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Parte de N.º 679 de 25/08/1877
- conteúdo
-
IOB.IIA
COMWlíRCBAX, RELIGIOSA
E6 ^'OTICBOSA.
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA DIAS
DA
COSTA,
RUA
NOVA
N.°
3
E.
«5
»E
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
5.° ANNO
Braga,
12
mezes..............................
1&600
»
6
»..........................
850
Correspondências
partic. cada
linha
40
Annuncios
cada
linha
.....................
20
Repetição
....................................
10
AGOSTO
DE
IStt
Prodigue-se
a
instrucção
ao
povo,
—
bradam os
aulicos
do
revolucionalismo,
desde
o
moderado
até
ao
mais
vermelho.
Palavrório
que
já
não
illude
ninguém.
Que
o
povo
carece d
’
instrucção.
e
que
o
Estado tem
o
dever
de
lh
’
a
ministrar,
nada
mais incontestável.
Porém,
o
que
vemos
nós?
A
instrucção
primaria
está,
com
hon
rosas
excepçòes,
entregue
a
analfabetos,
e
a
secundaria
em
pouco
melhores
con
dições.
Quanto
á primeira,
não
póde
deixar
de
ser
assim,
altento
o
abandono
e
com
pleto
desprezo
a que
é
votada
pelos nos
sos
governos.
0
ordenado
que
ao
professor
prima-
rio
se
dá,
com
a
má-vontade
que
ladeia
a
esmolla
do avarento, diRicilmente
lhe
chega para
a
mais
parca
das
sustentações.
E
’
claro
que
só
em
ultimo
recurso
um
indivíduo,
que
consumira
os
melho
res
dias
da
sua
vida
no
estudo,
lance
mão
a
essa
prancha
de
illusorio
salva
mento,
que se
chama
o
emprego
de
pro
fessor
primário.
Porisso
é
até
certo
ponto
desculpável
o
desmazelo,
a incúria
que
geralmente
se
nota
nas
respeclivas
escolas,
com
es
pecialidade
nas
povoações
ruraes.
A
gravidade
d’esle
facto,
de
ningucm
póde
ser
desconhecida.
E quem
é
o
culpado?
0
professor
de
certo
que
não.
Pois
digam-nos:
^Com
que vontade,
coin
que
zêlo
ha
de
elle
exercer
o
seu
espinhosissimo
ministério,
vendo
que
o
seu
rude
trabalho
não
é compensado
condigna
mente?
E
quantos
exforços,
quanta
dedicação
não
são
indispensáveis
para
que o
profes
sor
primário
desempenhe
o
seu
logar?
Este
assumpto
precisa
de séria alten-
ção
por
parle
dos
governos.
Emquaulo
á
instrucção
secundaria,
pouco adiantamos.
Todos
sabem
o estado
em que
se acham
os
nossos
cursos
superiores,
e
quaes
as
doutrinas
que
por
lá
se
derramam. Haja
vista
á
maioria
dos
modernos
bachareli-
los,
e
sangradores,
que
por
ahi
encon
tramos
ás
dúzias
N
’
uma
palavra,
a
instrucção
publica
em
o
nosso
paiz,
é
uma
fantasmagoria.
Quando
se
lembrarão
os
nossos
go
vernantes
de
inclinar as
vistas
até
este
cahos?
«Pio
IX
etu
miniatura».
Assim
se
intitula
um
volume de
mais
de
trezentas
paginas, que
acaba
de
sair
do
prelo,
e
que
e
um
excellente
resumo
da
importante
historia
da
vida
do
Immortal
Pio
IX.
0
auctor
e
compilador
d
’
esta
preciosa
obra
é
o
muito
reverendo
snr.
Padre
Luiz
Pacheco,
proprietário,
director
e
adminis
trador da Livraria
Catholica,
estabelecida
na
Calçada
do
Carmo,
(ao
Rocio)
n.°
6
em
Lisboa.
Este
digno
ecclesiastico, que tantos
serviços e
benefícios
tem prestado
á
re
ligião
e
á
sociedade
*n
’
essa
propaganda
religião
e
moral,
de
que elle é
um
dos
mais
insignes
e
incansáveis collaborado-
res,
fez
comprehender
em
um breve
e
resumido
quadro
todos
os
factos
mais
sa
lientes
da
vida
do
Venerando
Pontilice
da
immaculada.
A
edição
é
nítida;
e
no
principio
de
cada
exemplar
vem uma
excellente
pho-
tographia
de
Pio
IX,
cujo
nome
immortal
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
PUBLICA-SE
ÀS
TERÇAS,
QUINTAS E SÃBBADOS.
Províncias,
12
mezes.
....
2<§>000
»
6
».........................
l$050
»
sendo
duas
assignaturas
3&600
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3$600
Folha
avulso
...............................
10
N.°
679
Idesignará
nos
fastos
da religião,
nos
an-
Inaes
da
Egreja,
e
na
successão
dos
séculos
o
Heroe
da fortaleza
christã
Pio
IX
em
miniatura
é
um
excellente
livro,
que
deve
andar
nas mãos
do povo,
e
deve
ser
lido por lodos. Vende-se
cada
exemplar d
’
esta importante
obra
pelo
mo-
dico
preço
de
300
reis.
Recommendamos
muito
a
sua leitura.
A
publicação
d
’
este
livro veio
enriquecer
a
Bibliotheca
do
jornal
—
Leituras
Popula
res,
e
acha-se
exposto
á
venda
não
só
em
Lisboa
na
Livraria
Catholica,
mas
lambem
no
Porto
na
livraria
do
snr.
Manoel
Ma-
iheiro,
rua
do
Almada
n."
121,
e
no Brazil,
rua
da
Quitanga
n.°
90
E
’
realmente
muito
difficil
o
pintar
gi
gantes
em
curto
panno.
E na
vastidão
da
historia
de
Pio
IX
é
bem
diflicultoso
o
resumir
os
factos
e
apresental-os
todos.
Mas
o
muito
reverendo
snr.
Luiz
Pacheco,
cujo
animo
é
infatigável,
fenceu
todas
aquellas
diíliculdades
e
foi muito
feliz n’este
seu
trabalho.
Receba
por
isso
mesmo
os
nossos
cordeaes
parabéns.
Evora
18
de agosto de
1877.
0
lhesoureiro mór,—Manoel
Joaquim Bar
radas.
SUBSCRIPÇÃO.
Na
redacção
do nCommercio
do
Mmhot
fica
aberta
uma
subscripção
para soccorrer
os
infelizes
habitantes
do
Ceará,
a
braços
com
o
horroroso
fiagello
da
fome.
Estamos
certos
que
as
almas
caridosas
não
desaltenderão o
nosso
appello;
porisso
lhes
pedimos
que
nos
enviem
quaesquer
esmollas em
auxilio d
’aquelles nossos
des
venturados
irmãos,
as
quaes
serão
remetti-
das
á
çommissão
organisada
para
esse fim
na
cidade
da
Fortaleza.
Manoel
Antonio
Ferreira
Braga,
da
freguezia
de
Moure, concelho
de
Villa
Verde
500
i
rr
nu
«
ah
—
a—
uotilha
Festa
da
Conceição
nu
monte
Satneiro,
suburbioa
<le ISrwyi».
A
çommissão
da obra
do
Monumento
da
Virgem Immaculada
na
sua
Conceição,
cujo
Mysterio
foi definido
como
Dogma
de
Fé
em
8
de Dezembro
de
1854;
de
sejando
despertar
no coraçao
de
todos os
lieis
os
mais
vivos
sentimentos
de
devo
ção
e
piedade
para
com
a
Sanclissima
Virgem,
tem
a
honra de annunciar que
no
dia 26,
ultimo
domingo do
corrente
Agosto
tem
de
celebrar-se
solemnemente
a festa
da
Immaculada
Conceição
do
monte
Sameiro.
O
nosso
SS. Padre
Pio
IX,
o
Grande,
dignou-se
abrir
em
favor
da
obra do Mo
numento
o
Thesouro da
Egreja;
e,
além
d’
oulras
graças,
concedeu
Indulgência
ple
nária
a
todos
os
lieis
que
bem
confessa
dos e
commungados,
visitarem devota
mente,
desde
as
primeiras
vesperas
de
sabbado
até
o pôr
do
sol
do
ultimo
do
mingo
d
’
Agoslo,
o
Templo
do
Real
San-
cluario
do
Bom Jesus
do
Monte e
a
Sa
grada
Imagem
de
Maria
SS.
no
Monte
Sa
meiro,
orando
segundo
as
intenções
de
signadas
por
Sua
Santidade.
Para
facilitar
aos
liei
a
consecução
d
esta
preciosa
graça
se
fará
no
mesmo
Templo pelas
7
horas
e
meia
da
manhã
do
domingo
uma
visita
publica
e
solem
ne,
e
logo
seguirá
uma procissão
de
pre
ces.
ou
clamor,
para
o
Monumento,
onde
se
fará a
visita e
se
cantarão as
Ladai
nhas
Lauretanas, terminando
com
o
ser
mão.
Depois
das
10
horas
e
meia
se
cantará
na Egreja
do
Bom Jesus uma
missa
solemne
com
exposição do
Sanclis-
simo
Sacramento.
Santo
Agostinho.—
Na
segunda-
feira
festeja-se
Santo
Agostinho,
no
Po-
pulo
e
no
Collegio,
havendo missa
so-
lemne
e
sermão.
S.
Sebastião.
—
Festeja-se
ámanhã
na
egreja
de S. Pedro
de
Maximinos a
Imagem
de
S.
Sebastião.
Hoje
ha
alli
arraial
e
ámanhã
missa
cantada
a
instrumental,
e
de
tarde
sermão,
e Te-Deum.
E
’
orador
o
ex.m0
dr.
Oliveira Gui
marães,
abbade d
’
aquella
freguezia.
Heportorio
de
S.
Cypriano.
—
Mandaram-nos
um
exemplar
d
’
um
livreco
assim
intitulado.
Estas
especulações
porcas
só
merecem
desprezo,
ou
chicote.
Estão
feitas
as
honras da
recepção.
Consorcio.
—
Na
quarta-feira
recebe
ram
se
na Sé a
ex.
‘na
snr.
a
D.
Ernestina
Amaral,
e
o
snr.
Julio
Gomes
da
Costa
Sá
Brandão,
da
villa da
Barca.
Estod».
—
Acha-se
nesta
cidade
o
snr.
Dellim
Maria,
illustrado
jornalista,
e
mem
bro
do
conselho
geral
das
alfandegas.
ESarão
de
Castello
de Paiva.—
No logar
competente
vae um annuncio
do
Governo
Civil,
declarando
o n
0
de
cada
uma
das Inscripções
de
1.000$000
e
de
500$000
nominàes que
este
caritativo
ci
dadão
fez
averbar
a
favor
dos
diversos
estabelecimentos
d
’
este
districlo,
reservan
do
o
rendimento
em
quanto
vivo
para
si.
Já
foram
igualmente contemplados
ou
tros
districtos.
E’
digno
dos
maiores
louvores.
Assassinato
horroroso.
—
Lê-se
na
«Aurora
do
Cavado»,
de Barcellos, de
21:
Vivia
na
freguezia
de
Negreiros,
d
’
este
concelho,
logar
do
Alto
de
Meira, uma
mulher
por
nome
Anna
Lniza, casada
com
Francisco
Bernardino
Allonso,
pedreiro,
trabalhando
ultimamente
em
Penaíiel,
mas
que
em
publica
mancebia
(ella)
vivia
com
outro
homem.
Ha
dias
que
não
fôra
ella
vista,
mas
não
dera
isso
logar
a
suspei
tas,
até
que
vindo á leria
em
15
do
cor
rente
um
seu
filho,
por nome
Manoel,
também
pedreiro,
mas
residente
na
Maia,
afim de
levar
a
certidão
d
’idade
para
casar-
se,
procurou
a
mãe,
e
encontrando a
porta
da
casa
fechada,
e
ninguém
lhe
res
pondendo
de
dentro,
e não
podendo
a
seu
respeilo
colher
noticias,
se
resolveu
a su
bir
acima
da
mesma
casa
e
levantando
algumas
telhas
d’esla,
espreitou
para
dentro
Foi
horroroso
o
quadro
que
então
se
lhe deparou
á
vista.
Não
foi
outro
que
o cadaver
de sua
mãe
assassinada
!
Correu
prestes
a
dar
d’
isto
conta
a
um
seu
primo,
e
indo ambos
e
outras
pessoas
a
casa
do regedor,
com elle
de
ram
entrada
na
casa
da
assassinada,
por
meio
d
’uma
janella
e
encontraram
o
cada
ver
d
’esta
de
bruços,
e
a
pequena
dis
tancia
d’elíe
uma
foucinha
sem
ponla
e
uma
faca
vergada,
ambas
ensanguentadas.
A
foucinha
pertencia
á
morta,
emquanto
que
a
faca
não se
lhe
conhecia.
O
filho
Manoel
telegrafou immediala
mente
ao pae,
chamando-o
a
titulo
de
se
achar
sui
mulher
muito
mal,
e
este
não
obstante
as
queixas
que
da
mesma
havia,
acudiu
logo
ao
chamamento,
e
che
gou
ainda
a
tempo
de
ver
o
cadaver
tru
cidado
da misera assassinada.
Segundo
ouvimos
dizer
o
cadaver
da
assassinada
apresentava
fracturados
os
os
sos
occipital
e
parietaes
da
cabeça, e
uma
profunda
ferida
em
volta do collo,
e uma
outra
na
maxilla
direita, devendo
a
qual
quer d
’
aquelles
primeiros
ferimentos
ter
succedido
a morte.
A
ferida
no collo
mostrava
ter
sido
feita
com instrumento
dentado, e
por
tanto
com a
referida
fou
cinha.
O
cadaver
já
começava
a
decom
por-se.
Pura
hm
victiman da
aecea
no
Ceará.
—
A
rainha
de
Inglaterra, segundo
telegramma publicado
no
«Diário da Ba
hia»,
offereceu
4
mil
libras
esterlinas
para
as
victimas
da
secca
na província
do
Ceará.
Notieia
consoladora.
—
Lê-se
no
«Mondes:
«Escrevem
de
Azpeitia
em
1
de
agosto.
“
Por
occasião
da
festa
de Santo
Igna-
cio
houve honlem
aqui
uma
grande
ma
nifestação
religiosa,
com
a
assistência dos
prelados
de
Santander,
Calahorra, Pam-
plona
e Victoria,
de
diversas
corporações
civis,
dos
delegados
da
auctoridade civil
e
militar
e
de
um
clero numeroso. A
multidão
dos
fieis era
considerável.
«Hoje
fez-se
a
procissão
tradiccional
ao
mosteiro
de
Loyola,
do
qual
vão
tomar
posse
oíTicialmente
os
jesuítas».
A
dynamite
applieada
á
pesca.
—
Sob
esta
epígrafe
refere
um
collega:.
Está
cada
vez
mais
em
voga
a
pes
ca,
por
meio
dos
cartuchos
de
dynamite,
e
as
aucloridades
começam
a
mostrar
se
severas
com
referencia
aos deliquenles.
Eis
em
que termos
o
«Momteur»
do
Puy
de
Dóme
refere
uma
occorrencia
d
’
es-
se
genero,
julgada
no
tribunal
de
Issoire
a
tres
de agosto:
«Quatro
operários
mineiros
foram
sur-
prehendidos
a
pescar
na ribeira de Allier
não
com
redes
ou harpeos—o
que
já
pas
sou
de
moda em
consequência
de
J
serem
de
acção
demasiado
morosa,
—mas
por
meio
de
cartuchos
de
dynamite,
expres-
samente
confeccionados.
«Que
diabo
náo
intentará
o
espirito
infernal
do
extermínio?
Os
resu.tidos
são
a
tal ponto
rápidos
e
productivos
que
não
obstante
os
horríveis
accidentes
que
ha
seis
mezes
para
cá tem
havido
na
lo
calidade
(um
morto
e
um
amputado)
os
operários
mineiros,
que
dispõem
a
seu
bei
prazer
da
dynamite,
continuam
a
es
vaziar de peixe
a
ribeira
Allier.
«Os
sobreditos
mineiros
foram
con-
demnados
cada
qual
a
15 dias de
cadeia».
Agora,
addiccionaremos
nós
que
a
dy
namite
é
um
veneno
terrível
e
que
d
’
esta
fórma,
applicando-se
á
pesca,
nada
mais
facil
do
que succumhirem numerosas
vi
ctimas
dos
seus
elfeitos perniciosos.
Caulella,
pois.
Xoticias
de
Koma.—
Sua
Santida
de
recebeu
no
dia
da
Assumpção
duzen
tos
fieis,
que
eram
acompanhados
dos
parochos
de
Borgo.
Santa
Maria
de
los
Hornos,
Santo
Onofre,
Nossa Senhora
do
Rusano
e
S.
Francisco
de
Monte
Mario.
O
Santo
Padre
dignou-se
acceitar
um
ramo
collossal
e
magnifico,
feito
pelos
jardineiros
Mariano
Rigiarelli
e
Cezar
Baí-
zani.
ExpotsiçiEo
u»ivevsal
de
Parig
ei»
isís
—
Um
decreto do
presidente
da
republica
franceza,
ultimamente
pu
blicado
na
folha
ofiicial,
determina
o
se
guinte:
A
França
concorrerá
com
a
somina
de
um milhão
e
500:000
francos
(duzentos
e
quarenta
contos
de
reis),
para
ser
empre
gada
em prémios
que
serão
distribuídos
*
aos
expositores.
O
jury
internacional
compor se-ha
de
1650
membros
effeclivos,
sendo 350
estran-
jgeiros
e
300
francezes.
Além d
’
estes
haverá
325
supplentes,
sendo
175
estrangeiros
e
150
francezes.
A
’
secção
de
bellas
artes
são
destina
das
17
medalhas
de
honra; 32 medalhas
de
primeira
classe; 44,
de segunda
classe;
e
48,
de
terceira
classe.
Para
a agricultura
e
para
a
industria
haverá
100
grandes
prémios;
1:000
me
dalhas
de
oiro;
4:000
medalhas
de
prata;
8:000
me
ialhas
de
bronze;
e 8:000
men
ções
honrosas.
Os
membros
do
jury
poderão
concorrer
ás
recompensas.
Maravilha
da
typographia.
—
Ha
dias
houve
uma
grande
festa em Lon
dres.
Fazia
quatrocentos
annos
que
Guilherme
Caxton
tinha introduzido
a
imprensa
na
Inglaterra.
No fim
de
um
banquete de seiscentos
talheres,
aonde
concorreram
muitas
no
tabilidades,
lord
Gladstone
fez
n’um
elo
quente
discurso
o
penegyrico
do typographo
Caxton.
No
fim,
mostrando ao
audõorio
uma
biblia,
adornada
com
as
armas
da
universi
dade
de
Oxford,
disse:
Ha
dezeseis
horas
que
ainda não
esta
vam reunidos
os materiaes
d
’este
livro;
não
estava
impresso,
nem dobrado,
nem
enca
dernado.
«Principiou
a
coinpôr
se hontem,
quan
do
o
relogio
da
Universidade
de
Oxford
bateu
meia
noite.
«Ahi
téem,
senhores,
o que
é,
e
o
que
pode
fazer,
na
Inglaterrra,
a
grande
arte
typographica.
Morte
de
u<n
prineipe.
—
Rece-
beu-se
noticia
em
Londres
de
ter
faile-
eido
em
10
de
abril
proximo
passado
o
prineipe William
Pit
l.eleihoker,
o
suc-
cessor
presumplivo
do
throno
de
Hawau.
Morreu
no
palacio de Izlani aos 22
annos de
edade.
No
dia
immediato
á morte,
foi
procla
mada
a
prince/.a
Lydia
Kanackacha
Liliuo-
kalani,
irmã
mais
velha
do
rei,
como
suc-
cessora
ao
throno.
Ouro
da
Auatralia.—
A
produc-
ção
de
ouro
na
Australia
continua
a
ser
uma
das
industrias
que
vae
declinando
A
producção
no
primeiro
trimestre
do
corrente
anno
foi
de
182:790
onças,
sendo
45:850
onças
menos
do
que no
trimestre
antecedente.
Os mineiros
são
em
numero
de 40:000;
29:000
dos
quaes
são
europeus
e
11:000,
chinezes.
Explosão.—
Uma
explosão
de
dyna-
mite,
cuja
causa
se
desconhece
ainda,
te
ve
logar
um
d
’
esles
dias
em Hamburgo,
no
laboratorio
dos
irmãos
Berckholz, artífices,
rua
Gartner.
Oito
pessoas
foram
mortas
instantaneamente.
No
numero
dos
mortos
encontram
se
um
dos
irmãos
Berckholz,
de 39
annos, e
suas
duas
(ilhas,
a
mais
velha
das
quaes
ainda
não
linha
oito.
À
Italia
uaoraliuaila.
—
Lê-se
na
«Voce
deila
Verita»:
Hontem
(13 de agosto) a
egreja
de
Santa Marlha
foi
tomada
d
’
assalto
pelos
agentes
da junta
liquidadora
dos
bens
do
clero
em Roma,
que se apossaram
d’
ella
violenlamente
e
a
entregaram
aos
solda
dos.
D
’
esta
forma
os nossos governantes
nos
Eram
até
as
egrejas I Alli
onde
as
virgens
piedosas
fastam
subir
a
Deus
as
suas
orações
em
favor
dos
homens,
não
se
ouvirão
d
’ora
avante
mais
do
que
as
canções
obscenas
e
blasphemas
da
impta
soldadesca.
Eis
aqui
como Roma
se
tem
regenerado
e
moralisado
1
ntermante.
—
Lê-se no
«
Ultra
mar»:
«Fómos
favorecidos
com
a
copia
n
’uma
carta,
escripta
de
Roma,
em
23
de
junho
ultimo,
pelo
snr.
conselheiro
Cunha
Rivara
ao
snr.
Eugênio
Gomes.
Sentimos
não
poder
publicai a
hoje
na
sua
integra.
Mas
não
resistiremos ao
desejo
de
co
piar
o
curto
dialogo,
que
teve
logar
entre
sua
santidade
e
o
nobre
ex-secretario
do
governo
de Gòa,
ácerca do
nosso
digno
arcebispo.
Tendo
o
nosso
ministro
junto
á
Santa
Sé,
snr.
conde
de
Thornar,
sollicitado
uma
visita
do
Pãpa
para
o
snr.
conse
lheiro
Rivara
e
sua
exc.ma
esposa, o
San
to
Padre
mandou
collocar
para
ambos,
2
cadeiras,
na
sala
de
audiência,
ao
lado
direito
de
seu
throno,
sendo
destinadas
as
bencadas
communs
para
as
demais
vi
sitas.
Depois
de
uma
hora
de
espera, entrou
o
Papa
conduzido
n
’
uma
cadeirinha,
que
6
homens
traziam suspensa
na
mão.
O mestre de
ceremonias
fez
logo
di
rigir
a
cadeirinha
para
junto
do
selheiro
Rivara,
e
disse
para
Sua
Santi
dade.
—
O
snr.
commendador
da
Cunha
Ri
vara.
—Ah! então
vem
da
índia?
perguntou
o
Papa.
—
Sim,
Santo Padre.
—
Esteve
lá muito
tempo?
—
Vinte
e
dois
annos.
—
Tem agora lá
um
Arcebispo
muito
bom
observou
o
Papa.
—
E
’
verdade,
Santo
Padre.
E’
um
di
gnissimo
prelado, que
hade
fazer
grandes
benefícios
áquellas
christandades.
Nem
todos
os
Bispos
lá
têem
sido
as
sim.
N
’isto,
o
Cardeal
Howard
que
acompa
nhava
o
Papa,
introduziu
se
na conversa,
dirigindo-se
ao
snr.
conselheiro
Rivara
como
a
pessoa
conhecida.
O
Papa perguntou:
—
Ah!
conhecem
se?
—
Sim,
Santo
Padre,
lhe tornou
o
snr.
Rivara.
O
Cardeal
faz-me
a honra
de
ser
meu
amigo ha
muitos
annos.
Viajámos
na
índia
juntos.
—
C"m
o
monsignor
Sabba,
accrescenlou
o
Cardeal.
—
Ah!
sim,
coitado!
exclamou
o
Pa
pa,
e
fez um
gesto
de
sentimento
e
sau
dade
por
aquelle
Prelado,
de
quem
era
muito
amigo.
Depois,
dirigindo-se
para
o
snr.
Rivara,
disse:
—
Estimei
muito vêl-o
e
a
sua
es
posa.
Estendeu
a
mão,
e
o snr. conselhei
ro
e
sua
exc.
ma
consorte
beijaram-lhe
o
annel.
Anniveranrio
do
nngeímtnto
de
Rubem.
—
A
cidade
d
’
Anvers festeja
este
anno
com
o
maior
brilhantismo
o
anni-
versario
do
nascimento
de
Rubens. Faz
trezentos
annos
que
nasceu
o
celebre
pin
tor.
As
festas
deviam
principiar
no
dia
17
do
corrente
para
terminarem
a
27.
O
dia
17 seria consagrado
a
um con
gresso
litterario
no
qual
se
discutiria
a
questão
da
propriedade
litteraria
internacio
nal,
assumptos
históricos,
etc.
No
dia
18
verificar-se-ia
uma
exposição
de
animaes
domésticos
e
de cavallos
fla
mengos
que
Rubens
pintava
admiravelmen
te.
De
tarde
executariam
uma
cantata
mil
músicos,
diante da
estatua
de
Rubens,
na
araça
Verde.
Para
o
dia
19
annunciava
o
program-
ma
um
concurso
de
canto,
no
qual
to
marão
parte
sete
sociedades belgas,
íran-
cezas,
allemãs
e hollandezas; e
a
abertura
de
uma
exposição
de pintura
e
obras
d
’
ar-
le,
organisada
pela sociedade
real
do
de
senvolvimento
de
bellas-artes.
No
designado
dia
será aberta
a
expo
sição gratuita
organisada
pela
academia
de
archeologia
da
Bélgica,
a
qual
consistirá
em
gravuras
de
Rubens,
objeclos
que lhe
hajam
pertencido
e
éxposições
de
agricul
tura,
Iructos
e
flôres.
Também será
aberlo
um mnseu que
estará
patente
todos
os
dias.
Contem
seis
centos
quadros provenientes
pela
maior
parte
dos
mosteiros
e
das egrejas anti
gas.
Haverá
ainda
outras festas:
concertos,
distribuições
de
prémios
etc.
Santo
Ignaeio de
Loyoln.
—
Na
terça-feira
31
de
julho,
foi
celebrada
a
festa
de
Santo
Ighacio
de
Loyola
em
Pa
ris
com
grande
solemnidade
nas diversas
casas e
collegios
dos
RR
PP.
jesuítas,
mas principalmente
na
sua
capella
de Jesus,
rua
de
Sevres. De manhã
tiveram
alli
lu
gar
numerosas communhões.
Depois
do
meio
<lia,
peias
4
horas,
um
escolhido
auditório
alli
se
reunia
para
ouvir
o
pane-
gyrico
do
Santo
fundador
da
companhia
de
Jesus,
por o R.
P.
Felix.
D’
ordinario
os
reverendos
padies
convidam,
para
este
dis
curso,
um pregador
estranho
á
sua
ordem;
este anno,
por
uma derogação
d’esle
uso,
é
o
celebre confereuciador
de
Nossa
Se
nhora
de
Paris,
que
d’
elle
foi
encarre
gado.
Sentimos
não
poder
dar
aqui
senão
uma mui palida
analyse
do
discurso que
fez
no
auditono
uma
notável
impressão;
tomando
por
lhema
as
palavras
do velho
Simeão
a
Maria,
por
occasião
da
apresen
tação
de
Jesus no
Templo:
Hic
positus
ul
in
signum
cui
contradicelur
(Luc,
2,
34);
o
R.
P.
Felix demonstrou a
contra-
dicção
que
a
exemplo do
divino
Mestre,
de
quem
elle
se
fez
um dos
mais arden-
les imitadores,
tem
devido
soflrer
Santo
Ignacio
e
com
elle
seus discípulos. O
seu
objecto
conduziu
o eloquente
orador
a
re
cordar,
para
os refutar energicamente, os
milhares
de
prejnisos
ridículos
e
maus,
snr.
con-llão
perfidamente
espalhados,
em
odio
da
religião
catholica
contra
a companhia
de
Jesus.
Na
sua
primeira
parte
o
Reverendo
Padre
Felix
deu
a
rasão
do
facto
da
con-
tradicção
que
mostra
subsistir
sempre, por
toda
a
parte
e
em
tudo.
Na
segunda parte,
o
R.
P. deu
a
ra
são
do
facto
da conlradicção que
a
prin
cipio parece
um
mistério,
mas
que
expli
ca
muito
bem
por
uma
simples
resposta
a
estas
tres
perguntas:
Quem
se
poem
em
conlradicção?
Como
se
manifesta
esta
contradição?
Porqne
se
obstinam
n
’
esta
conlradicção
?
Os
jesuítas
teem
por
conlradiclores os
impios,
inimigos
de
Deos;
os
hereticos,
inimigos
da
Egreja,
os revolucionários,
inimigos da
sociedade.
A
arma
principal
dos
conlradiclores
é
a
calomnia,
e
o
mo
tivo
dominante
é
que
a
companhia
de
Jesus
está
dedicada até
á
morte
ao
ser
viço
e á
defesa
de
Santa
Egreja
Catholica
e de
tudo
o
que
os
maus se
esforçam
por
querer amquillar,
se
podessem.
Todos
estes
ataques
foram
vigorosa
mente
desfeitos
pelo
eloquente
orador.
Depois
d’
este
discurso,
S. Exc.
a
Mgr.
Méglia,
arcebispo
de
Damasco, núncio
apostolico,
deu
a
saudação
solemne
e
a
bênção
do
Santo
Padre.
Recrutamento
militar.—
Por
des
pachos
do
supremo tribunal
de justiça,
publicados
na
folha
oílicial
de
21,
forain
resolvidos
os
seguintes
recursos
de
re-
crumento
para
o
serviço
do
exercito:
Ficaram sujeitos:
Districto
de
Braga
—Concelho
de Villa
Verde-
José,
filho
de
José
Joaquim
da
Sil
va,
da
freguesia
de
Gondiães.
Concelho
de
Fafe —
Antonio,
filho
de
José
Lopes,
da freguesia de
Arnozella;
Custodio,
filho
de
Maria
Fernandes,
viuva,
da
freguesia
de
S.
Miguel do Monte; Jo<é,
filho
de
Luiz
da
Silva,
da
freguesia
de
Passos;
Albii^,
filho
de
Anua
Joaijuina
da
Silva
e
de
Manoel
de
Freitas,
da fre
guesia
de S.
Gens;
Carlos
Velloso
da
Silva,
filho
de
Josefa
Maria
Affonso,
viuva,
da freguesia
de
Serafão;
João,
filho
de
José Antonio
dos Santos
Pereira,
da fre
guesia
de Travassós; José,
filho
de Anto
nio Joaquim
Braz
da
freguesia
de
Varzea
Cova;
Joaquim da
Cunha,
filho
de
Manoel
da
Cunha, da
freguesia
de
Villa Cova.
Ficaram
isentos:
Districto de
Braga
—Concelho
de
Fafe
—Antonio
Joaquim,
filho de
Francisco
Fernandes
Loureiro e
de
Maria
Domingues
Martins,
da
freguesia
de Agrella;
Domin
gos,
filho de
Luiza
Rebello
e
de
Francisco
Domingues,
da
freguesia
de
S.
Miguel
do
Monte;
Manoel
Fernandes,
filho
de
Maria
Fernandes,
da
freguesia
de
Passos.
Alotieit*
postal.—
Tendo
a
Republica
Argentina
entrada
para
a
união geral
dos
correios,
os
portes
das
correspondências
franqueadas,
com
destino
á dita
republica,
e
os
das
cartas
não franqueadas
que
«Telia
procederem,
serão,
a
contar
de
1
de
setem
bro
proximo,
os
seguinte:
Pelos
paquetes
subsidiados —
Cartas
—
Franquia
facultativa
por
meio
de
séllos
do
correio
porluguez:
Até
15
grammas
100
reis; até
3o
grammas
200
reis,
até
45
grammas
300
reis.
E
assim
successiva-
menle,
subindo
100
reis
em
cada 15
gram
mas
ou
fraeção
d
’
esle
pèso.
Jornaes
—
Franquia
obrigatória
por
meio
de
séllos
do
correio
porluguez:
Até 50
grammas
20
reis;
até
100
grammas
40
reis;
até
150
grammas
60
reis.
E
assim
suc-
cessivamenle,
subindo
20
reis
em
cada
50
gramma
ou
fraeção
d’
este
pêso.
Impressos
—
Franquia
obrigatória
por
meio
de
séllos
do
correio
porluguez.
Até
50
grammas
30
reis;
até
100
grammas
60
reis;
até
150
grammas
90
reis.
E
assim
successivamente
subindo
30
reis
em
cada!
50
grammas
ou
fraeção
d’
esle
pêso.
Pelos
vapores
mercantes
e
navios
de
véla
—
Os
pones
das
cartas,
jornaes
e
impressos
serão
metade
das franquias
pelos
paquetes
subsidiados.
Pelas
cartas
procedentes
da referida re
publica,
sem
franquia
ou
com
franquia
in-
sulliciente.
cobrar-se-hão,
no
acto
da
en
trega,
os
seguintes
portes: 150 reis cada
15
grammas,
se
vierem
pelos
paquetes
sub
sidiados;
e
metade,
se
vierem
pelos
vapores
mercantes
ou
navios
véla.
Em
virtude
do
accôrdo
celebrado
em
Berne
a
27
de
janeiro
de 1876,
os
portes
das
correspondências
franqueadas
com
des
tino
á
Pérsia,
á
Groenlândia e ás Anti
lhas
dinamarquezas (8.
Thomaz,
Santa
Cruz
e
S.
João),
que
acabam
de
entrar
para
a
união
geral
dos
correios,
serão,
desde
1
de
setembro
proximo em
diante,
os seguintes:
Carlas
franqueadas,
100
reis
por
15
grammas;
livros,
jornaes
e outros impres
sos,
amostras
de fazendas,
etc.,
30 reis
por
30
grammas;
• prémio de
registo,
InQ
reis;
aviso
de
recepção, 40
reis;
cartas
que
não
vierem
franqueadas,
150
reis
por
15
grammas.
Estes
portes,
com
relação
á
Pérsia,
só
se
applicam
ás
correspondências
que
forem
transmittidas
por
via
do
Golfo
Pér
sico
(Bushire).
Todas
as outras
correspon
dências
com
aquelle
paiz,
encaminhadas
por
via
do
Mar
Negro,
do
Mar
Caspio,
ou
por
outra qualquer
via
comprehendi-
da
no
territono da primitiva
união
geral
dos correios,
(icam
sujeitas
aos
portes
ge-
raes
estabelecidos
para
os
paizes
da
dita
união,
isto
é:
Carlas
franqueadas,
50
reis
por
15
grammas;
livros,
jornaes
e
outros
impres
sos, amostras
de
fazendas,
etc.,
15
reis
por
50
grammas;
prémio
de
registo,
100
reis;
aviso
de recepção,
40
reis;
cartas
que
não
vierem
franqueadas,
100
reis
por
15
grammas.
Guerru
do
Oriente.—
Os
últimos
telegrammas
relativos
á
guerra
do Oriente,
são
os
que
seguem:
Constantinopla
21—
Um
telegramma
de
Suleyman-Pachá
confirma
a
reoccupação
da
aldeia
Tschipha
pelas
tropas
turcas.
A
Porta forma
reservas
na
Bulgaria
e
na
Anatolia.
Berlim
21—A
esquadra
allemã
partiu
para
Solonica,
em consequência de
serem
postos
em
liberdade
os
funccionarios
tur
cos
implicados
no
assassino
dos
cônsules
allemào
e
francez.
As
potências protestam em
commum
contra
este
acto
das
auctoridades ottoma-
nas.
Londres
22
—
O
«Times»
diz
que
ha
5
dias
que
não
se
recebem
em
Constanti
nopla
noticias
algumas
de
Osman-Pachâ.
Este
facto
causa
inquietações.
Um
telegramma
do
«Standard»
com
data
de
21 annuncia
que
desembarcaram
em
Lustendch
10:000
turcos
os
quaes
unidos
a
8:000
egypcios marcharam
sobre
Tchernavoda,
afim
de
expulsar
os
russos
que
occupam
o
caminho
de ferro.
Paris 22—Vários despachos
do quar
tel
general
russo
confirmam
o
ataque
con
tra
Tchipk
por
Suleyman-Pachá,
com
40
batalhões,
acrescentando
parém
que
o com
bate
continua
ainda.
Constantinopla,
21
—
Ainda
não
foi
con
firmada
pór
telegramma
algum a
juneção
dos
exereitos
de Meheme-Alli
e
de Suley-
man.
Paris
23—
A
«Correpondencia Política»
assegura
que a
convenção
russo-romania
está
delinitivamenle
concluida
julgando
ser
muito
favoravel
á
Romama.
Bucharesl 23—
0
exercito
de
Osman-
Pachá
foi
envolvido
pelas
tropas
russas.
A
sua
situação
é
critica.
Está imminenle
novo
ataque.
Mallogrou-se
o
ataque
de
Suleyman-
Pachá
contra
os
desfiladeiros
de
Sachipk,
sendo Suleyman
repellido
com
grandes
perdas.
Us
russos
conservam as
suas
posi
ções.
Constantinopla
22—
Diversos
despachos,
entre
elles
um
de
Osman.
Pachá
dão
noticias
de
varias
escaramuças.
Alhenas
22—Rebentou
a
insurreição
grega
na
via
de
Tliessalia.
Os
insurgentes
percorrem
a
província.
Appeio
d
earídade,—
A
entrevada
Maria
Antonia
Ferreira,
viuva
do
Antonio
dos
Granginhos,
e
que
ha tempos saiu
do
Hospital
com
moléstia
incurável,
tem
agora
os seus padecimentos
mais
aggravados,
achando-se
sem meios
de
subsistência
pa
ra
poder
tratar-se
no
pouco
tempo
que
lhe
resta de
vida.
Imploramos,
pois,
a
caridade
das
almas
piedosas,
para
que
se
lembrem da
infeliz com
uma
esmola.
A
sua
residência
é
na
rua
do
Alcaide,
n.°
17,
n
’
um
quarto
á
porta
da
rua.
SAÚDE
i
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem despezas, com
o uso da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
hz
:
va
&
es
ciè
àé
t)U
BARRY
de
Londres.
30
annos
d’
invariavel
4
Combatendo
as
indigestões
(dispe
psia)
gastrica, gastralgias,
ilegmas,
arro
tos,
ventos,
flatos,
amargor
na
bocca,
pi-
tuilas,
nauseas, vomitos,
irritação
intesti
nal,
bexigas,
diarréa,
desenteria,
cólicas,
tosse,
asthma,
falta
de respiração,
opressão,
congestões,
mal dos
nervos,
diabelhes,
de
bilidades, todas
as
desoettens
no
peito,
na
garganta,
do aJilo,
dos
Iwonthioe,
da be
xiga,
do figadp,,.
dos
rins.^qs
mtestiflos.,<la
mucosa,
do
cerebro
e
do.
sangue.
8&:000t
curas,
entre
as
quaes
contam-se
a
dp
du-
que
de
Pluskow
e
da
exm?
sur.
a
mar-
queza
d^ Breban-,
da
snr,*
doqjMza
de
Cas-,
tlesloard,
do. Lo,rd Stu^çd
de Decies. paí
dTnglaterra,
do
doutor
e
professor
Wtir-
zer,
etc.,
etc.
Cura
n.°
48:6/4.
-
A
spr.*
marqueza
de
Breh^q,
de
i?eie
anaos
de
doença
do
fígado,
d
esiomago,
emmagrecimento,
pal
pitações
nervosas
em
todo
o
corpo,
agita
ção nervosa
e
tristeza mortal.
Cura
n.°
62:986.
—
M
ie
Martin,
de
sup-
pressão
da
menstruação
e
dança
de
São
Gnido,
declarada
incurável,
perfeitamente
curada
pela
Stevaleaelère.
Cura
n.
9
65:112.—E.
Payard,
de
gas
tralgta
e
vomitos.
Não
podia
suster-se
jie
pé,
nem
dormir, tendo
sempre
a
cavida
de
dojestomago
intumecida.
Cura n.°
62:845.
—
M.
Boillet,
cura,
de
36
annos
de a-lhma
com
suftocações du
rante
a
noite.
Cura
n.°
70142/.
—
hl
A.
Spadaro, de
uma
constipação
obstinada
de
no\e
annos.
Era
terrível,
e
distinctos
médicos tinham
declarado
que
não
havia
meio
de
cu-
ral-a
E’
seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
o seu
preço
em remedios.
—
Preçot
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
*/4 kilo.
500
;
de
kilo
800
rs
;
de um
kilo,
l$40C
reis;
de 2 */,
kilos,
3$200
reis;
de
6
ki
los,
6$400;
e
de
12
kilos, 12$000 rs.
Os
biscoitos
da
Ilevalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
1^400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Revaleseièrc
ctioesjlaCada
;
ella
res-
titue
o
appettite.
digestão,
somao,
energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e sustenta
dez
vezes
maíi
que
a
carne,
e
qne
o
chocolate
ordinário,
sem esquentar.
Em
pó
<•
em
paus,
em
caixas
de
folha
de
lata
de
12
chavenas,
500
reis
;
de
24
chave
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
1^400;
de
120
chavenas,
3^200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
DU
BARBY
.-.A'
©.*
L15I1THI).-
Place
Vendòme,
26,
Paris. 77
Regent-
Streei,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao deposito Centra! ;
snr.
Serzedelio
&
C.
a
Largo
do
Corpc
Santo
16,
Lisboa,
(por
grosso
e miudo):
Azevedo
Filhos.
praça
de
D
Pedro,
31,
32, Barrai
&
Dmãos, rua
Aurea,
12
—
J
de
Sousa
Ferreira &
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI
NHO.
=<ve
iro,
F.
E. da
Luz
e
Costa,
pharm.
—
»arcetio«,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm.,
Largo
da Ponte.
—
Brtqja,
Domingos J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia, Pharm.,
rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
<Sc
Irmão,
ru
i
do
Souto.—
Vianna
do
Cas-
tefJ»,
Affonso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros, drog.,
Rua grande,
140.
—
CriiiniarAeg.
\
jt
Pereira
Martins,
pharm.
—
Antonio
d
’Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
Silva,
drog.,
Rua
da
Rainha, 29
e 33.—
Penedel,
Miranda,
pharm.
—
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
limão.
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua de
Cedofeita,
160;
Fontes
&
C.
a
,
drogs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro, 105 a
108;
Antonio
J.
Salgado, Pharmacia
Central,
Rua
de San
to
Antonio,
225 a
227.
—
Posate
do i<i-
ms>.
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Povoa
d»
Varzim,
P.
Machado
de
Oliveira,
pharma.
—
Vaiença
do
lYKinlio,
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.
—
Villa
da
Conde,
A.
L.
Maia
Torres, pharm.
Agradecimento
e
convite.
_
Lui?
Barboza
de Mendonça
e
seus
ir-
njãos
(auzentes),
D.
Joaquina
do
Soccorro
Moreira
Gomes
de
Mendonça,
muito agra-
ocem
a
todos
os
ill.m
8
snrs.
que
assis
aram
ao
ofllcio
de
sepultura,
por
alma
e
seu
finado e
chorado irmão
e
cunha-
°<
Manoel
Barboza,
e
de novo
lhes
ro-
Felix
Maria
Gomes
d'Araujo
Alvares.
(464)
ALUGA-SE
a
casa
apalaçada
con-
Íll-W
slruida de
novo,
com
quintal
e
poço,
na
rua
da Ponte
n.°
58
C.
Para
traclar
no
n.°
acima.
(448)
gam para
assistirem
a
uma
missa
de
sé
timo
dia
que ppr
alma
do
mesmo
finado
mandam
celebrar na
egreja
dos
Congre
gados,
segunda-feira,
27
do
corrente, ás
8
horas
da,
maobã;,
em
pento,
e
desde
já
se
confessam-
agradecidas
por
mais
este
acio
de
caridade
e religião.
(463)
Duas
moradas
de
casas
quasi concluídas
na
sua
conslrucção,
sendo
: uma na
rua
da
Sé
entre
os
n.
uS
15
a
18 —
outra
na
rua
de
Santo
Antonio das
Travessas
en
tre
os
n.oS
16
a
18,
e
com
frente
para
a
nova
rua
(antigo
Couto
do
Arvoredo).
Podem
ser
vistas
a
qualquer
hora,
pa
ra
tratar
de seu
ajuste,
com
seu
proprie
tário
João
da
Costa
Palmeira.
(434)
CRIADA.
Na
rua
do
Carmo,
n.°
3,
d
’
esta
ci
dade,
preciza-se, para casa
d
uma família,
de uma
criada
bem
habilitada
no
serviço
domestico,
que
seja aceiada
e
de maior
idade,
que
saiba
cosinhar
perfeitamente,
e
que
dê
abono á
sua capacidade.
Tendo
todas
estas
condições,
t
não
ha
duvida
al
guma
em
ser
remunerada
por
tudo.
(461)
VENDA
DE
QUINTA.
Na
freguezia de S.
Mamede
d
’Éste,
vende-se
uma
quinta
no
valor
de
cinco
contos
de
reis.
Quem a
quizer
comprar,
póde
tractar
do
sen
ajuste
com
o
snr.
Manoel
da
Silva
Rocha,
morador na
antiga
casa
do Hos
pício
Municipal,
d
’
esta
cidade.
(462)
Por
ordem
do
Ministério
do
Reino,
e
para
conhecimento
dos
interessados faço
publico,
que
o
btnemerito
cidadão
Barão
de
Castello
de Paiva,
doou
e
fez averbar
em
favor
de cada
um dos
seguintes
hos-
pitaes
d
’
esle
districto uma inscripção
do
valor d’um conto
de
reis
nominal:
Ao
hospital
de
S.
Manoel da
villa
de
Espozende
o
n.°
15:996;
Ao
hospital
de
S.
Francisco
da
cidade
de
Guimarães
o n.°
16:753;
Ao
hospital
da
Sarna Casa da Mise
ricórdia
da
mesma
cidade outra inscripção
de n.°
124:012;
Ao
hospital
de S Marcos
d
’
esta
cida
de
<le
Braga
o
n.° 16:362.
Doou
mais
duas
inrscripções de
500$000
reis
nominaes
cada
uma
aos hospitaes:
Da
Misericórdia
de
Villa
Nova
de
Fa
malicão
as
de
n.
os
2:344
e
2:556;
De
S. João de
Deus
de
Fão
as
de
n.
os
16:201 e 16
202;
Ao
dos entrevados
da
Ordem
Terceira
de
S.
Domingos
da cidade
de
Guimarães
as
de
n.
os
1:912
e
2:225. _
Mais doou
uma
inscripção
d
’
um
conto
de
reis
nominal ao
Asylo
de
D.
Pedro
V,
d
’
esla
cidade
de Braga com o
n.°
46:468;
Ao
coilegio
dos
orphãos
de S. Caeta
no,
d’
esta
mesma
cidade outra
inscripção
d
igual
valor
com
o
n.° 21:595;
Uma
inscripção
de
500$
!
)00
reis
no
minaes
com o
n.°
24:396
ao
recolhimento
do
conservatorio das ospbãs
do Menino
Deus
lambem
d
’esla
cidade
e
Ao
Asylo
de
S.
José
para
entrevados
d
’
esta
cidade
outra
inscripção
d
’
igual
valor
com
o
n.°
66:088.
Uma
inscripção
d
’
um
conto
de'
reis
no
minal
á
diocese de
Braga
de
n.
”
80:782,
com
applicação
á
festividade
do mez
(maio)
da
Virgem
Maria.
Todas
estas
inscripções foram,
como
já
se
disse,
averbadas
na
Junta
do
Credito
Publico
e
tem
os
respectivos
pertences,
reservando
o
doador
o
direito
de
em
vida
receber
o
juro
das mesmas.
Braga
24
d
’
Agosto
de
1877.
Servindo
de
Governador
Civil
O
Conselheiro
de
Districto
JttUA XOVA.
IW.° 3-
Antonio
Casimiro
da
Costa,
da
cidade
de Braga,
ensaiador
vizual
e real
do
ouro,
approvado
plenamente
pela Casa
da
Moeda
e
Papel
Sellado,
chama
a
attenção
dos
snrs.
fabricantes
e
negociantes
de
ouro
para
o
seguinte:
■
O
annunciante
faz
o
ensaio
real
a
to
dos
os
objectos
de
ouro
e
prata,
e
nas
barras
dos
mesmos raetaes,
—
lornando-se
estas,
com
a
firma
do annunciante,
uma
especie
de
moeda
entre
os
interessados;
—
pela
cesieza
do
seu
verdadeiro
toque
e
pelo
motivo
de
que
sendo
ellas
marcadas
com
ponção
indicativa
de
ensaio
real,
a
sua
firma
não
póde
ser
contestada
por
nenhum
dos
seus
collegas,
pelo
facto
de
não
terem
feito
o
exame
real.
(Mas
se
alguém
quizer
conteslar-lh’
a,
podendo
apenas recorrer
á
Casa
da
Moeda
e Papel
Sellado.
o
annunciante
promptifi~
ca-se,
não
só
a
facilitar
o
processo
da
contestação,
mas
até
a
pagar
as
despezas
da
mesma)
Os
snrs.
fabricantes
ou
negociantes
referidos,
de
qualquer
localidade,
que quei
ram
saber
o
verdadeiro
toque
d
’
uma
barra,
basta
reinetterem
pelo
correio ao annun-
ciante
0,6
decigrammas
do
metal
a
exa
minar,
o
qual
deve
ser
bem fundido.
Todo
aquelle
que
mandar
fazer o
ensaio
real,
e
queira
saber
precisamente
a
liga,
moeda,
ou
ouro
fino
que
tem
a
levar
cada
gramma
para
ficar
nas
milésimas
que
pretenda,
também
o
annunciante
o
diz.
E'
isto
de grande
vantagem
para
aquelles
que
não sabem
a regra
das ligas
por
milésimas;
pois
deitando
aos
ouros
o
que
o
annunciante
disser,
não
só
evita
outro
ensaio,
como
lambem
sendo
o
ouro
ligado
para
a
lei,
deve
forçosamente
ser
marcado
em
todas
as
contrastarias.
O
annunciante
encarrega-«e
lambem
de
fazer
pont.as
para
ensaios
vizuaes, as
qoaes
serão
feitas
pelo rigor
do
ensaio
real.
(460)
Pelo
juizo
de
direito
d
’
esta
comarca
de
Braga,
e
cartorio
do
escrivão
Freitas,
correm seus
devidos
termos
uns
autos
d
’
execução
de
sentença
em
que
é exequen-
te José
Antonio
de Faria, negociante,
d
’
esla
mesma
cidade,
e
executado
Anto
nio
da
Cunha
Ferreira,
negociante, mo
rador
que
foi
em
Villela
do
Tamega,
co
marca
de
Chaves,
e
hoje
ausente em
parte incerta,
em
cujos
autos
foi
reque
rida
a
citação
edital
do
dito
executado,
na
conformidade
do
§
1.°
do
artigo 8o8
do
codigo
do
processo
civil, para
na
2.a
audiência deste
juizo.
posterior
ao
praso
de
39
dias,
que
começará
a
correr de
pois
da publicação do
segundo
annuncio
na
folha
otlicial
e
n
’
outra
folha
desta
ci
dade,
ver
assignar
10
dias
para
pagar ao
referido exequenle
a
quantia
de
I16$537
reis
de
capital, juros
e
custas,
tudo
li
quidado
nos
mesmos
autos,
ou
no
mesmo
praso
nomear
bens
á
penhora,
com a pena
de
se
devolver
o
direito
de
nomeação
ao
mesmo
exequente.
Declarando
que
as
au
diências neste
juizo
se
fazem
todas
as
segundas
e quintas
feiras
de
cada
semana,
não
sendo
dia
feriado,
porque
sondo-o
se
fazem
nos
dias
immediatos
no
Tribunal
judicial
collocado
no
largo
de
Santo
Agos
tinho,
desta mesma
cidade.
Braga
16
d
’
agoslo
de
1877.
Verifiquei.
A. C. Sampaio.
(457)
O
escrivão
ajudante
Casimiro
Juslino
Amado.
Attenção
Narcisa
Candida
Mendes,
da rua
de
S.
Geraldo
n.°
23,
ensina
a
bordar
a bran
co,
matiz,
ouro,
e
a fazer
flores.
(399)
VENDA
DE
CASAS
Uma
na
rua
do
Charqueiro
de
1
J;
:
:è
andar
e
quintal,
n.°
4.
j)
uas
terreas, n.
os
7
e
8,
com
quintal,
na
dita
rua.
Duas
nas
escadas
de
Guadelupe,
cotn
quintal,
n.
os
16
e
17.
Uma na
rua
das
Aguas,
feita
de
novo.
Quem
as
perlender
trata-se
com
a
Ge
rência
do Banco
do
Minho. (263)
ASYLO
DE
D.
PEDRO V.
Por
se
não
poder
effecluar
no
domingo
19
do
corrente
o
arrendamento
da
casa
que
foi
morada
do
revd.
0
capellão
da
Pe
nha,
como
se
havia
annunciado,
se
faz.
publico a quem
convenha
que
no dia
26
ás
12
horas do
dia,
terá
logar
o
supra
dito
arrendamento
na sala
de
sessões
do
mesmo
Asylo.
O
secretario
(459)
Padre
Luiz
Gomes
da
Silva.
CADELLA
PERDIDA
Perdeu
se
uma
cadellasinha
pequena,
os
signaes
são
:
branca
com
as
orelhas
escuras
e
com uma
pinta
preta
no
lombo.
Quem
a
achar
e
a
queira restituir
pode
a
entregar no
Café
Aguia
<1
’
0uro,
pelo
que receberá
alviçaras.
A
cadellasinha
perdeu-se sexta-feira.
(454)
DIEIGEIVCIAS DIABIAS.
Teixeira
&
Mesquita,
da
rua
da Sé,
d
’
esta
cidade,
fazem
publico
que
a sua
diligencia
que
diariamente
tem
de
Braga
á
Povoa
do
Varzitn
a
sahir
de
Braga
ás
5
horas
da
manhã
fica
sahindo
desde
o
dia
27
do
corrente
ás
9
e
meia
da
manhã
para
as
commodidades
dos
snrs.
passagei
ros
que
chegam nas
diligencias
da
Povoa,
de
Lanhozo,
Senhora
do
Porto,
Pico,
Villa
Verde e
Ponte
do
Porto.
Os
annunciantes
continuam
com a
car
reira
para
a
Povoa
do Varzim
ás
10
ho
ras
da
noite.
Os
bilhetes
vendem-se
em
Braga
na
mesmo
escriptorio do
bem
conhecido
Ri
beiro
Braga.
Braga
22
de Agosto
de
1877.
Pelos
annunciantes,
Ribeiro
Braga.
(458)
■^Nasciso
José
Marques,
d’
esla
cidade,
faz
publico
aos
seus
amigos
e freguezes,
que
no
dia
22 do
corrente,
dá
principio
a
sua
carreira
diaria
com
magníficos car
ros
e
bom
gado
para
a
Povoa
de
Var
zim
e
vice-versa
: sae de
Braga
para
a
Povoa
ás 10
horas
da
noite
e
da Povoa
para
Braga
ao
meio
dia,
tendo
em
Bar-
cellos
meia hora
de
demora
tanto
na
ida
como
na
volta.
Os
bilhetes
vendem-se
na
sua casa,
rua
de
S. Marcos
n.°
8,
e
na
Povoa em
casa
da
Barcellas,
no
largo
da
Ariosa.
Preço
dentro
600
reis
Idem
fóra
500 »
A
cada
passageiro
é-lbe
concedido
10
kilogrammas
de
bagagem
gratuita
e
os
excedentes
a
20
reis.
Braga 20
de
Agosto
de
1877.
(355)
Narciso
José
Marques.
TôSSli#
Os
Rebuçados
mytilicos,
de
na
tureza balsamica,
calmante,
peitoral
e
ex-
peclorante,
são
o
melhor
dos
remedios
até
hoje
conhecidos
nas
doenças
tossicolosas.
Caixa 200
reis.
—
Meia
caixa
100
reis.
Unico
deposito:
PHARMACIA
CEN
TRAL, rua
de Santo
Antonio,
227, no
Porto.
Em
Braga:
-PHARMACIA
DOS OR
PHÃOS,
praça Municipal.
(451)
Ã
QUEM
ZÕNVÍÊR
Quem
precizar d’
um
homem, de
50
an
nos
d
’
idade,
com boa
pratica
de
vender
tabacos,
para caixeiro ou
para
tomar
con
ta
d
’
alguma
loja,
dirija-se
ao
escriptorio
d
’
esle jornal e
se
lhe
imformará
a
pessoa
que
pertende.
(441)
Na rua
da Ponte
casa
n.°
fiS
arrenda-se
o
segundo
andar,
que
se com
põe
de
duas
salas
e quatro
quartos.
Tem
agua
de
um
poço
no
quintal.
(420)
jf*aac
KAPAZ PARA
NEGOCIO
Precisa-se
de
um
com.
3
ânuos
de
pra
tica
em
negocio
de
ferragens,
e
que não
tenha
menos de
14
a
15
annos.
Carta
ao escriptorio
d
’
esle
jornal com
as
ineciaes
R.
F. S.
(433)
PREVENÇÃO
O
abaixo
assignado
previne, para
não
haver
ignorância,
que
ninguém
compre
nem
arrende
ao
snr.
Ignacio
José
Fernandes
Braga, e
mulher,
da
cidade
do
Porto,
a
casa sita na
rua
de
D.
Pedro
V, n.°
19,
«Testa
cidade
;
porque
se
acha
esta
mes
ma
em
questão
perante
o
tribunal
judi
cial
;
e
para
melhor
satisfação
do
publico
se
declara
que
a
questão
corre
pelo
car
tório do
escrivão
João
Marcos d’
Araujo
Ribeiro,
e
é
habitada
pelo
abaixo
assigna
do
; apesar da
casa ter
escriptos,
nada
será
valido.
Outrosim
protesta
contra
qualquer
pa
pelucho
ou
annuncio
que
appareça
con
tra
a
sua
probidade
;
não se
queixando
senão
da
mesmo
snr.
Ignacio.
Braga
6
de
julho de
1877.
Antonio
José
Cerqueira
da
Silva
Braga.
(364)
CIRI
RGIÃO
IAESÍTISTA
APPROVADO
PELA
ESCOLA MEDICO-CtRURGl-
CA
DO PORTO
Bua
de
S.
Marcos
n.°
19.
BRAGA.
Faz tudo
quanto diz
respeito
á
sua
arte
e
continua
operando
grátis,
pobres
e
aoldados.
(186
FiLSÂL
DÃ CAIXA
ECOKOniCA
PENHORISTA
Sociedade
anónima
de responsabilidada
li
mitada
Capital................
5001000^000
RUA
NOVA
DE
SOUSA, N.°
9
(Também
com
entrada
pela
rua
do
Campo)
BRAGA.
Empresta
dinheiro
sobre
ouro,
prata,
joias, papeis
de
credito, cereaes, roupas,
moveis, ferramentas,
e
sobre
lodo
e
qual
quer
objecto
do valor
não
inferior
a
10b
réis.
Recebe
pequenas
quantias em
deposito
a
praso
ou
á ordem
abonando
juros
aos
depositantes.
A
caixa
está
aberta
todos
os dias
des
de
as
9
hora
da
manhã
até
ás
7
da
noite,
e
nos
dias
santificados
estará
aberta
só
até
ao
meio
dia.
0
gerente
—
A.
G.
Ferreirinii.
MUITA
ATTEhÇÂO
Deposito
«le
biaeoitoa
de
Valongo
1
—
LARGO
DA
LAPA
—
1
Estes
biscoitos são
muito
recommenda-
veis
tanto
pela
qualidade das farinhas,
per
feição
porque
são
feitas,
como
pelo
seu
baixo
preço
em
relação
a
qualidades.
Preços
porque
sáo
vendidos
:
Biscoito
valonguense,
kilogramma
280
Tosta
doce
280
Biscoito
macarrão
>
280
Bolacha
doce
>
280
Biscoito
Brazileiro
>
300
Dito
imperial
330
Bolachinha
de
araruta
>
340
Tosta
azeda
>
190
(2H)
ESCOLA
AMEBICANA
Consultorio a toda
a hora, tanto
de
dia
como de
noite.
Rua
do
Campo (antiga
Porta
de
S. Francisco)
n.°
22.
(343)
ALCATRÃO
BARBERON
Unico
que contém
todos os princípios balsâmicos e —
fortes
calores
e nas
mudanças de estação, impede que t ------ —
nica
e preservadora de moléstias epidemlcas.
— Dóse : uma col
accrescentada
a bebida ordinaria. — Preço 400 reis.
ALCATRÃO
RECONSTITUINTE
BARBERON.
Com
chlorhydrophosphato de cal.
Consumpção,
moléstias do peito,
tísica, anemia, dyspepsia, raohitísmo, moléstia* doa
ossos das
mulheres e das crianças. — Preço : 500 reis.
ELIXIR
FERRUGINOSO
BARBERON
,
Com
chlorhydrophosphato de
ferro. — Recon
stituo
o sangue sem causar o
estomago. Muito sgradavel, digestivo • tonlco.—Preço : 800 r*.
balsâmicos
e
aromáticos de
Alcatrão de Noruega. Moa
s
a agua se corrompa : é uma bebida hygie-
iora de moléstias
epidemlcas.
— uóse : uma colherzinha n’um copo d agua
bebida
ordinaria.
—
Preço 400 reis.
FOGO BARBERON
PARA
OS
CAVALLOS.
Substitue
o ferro candente asm
destruir
0
pello.
Exito infallivel e facil applicaçSo. — Preço : 950 reis.
Dnositos: BARBERON
A
O, en Châtillon-sur-Loire (Loiret), França.
Em Lisboa, or.
Barreto,
rua
do
Lorêto, n.°
28
—30
(23
-H-)
INJECTION
BROU
HygienH* mtafflval y prvMrrattva; xboolutaznenU x
*
uniesqw ear» lem lha joatsr
»*1« nada.Vende-sq
se
dm
prineipae»
phaHnaeias do mundo. Exigir
a |
instmeoio do naa.
(34 aHos de êxito.)Parti,
casa
do
inv-Brijfagonta,
iSt.
Ifabu. S'BarretoLorêto 28
eSO.
GOTTA
E RHEUMATI3M0
Licor
e
pílulas
do
dr. Laville
Esta
medicina
anti-gottòsa
e
anti-rheumalica
é
de
justo
titulo
o
reputada
infalli
vel
desde
30
annos,
contra
os
ataques,
e
as recaidas.
Sua
efficacia
é
tão
grande,
que
duas
ou tres
pequenas
colheradas
são
bastante
para curar
as
dores
mais
agudas.
4
E
’
a
unica
scienlifica
e
officialmenie
reconhecida
e
que
oíTerece
todas
as
garantias.
Veja-se
o
livrinho,
que
se
dá
grátis
em
todas
as
pharmacias.
Preço
2$000
rs.
Para
evitar-se
os
graves
perigos
da
falsificação,
deve-se exigir
a
assignatura
do
dr.
Laville.
Deposito
gera!
em
Paris
: pharmacia
central
de
França,
7.
Rua
de
Jony.
MOLÉSTIAS
DA
BEXIGA
mendado
pelos
melhores médicos; tendo um sabor escellente, agradarei ao paladar. Paris, BLAYN,
7,
r. du Marché-S«-Honoré.
Preços 540 e 810 reis. Em
Lisboa,
Barreto, Loieto 28;
no Porto Ferreira
If
Irmão, Banharia, 77.
(38)
(INCORPORADA POR CARTA REAL)
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES
A VAPOR
Para
S.
Vicente, Pernambuco,
Eahia, Rio de Janeiro,
Montevideo
e
Euenos-Ayres
Acceitando
lambem
passageiros
de
3.
a
classe,
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro,
para
SANTOS,
PARANAGUÁ.
SANTA
C
a
TARINA,
RIO GRANDE
DO
SUL,
PORTO
ALEGRE,
CAMPI
XAS,
S.
PAULO,
CANPOS,
VICTORH.
MACEIÓ, e
outros
pontos
do
litoral
e
interior
do
Brazil,
ao
sul
de
Pernambuco
PELO
MESHO PREÇO
QUE PtR.4
O
MIO
I9E Jt.VEtSiO
PAQUETES
A
S
ai
B
DE
LISBOA
MINHO
.
.
.
.
28
de
Ago<to
NEV
a
.........................
13
de
Outubro
TAGUS
.
.
.
.
. 13
de
Setembro
MONDEGO.
...
28
de
Outubro
GUADIANA
.
.
. 2S
de
Setembro
ELBE
..........................
13 de
Novembro
PREÇOS GOMMODOS
(42-H-)
Cada
paquete
d’e8ta
companhia
leva
a
bordo
eriaeíss
®
eosinheiros
portuyuezes
para
commodidade
dos
passageiros
de
todas as eEaisses.
Sendo
as
passagens
pagas na
Agencia
Central
no
Parto
ou
em
qualquer
Agencia
provincial, a conducção
para
Lisboa
é
por
conta
da
C
mpanhia.
Os
passageiros
cora
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro,
teera
sustento
e hospedaria
gratuita
durante a
demora precisa
para
obter
trasbordo.
A
bordo
os
passageiros
teeeei grátis
cama,
roupa de
cama, co
mida
feito por
cooitiheiroH
portugnezes,
viniio
duns
vezes
por
dia,
asatiístrneia medica,
serviço
de
criados
e
outras despezus.
A
EXPER1ENC1A
de
mais
de
um
quarto
de
século
tem
feito
com
que
os
paquetes
d
’
esta
companhia
(a
mais
antiga
na
carreira
do
Brazil) sejam conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
e
segurança
excepcional;
além
d
’isso
pela limpesa,
boa
ordem,
bom
tratamento e
accomodações
a
bordo,
e
pelos
melhoramentos
rifais
modernos
tanto
para a
hygiene
como
para a commodidade
dos
passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande
concorrência
que
teem
de
passageiros
e
pelos
innu-
meros
agradecimentos que ha
archivados
em
varias
agencias.
SÃO ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez para a
conducção das
suas
malas
do
correio, e por
este
serviço
recebe a
companhia
um
importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES PAQUETES
a
honra
de
conduzir
Suas
Magestades
o Imperador
e
Impe
ratriz
do Brazil,
como
também
S.
A.
o Infante
D.
Augusto.
TODAS
AS
INFORMAÇÕES
e
bilhetes
de
passagem
podem
ser
obtidos
no
PORTO
na
AGENCIA
CENTRAL,
rua
dos
Inglezes,
23,
do
agente GUILHERME
C.
TAIT;
e
nas
provín
cias
nas
agencias
e correspondências estabelecidas
em
todas
as
principaes
cidades
e
villas.
Agente
em
Braga
o
snr.
João
Manoel
da
Silva
Guimarães,
rua
do Souto.
Casa
para
alugar
Aluga-se
a
casa
n.°
88,
da
rua
da
Boa
Vista, tem comodidades
para
duas
famí
lias,
para
tractar
na
casa
n.°
85,
da
mes
ma
rua.
(352)
Corographia
de
Carvalho
Vende-se
no
escriptorio
da
administra
ção
d
’
este
jornal
e
na
rua
Nova n.°
5.
Preço,
3
volumes...............
I$300.
FLUIDE IATIF
de
JONES
Por
suas propriedades
benefteas, goza este
pro-
ducto
de alta e merecida
reputação. Suaviza
e ama
sia
a pelle, allnia
as irritações causadas pelas mu-
danças
de clima, pelos banhos do mar, imprassSes
desagradareis
do vento ou do calor,
etc, etc.
> Uma simples applicaçSo faz desapparacer as ra
chaduras
das mios
e dos beiços.
Preço 650 reis.
PARA
OS CUIDADOS
DO
TOUCADOR
í muito digno de
ser recommandado ó
Sabío
latir,
que possue todas as
propriedades suavizan-
tes do
Fluido,
e um aroma delicadissimo.PreçotiOOr*.
23, Boulevart
des Capucines,
Paris,
De Fronte
da entrada do Grand-Hotel.
Fabricante
de
Escovas Inglesas Perfumeria, Loja
de
papel.
Objetos
de Fantasia, Estojos diversos,
Cutelaria, Artigos
de
Luxo,
Luvas, etc.
Deposito em
Lisboa, snr.
Barreto, Lorêto
n.°
28
—
30
(26
*)
Linimento
B0YER-MICHEL
para caval-
los, fazendo as vezes de fogo e não deixando
vestígios
do
seu emprego M
ichbl
, pharm v-
ceutico em
Aix (na
Provença) França. —
Preço
1,000
reis.—Em
Lisboa
o snr B.irreto. L> reto, n
0
28
—
30.(25)
Preeiga
se
de
uni
raseiro
para
uma
quinta,
5
kilometros
distante
d’
esta
cidade,
que
tenha
de
seis
pessoas
gran
des
para
cima;
ou
então,
dons
caseiros
de
quatro
pessoas
cada
um.
para
então divi
dir
a quinta
ao
meio.
Quem
estiver
nes
tas
circumslancias
falle com Antonio
Joa
quim
Loureiro,
Rua
Nova,
n.°
2.
(300)
DISCURSO
do
deputado
franeez
catliolieo
O
CONDE
ALBERTO DE
MUN
Pronuneindo
no
eneerrtiiiieulo
da
assembleia geral
dos
menbrog
da
obra
dos
eirculos
catliolieoc
de operários
TRADUZIDO PELO
PADRE
SENNA
FREITAS
Dedicado
ás
Associações
Catholicas
do
Porto
e
Braga.
Vende-se n’
esla
redacção
por
60
rs.
OS
ÚLTIMOS MOMEXTOS
D
’iii OXDEÉIADO
PELO
R. P.c
MARCHAL
MISSIONÁRIO
APOSTOLICO
Traduzido
dt«
19.
’
edição
POR
João Baplista
da
Silva
Ramos.
Vende-se
em
Braga nas
livrarias
Ca-,
lholica
e
Germano,
rua
do
Souto.
Preço
....
40
rs.
SERMÕES
Em
inanuscripto
e
sobre qualquer
as
sumpto
1^300
reis
por
cada
um.
Por
cada
collecção
de
doze
I3$5()O
reis.
Quem
pretender
dirija
se
a
Ayres
Pa
checo,
no Seminário de
Lamego.
JOSE’
DA
SILVA
FUNDÃO
Com
loja
de fato
feito
68,
Campo
de
SanCAnna
(lado
de baixof,
68
Participa
aos
seus
amigos
e fre-
gnezes,
tanto
d
esta
cidade
como
das
províncias
que
tem
um
bonito
e
variado
sortimento
de
fato
fei
to,
casimiras
para
fato muito
baratas,
cortes
de
calça
a l$500,
2$000
e
2:5500
reis;
tudo
fazendas modernas.
Guarda
pós
de
casimiia
e
de
aipa*
ques
inglezes,
roupa
branca,
assim
como
camisas
de
600
reis
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
panno
familiar,
e
meotes,
bonets de gorgurão
de
seda
6
de
casimira
de
todas
as
qualidades,
de
500
rs.
até
80
1;
manias
de
seda
de to
dos
os
feitios.
Encarrega-se
de
fazer
qualquer
obra
que
lhe
seja
eucommendada,
e
prompti'
fica-se
a
ficar
com
ella
quando
não
fiq
ue
á
vontade
do
freguez.
(
’*)
BRAGA,
TYPOGRÀPEiA
LU
i
ATANA
—
1
‘
