo
de
con
tracto,
senão
portugueza
por
tantos
cos
tados
quantos
o
comportarem
as
minhas
parcas
forças:
valor
por
valor,
e
metal
por
metal, se possível
me
fôr.
Envidarei
to
dos os
exforços
para
que
0
meneio
fran-
cez
arremedado
nas
versões servis,
desap-
pareça
na
priginalilade
nativa
do
nosso
torneio
peculiar.
Quero
que
seja
um tra
balho
de
consciência como 0
do
Fio
que
o
ptoposilo.
inco
ntestavelmen-
nova
maneira do
resposta
setn re-
«Judeu
errante».
lencias
pelo
ministro
dos
estrangeiros
da
Turquia
diz
que
a
Porta
não
fez
cousa
alguma
para provocar
a
guerra,
e
antes
todo
0
possível a fim
de
evital-a,
prepa
rando
reformas
para
as
suas
províncias,
sem
distineção
de
raça
nem
de
religião.
A
guerra
veio
demorar
a
execução
d
’
es
sas
reformas
Porque,
pois,
continuar
a
guerra,
se
a
Russia declara
não
estar
ani
mada
pelo
espirito
de
conquista,
e
tendo
satisfeito
amplamente
a
sua
honra
militar?
Acceitándo
a
intervenção, a
Porta
está
prompta
a
terminal
a,
appellando
para
os
sentimentos
de
ju-tiça
dis
grandes
potên
cias.
Corntudo
a
Porta
posstie
ainda re
cursos,
e
está
prompta a
tudo
sacrificar
pela
in
lependencta
e
integridade
da
pa
tria.
Constantinopla
15
—A
Porta,
indignada
pela
declaração
da
guerra
da
Servia,
en
viou
ás
potências
um
protesto refutando
os
motivos
allegados
pela
Servia
na
nota
de
Ristilch.
Alhenas
16
—
Realisou
se
aqui
uma
grande
manifestação
a
favor
da
guerra.
A
policia
e
a
gendarineria dispersaram
os
manifestantes.
Bruxellas
16
—
0
«Nord»
diz
receiar
que
0
pedido
de
medeação,
feito
pela
Tur
quia,
encubra.o
d-signio
de
provocar
desac-
cordo
entre
as
p
'lencias,
mas
acrescen
ta
que a
illusão
da
Turquia
não
será de
longa duração.
Constantinopla
17
—
A
Porta fez
sondar
a
opinião
das
potências
relativamenle
á
tnedeação.
A
Italia mostrou-se
disposta
a
asso-l
ctar-se
a
outras
potências.
Bucharest
17—
As
guardas
avançadas
tussas
occuparam
Elena
e
Bebrovvs,
extin
guindo
0
Elena.
Apenas
O czar
lersburgo.
incêndio
posto pelos
turcos
a
arderam
40
casas.
parte
esta
tarde
para
S.
Pe-
k w pemtoxH
earitati
vc
*
m
.—Na
rua
de™iDireita
’<,afre
«
utízias
Y'
nin
?
S
-
eX,ste
,ima
entrevadinha,
de
16
annos
de
idade,
e
filha
de
paes
extremamente
pobres,
que
continuamente
soffre
dores
tão
acervas,
que
só
as
almas
bemlazejas
lhe
podem
dar algum
allivio,
soccorrendo
a
com
uma
esmola
pelo
divino
amor
de
Deus.
A
s
ciisnms
craridomas. —
Recomroen-
damos
ás
almas
caridosas
uma
infeliz
viuva,
moradora
na
rua
de
S. Bernabé,
n.°
13,
(sotão).
Tendo
80
annos
d
’edade,
e
porisso
sem
poder
applicar-se
a
qualquer
trabalho,
lu>
ta com a
miséria
extrema.
Extraordinário.
Recebido
d’
esmolas
e
donativos
em
metal
Recebido
d’
esmolas encontradas
nas
caixas, arrecadadas
pelo
pedidor
e producio
das
cadei
ras
no
jardim
publico
Recebido
de
cotas
subsidiarias
pagas
por
algumas
irmanda
des,
confrarias
e
camaras
mu-
nicipaes
do
districto
Recebido
de
prestações
d
’
alguns
asylados
Recebido
da
venda
de
44,293
kilogr.
de
lombo de porco
Recebido
da
venda
do
estrume
Recebido
do
producio
do traba
lho
das asyladas
Recebido
da
venda de diversos
objectos
Recebido
da
junta
administrado
ra
do anno findo
pelo
que
pa
gou
ás
enfermeiras
sem
au-
ctorisação
orçamental
Dividas
aclivas
Recebido
de
juros
de
capitaes
mutuados
DESPEZA
7535605
1205280
64567"
455343
145510
45700
13-5850
45755
335
í
20
4495067
2.5905893
Obrigatória
—
ordinaria
de
Com
ordenados
do
escriptura-
rio,
procurador,
enfermeiros
barbeiro
e lavadeira
■
Com
4:291 broas
de pão
de mi
lho e
79
pães
de
trigo
j
Com
1:471
kilos
de
catne
boi
Com
a
compra
<le
7 porcos
Com 937,32
kilogr.
d’
arroz,
561,25
ditos
de
bacalhao,
523,375
litros
de
vinho,
165,9
ditos d
’
azeite, 23.7
de vina
gre,
legumes,
hortaliças,
e
vários
generos
alimentícios
Coro
combustível
para
0
fogão
Com
9,9
kilogr.
de
tabaco
e
1.9
ditos
de
cigarros
Com
0
fôro
pago
á
casa
do Re-
chicho
Com
0
prémio
do
seguro
con
tra
incêndios
Com
a
festividade
do
padroeiro
e
98
missas
durante
0
anno
Exlraordmaria
2515400
4315024
3045880
1295000
4745980
555670
255610
805
65600
33560<
auclor.
me
não
sahirá
de
todo
logrado
Com
fazenda
para
vestuário
e
agazalho
dos
asylados,
avia
mentos
e
feitios
Com
algodão
para
trabalho
das
asyladas
Com
impressos,
livros,
brochu
ras,
papel
elc.,e
despezas com
..
_
________
letigios
<,
’
administradora
do
asylo
de
entrevados
e
Com
reparos
no
ediíicio
Com
a
compra
de
louças
e
utensílios
Com
retratos
de
bemfeitores
e
molduras
<«
Si
K
K»
i»o
SM
E
Xf
IA
HI5449
Snr.
redaclor.
85960
De
v s.
’
Am.°
e
servo
Não
tendo
sido possível
á
commissão
inválidos de
S.
José,
d
’
esla
cidade,
pu-
altcar
por
emquanlo
0
relatorio
da
sua
administração
por
motivos
alheios
á
von
tade
da
mesma commissão.
julga
dever
seu,
para
bem da
casa,
pubnear
a
conta
da
Com
a contribuição
de
registro
receita
e
despeza
nos
dous
últimos
an-
por
titulo
gratuito
Saldo
para
0
anno seguinte
245300
205400
465285
365330
P
e
Senna
Freitas.
nos,
para
que
os
bemfeitores
saibam
co
mo
as
suas esmolas
tem
sido
applicadas;
e
assim
peço
a
v.
0
obséquio
de a
tran
screver
no seu jornal.
565913
5705637
2:5905893
<l«
Oo-lente.—
Os últimos
relativos
á
guerra
do
Oriente,
(Juerrn
telegra
minas
são
os
que.
seguem:
Londres
15—O
«Morning-Post»
asse
gura
que
o
conselho
de
ministros
já
teve
conhecimento
da
circular da
Porta
pedin
do
a
mediação.
O
mesmo
periodico
julga
que
na
actualidade
não
é
possível
a
me
diação
em
consequência
da
opposição
da
Allemanha.
Entretanto
a
política
russa,
se
fôr
dura
e
brutal,
poderia
determinar
a
Inglaterra
a
differentes
medidas
que
se
lhe opponham. O
«Times»
dá
anal'gas
informações.
O
czar
parle
na
terça-feira
para
S.
Petersburgo.
Os turcos
evacua
ram
Elena
depois de a
incendiarem.
l
iem 16
—
A
Áustria,
Allemanha e
In
glaterra
aconselham
a
Turquia que
tracle
da
naz
directamenle
com
a
Rússia.
idem
17
—
Os
periódicos
inglezes
men
cionam
0
boato
de
que
Osman-Pachá
es
tava
envenenado
e
que
os
cirurgiões jul
gavam
necessário
uma
operação.
Um
des
pacho
de Bucharest
diz que
Gortschakoff,
iallando
das
pretensões da
Porta declarou
que
jámais
acreditará
na
possibilidade
da
piz,
logo
depois
da
tomada de
Plevna.
Vienna
15
—
A
circular
dirigida
ás
po-
Braga
17 de
dezembro
de
1877.
O secretario
Domingos
Moreira
Guimarães.
Braga
30
de
junho
de
1877.
O
secretario
Domingos
Mo>eira
Guimarães.
Conta
geral da
receita
e
despeza
do
asylo
de
entrevados e
inválidos
de S.
José,
da
ci
dade
de
Braga,
no
anno
economico
de
1875
a
1876.
IOEM
DE
1876
a
1877
RECEITA
Saldo
da
conta
do
anno
eco-
nomieo
de
1875
a 1876
5705637
RECEITA
Ordinaria
Saldo
da
conta
do
anno
econo-
mico
de
1874
1875
Ordinaria
Recebido de
mutuados
Recebido
de
depositados
nos
bancos
Recebido
de juros dhnscripções
da
Junta
doC.
Publico
Recebido de
juros
de duas
ac-
çõ
s
do
B.
União
Recebido de
juros
de
duas ac
ções
da
C.
G.
Bracarense
juros
de
capitaes
juros
de
capitaes
6695371
1605605
1835410
575000
135000
25500
Recebido
de
mutuados
Recebido
de
juros
de
capitaes
de
positados
nos
bancos
Recebido
de
inscripções
da Jun
ta
do
C.
Publico
Recebjdo
do
dividendo
de
duas
acções
do
Banco
União
Recebido
do
dividendo
de
duas
acções
da
C.
G.
Bracarense
juro»
de
capitaes
Extraordinária
Recebido
d’
esmolas
e
donativos
em metal
2965587
835105
875000
45000
25500
§735982
Recebido
d
’
esmolas
arrecadadas
pelo
pedidor,
e
producio
das
cadeiras
no
jardim
publico
Recebido
de
quotas
subsidiarias
pagas
pnr
algumas irmanda
des,
contrarias
e
camaras
mu-
nicipaes
Recebido
de
prestações
d’
alguns
asylados
Recebido
da
venda
do
estrume
Recebido
do
producto
do
traba
lho
das
asyladas
Recebido
d
’
esmo!as
provenien
tes
de multas
e
contas
dos
negocios
ecclesiasticos
Dividas
aclivas
Recebido
de
juros
de
capitaes
mutuados
Recebido de
inscripções
da Jun
ta
do
C.
Publico
do
C.
Publico
DESPEZA
145-5300
1645347
375693
95900
385495
155480
405-5417
455'300
2:7795443
Obrigatória-ordinaria
Com
boi
Com
carne
de porco
Coro
722
495
kilogr.
d
’
arroz,
444
381
kilogr
de
bacalhau,
99
kilogr.
d
’unlo,
196,6
li
tros
d
’azeite, 1753
8
lil
os
de
vinho,
legumes,
hortaliças
e
outros
generos
alimentícios
Com
13,2 kilogr.
de
tabaco
e
rapé
Com
missas e
festa
do Padroeiro
Com
0
fôro
á
casa do
Rechicho
Com
0
prémio
do
seguro
con
tra
incêndios
Com
os
ordenados
do
escriptu-
rario
procurador,
enfermei
ras,
barbeiro
e
lavadeira
Com
4:394
broas
de
eão de
mi
lho
e 1:075
pães
de
trigo
Com
36
carros
de
lenha
para
consummo
do
fogão
1409
kdogr
de
carne de
Extraordinária
Com
205,9
metros
de
baeta,
89
ditos
de
panno
mescla,
818,4
de
panno
crtí, trez
coberto-
1
res
e
féilio
de
vestuário
pa
ra
os
asylados
Com 13
maços d
’algodão
e
ou
tras
miudezas
Com
impressos,
papel,
pennas,
etc.
Com
costeamente
de
letigios
Com
reparos no
ediíicio,
com
pra e
concerto
de
inoveis
Com
0
pagamento
da
contribui
ção
de
registro
da
esmola,
que
deixou
Antonio Pereira
da
Silva
Com
0 juro
pago
aos
herdeiros
do exm.°
barão
da
Grumosa,
da
esmola
em
inscripções
que
deixou
ao
asylo,
liquidado
até
á
data do
falleciménto
do
mesmo
bemfeilor
Para
augmento
do
capital
ame-
tade
do
saldo
anterior
Saldo
para a
conta
corrente do
anno
economico
de
1877
a
1878
2855820
1385215
4555375
285.465
2.35220
803
65600
2335900
4695100
715330
3825639
325885
125330
85740
II7534O
145140
105685
2855319
2015934
2:7795443
Braga
30
de
junho
de
1877.
O
secretario
Domingos
Moreira
Guimarães.
SALVAE
AS
CKEANCAS
Pe
i
a
doce
Revalescière
du
fíarry
de
Londres
—
Por
toda
a
parte
se
deplora
que
a
cieança
a
alegria
da
familia
e
a
e
perança
da
na
ção
—é
muito mal
tratada.
Sómente
devi
do
á
iguorancia
das
mães
e
das
amas,
mor
rem ellas
no
primeiro
anno,
60:000
em
França
e
40:000
em
Inglaterra
I
Esta
mi
séria
é
devida ou
a
uma
alioroniação
de
leite
muito
frequente,
ou
antes
ao
uso do
leite
de
vacca
011 de
cabra,
ou
á
açcrda
—alimentos
inadmissíveis,
e
que,
ordina
riamente, trazem
uma irritação da muccsa,
e,
como consequência
inevitável,
a
escan-
descencia ou a
d*arréa,
os
vomitos
nuos,
a
atiophia,
as
caimbras,
os
mos,
a
morte.
Reconheceu
se
que
gestão
de
uma
creança,
uma
vez
conti-
espas-
a
di-
,
,
----
—
corn-
promettida,
as
drogas
mais
bem
escolhidas
oào
teem
poder
de reparar
0 mal
!
E*
um
Ilagello
para
a
familia e
para o paizesta
cruel
destruição!
Ha
comludo
oin
meio
simples
e
pouco
dispendioso
de
o
conse
guir,
e
que
tem sido
provado
durante
vin
te
e oito
annos;
é
sustentar
as
creanças
de
peito e
as c<eanças
doentes
e fracas
de
qualquer
edade
com
a
Revn9?geièa*e
Du
B»iTy,
ires
vezes
ao
dia,
simplesmente
cosida
com
agua
e
sal.
fi«taSan®n
te,
o
»wste»ato
por
exceUenei»
que.
eSle
«ú
eonaegcae
evitar
todos
os
nceidenteg
«!«
in-
fsisBcia.
Citemos
algumas das
provas
abunJan
tes
da
soa
influencia
invariavelmente
salu
tar,
mesmo
nos
casos
mais
desesperados.
Cura
n.°
80:416.
—O
snr. doutor
F.
W.
Beneke,
professor
de
medicina
na
Uni
versidade
de
Marbnig,
reíere-se
da
se
guinte
maneira
á clinica
de
B
rlin,
em
8
de
abril
de 1872:
«Nunca
esquecerei
que devo a
vida
de
tim de
meus
filhos
á
Hevralesciére
D«s
íSarry.
«A
creança,
na
edade
de
quttro
an
nos,
solina
sem
causa
appirente,
uma
:
trophia
completa,
com contínuos
vomitos
que
resistiam
á mais
cuidadosa
uieta a
duas
amas
e
a
todos
os
tratamentos da
scieocii
medica
A
ilevaieaeiére
fez
parar
itnmediatametiíe
os
vomitos
e
res
tabeleceu
lhe compktamente
a
saude
em
seis
semanas.
De
todas
as minhas
expe
riências
f
itas posleriormente
com
a
Ele-
vaiegelére
obli»e
os
mesmos
resultados.
E
’
quatro vezes
mais
nutritiva
que
a
carne».
Cura
n.°
70:410.
—
Fabrica
de
Gran-
villars
(Alto
Rheno)
12
de
julho
<!e 18.8.
Senhor.
—Considero-me
feliz
por
poder
di
zer-lhe
que o
meu'
primeiro
filho,
muito
definhado,
foi
alimentado
durante
um
au
no
pela
sua
Rev«íeHsiéi»e,
e
que a
sua
saude
e
o
seu
desenvolvimento
são
orna
maravilha
para
todo
o
inundo.
Não
ha
na
aldeia
creança
láo forte
como
o
meti fi
lho
em
relação á
sua
edade.
—
M
eucier
.
Cura
n.°
87:421.
—
Bruxellas,
23
de
junho
de
1874.
—
O
meu
filho
mais novo,
abandonado
na
edade
de
quatro
para
cin
co
mezes
pelos
médicos,
não
queiia
to
mar
nem digeria
alimento algum,
e
acha
va-se,
por
consequência,
n
’
um
estado
de
fraqueza
que
punha-
em
perigo
a
sua exi
stência;
foi
então
que
lhe
fiz
preparar
um
caldo
de
Revatesciére
fraco,
que
elle
comeu
com
apetite,
e
de qae
continuou a
ali
mentar-se
exciu-ivamenle
durante
alguns
mezes.
H
jj,
que
tem
onze
annos
de
eda
de,
é
forte
e
gosa
saude.
—
D
esweiit
.
E
’
seis
vezes
mais
nutriu ?a do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cinccenla
vezes
o seu
preço
em
remedios.—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
*/4
kilo.
500
; de
1
/
a
kilo
800
rs
; de
um
kilo,
l$4O0
res;
de
2
*/,
kilos,
3$200
reis;
de
6
ki
los,
6$ 1-00;
e
de
12
kilos,
12$00u
rs.
Os
biscoitos
da
Revatesciére que se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
era
caixas
a
800
e
1^400 reis.
O
melhor
chocolate
para
a saúde
é a
Hevaleseièr*
?
ella
res-
titue
0
appettite,
digestão,
somoo,
energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as mais fracas,
e
sustenta
dez vezes
mais
que a
carne,
e
que
0
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
pó
ê
em paus,
em
caixas
de folha
dt
iata
de
12
chavenas,
500
reis
;
de
24
chave
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
1^409;
de
120
chavenas,
3^200
reis,
ou 25
reis
cadê
-cliavena.
DU
DABIHY
«fc
U.*
LIHITED.
Place
Vendòtne,
26,
Paris.
77
Regént-
Street,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguista»,
raer-
cieiros,
etc., das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
snr.
Serzedello
&
C.a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Lísfe©»,
(por
grosso
e
miudo);
Azevedo
Filhos,
praça
de
D
Pedro.
31,
32,
Barrai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12—
Far
to,
J
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS ENTRE
DOURO
E
MI-
NftO.
=
Aveiro,
F.
E. da
Luz
e
Costa,
pharm.
—
IBarceíi®», Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm.
Largo
da
Ponte.
—
Sr«ga,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
&
Irmão, rua
do
Souto.
—
Viarasaa
«lo
Usa-
tell®,
Aftonso
drog.,
rua
da Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog,,
Rua
grande,
140.
—
©Miraiaeftes
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.—
Antonio
d
’Araujo Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da Silva,
drog.,
Rua
da
Bainha,
29
e
33.
—
Penaftel,
Miranda,
pharm.
—
For
to,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
Inaão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos, 36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua de
Cedofeita,
160;
Fontes
&
C.
a
,
drogs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108; Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia Central,
Rua
de
San
to
Antonio,
225 a
227.
—
Faní®
do
Li
ras».
A.
J.
Rodrigues Barbosa,
pharm.
—Fssvoa
s5e>
Varzim,
P.
Machado de
OI)te'ra,
pharrna.
—
Vaienç»
da
Minho,
Francisco José de
Sonsa,
pharm.
—
ViBls
rlft
Cenãe,
a
. L. Maia Torres
pharm.
ASMDBCIWm
Os
abaixo
assignados,
immensamenle
penhorados
para
com
todos
os
exm
0S
srs.
e
senhoras
e
reverendos ecclesiaslicos
que
se
dignaram
visitai
os,
cumprimentar
e
as
sistiram
á
missa
de
gloria
que
se mandou
celebrar
na
Ordem Terceira
d’
esta
cidade,
por
occasião
do
passamento
de
sua
sem
pre
saudosa
e
innocente
filhinha
e
neta
Ca-
rolina,
protestam
a
todos seu
eterno
re
conhecimento, pedindo
desculpa
de
0
não
manifestar
pessoalmente.
Antonio
José
Gonçalves
Nogueira
R
sa
da
Conceição
Guimarães
Nogueira
José
Fernandes
Guimarães. (659)
O
Conego
Prior
de
S.
Viclor.
agradece
por
esta
fórma
a
todos
os
illm.
os
e
exm.°s
senhores
e
senhoras
que
se
dignaram cum-
primental-o
por
occasião
do
fallecimento
de
sua
muito
presada
Irmã
D.
Anna Ma
ria
Ferreira
Paredes;
a
iodos protesta 0
seu
cordeal agradecimento.
(656)
Manoel
Joaquim
Ferreira
Braga.
DECLARAÇÃO
José
Antonio
Alves,
com estabeleci
mento
d
’ourivesaria
na
antiga
casa
do
contraste
do
ouro,
junto
ao
Paço
Archie-
piscopal,
participa
aos
seus
amigos
e
fre-
gnezes,
que,
desde
0
proximo
domingo
em
diante,
continúa
a
ter
aberto
0
seu
estabe
lecimento
em
todos
os
dias
santificados;
pois
não
tendo
0 annunciante
assignado
a
escriplura
que
entre, si
haviam
outorgado
todos
os
seus
collegas,
para se não ven
der
ao
domingo
e
mais
dias
sanclificados,
foi
tal
escriplura
proscripla
por
a
maior
parte
d
’
aquelles
que a
assignaram,
em
vista
do
que,
e
para
retirar
de
si
qualquer
censura,
faz 0 presente
annuncio
e
decla
ração.
Braga
19
de
dezembro
de
1877.
(665)
Sociedade Democrática
Recrea
tiva
Por
alma
do
fallecido e
prestimoso ex-
socio,
0
snr. Ignacio
de
Barros
Lima, esta
sociedade
manda
celebrar
uma
missa
ás
9
e
meia
horas
do
dia
22 do corrente,
na
egreja
dos
Terceiros, sétimo
dia
do
seu
passamento.
A
Direcção
pede
a
todos
os
associados,
bem
assim
ás
pessoas
de
ami-
sade
d’aquelle.
finado,
0
caridoso
obséquio
d
’assislir
a
este
acto
religioso, e
pelo
que
se
confessa
eternamente
grata.
Braga
19
de
dezembro
de
1877.
(663)-
t
o
HMI
TOK
Quem
quizer
ser
coadjutor
em
S.
La-
zaro,
fade com
0
parocho.
jiii
wn«
—
riiwr
-
»
—
rtralmrn------- 1
—
——
■" 1
PROFESSOR DE COMMERCIO
Acaba
de
chegar a
esta
cidade
um
professor
com muitos arfnos de
pratica
de
ensino
do
curso
completo,
etc.
Também
lecciona
só
qualquer
das dis
ciplinas,
como:
escripturação mercantil ge
ral
ou especial,
contabilidade
commercial,
systema monetário
e
cambial,
metrologia
universal;
geographia,
historia
e
direito
commercial;
algebra,
economia
politiea,
dezenho,
callygraphia,
lingua»,
etc.
Está
aberta
a
matricula
até
ao
1.°
de
dezembro,
dia
em
que
se
inaugurará
o
curso.
Preço
em
classe—
2^500
1
Curso
diurno
Particularmenle—
4^500
1
e
noclurno.
Rua
do
Conselheiro
Januario,
31.
(622)
VINHOS
DO
DOURO
Do Dr Sampaio
No
armazém
do
largo
dos Penedos
n.°
33
acham-se
á
venda
vinhos
finos
do
Al
to
Douro
a
retalho
e
por
grosso,
excel-
lenles
geropigas—
branca
de Malvasia,
e
tinta
de
Mourisco,
assim
como
vinhos
en
garrafados
desde
120
a
800
reis
a garra
fa, para
o
que
existe
um
bom sortido
deposito no
armazém
da
rua
de Santo
André
n.°
1
C,
havendo
por
isso muito
onde escolher-se
tanto
cm
gosto como
em
preço.
Todos
estes
vinhos
vieram
das
acredi
tadas
adegas
da
Fonte
Nova,
pertencen
tes
ao
dr.
Sampaio,
bem
conhecido
la
vrador
de
vinhos
finos
do
Alto
Douro.
O
mesmo
garante
a
genuidade
de
to
dos
estes
vinhos produzidos
nas
suas
pro
priedades.
Braga
i6
de
dezembro
de 1877.
O
gerente,
Francisco
Alves
da Fonseca
Cotilinho
e Fi
gueiredo.
(662)
José
Antonio Duarte
Pregoeiro
&
Ir
mão.
fazem
publico
que desde
o
dia 20
do
corrente
inclusivè
terminam
com
a
carreira
diaria
que
tem
para a
Povoa
do
Varzim
principiando
no
mesmo
dia no
vas
carreiras
diarias
de Braga
a
Barcel
los,
e
de
Barcellos á
Povoa
do
Varzim.
HORÁRIO
Sae
de
Braga ás 3
horas
da tarde,
che
ga
a
Barcellos
ás
6,
sae
de
Barcellos
ás
6
da
manhã,
chega
a
Braga
ás 9,
sae
de
Barcellos
para
a
Povoa ás
7
da
manhã,
chega
á
Povoa
ás
10, sae
da
Povoa
ás
3
da
tarde, chega
a
Barcellos
ás
6.
PREÇOS
De
Braga
a
Barcellos:
dentro
300
rs.,
fóra
240;
de
Barcellos
á
Povoa:
dentro
300
reis,
fóra
210
reis:
de
Barcellos
ás
Necessidades
160
rs.
Os
seus
escreptorios
são
em
Braga
em
casa
de
Antonio
Joaquim
Loureiro,
rua
Nova
n.°
2.
Em
Barcellos
em
casa de
José
Joaquito
de
Silva
Pereira,
rua
Direita
de
Barcellinhos n
0
1,
proximo
ao
Largo
da
Ponte.
Na
Povoa
em
casa
de
Francis
co
Diniz
da
Silva
Vianna,
Praça
do
Al
mada,
(proximo
á
cadeia).
Braga
17
de
dezembro
Je
1877.
José
Antonio
Duarte
Pregueiro
Sc Irmão.
(657)
L(
JA
DE
FERKAGENS
DE
iOmL
JOAQIM
FERJiAms LOPES
ÍI4»»a
de
S.
Tieente
n.°
#1
Com
loja
de
ferragens,
colilarias,
lou
ça
de
ferro
esmaltada
e
estanhada,
para
cosinba.
e
muitos
outros
artigos
perten
centes
ao
seu
negocio.
(619)
Attenção
Por
esta
fórma
são
prevenidos
todos
os
indivíduos,
que
á
Commissão
Dislrictal
Bracarense
requereram
pedindo
soeçorros
por
causa
das
ultimas
inundações,
a
que
vão
procurar
seus
requerimentos
aos
presidentes
das
comu
issões
dos concelhos
a
que
per
tencera,
para,
munidos
com
elles,
virem
receber
do
lhesoureiro
da
commissão
dis-
trictal,
o exm.°
snr. D. Manuel
Martins
Alves
Novaes,
as
quantias
cotn
que
foram
deferidos.
Braga
12
de
dezembro
de
1877.
O
secretario
(631) Domingos
Moreira
Guimarães.
Quem
pertender
comprar
duas
((â
moradas
de
casas,
alludiaes,
com
AXàêSi
os
n.os
21
22,
e 22
A,
no
largo
de
S.
Miguel
O-Anjo,
pode
tratar
com
o
procurador
José
Joaquim
da
Costa Ribeiro,
no
largo
da
Senhora
Branca, d’
esta
ci
dade.
(650)
AO
PUBLICO
Joaquim Leal,
com
estabelecimento de
fazendas
de
lã,
seda
e
algodão,
na
rua
do
Souto
n.°
39,
declara
que
tendo
veri
ficado
que
para a
prosperidade,
nhsta
ci
dade,
d
um
estabelecimento
do
genero
do
seu
é
condição
essencial
a
postergação
do
divino preceito
da
guarda
do domingo,
tem
deliberado
liquidar
o
seu
estabeleci
mento.
Em
harmonia
com esta
delibera
ção,
fará
notável
reducção
de
preços
nas
suas
fazendas.
(632)
Os
abaixo
assignados,
constituídos
em
commissão,
por
virtude
da
escriplura
de
7
do
corrente
mez.
celebrada
na
nota
do
labellião
Ribeiro,
para o fim
de
vende
rem
os
bens
immoveis,
que
pertencem
ao
exm.°
snr.
Manoel
Gomes
da
Siha
Mat
tos,
da
rua
das Aguas
d’
esta cidade, e
com
o
seu
producto
pagarem
as
dividas
do
mesmo
snr.,
rogam
a
lodos
os
seus
cre
dores
se
sirvam
apresentar
a
qualquer
dos
signatários
os
documentos
comprovativos
dos
seus
respeclivos
créditos
dentro
dos
proximos
quinze dias.
Outro
sim
participam
aos
snrs.
Forei-
ros
da
mesma
casa
da rua
das
Aguas,
que
tem
resolvido
a remissão
de
todos
os
fo-
ns;
e aquelles
snrs.
que
desejem
re-
mil-os,
pedem,
se
sirvam
comparecer
pa
ra
esse
fim,
em
casa
de qualquer
dos
mesmos
signatários,
até
o
fim
do
presen
te
mez.
Braga 12
de
dezembro
de
1877.
Henrique
Freire d'Andrade
Antonio
Santos d
’
Azevedo
Magalhães
Manuel
Luiz
Ferreira
Draga.
(660)
\0V0 BEI
ABULO
Tendo
de
se
mandar
fazer
de
madeira
o
retábulo
do
altar da capella-mór
da
Sé
Primacial
de
Braga, convidam-se
todas
as
pessoas
habilitadas
para
executar
esta
obra
e
que
queiram
encarregar
se
d
’ella, a
man
dar
suas
propostas
ao
fabriqueiro
da
mes
ma
Sé
até ao
dia
31
do
corrente
mez.
A
planta
e
condições
da
obra
estarão
pa
tentes
na casa da
fabrica da
dita Sé no
dia
10
do
corrente
e
seguintes
desde as
9
horas
até
ao
meio
dia.
Braga
4
de
dezembro
de
1877.
CIRUH&EÃO
DENTISTA.
DA
Escola Americana
Consultono
a
toda
a
hora,
tanto
de
dia
como
de
noite
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de
S.
Frnicisco)
n.°
22.
(582)
MBIIM
UIRUR6ÍEÃO
DENTISTA
4.PPROVADO
PELA ESCOLA
MEDICO-CIRURGI-
CA
DO
PORTO
Rua
de
S.
Marcos
n.°
19.
BRAGA.
Faz
tudo
quanto
diz
respeito
á
sua
arte
e
continúa
operando
grátis,
pobres
e
soldados.
(580)
o
h
»»
i
—
ithi
-
i
ijiimiu
—
m»
um
—i
.
“
'«■DM
—
ATTICNÇÃO
Vende-se
a
quinta
da
Arcella,
sita
ni
freguezia de
Lamaçães.
Quem
a
pretender
póde
diiigir-se
á
rua
de
S.
Vicente,
casa
n.°8i.
(653)
AVSSO
AD PURKilCO
Pela
direcção
do
correio de Braga
se
faz
publico que. em
virtude
de
ordem
su
perior,
desde
o
dia
15
do
corrente
em
diante,
sahirá
o
correio
d
’
esta
cidade
pai
a
Guimarães
ás
12
hora$
da
manhã,
deven
do
portanto
a
correspondência
para
Gm-
matães
ser tirada
da
caixa
geral
ás
1
I
da
manhã.
(661)
Vende-se uma
morada
de
casas,
construída
de
novo,
na
rua
de San-
lo
Antonio
das
Traves>as
n.°
13;
tem
frente
e
sahida para a
nova rira
qi
e
vae
da
rua
da
Sé ás
Carvalheiras.
Quem pertender
falle
na
mesma.
(638}
No
lb|>0*ilo
«Se
VinttnM
«lo
8>«>u-
ro
—
rua
de
S.
Marcos
n?
15
—
ha
as
seguintes qualidades
de
vinhos:
Palhete,
—
Meza u°
1.
Estes
vinhos
leem,
augmento
de
IO reis
e
garrafa.
Mem
Biigmentn «le preço
i
—
F.
n.°
1
;
F. n
0
2
;
F.
n.°
3;
F.
n.°
5. =
V.
n.°
1
;
V.
n.°
2
;
V.
n.»
3
; V.
n.°
4
«=Baslardo
de
1863 =
Vinho
branco
n.°
1
;
—
Vinho
branco
n.°
2. Vinho
branco
de
1863.
=
Moscatel
n.°
1
;
Moscatel
n.u
2;
Moscatel
secco
—
Malvasia adamada
n.°
2
=Malvasia
secca.
=
Geropiga
loira
;
Ge-
ropiga
branca.
=
Lagrima
branca
n.°
1
;
Lagrima
loira.
ESPECIALIDADES
Vinho
de
1840
=-
Alvaralhão
de
1840
—
Roncão
de
1820
—
Lacrima-chrisli.
Vinltoo
«le
«liíTerenteii
proeeden-
cíao
t
Collares
;
Madeira
de diversos
pre
ços
e
muito
baratos
;
Xerez;
Moscatel
de
Setúbal
;
vinho
de
Valdepena
;
Bordéus ;
Champagne.
LE
LO\Sç.íLLLB
OKS
t
.
:r >0
''IS
íjj
.
ANNO
XXIX.
i-»
to
.
ANNO
XXIX
Publica-se
no
dia
I.
”
de
cada
mez.=Não
se
recebem
assignaturas
por
menos
de
um
anno.
Graças
aos
iíiuiimeraveis
mellioiamentos
successivamente
i.nUoduzidos,
é
hoje
este
jornal
de inodas uma verdadeira
inciclopedia
de
todos os lavores
propíios
para
senhoras.
A
utilidade
e
esmerido
estillo
«le
sua
redacção.
as preciosas
gravuras
de
figurinos,
já
em
preto,
j>
a
cores,
os padrões
riscados
etn iam«i
h<»
natural,
de
modo a permitlirem
a
q
•
Iquer
pessoa
excmitar
todos os
to
delles
pohlii-.i
tos;
os
modelos
de
tapeçaria,
coluno
s
com
aumiravel
o
estria,
e <le
facil r<mT<><iucção;
grandes tiras
de
bordado.'
as
iniciaes
das
suas assignanles;
numerosos
traba
lhos
de
crochet,
guipure.
huoi
«te.;
pentead<
s,
chapéus,
rouparia
musicas,
agua
relas,
rendas,
enigmas
pittorcscos.
guarnições
para
vestidos,
e
desenhos
d-
passama-
nería, tornam
esta
publiiaçâu
a
mais
sedutora
e
completa,
que
uma
senhora ou
uma
menina
podem
desejar
Le
Conseiller
des
Dames
el
des
DemoisJles
é
o
unico
periodico
que
póde,
pela
ex
tensão
de
seu
texto,
dar
uma
explicação
minuciosa
dos
desenhos
e
padrões,
com
tal
clareza, que
possam
copiar-se
com
a
maior
facilidade.
PBEÇO
PARA
PORTUGAL,
POR
ANNO
2$í00
REIS.
Para
facilitar
as
assignaturas,
o
director
do
Le
Conseiller
des
Domes
el
des
Demoiselles,
entendeu-se
com
a administração
d
’este jornal,
em
Braga, rua
Nova,
3,
para onde
podem
ser dirigidas,
acompanhadas
do
seu
importe.
Também
se
encarrega,
mediante
pequena
retribuição,
de
remelter
ás
senhoras
assignanles
os
blindes
que
escolherem.
.
'HVIBÍilA
I/EIGEM
-
SUtãnssvB pnblieaçôet*
ÍOPP.AS
COMPLETAS)
PADRE
iUVAUX
Historia
Ecclesiastica.
desde
o
seu
co-
meçu
até
187ti,
traduzi.la da
6
a
ediçã
por Francisco Luiz
de
Sea-
Ina,
3 *ol
...................................
3^000
PADRESCHOUPPE
G
uimi
de
Beligião,
ou
verd
ide
e
bel-
leza da
rebgiào
(•hnslào,
ira
Dic
ção
du
padre Mesquita
Pimentel
I
vol.....................................................
l$200
BALMES
O
Protestantismo
comparado
com
o
Catholicismo
nas
suas
relações
com
a
civilisaçãa
europea.
4
vol.
2$i00
PADRE
MACH
NO
MESMO ESTABELECI
MENTO
HA:
Doce
de
toda
a
qnalidade
de frucla,
%nto
em
sêcco
como
em
calda
;
licores
francezes
;
massas
para
sopa
;
farinha
de
diversos
legumes
;
conservas
;
mostarda
;
peixe
d’
escabeche
;
sardinhas
de
Nantes
;
ostras
frescas
em
latas
;
amêndoas
de
di
versas
qualidades,
com caixas
de
cartão
muito
bonitas
para
as
mesmas;
chocolate
hispanhol
;
chá Hysson e
preto
;
bolacha
ingleza de
diversas
qualidades
;
biscoito
vallongense,
o
melhor
que
se
fabrica
;
quei
jo
londrino,
papel,
flamengo
e
suiço. E
muitas
outras
coisas
próprias
para
o
Natal.
NO
ME-MO
ESTABELECI
MENTO
Ha
um
excellente
restaurante,
e
se
aprcmptam
eonsoadas
de
qnalquer
comi
da,
tanto
em
carne,
como
em
doce.
=
Tem
sempre
fiambre
e
aos
domiugos
fazem-se
alli
pasielinhos
de
massa á
franceza,
tanto
de
carne
como
de
diversos
doces
= Mor-
cellas
de
lombo
de
porco
e
de
doce:
aprom
tando-se
também
caixas
enfeitadas.
15
—
RUA
DE
S.
MARCOS
—
15
Tb
Mg
Vende
papeis pinta-
dos
para
guarnecer
sallas,
§
lindíssimos
gostos,
a
prin-
$
cipiar
em
80
reis
a
peça.
&
Vende
olio,
tintas
e
$
vernizes
para
pinturas
<ie
$
casas,
tudo
de
boa
quali-
-S
dade.e
preços muito
resu-
mi
dos.
â
■zl.
Vende
cimento roma
no
para
vedar aguas,
ges
so
para
estuques
de ca
sas,
tudo
de
primeira
qua
lidade.
AIliliB
M UW
DO
ALTO
DOURO
CASA
WE
VMIiEA POUCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’este
armazém
se
encontram
a
retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
enga
rrafados
:
PADRE
SENNA
FREITAS
quartilho
tinto,
e
branco 120.
Vinho
tinto
de
meza.
(sem
garrafa)
150
D
»
»
.
19!)
Lagrima...................................
200
Branco
de
meza........................
210
D
tinto
de
meza fino.
.
.
.
270
de
prova
secca.
300
d
Malvasia
de
2/
........................
360
»
vtdlto...............................
400
D
Malvasia,
Bastardo
e Moscatel
a
500
Roncão
........................
700
Alvaralhão....................... .....
560
Velho
de.
1854
....
600
a
retalho
pxrt
meza 50 e
80
,
o
Prqo
....
SOU
reis
A
’
venda
na
Livraria
Catholica Portuen
se, praça
de
D.
Pedro,
131.
Responde-se e
garante-se
a
pureza
boa
qualidade
de
todos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio de
qualque'
processo
cbymico.
(-HÍI)
FILIAL Dâ CAIXA
ECOXnmiCA
PE.NHORIMTA
Sociedade anónima
de
responsabilidada
li
mitada
Capital..................
&OOtO0O^OOO
RUA
NOVA
DE
SOUSA,
N.°
9
(Também
com
entrada
pela
ma
do
Campo
BRAGA.
Empresta
dinheiro
sobre
ouro,
prata,
joias,
papeis
de
credito,
cereaes,
roupas,
moveis
ferramentas-,
e
sobe
todo
e
qual
quer
objecto
do
valor
não
inferior
a
i0(»
réis.
Recebe-se
dinheiro
em
deposito
a pra
so
ou
á
ontem
abonando
juros
conven
cionáveis
A
caixa
eslá aberta
todos
os
dias
des
de
a-,
9
hora
da
manhã
até
ás
7
da noite,
e
nos
dias
santificados
estará
aberta
só
até
ao
meio
dia.
O gerente
—
A.
G. Perreirino
i.
Maná
do
Sacerdote,
1
vol
br.
500
cart
................................
.
.
$600
Ancora de Saleaçao,
i
v<d.
I
r.
5^0
cart
.................
$600
d
.
M
aria
do
pilar
A /ei de
Deus, collecçào
de
len
ias
baseadas
nos
prvceilos
do
Decálo
go.
1
vol
............................
.
$500
DR.
LUIZ
M
à
RIA
DA
SILVA
RAMOS
Sermão
sobre
a
Divindade
de Nosso
Se
nhor
Je^us
Christo,
recitado
na
Sé
Ca-
thedral
de
Coimbra.
Preço.
...
200
rs.
i
iISCUHS
d»
deputado
fritncez
e&tliolirn
O CONDE ALBERTO
DE MUN
Prniiuneiailo
c>.«»
enevrrnmcnlo
da
assembleia
geral
das
nsenbr«>s
dia obra
dos
eireulos
eatlíoiieoi»
de
operários
TRADUZIDO
Pi
LO
Sf-.&JSA »’Jt»EITAS
Dedicado
ás
Associações
Catholicas
do
Porto
e
Braga.
Vende-se
n
’esta
redacção
por 6o rs.
JOSE
DA
SILVA
bU\DÃO
Coa»
loja
«le
f«t«»
feito
43
—
Largo
do
Barão
de
S. Mor
linho—
13
e
Participa
aos
seus
amigos
e
f.
e-
goezes, tatito
d
esta
cidade
como
das
províncias
que
tem
um
boouo
e variado
sortimento
de fato
fei
to,
casimiras
para fato rnmlo
baratas,
cortes
de
calça a
l$500,
2$000
e 2$500 reis;
tudo
fazendas
modernas.
Guarda
pós de casimira e
de
alpa-
ques
inglezes, roupa
branca,
assim
como
camisas
de
600
reis
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
pauuo
familiar,
e
medes,
bonets
de
górgurão
de
seda
e
de
casimira
de todas as
qnalid/des.
de
500
rs.
até
800;
manias
de
seda
de
to
dos
os
feiiios.
Encarrega-se
de fazer
qualquer
obra
que
lhe
seja
encommendada,
e
prompti-
fica-se a
ficar
com
ella
quando
não
fique
á
vontade
do
freguez.
(583;
BREVE COMPENDIO
DE
ORAÇÕES
E
DE
V
0
Ç
ÕES
ADOPTADAS
PELOS MISSIONÁRIOS
QUARTA.
EDIÇÃO
Novamente
correcta
e
muito
augmentada
com
novas
orações
e
devoções
indul-
genciadas,
e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima
Raccolta.
Com
approvação
de
S.
Exc.
& Bev.
m&
o
Snr.
D.
João
Chrysostomo
de
Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em
Braga,
na
rua
Nova
n.°
3
E,
e
nas
principaes
livrarias;
e
no
Porto
na Livraria
Catholica,
Praça
de
D.
Pedro,
e
na Portuense
de
Manuel
Malheiro,
rua
do
Almada.
Preço
em
brochura.
.
. . e
160reis
»
encadernado
....
240
»
IJVKAKIA
BOB
dà
LO '
Travessa
da
Victoria
n."
49,
l.
‘
andar,
Sjisbua
N
’
este
estabelecimento
ha
um variado
sortimento
de
dtffereiiles
obras,
Roman
ces.
Historias,
Comedias,
Dramas,
Scenas
Cómicas e
Almaoachs
para
1878,
e
faz-se
abatimento
para
negocio,
e
remeliem-se
os
catalogos
grátis,
e qualquer
das
obras
abaixo
mencionadas
são remetlidas francas
de
porte
aquem
enviar
o
stu
importe
em
estampilhas.
MANUAL
DAS
DAMAS,
tratado
de
fa
zer
llôres arlificiaes
ornado
de
estampas
500 MANUAL
Dí)
COSINI1EIRO,
modo-
de
preparar
as
melhores
iguarias
da
cosi-
nha
poriugneza
e franceza,
arte
de co
peiro e
pasteleiro
210,
MANUAL DO
PRESTIDIGITADOR,
livro
de
sortes di
vertidas
tanto
de
mãos
como
de
cartas
e
physica
recreativa,
ornado
de
80 estam
pas
500.
manual
do
conserveiro
e
CONFEITEIRO,
modo
d«
f
zer
bollos
pas
teis.
doces,
gelados,
210,
MANUAL
DE
DANSA,
arte
de
aprender
a
dansar
sem
mestre
120,
MANUAL
DAS
SINAS
ex
plicação
das
sinas
e
sonhos
120.
i6
13)
Solicitador
—
\.
Lopes
da
(rima
EgcrspSmri;»
—
Taypísí»
n.° ã
—
Pes-ío
Linimento
BOYER-MICHEL
para
caval-
los, fazendo
as vezes de fogo
e não deixando
vestígios
do
seu
emprego M
ichel
, pharma-
ceutico
em Aix
(na Provcnça) França. —
Preço
1,000
reis.—Em
l.i-b
a
u snr. Barreto, t.-
relo, n
0
28
—30.(-5)
BRAGA,
ÍYPOGRÃPEIA LUSITANA—1877.
