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Parte de N.º 679 de 25/08/1877

conteúdo
IOB.IIA
COMWlíRCBAX, RELIGIOSA
E6 ^'OTICBOSA.
EDITOR

E

PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA DIAS
DA

COSTA,
RUA
NOVA

N.°

3
E.
«5

»E
PREÇO

DA

ASSIGNATURA
5.° ANNO
Braga,

12

mezes..............................
1&600
»
6

»..........................
850
Correspondências

partic. cada
linha
40
Annuncios
cada
linha
.....................
20
Repetição
....................................

10
AGOSTO

DE
IStt
Prodigue-se
a
instrucção
ao

povo,

bradam os
aulicos
do

revolucionalismo,
desde

o

moderado
até

ao
mais
vermelho.
Palavrório
que

não

illude
ninguém.
Que
o

povo

carece d

instrucção.
e

que
o
Estado tem

o

dever

de

lh

a
ministrar,
nada

mais incontestável.
Porém,
o
que

vemos

nós?
A
instrucção

primaria

está,

com

hon­
rosas

excepçòes,

entregue

a

analfabetos,

e

a

secundaria

em

pouco

melhores

con

dições.
Quanto

á primeira,
não

póde

deixar

de

ser

assim,

altento
o

abandono

e

com
­
pleto

desprezo

a que
é
votada

pelos nos­
sos
governos.
0

ordenado

que

ao
professor
prima-

rio
se
dá,

com

a

má-vontade

que
ladeia

a
esmolla
do avarento, diRicilmente
lhe

chega para
a

mais

parca
das
sustentações.
E


claro
que


em

ultimo

recurso
um

indivíduo,

que

consumira
os
melho­
res
dias

da

sua

vida
no
estudo,
lance
mão

a

essa

prancha
de
illusorio

salva­
mento,
que se

chama

o
emprego

de

pro

fessor
primário.
Porisso

é

até

certo
ponto

desculpável

o

desmazelo,
a incúria
que
geralmente

se

nota

nas

respeclivas
escolas,

com

es
­
pecialidade
nas
povoações

ruraes.
A

gravidade
d’esle
facto,

de
ningucm
póde
ser

desconhecida.
E quem

é

o
culpado?
0
professor
de
­
certo

que

não.
Pois
digam-nos:
^Com
que vontade,

coin

que
zêlo
ha
de

elle
exercer

o

seu

espinhosissimo

ministério,

vendo
que

o
seu
rude

trabalho
não

é compensado

condigna­
mente?
E

quantos
exforços,
quanta
dedicação

não

são
indispensáveis
para
que o
profes
­
sor
primário
desempenhe

o
seu

logar?
Este

assumpto

precisa
de séria alten-

ção

por

parle

dos

governos.
Emquaulo

á
instrucção

secundaria,

pouco adiantamos.
Todos

sabem
o estado

em que

se acham

os

nossos

cursos
superiores,
e
quaes
as

doutrinas
que
por


se

derramam. Haja
vista

á

maioria

dos
modernos
bachareli-
los,

e
sangradores,

que
por

ahi
encon­
tramos

ás
dúzias
N

uma

palavra,

a

instrucção

publica

em

o

nosso
paiz,
é
uma

fantasmagoria.
Quando
se

lembrarão
os

nossos
go
­
vernantes

de
inclinar as

vistas
até

este

cahos?
«Pio

IX
etu
miniatura».
Assim

se

intitula
um

volume de
mais
de

trezentas

paginas, que

acaba
de
sair
do

prelo,

e
que

e

um

excellente
resumo

da
importante

historia

da

vida

do
Immortal

Pio

IX.
0

auctor

e

compilador
d

esta

preciosa
obra
é
o

muito
reverendo
snr.
Padre
Luiz

Pacheco,
proprietário,

director

e
adminis­
trador da Livraria
Catholica,

estabelecida

na

Calçada

do

Carmo,
(ao
Rocio)

n.°

6
em

Lisboa.
Este

digno
ecclesiastico, que tantos

serviços e
benefícios

tem prestado
á

re­
ligião

e

á

sociedade
*n

essa

propaganda
religião

e

moral,
de

que elle é

um

dos

mais

insignes
e

incansáveis collaborado-
res,

fez
comprehender
em
um breve

e

resumido
quadro
todos
os
factos
mais

sa­
lientes
da
vida

do
Venerando
Pontilice
da
immaculada.
A

edição
é

nítida;
e

no
principio

de

cada
exemplar

vem uma

excellente

pho-
tographia
de
Pio

IX,

cujo

nome

immortal
PREÇO

DA
ASSIGNATURA
PUBLICA-SE
ÀS
TERÇAS,
QUINTAS E SÃBBADOS.
Províncias,

12
mezes.

....
2<§>000
»
6
».........................
l$050
»

sendo

duas
assignaturas
3&600
Brazil,
12
mezes,
moeda

forte.
.

3$600

Folha
avulso
...............................

10
N.°
679
Idesignará
nos
fastos
da religião,

nos
an-
Inaes

da
Egreja,

e

na
successão
dos
séculos

o
Heroe

da fortaleza

christã
Pio

IX

em

miniatura

é
um

excellente

livro,

que

deve

andar

nas mãos
do povo,

e

deve

ser

lido por lodos. Vende-se

cada
exemplar d

esta importante

obra
pelo

mo-

dico

preço

de
300
reis.
Recommendamos
muito

a

sua leitura.
A

publicação

d

este

livro veio

enriquecer

a

Bibliotheca

do

jornal

Leituras

Popula­
res,

e
acha-se
exposto
á

venda

não


em
Lisboa

na

Livraria

Catholica,

mas

lambem
no
Porto
na
livraria

do

snr.

Manoel
Ma-
iheiro,

rua
do
Almada
n."
121,

e
no Brazil,

rua
da

Quitanga
n.°

90
E


realmente

muito

difficil
o

pintar

gi­
gantes
em

curto
panno.

E na

vastidão

da
historia
de

Pio
IX
é

bem
diflicultoso
o
resumir

os

factos
e
apresental-os
todos.

Mas
o
muito
reverendo
snr.

Luiz
Pacheco,
cujo
animo

é
infatigável,

fenceu
todas
aquellas
diíliculdades

e
foi muito
feliz n’este

seu

trabalho.

Receba
por
isso

mesmo
os

nossos
cordeaes

parabéns.
Evora

18

de agosto de
1877.
0

lhesoureiro mór,—Manoel
Joaquim Bar
­
radas.
SUBSCRIPÇÃO.
Na

redacção

do nCommercio
do
Mmhot

fica
aberta

uma

subscripção
para soccorrer
os

infelizes

habitantes

do

Ceará,

a
braços
com
o
horroroso

fiagello

da

fome.
Estamos

certos

que
as
almas

caridosas
não

desaltenderão o
nosso

appello;

porisso

lhes

pedimos

que

nos

enviem

quaesquer

esmollas em
auxilio d
’aquelles nossos

des­
venturados
irmãos,
as

quaes
serão
remetti-
das

á

çommissão

organisada
para
esse fim
na
cidade
da

Fortaleza.
Manoel
Antonio
Ferreira

Braga,
da

freguezia

de

Moure, concelho

de

Villa

Verde

500
i

rr
nu
«
ah



a—
uotilha
Festa
da
Conceição
nu
monte

Satneiro,

suburbioa

<le ISrwyi».
A

çommissão
da obra
do

Monumento

da
Virgem Immaculada
na
sua

Conceição,
cujo
Mysterio

foi definido

como

Dogma

de


em

8

de Dezembro

de

1854;
de­
sejando

despertar

no coraçao
de

todos os
lieis

os
mais

vivos
sentimentos

de

devo
­
ção

e

piedade
para

com
a
Sanclissima

Virgem,
tem

a

honra de annunciar que
no

dia 26,

ultimo
domingo do

corrente
Agosto
tem

de

celebrar-se

solemnemente

a festa

da
Immaculada

Conceição

do

monte

Sameiro.
O

nosso
SS. Padre
Pio
IX,

o
Grande,
dignou-se

abrir

em

favor
da

obra do Mo­
numento

o
Thesouro da

Egreja;

e,

além

d’
oulras

graças,

concedeu
Indulgência
ple
­
nária

a

todos

os

lieis
que
bem
confessa
dos e

commungados,

visitarem devota­
mente,

desde
as

primeiras
vesperas

de

sabbado
até

o pôr
do

sol

do

ultimo

do­
mingo
d

Agoslo,

o
Templo
do

Real

San-

cluario

do

Bom Jesus
do
Monte e
a
Sa­
grada
Imagem

de
Maria

SS.

no

Monte

Sa­
meiro,

orando
segundo

as

intenções

de­
signadas

por

Sua

Santidade.
Para
facilitar

aos

liei

a

consecução
d

esta
preciosa
graça

se

fará
no

mesmo
Templo pelas

7
horas

e

meia

da

manhã
do

domingo

uma
visita

publica
e
solem­
ne,

e
logo

seguirá

uma procissão

de

pre­
ces.

ou
clamor,

para
o

Monumento,
onde

se

fará a

visita e
se
cantarão as

Ladai­
nhas

Lauretanas, terminando
com

o
ser­
mão.
Depois

das

10
horas

e
meia

se

cantará

na Egreja

do

Bom Jesus uma

missa
solemne
com

exposição do
Sanclis-

simo
Sacramento.
Santo

Agostinho.—
Na

segunda-

feira
festeja-se
Santo

Agostinho,

no

Po-

pulo

e
no

Collegio,

havendo missa
so-

lemne

e

sermão.
S.

Sebastião.


Festeja-se

ámanhã

na
egreja

de S. Pedro
de

Maximinos a
Imagem

de

S.
Sebastião.
Hoje
ha
alli
arraial

e

ámanhã

missa

cantada
a

instrumental,
e

de

tarde
sermão,
e Te-Deum.
E


orador
o
ex.m0
dr.

Oliveira Gui
­
marães,
abbade d

aquella
freguezia.
Heportorio
de
S.

Cypriano.

Mandaram-nos

um
exemplar
d

um
livreco
assim

intitulado.
Estas

especulações
porcas


merecem

desprezo,

ou
chicote.
Estão

feitas
as
honras da
recepção.
Consorcio.

Na

quarta-feira

recebe­
ram

se
na Sé a

ex.
‘na

snr.
a

D.

Ernestina
Amaral,
e
o
snr.
Julio

Gomes

da

Costa



Brandão,
da
villa da

Barca.
Estod».

Acha-se

nesta

cidade

o
snr.

Dellim
Maria,

illustrado
jornalista,

e

mem
­
bro

do

conselho
geral

das

alfandegas.
ESarão

de
Castello

de Paiva.—

No logar
competente

vae um annuncio
do
Governo

Civil,

declarando
o n

0

de
cada
uma
das Inscripções

de

1.000$000

e

de

500$000

nominàes que
este

caritativo
ci
­
dadão

fez

averbar
a

favor
dos

diversos
estabelecimentos
d

este
districlo,
reservan
do

o

rendimento
em

quanto

vivo

para

si.


foram

igualmente contemplados

ou­
tros

districtos.
E’

digno

dos

maiores
louvores.
Assassinato

horroroso.


Lê-se
na

«Aurora

do

Cavado»,
de Barcellos, de

21:
Vivia

na

freguezia

de
Negreiros,
d

este

concelho,
logar
do

Alto

de
Meira, uma

mulher

por

nome

Anna

Lniza, casada
com

Francisco

Bernardino

Allonso,

pedreiro,

trabalhando
ultimamente

em
Penaíiel,
mas

que
em

publica

mancebia

(ella)

vivia

com

outro
homem.
Ha
dias

que

não

fôra

ella

vista,
mas

não

dera

isso

logar
a

suspei­
tas,

até

que

vindo á leria

em

15

do

cor
­
rente

um

seu

filho,
por nome
Manoel,

também

pedreiro,
mas

residente

na

Maia,

afim de
levar
a

certidão

d
’idade

para

casar-
se,

procurou

a

mãe,

e

encontrando a
porta
da

casa

fechada,

e
ninguém

lhe
res­
pondendo
de
dentro,

e não
podendo

a

seu

respeilo

colher

noticias,

se

resolveu

a su
­
bir

acima

da

mesma

casa
e

levantando

algumas
telhas

d’esla,

espreitou
para
dentro
Foi

horroroso

o

quadro
que
então
se

lhe deparou
á

vista.

Não

foi

outro
que
o cadaver
de sua
mãe

assassinada

!
Correu

prestes

a
dar

d’
isto
conta
a
um

seu
primo,

e

indo ambos
e
outras
pessoas

a
casa

do regedor,
com elle

de
­
ram
entrada

na

casa

da

assassinada,
por

meio

d
’uma
janella
e

encontraram
o

cada
­
ver

d
’esta

de
bruços,

e
a

pequena

dis­
tancia

d’elíe

uma
foucinha

sem
ponla
e

uma

faca
vergada,
ambas

ensanguentadas.
A

foucinha
pertencia

á
morta,
emquanto
que

a
faca
não se
lhe
conhecia.
O

filho

Manoel

telegrafou immediala
­
mente

ao pae,

chamando-o
a
titulo

de

se

achar
sui
mulher

muito

mal,

e
este
não
obstante

as
queixas

que
da

mesma
havia,
acudiu

logo
ao

chamamento,
e
che
­
gou

ainda

a

tempo

de
ver

o

cadaver
tru
­
cidado

da misera assassinada.
Segundo

ouvimos

dizer

o

cadaver

da
assassinada

apresentava
fracturados

os
os­
sos

occipital
e

parietaes
da

cabeça, e
uma

profunda

ferida

em

volta do collo,
e uma

outra
na

maxilla
direita, devendo
a
qual­
quer d

aquelles
primeiros

ferimentos

ter

succedido
a morte.
A
ferida
no collo

mostrava
ter

sido

feita
com instrumento

dentado, e
por

tanto

com a

referida

fou
­
cinha.
O
cadaver


começava
a

decom­
por-se.
Pura

hm

victiman da
aecea
no
Ceará.

A

rainha

de
Inglaterra, segundo
telegramma publicado
no
«Diário da Ba­
hia»,

offereceu

4
mil
libras

esterlinas

para

as

victimas

da
secca

na província

do
Ceará.
Notieia
consoladora.

Lê-se

no
«Mondes:
«Escrevem

de
Azpeitia
em
1
de

agosto.

Por

occasião
da

festa

de Santo
Igna-
cio

houve honlem

aqui
uma

grande
ma
­
nifestação
religiosa,
com

a

assistência dos
prelados

de

Santander,

Calahorra, Pam-

plona

e Victoria,
de

diversas

corporações
civis,
dos

delegados

da

auctoridade civil
e
militar
e

de
um

clero numeroso. A
multidão

dos

fieis era
considerável.
«Hoje

fez-se

a

procissão

tradiccional

ao
mosteiro

de

Loyola,

do
qual
vão
tomar

posse
oíTicialmente

os
jesuítas».
A

dynamite

applieada
á

pesca.


Sob

esta
epígrafe

refere

um

collega:.
Está
cada
vez

mais

em

voga
a

pes­
ca,

por

meio

dos

cartuchos

de
dynamite,
e

as

aucloridades
começam

a

mostrar

se

severas

com

referencia
aos deliquenles.
Eis

em

que termos

o

«Momteur»
do
Puy

de
Dóme
refere

uma

occorrencia
d

es-

se

genero,
julgada

no

tribunal

de

Issoire
a

tres

de agosto:
«Quatro

operários
mineiros

foram

sur-
prehendidos

a

pescar
na ribeira de Allier

não

com

redes

ou harpeos—o
que



pas
­
sou

de
moda em
consequência
de
J

serem

de
acção

demasiado
morosa,
—mas
por

meio
de

cartuchos

de

dynamite,

expres-

samente
confeccionados.
«Que

diabo
náo
intentará

o
espirito

infernal

do
extermínio?
Os
resu.tidos

são
a
tal ponto
rápidos

e
productivos
que

não

obstante

os
horríveis
accidentes

que
ha
seis

mezes

para
cá tem

havido
na
lo­
calidade

(um

morto
e

um

amputado)

os
operários

mineiros,

que

dispõem

a

seu
bei

prazer

da

dynamite,

continuam
a

es
­
vaziar de peixe

a

ribeira
Allier.
«Os

sobreditos

mineiros
foram
con-
demnados

cada

qual
a

15 dias de

cadeia».
Agora,

addiccionaremos

nós
que

a
dy­
namite

é

um
veneno

terrível

e

que
d

esta
fórma,
applicando-se

á

pesca,
nada

mais
facil
do

que succumhirem numerosas
vi
­
ctimas

dos

seus

elfeitos perniciosos.
Caulella,
pois.
Xoticias

de
Koma.—
Sua
Santida
­
de
recebeu

no
dia
da
Assumpção
duzen
­
tos
fieis,

que

eram
acompanhados

dos

parochos
de
Borgo.

Santa

Maria

de

los
Hornos,

Santo

Onofre,
Nossa Senhora

do

Rusano

e

S.
Francisco
de

Monte
Mario.

O

Santo
Padre

dignou-se
acceitar

um

ramo

collossal
e
magnifico,

feito
pelos

jardineiros
Mariano

Rigiarelli

e
Cezar

Baí-

zani.
ExpotsiçiEo
u»ivevsal

de

Parig

ei»

isís

Um

decreto do

presidente
da
republica
franceza,
ultimamente
pu
­
blicado

na
folha

ofiicial,

determina

o

se
­
guinte:
A

França

concorrerá

com
a
somina
de

um milhão

e

500:000

francos
(duzentos

e

quarenta
contos
de

reis),
para

ser

empre
­
gada

em prémios

que
serão

distribuídos

*
aos
expositores.
O

jury
internacional
compor se-ha

de

1650

membros
effeclivos,

sendo 350

estran-

jgeiros

e
300

francezes.








Além d

estes

haverá

325

supplentes,
sendo

175

estrangeiros

e

150
francezes.
A


secção
de

bellas

artes
são

destina­
das
17

medalhas

de

honra; 32 medalhas
de

primeira

classe; 44,
de segunda

classe;
e

48,

de

terceira

classe.
Para

a agricultura
e
para

a

industria

haverá
100

grandes

prémios;

1:000
me
­
dalhas
de
oiro;

4:000

medalhas

de

prata;
8:000

me

ialhas

de

bronze;

e 8:000
men
­
ções

honrosas.
Os

membros
do
jury

poderão
concorrer

ás

recompensas.
Maravilha

da

typographia.



Ha
dias
houve
uma

grande
festa em Lon
­
dres.
Fazia

quatrocentos
annos
que
Guilherme

Caxton

tinha introduzido
a

imprensa
na
Inglaterra.
No fim

de

um
banquete de seiscentos
talheres,

aonde

concorreram

muitas
no
­
tabilidades,

lord

Gladstone
fez
n’um
elo
­
quente

discurso
o
penegyrico

do typographo

Caxton.
No

fim,
mostrando ao
audõorio

uma

biblia,

adornada

com

as

armas
da

universi
­
dade

de
Oxford,

disse:
Ha
dezeseis
horas
que

ainda não

esta­
vam reunidos

os materiaes

d
’este
livro;
não
estava
impresso,
nem dobrado,

nem

enca
­
dernado.
«Principiou

a

coinpôr
se hontem,
quan­
do

o

relogio

da

Universidade

de

Oxford

bateu

meia

noite.
«Ahi

téem,
senhores,
o que

é,

e

o
que
pode

fazer,

na

Inglaterrra,

a
grande

arte
typographica.
Morte
de

u<n

prineipe.

Rece-

beu-se
noticia

em
Londres

de

ter

faile-

eido
em

10

de

abril

proximo
passado

o

prineipe William
Pit
l.eleihoker,

o
suc-

cessor
presumplivo

do

throno

de

Hawau.
Morreu

no
palacio de Izlani aos 22

annos de
edade.
No
dia

immediato

á morte,
foi

procla
­
mada

a
prince/.a
Lydia
Kanackacha
Liliuo-
kalani,
irmã
mais
velha
do

rei,

como

suc-

cessora

ao

throno.
Ouro
da

Auatralia.—
A

produc-
ção

de

ouro

na

Australia
continua

a
ser
uma

das

industrias
que

vae

declinando
A

producção
no

primeiro

trimestre
do

corrente

anno

foi

de

182:790
onças,
sendo

45:850

onças

menos

do

que no
trimestre

antecedente.
Os mineiros
são
em

numero
de 40:000;

29:000

dos
quaes

são

europeus
e
11:000,

chinezes.
Explosão.—
Uma
explosão

de
dyna-
mite,
cuja

causa
se
desconhece
ainda,
te­
ve

logar
um

d

esles

dias

em Hamburgo,

no

laboratorio
dos
irmãos
Berckholz, artífices,
rua

Gartner.
Oito

pessoas

foram

mortas
instantaneamente.
No

numero
dos

mortos
encontram
se

um

dos

irmãos

Berckholz,

de 39

annos, e

suas

duas
(ilhas,
a
mais
velha

das

quaes

ainda
não

linha
oito.
À

Italia

uaoraliuaila.

Lê-se
na

«Voce
deila

Verita»:
Hontem
(13 de agosto) a
egreja

de

Santa Marlha
foi
tomada
d

assalto
pelos

agentes

da junta

liquidadora

dos
bens

do

clero

em Roma,
que se apossaram

d’
ella

violenlamente
e

a
entregaram
aos

solda­
dos.
D

esta
forma

os nossos governantes

nos
Eram

até

as
egrejas I Alli

onde

as

virgens

piedosas

fastam

subir

a

Deus

as

suas
orações
em

favor

dos

homens,
não
se
ouvirão
d
’ora

avante
mais
do

que
as

canções

obscenas

e

blasphemas

da

impta

soldadesca.
Eis

aqui
como Roma
se

tem

regenerado

e
moralisado
1
ntermante.


Lê-se no
«
Ultra­
mar»:
«Fómos

favorecidos

com

a
copia

n
’uma

carta,
escripta
de

Roma,

em

23

de

junho

ultimo,

pelo
snr.

conselheiro
Cunha
Rivara

ao
snr.

Eugênio

Gomes.
Sentimos

não

poder

publicai a

hoje

na

sua

integra.
Mas
não

resistiremos ao
desejo

de

co
­
piar
o
curto

dialogo,

que

teve

logar

entre

sua

santidade

e

o

nobre

ex-secretario
do
governo

de Gòa,

ácerca do
nosso
digno

arcebispo.
Tendo

o

nosso
ministro
junto
á
Santa
Sé,
snr.

conde

de

Thornar,

sollicitado
uma

visita

do
Pãpa
para
o
snr.
conse­
lheiro

Rivara

e
sua
exc.ma

esposa, o
San
­
to
Padre

mandou

collocar

para
ambos,

2
cadeiras,

na

sala

de

audiência,
ao
lado
direito

de

seu

throno,

sendo

destinadas

as

bencadas

communs
para
as

demais

vi

sitas.
Depois
de

uma
hora
de

espera, entrou

o

Papa
conduzido

n

uma
cadeirinha,
que

6
homens
traziam suspensa
na

mão.
O mestre de

ceremonias

fez
logo

di
­
rigir

a

cadeirinha

para
junto

do
selheiro

Rivara,
e
disse
para

Sua

Santi­
dade.

O

snr.
commendador
da

Cunha

Ri
­
vara.
—Ah! então

vem

da

índia?

perguntou

o

Papa.

Sim,

Santo Padre.

Esteve

lá muito

tempo?


Vinte
e

dois

annos.

Tem agora lá
um

Arcebispo

muito

bom

observou

o
Papa.

E

verdade,
Santo

Padre.

E’

um

di
gnissimo

prelado, que

hade

fazer

grandes

benefícios

áquellas
christandades.
Nem

todos

os
Bispos


têem
sido
as­
sim.
N
’isto,

o
Cardeal

Howard

que

acompa
­
nhava

o

Papa,
introduziu
se

na conversa,

dirigindo-se
ao
snr.

conselheiro

Rivara

como
a

pessoa
conhecida.
O
Papa perguntou:

Ah!

conhecem
se?

Sim,

Santo
Padre,

lhe tornou

o

snr.

Rivara.

O

Cardeal

faz-me

a honra

de

ser
meu

amigo ha

muitos

annos.
Viajámos

na

índia

juntos.

C"m

o
monsignor
Sabba,

accrescenlou
o

Cardeal.

Ah!

sim,

coitado!

exclamou

o

Pa
­
pa,
e
fez um

gesto

de
sentimento

e

sau
­
dade

por
aquelle

Prelado,

de

quem

era
muito

amigo.
Depois,

dirigindo-se
para
o

snr.

Rivara,
disse:


Estimei

muito vêl-o
e
a

sua

es­
posa.
Estendeu

a
mão,
e

o snr. conselhei
­
ro
e
sua
exc.
ma

consorte

beijaram-lhe
o
annel.
Anniveranrio

do

nngeímtnto

de
Rubem.


A
cidade
d

Anvers festeja

este
anno

com
o

maior

brilhantismo

o

anni-
versario
do

nascimento
de

Rubens. Faz
trezentos

annos

que
nasceu
o

celebre

pin­
tor.
As
festas
deviam
principiar
no
dia

17

do
corrente
para

terminarem

a

27.
O

dia

17 seria consagrado
a

um con
­
gresso

litterario

no
qual

se

discutiria

a
questão

da

propriedade

litteraria

internacio­
nal,
assumptos

históricos,
etc.
No

dia
18

verificar-se-ia

uma
exposição
de

animaes

domésticos

e

de cavallos

fla
­
mengos
que

Rubens
pintava
admiravelmen
­
te.

De
tarde
executariam

uma
cantata
mil
músicos,

diante da
estatua

de
Rubens,
na

araça

Verde.
Para
o

dia

19

annunciava

o
program-
ma
um

concurso
de

canto,
no

qual
to
­
marão
parte

sete

sociedades belgas,

íran-

cezas,
allemãs
e hollandezas; e

a

abertura

de

uma

exposição
de pintura
e
obras

d

ar-

le,

organisada

pela sociedade

real
do
de
­
senvolvimento
de

bellas-artes.
No

designado

dia
será aberta
a

expo
sição gratuita
organisada

pela

academia

de

archeologia
da

Bélgica,
a

qual

consistirá
em
gravuras
de

Rubens,

objeclos

que lhe
hajam
pertencido
e
éxposições
de

agricul­
tura,

Iructos
e

flôres.
Também será

aberlo
um mnseu que

estará

patente
todos
os
dias.

Contem

seis
­
centos

quadros provenientes

pela
maior
parte

dos

mosteiros

e

das egrejas anti­
gas.
Haverá
ainda

outras festas:
concertos,
distribuições
de

prémios

etc.
Santo
Ignaeio de
Loyoln.


Na

terça-feira

31

de

julho,
foi

celebrada

a

festa

de

Santo

Ighacio
de

Loyola

em
Pa­
ris

com
grande
solemnidade
nas diversas
casas e
collegios

dos
RR
PP.
jesuítas,
mas principalmente
na
sua
capella
de Jesus,

rua

de
Sevres. De manhã
tiveram
alli

lu
­
gar
numerosas communhões.
Depois

do

meio

<lia,
peias

4

horas,

um
escolhido
auditório

alli

se
reunia

para
ouvir
o

pane-

gyrico

do
Santo

fundador

da

companhia

de

Jesus,
por o R.

P.

Felix.

D’
ordinario

os

reverendos
padies

convidam,

para
este
dis­
curso,

um pregador
estranho
á

sua

ordem;
este anno,
por

uma derogação
d’esle
uso,

é

o

celebre confereuciador
de

Nossa

Se­
nhora

de

Paris,

que

d’
elle

foi

encarre
­
gado.
Sentimos

não

poder

dar
aqui
senão
uma mui palida

analyse
do
discurso que

fez

no
auditono
uma

notável
impressão;

tomando
por
lhema
as

palavras

do velho

Simeão
a

Maria,

por

occasião
da
apresen
­
tação
de

Jesus no
Templo:
Hic
positus
ul
in
signum
cui

contradicelur
(Luc,

2,

34);
o
R.

P.
Felix demonstrou a
contra-

dicção

que
a

exemplo do
divino

Mestre,

de

quem

elle
se
fez
um dos
mais arden-
les imitadores,

tem

devido

soflrer
Santo

Ignacio

e

com
elle

seus discípulos. O
seu

objecto

conduziu

o eloquente

orador

a

re
­
cordar,

para

os refutar energicamente, os

milhares

de
prejnisos
ridículos

e

maus,

snr.

con-llão

perfidamente

espalhados,
em

odio

da
religião

catholica
contra

a companhia

de

Jesus.
Na

sua
primeira

parte
o
Reverendo

Padre
Felix

deu

a
rasão
do

facto

da
con-
tradicção
que

mostra

subsistir

sempre, por

toda

a
parte

e

em

tudo.
Na

segunda parte,

o

R.

P. deu

a

ra
­
são

do
facto

da conlradicção que

a
prin­
cipio parece

um
mistério,

mas

que
expli
­
ca

muito
bem

por

uma
simples

resposta
a

estas

tres
perguntas:

Quem

se
poem
em

conlradicção?
Como
se

manifesta

esta
contradição?

Porqne
se
obstinam
n

esta
conlradicção

?
Os
jesuítas

teem

por

conlradiclores os

impios,

inimigos

de

Deos;

os

hereticos,

inimigos

da

Egreja,
os revolucionários,

inimigos da
sociedade.

A
arma
principal
dos

conlradiclores
é

a
calomnia,

e

o
mo
­
tivo

dominante
é
que
a

companhia
de
Jesus

está

dedicada até

á

morte

ao

ser
­
viço

e á
defesa

de

Santa
Egreja
Catholica
e de

tudo

o

que

os

maus se

esforçam
por

querer amquillar,

se
podessem.
Todos

estes
ataques
foram
vigorosa­
mente

desfeitos

pelo
eloquente
orador.
Depois
d’
este

discurso,

S. Exc.
a

Mgr.

Méglia,

arcebispo

de
Damasco, núncio

apostolico,
deu
a
saudação

solemne
e

a

bênção

do

Santo
Padre.
Recrutamento

militar.—
Por
des
­
pachos
do

supremo tribunal

de justiça,

publicados
na

folha

oílicial
de
21,
forain

resolvidos

os

seguintes

recursos
de

re-

crumento
para

o
serviço
do

exercito:
Ficaram sujeitos:
Districto

de

Braga
—Concelho

de Villa

Verde-
José,

filho

de

José

Joaquim

da

Sil
­
va,

da

freguesia

de

Gondiães.
Concelho

de

Fafe —

Antonio,

filho

de

José

Lopes,

da freguesia de
Arnozella;
Custodio,

filho

de
Maria

Fernandes,

viuva,

da

freguesia

de

S.

Miguel do Monte; Jo<é,

filho
de

Luiz
da

Silva,
da

freguesia

de
Passos;

Albii^,
filho
de

Anua
Joaijuina

da

Silva
e

de
Manoel

de
Freitas,

da fre
­
guesia

de S.

Gens;

Carlos

Velloso

da
Silva,

filho

de
Josefa
Maria
Affonso,

viuva,

da freguesia
de
Serafão;

João,

filho

de

José Antonio
dos Santos

Pereira,
da fre
­
guesia

de Travassós; José,
filho

de Anto
­
nio Joaquim

Braz
da

freguesia
de

Varzea

Cova;

Joaquim da

Cunha,

filho

de
Manoel
da

Cunha, da
freguesia

de
Villa Cova.
Ficaram

isentos:
Districto de
Braga
—Concelho

de

Fafe
—Antonio

Joaquim,

filho de
Francisco
Fernandes

Loureiro e

de
Maria

Domingues

Martins,
da
freguesia
de Agrella;

Domin
­
gos,
filho de

Luiza
Rebello

e
de
Francisco
Domingues,

da

freguesia

de

S.
Miguel
do
Monte;

Manoel
Fernandes,

filho
de
Maria
Fernandes,

da

freguesia

de
Passos.
Alotieit*

postal.—
Tendo

a
Republica
Argentina

entrada
para

a

união geral

dos

correios,
os

portes
das
correspondências

franqueadas,

com

destino
á dita
republica,
e
os

das

cartas
não franqueadas

que

«Telia

procederem,

serão,

a

contar

de

1

de
setem­
bro

proximo,

os

seguinte:
Pelos

paquetes
subsidiados —

Cartas



Franquia

facultativa

por

meio
de

séllos

do

correio

porluguez:
Até
15
grammas

100

reis; até
3o
grammas
200
reis,
até

45
grammas

300

reis.

E

assim
successiva-

menle,

subindo

100

reis
em

cada 15
gram­
mas
ou

fraeção
d

esle

pèso.
Jornaes

Franquia

obrigatória

por

meio

de

séllos
do
correio

porluguez:
Até 50
grammas

20
reis;

até

100

grammas

40
reis;

até

150

grammas
60
reis.
E

assim

suc-
cessivamenle,

subindo

20

reis
em
cada
50
gramma

ou

fraeção
d’
este

pêso.
Impressos



Franquia

obrigatória

por
meio

de
séllos

do

correio

porluguez.
Até
50

grammas

30

reis;
até
100

grammas
60
reis;

até
150

grammas

90

reis.

E

assim

successivamente
subindo

30
reis

em

cada!
50

grammas

ou

fraeção
d’
esle
pêso.
Pelos
vapores

mercantes
e
navios
de
véla

Os

pones
das

cartas,

jornaes

e
impressos
serão
metade

das franquias
pelos
paquetes

subsidiados.
Pelas

cartas
procedentes
da referida re­
publica,

sem
franquia
ou

com
franquia

in-
sulliciente.

cobrar-se-hão,

no

acto

da
en­
trega,

os
seguintes
portes: 150 reis cada
15

grammas,

se

vierem
pelos
paquetes
sub­
sidiados;

e

metade,

se
vierem

pelos
vapores
mercantes
ou
navios
véla.
Em
virtude
do

accôrdo

celebrado
em

Berne

a
27

de

janeiro

de 1876,

os

portes
das
correspondências

franqueadas
com
des
­
tino
á

Pérsia,

á
Groenlândia e ás Anti­
lhas
dinamarquezas (8.
Thomaz,

Santa
Cruz

e

S.
João),

que

acabam

de

entrar
para

a
união
geral

dos
correios,
serão,

desde

1

de

setembro
proximo em

diante,
os seguintes:
Carlas

franqueadas,

100

reis
por

15
grammas;

livros,
jornaes

e outros impres
­
sos,
amostras
de fazendas,

etc.,
30 reis
por

30
grammas;

• prémio de
registo,
InQ
reis;
aviso

de

recepção, 40

reis;
cartas

que
não
vierem
franqueadas,
150

reis
por
15

grammas.
Estes
portes,

com
relação

á

Pérsia,

se
applicam

ás

correspondências

que

forem

transmittidas
por

via

do
Golfo
Pér
­
sico
(Bushire).

Todas
as outras

correspon­
dências
com

aquelle
paiz,

encaminhadas

por

via

do

Mar
Negro,
do
Mar

Caspio,

ou

por

outra qualquer

via

comprehendi-

da
no

territono da primitiva
união

geral

dos correios,
(icam

sujeitas

aos

portes
ge-

raes
estabelecidos

para
os

paizes
da
dita
união,

isto
é:
Carlas
franqueadas,

50
reis
por

15

grammas;
livros,

jornaes

e
outros

impres
­
sos, amostras

de

fazendas,
etc.,
15

reis

por
50

grammas;
prémio

de

registo,
100
reis;

aviso

de recepção,
40

reis;

cartas

que

não
vierem
franqueadas,

100

reis
por

15
grammas.
Guerru
do

Oriente.—
Os

últimos
telegrammas

relativos

á
guerra

do Oriente,

são

os

que
seguem:
Constantinopla

21—
Um
telegramma

de
Suleyman-Pachá
confirma

a

reoccupação
da

aldeia

Tschipha

pelas
tropas

turcas.
A

Porta forma
reservas

na

Bulgaria

e

na
Anatolia.
Berlim

21—A
esquadra

allemã
partiu

para
Solonica,
em consequência de

serem
postos

em

liberdade

os

funccionarios
tur
­
cos

implicados

no

assassino
dos

cônsules

allemào

e

francez.
As

potências protestam em
commum
contra

este
acto

das

auctoridades ottoma-
nas.
Londres
22

O

«Times»

diz

que

ha
5
dias

que

não

se
recebem
em
Constanti­
nopla

noticias

algumas

de

Osman-Pachâ.
Este
facto

causa

inquietações.
Um
telegramma

do
«Standard»

com

data

de

21 annuncia

que

desembarcaram

em

Lustendch

10:000

turcos

os

quaes
unidos

a
8:000

egypcios marcharam
sobre

Tchernavoda,

afim

de
expulsar

os

russos
que

occupam
o

caminho

de ferro.
Paris 22—Vários despachos

do quar
­
tel
general

russo
confirmam

o

ataque

con
­
tra

Tchipk

por
Suleyman-Pachá,
com

40
batalhões,
acrescentando
parém

que
o com
­
bate

continua
ainda.
Constantinopla,
21

Ainda
não

foi
con­
firmada

pór

telegramma

algum a
juneção

dos

exereitos

de Meheme-Alli
e
de Suley-

man.
Paris

23—
A
«Correpondencia Política»
assegura

que a
convenção

russo-romania

está
delinitivamenle
concluida
julgando
ser
muito

favoravel

á

Romama.
Bucharesl 23—
0
exercito

de

Osman-

Pachá

foi

envolvido
pelas

tropas

russas.
A

sua

situação

é
critica.
Está imminenle

novo

ataque.
Mallogrou-se
o

ataque
de
Suleyman-
Pachá

contra

os

desfiladeiros

de

Sachipk,

sendo Suleyman

repellido
com
grandes

perdas.
Us

russos

conservam as

suas
posi
­
ções.
Constantinopla
22—
Diversos

despachos,

entre

elles

um
de
Osman.

Pachá

dão

noticias

de
varias
escaramuças.
Alhenas

22—Rebentou
a

insurreição

grega
na

via

de
Tliessalia.
Os

insurgentes
percorrem
a

província.
Appeio

d
earídade,—
A

entrevada
Maria

Antonia
Ferreira,
viuva

do

Antonio

dos
Granginhos,
e

que
ha tempos saiu
do
Hospital
com

moléstia

incurável,

tem

agora
os seus padecimentos

mais
aggravados,

achando-se
sem meios

de

subsistência
pa
­
ra

poder

tratar-se

no

pouco
tempo
que

lhe

resta de
vida.
Imploramos,
pois,
a

caridade

das

almas

piedosas,

para
que
se

lembrem da

infeliz com

uma

esmola.
A
sua
residência

é

na
rua

do
Alcaide,

n.°

17,

n

um

quarto
á

porta

da
rua.
SAÚDE
i

TODOS

sem
medicina,

pur­
gantes,

nem despezas, com

o uso da
delicio­
sa
farinha

de

saúde,
hz
:

va
&
es

ciè

àé

t)U

BARRY

de
Londres.
30
annos

d’
invariavel
4

Combatendo

as
indigestões

(dispe
­
psia)

gastrica, gastralgias,
ilegmas,

arro
­
tos,

ventos,

flatos,

amargor
na
bocca,
pi-

tuilas,
nauseas, vomitos,
irritação

intesti­
nal,
bexigas,

diarréa,
desenteria,

cólicas,

tosse,

asthma,

falta

de respiração,
opressão,
congestões,
mal dos
nervos,

diabelhes,

de­








bilidades, todas
as

desoettens

no

peito,
na

garganta,
do aJilo,
dos

Iwonthioe,

da be
­
xiga,
do figadp,,.
dos

rins.^qs
mtestiflos.,<la

mucosa,
do

cerebro
e

do.
sangue.
8&:000t

curas,
entre
as
quaes
contam-se

a

dp
du-

que

de

Pluskow

e
da
exm?

sur.
a
mar-
queza
d^ Breban-,
da
snr,*

doqjMza

de

Cas-,

tlesloard,

do. Lo,rd Stu^çd

de Decies. paí

dTnglaterra,
do

doutor
e
professor

Wtir-
zer,
etc.,

etc.
Cura
n.°

48:6/4.

-
A
spr.*

marqueza

de

Breh^q,

de
i?eie
anaos

de

doença

do

fígado,
d
esiomago,

emmagrecimento,
pal­
pitações
nervosas

em

todo

o

corpo,
agita­
ção nervosa
e

tristeza mortal.
Cura

n.°

62:986.


M
ie

Martin,
de
sup-
pressão
da

menstruação
e

dança
de

São

Gnido,
declarada

incurável,
perfeitamente

curada
pela
Stevaleaelère.
Cura
n.
9

65:112.—E.
Payard,

de

gas
tralgta

e

vomitos.

Não

podia
suster-se
jie
pé,

nem

dormir, tendo
sempre

a

cavida­
de

dojestomago

intumecida.
Cura n.°
62:845.

M.

Boillet,
cura,

de

36

annos

de a-lhma

com
suftocações du
­
rante

a

noite.
Cura
n.°

70142/.

hl
A.

Spadaro, de
uma

constipação

obstinada
de

no\e

annos.
Era
terrível,

e
distinctos

médicos tinham

declarado
que

não

havia
meio
de
cu-
ral-a
E’
seis
vezes
mais
nutritiva
do
que

a
car
­
ne,
sem

esquentar,

economisa

cincoenla

vezes

o seu
preço
em remedios.

Preçot
fixos

da
venda
por
miudo

em
toda a

pe
­
nínsula

:
Em
caixas

de
folha
de

lata,

de
*/4 kilo.
500
;
de
kilo
800
rs
;
de um
kilo,

l$40C

reis;

de 2 */,
kilos,

3$200
reis;
de

6

ki
­
los,
6$400;

e

de
12

kilos, 12$000 rs.
Os

biscoitos
da
Ilevalesciére

que
se
po­
dem

comer
a
qualquer

hora,

vendem-se

em
caixas
a
800
e
1^400
reis.
O

melhor
chocolate

para

a
saúde

é
a
Revaleseièrc
ctioesjlaCada

;

ella

res-
titue
o
appettite.

digestão,
somao,
energia
e

carnes
duras
ás

pessoas,

e

ás

creanças

as
mais

fracas,
e sustenta

dez

vezes
maíi
que

a

carne,

e

qne

o

chocolate
ordinário,
sem esquentar.
Em



<•

em
paus,

em

caixas

de

folha
de
lata

de

12

chavenas,

500

reis
;

de

24

chave
­
nas,

800

reis;
de

48

chavenas,
1^400;

de
120

chavenas,

3^200

reis,

ou

25

reis
cada

chavena.
DU

BARBY
.-.A'

©.*
L15I1THI).-
Place

Vendòme,

26,

Paris. 77

Regent-

Streei,

Londres.
Valverde,

1,

Madrid.
Os pharmaceuticos,

droguistas,
mer-

cieiros,
etc.,

das
províncias

devem

diri
­
gir

os

seus
pedidos

ao deposito Centra! ;

snr.
Serzedelio
&

C.
a

Largo

do

Corpc

Santo

16,

Lisboa,

(por
grosso

e miudo):

Azevedo
Filhos.
praça

de

D
Pedro,

31,
32, Barrai
&

Dmãos, rua
Aurea,
12

J
de

Sousa

Ferreira &
Irmão,
rua

da

Banharia,

77.
DEPOSITOS
ENTRE

DOURO
E

MI
­
NHO.

=<ve
iro,

F.

E. da
Luz
e

Costa,

pharm.


»arcetio«,

Antonio
João
de
Sousa
Ramos,

pharm.,
Largo
da Ponte.


Brtqja,

Domingos J.

V.

Machado,

drog.,
praça
Municipal,
17



Antonio
A.

Pereira
Maia, Pharm.,
rua
dos

Chãos
31



Pipa
<Sc

Irmão,

ru
i

do

Souto.—
Vianna
do

Cas-
tefJ»,
Affonso

drog.,

rua
da

Picota;

J.
A.

de

Barros, drog.,

Rua grande,

140.

CriiiniarAeg.
\

jt

Pereira

Martins,

pharm.

Antonio

d
’Araujo
Carvalho,

Cam­
po

da

Feira,

1;
José,

J.
da

Silva,
drog.,
Rua

da
Rainha, 29
e 33.—
Penedel,
Miranda,

pharm.

Porto,

M.
J.
de

Sou­
sa
Ferreira

&

limão.
Rua
da

Banha­
ria,
77;
J.

R,

de

Sequeira,

pharm.,
Casa
Vermelha;

E.
J.
Pinto,
pharm.,

Largo
dos

Loyos,

36;

Viuva

Desirè

Rahir,
Rua de
Cedofeita,
160;

Fontes

&

C.
a
,
drogs.,
Pra­
ça

de
D.
Pedro, 105 a

108;

Antonio

J.

Salgado, Pharmacia

Central,

Rua

de San
­
to
Antonio,

225 a
227.

Posate

do i<i-

ms>.
A.

J.

Rodrigues
Barbosa,

pharm.


Povoa



Varzim,

P.

Machado

de
Oliveira,
pharma.

Vaiença

do

lYKinlio,

Francisco

José
de

Sousa,
pharm.

Villa

da

Conde,

A.
L.

Maia
Torres, pharm.
Agradecimento

e

convite.
_
Lui?

Barboza
de Mendonça
e

seus

ir-
njãos
(auzentes),

D.

Joaquina
do
Soccorro
Moreira

Gomes
de

Mendonça,
muito agra-

ocem

a

todos

os

ill.m

8

snrs.
que
assis­
aram

ao

ofllcio

de
sepultura,
por

alma

e
seu
finado e
chorado irmão
e
cunha-
°<
Manoel
Barboza,

e

de novo
lhes
ro-
Felix
Maria

Gomes
d'Araujo

Alvares.
(464)
ALUGA-SE

a
casa

apalaçada

con-

Íll-W

slruida de

novo,
com
quintal

e

poço,

na

rua

da Ponte

n.°

58

C.

Para
traclar

no

n.°

acima.
(448)
gam para

assistirem

a
uma
missa

de


­
timo

dia

que ppr
alma

do

mesmo

finado

mandam
celebrar na
egreja
dos
Congre­
gados,

segunda-feira,
27

do
corrente, ás
8
horas

da,

maobã;,

em

pento,
e
desde


se
confessam-
agradecidas
por

mais

este
acio

de

caridade
e religião.
(463)
Duas

moradas
de

casas
quasi concluídas

na

sua

conslrucção,

sendo

: uma na
rua
da


entre
os
n.
uS

15

a

18 —

outra
na
rua

de

Santo

Antonio das
Travessas
en
­
tre
os
n.oS

16

a
18,

e

com
frente
para
a
nova
rua
(antigo
Couto

do

Arvoredo).
Podem

ser

vistas
a

qualquer
hora,

pa
­
ra
tratar

de seu

ajuste,

com

seu

proprie­
tário
João

da

Costa
Palmeira.
(434)
CRIADA.
Na
rua

do

Carmo,
n.°
3,
d

esta

ci­
dade,

preciza-se, para casa

d
uma família,

de uma

criada

bem

habilitada
no

serviço

domestico,

que

seja aceiada
e

de maior

idade,

que

saiba
cosinhar
perfeitamente,

e
que


abono á

sua capacidade.
Tendo

todas

estas
condições,

t
não
ha

duvida

al
­
guma
em
ser
remunerada

por
tudo.
(461)
VENDA

DE
QUINTA.
Na

freguezia de S.
Mamede
d
’Éste,

vende-se
uma
quinta
no

valor

de
cinco
contos

de
reis.
Quem a

quizer
comprar,

póde

tractar
do

sen
ajuste
com
o
snr.

Manoel
da

Silva

Rocha,

morador na
antiga

casa
do Hos­
pício
Municipal,
d

esta
cidade.
(462)
Por

ordem

do

Ministério

do
Reino,
e

para

conhecimento

dos

interessados faço
publico,
que

o

btnemerito
cidadão

Barão

de

Castello

de Paiva,
doou
e
fez averbar

em

favor

de cada
um dos

seguintes
hos-

pitaes
d

esle
districto uma inscripção
do
valor d’um conto

de

reis
nominal:
Ao
hospital
de
S.

Manoel da
villa

de

Espozende

o
n.°
15:996;
Ao
hospital
de

S.

Francisco

da
cidade
de

Guimarães

o n.°

16:753;
Ao
hospital
da
Sarna Casa da Mise
­
ricórdia

da
mesma
cidade outra inscripção
de n.°

124:012;
Ao

hospital

de S Marcos

d

esta
cida­
de
<le

Braga

o
n.° 16:362.
Doou

mais

duas

inrscripções de
500$000

reis
nominaes

cada

uma
aos hospitaes:
Da

Misericórdia

de

Villa
Nova

de

Fa
­
malicão

as
de
n.
os

2:344

e

2:556;
De

S. João de
Deus

de

Fão
as
de
n.
os

16:201 e 16
202;
Ao

dos entrevados

da
Ordem
Terceira
de
S.

Domingos

da cidade
de

Guimarães

as

de

n.
os

1:912
e
2:225. _
Mais doou

uma
inscripção
d

um

conto

de
reis
nominal ao
Asylo

de
D.

Pedro
V,

d

esla
cidade
de Braga com o

n.°

46:468;
Ao

coilegio
dos

orphãos

de S. Caeta
­
no,

d’
esta
mesma

cidade outra

inscripção
d
igual

valor

com

o

n.° 21:595;
Uma

inscripção
de

500$
!
)00

reis

no
­
minaes

com o

n.°
24:396

ao
recolhimento
do

conservatorio das ospbãs

do Menino

Deus

lambem

d
’esla

cidade

e
Ao
Asylo

de
S.

José

para

entrevados
d

esta

cidade
outra

inscripção
d

igual

valor

com

o
n.°
66:088.
Uma

inscripção
d

um

conto
de'

reis
no­
minal

á
diocese de

Braga

de
n.

80:782,
com

applicação
á

festividade
do mez
(maio)

da

Virgem

Maria.
Todas
estas
inscripções foram,

como


se

disse,
averbadas
na
Junta

do
Credito

Publico
e

tem

os
respectivos

pertences,

reservando

o

doador
o

direito

de

em
vida
receber
o

juro

das mesmas.
Braga

24
d

Agosto
de

1877.
Servindo
de
Governador
Civil
O
Conselheiro

de

Districto
JttUA XOVA.
IW.° 3-
Antonio

Casimiro
da

Costa,

da

cidade
de Braga,
ensaiador
vizual

e real

do

ouro,
approvado

plenamente

pela Casa

da

Moeda

e

Papel

Sellado,
chama

a
attenção
dos

snrs.
fabricantes

e

negociantes
de

ouro

para
o

seguinte:


O

annunciante

faz
o
ensaio
real

a

to­
dos

os

objectos

de

ouro

e

prata,

e
nas

barras
dos
mesmos raetaes,

lornando-se

estas,
com
a
firma
do annunciante,
uma

especie

de

moeda
entre

os

interessados;


pela
cesieza

do

seu
verdadeiro

toque

e

pelo

motivo

de

que
sendo

ellas

marcadas
com

ponção
indicativa
de
ensaio
real,
a
sua
firma

não

póde
ser

contestada

por

nenhum
dos

seus

collegas,
pelo

facto
de
não
terem
feito

o

exame
real.
(Mas

se

alguém

quizer

conteslar-lh’
a,
podendo
apenas recorrer
á

Casa

da

Moeda

e Papel

Sellado.

o

annunciante

promptifi~

ca-se,
não

a

facilitar

o
processo
da

contestação,

mas
até
a

pagar

as

despezas
da

mesma)
Os

snrs.

fabricantes
ou
negociantes
referidos,

de

qualquer
localidade,
que quei­
ram
saber

o

verdadeiro

toque
d

uma
barra,
basta

reinetterem

pelo
correio ao annun-
ciante

0,6
decigrammas

do

metal

a
exa
­
minar,
o
qual
deve
ser

bem fundido.
Todo
aquelle

que
mandar
fazer o
ensaio
real,

e

queira

saber

precisamente
a

liga,

moeda,
ou

ouro

fino

que

tem

a

levar

cada
gramma

para
ficar
nas

milésimas

que

pretenda,

também

o

annunciante
o

diz.
E'
isto

de grande

vantagem

para
aquelles

que
não sabem

a regra

das ligas

por
milésimas;
pois

deitando

aos

ouros

o
que
o
annunciante
disser,

não


evita

outro

ensaio,

como

lambem

sendo

o
ouro

ligado

para
a

lei,

deve
forçosamente

ser
marcado
em
todas
as

contrastarias.
O
annunciante

encarrega-«e
lambem
de

fazer

pont.as

para
ensaios

vizuaes, as
qoaes

serão

feitas

pelo rigor

do

ensaio
real.

(460)
Pelo

juizo

de

direito
d

esta

comarca
de

Braga,
e
cartorio
do
escrivão
Freitas,
correm seus
devidos
termos
uns

autos

d

execução

de
sentença
em

que
é exequen-
te José
Antonio

de Faria, negociante,

d

esla
mesma
cidade,
e

executado
Anto
­
nio

da
Cunha

Ferreira,

negociante, mo
­
rador
que

foi

em

Villela
do
Tamega,
co­
marca

de

Chaves,

e

hoje
ausente em
parte incerta,

em

cujos
autos
foi
reque
­
rida

a

citação

edital

do

dito
executado,

na

conformidade

do
§

1.°

do

artigo 8o8
do

codigo
do

processo

civil, para

na

2.a
audiência deste
juizo.
posterior

ao
praso

de

39

dias,

que

começará

a

correr de
­
pois
da publicação do

segundo
annuncio

na
folha
otlicial

e
n

outra
folha

desta
ci­
dade,

ver
assignar

10

dias
para
pagar ao
referido exequenle
a

quantia

de
I16$537
reis

de

capital, juros
e

custas,

tudo

li
­
quidado
nos
mesmos
autos,
ou

no

mesmo
praso
nomear

bens
á

penhora,

com a pena

de
se
devolver

o

direito

de

nomeação

ao

mesmo

exequente.

Declarando
que

as
au­
diências neste

juizo

se

fazem
todas

as
segundas

e quintas
feiras

de
cada

semana,
não

sendo

dia

feriado,

porque
sondo-o

se
fazem
nos

dias
immediatos

no

Tribunal

judicial

collocado
no

largo
de
Santo
Agos­
tinho,
desta mesma

cidade.
Braga

16
d

agoslo

de
1877.
Verifiquei.
A. C. Sampaio.
(457)
O

escrivão

ajudante
Casimiro
Juslino
Amado.
Attenção
Narcisa
Candida

Mendes,
da rua
de
S.

Geraldo
n.°

23,
ensina
a

bordar
a bran
­
co,
matiz,

ouro,

e
a fazer
flores.

(399)
VENDA

DE
CASAS
Uma

na
rua

do

Charqueiro

de
1
J;
:

andar

e

quintal,

n.°

4.
j)
uas

terreas, n.
os
7

e

8,

com

quintal,
na

dita

rua.
Duas

nas
escadas

de

Guadelupe,
cotn

quintal,
n.
os
16

e

17.
Uma na
rua

das
Aguas,

feita

de

novo.
Quem

as
perlender

trata-se

com

a

Ge­
rência

do Banco

do

Minho. (263)
ASYLO
DE

D.
PEDRO V.
Por
se
não

poder

effecluar

no

domingo
19

do

corrente
o
arrendamento

da

casa

que

foi
morada
do

revd.
0

capellão

da

Pe
­
nha,
como

se

havia

annunciado,
se
faz.
publico a quem

convenha
que

no dia

26

ás

12
horas do

dia,

terá
logar
o

supra
­
dito
arrendamento

na sala
de

sessões
do

mesmo
Asylo.
O

secretario
(459)

Padre
Luiz

Gomes
da

Silva.
CADELLA
PERDIDA
Perdeu
se
uma

cadellasinha
pequena,

os
signaes
são
:

branca
com
as
orelhas

escuras
e
com uma

pinta

preta

no
lombo.
Quem

a
achar

e
a

queira restituir
pode
a

entregar no

Café
Aguia

<1

0uro,
pelo

que receberá
alviçaras.
A
cadellasinha

perdeu-se sexta-feira.
(454)
DIEIGEIVCIAS DIABIAS.
Teixeira
&

Mesquita,

da
rua

da Sé,

d

esta

cidade,
fazem

publico

que
a sua

diligencia
que

diariamente
tem
de
Braga

á
Povoa

do

Varzitn

a
sahir

de

Braga

ás

5
horas
da
manhã

fica
sahindo
desde

o

dia

27
do
corrente
ás

9

e

meia
da
manhã

para

as
commodidades
dos
snrs.

passagei­
ros

que

chegam nas

diligencias
da
Povoa,
de

Lanhozo,

Senhora

do

Porto,
Pico,

Villa

Verde e

Ponte
do

Porto.
Os
annunciantes

continuam

com a

car
­
reira

para

a
Povoa
do Varzim

ás

10

ho
­
ras
da

noite.
Os

bilhetes

vendem-se
em

Braga

na

mesmo

escriptorio do

bem

conhecido
Ri­
beiro

Braga.
Braga

22

de Agosto

de

1877.
Pelos
annunciantes,
Ribeiro
Braga.
(458)
■^Nasciso

José
Marques,
d’
esla

cidade,
faz
publico

aos

seus

amigos

e freguezes,

que

no

dia
22 do

corrente,


principio
a

sua
carreira

diaria

com

magníficos car­
ros
e
bom
gado

para
a
Povoa

de
Var­
zim

e
vice-versa
: sae de
Braga
para

a

Povoa
ás 10

horas
da

noite

e
da Povoa
para

Braga
ao

meio
dia,
tendo

em

Bar-

cellos

meia hora
de
demora

tanto

na

ida

como
na
volta.

Os
bilhetes

vendem-se

na

sua casa,

rua

de
S. Marcos

n.°

8,

e

na

Povoa em

casa

da

Barcellas,

no

largo
da

Ariosa.
Preço

dentro

600

reis
Idem

fóra

500 »
A
cada
passageiro

é-lbe
concedido

10

kilogrammas

de

bagagem

gratuita

e
os

excedentes

a
20
reis.
Braga 20

de

Agosto

de

1877.
(355)
Narciso

José
Marques.
TôSSli#
Os

Rebuçados

mytilicos,
de
na
­
tureza balsamica,

calmante,

peitoral
e
ex-
peclorante,

são
o
melhor
dos
remedios

até
hoje

conhecidos
nas
doenças

tossicolosas.
Caixa 200
reis.

Meia
caixa

100
reis.
Unico

deposito:

PHARMACIA

CEN­
TRAL, rua
de Santo

Antonio,

227, no
Porto.
Em
Braga:
-PHARMACIA

DOS OR
­
PHÃOS,

praça Municipal.

(451)
Ã

QUEM
ZÕNVÍÊR
Quem
precizar d’
um

homem, de

50

an­
nos
d

idade,

com boa

pratica

de

vender

tabacos,

para caixeiro ou
para

tomar

con­
ta
d

alguma
loja,
dirija-se
ao

escriptorio
d

esle jornal e
se

lhe

imformará

a

pessoa
que
pertende.

(441)
Na rua

da Ponte
casa
n.°

fiS
arrenda-se
o
segundo
andar,
que

se com
­
põe

de

duas
salas

e quatro

quartos.
Tem

agua
de
um

poço
no

quintal.
(420)































jf*aac
KAPAZ PARA
NEGOCIO
Precisa-se
de
um
com.
3

ânuos
de
pra­
tica

em

negocio

de

ferragens,

e
que não
tenha
menos de

14

a
15

annos.
Carta

ao escriptorio

d

esle
jornal com

as
ineciaes
R.

F. S.
(433)
PREVENÇÃO
O

abaixo

assignado

previne, para
não

haver

ignorância,

que

ninguém
compre

nem

arrende
ao

snr.
Ignacio

José

Fernandes

Braga, e

mulher,
da

cidade

do

Porto,
a

casa sita na
rua

de

D.

Pedro
V, n.°
19,
«Testa
cidade
;
porque
se

acha
esta

mes­
ma

em

questão

perante
o
tribunal
judi­
cial

;
e

para

melhor

satisfação
do

publico

se

declara

que

a
questão

corre
pelo

car
­
tório do

escrivão
João

Marcos d’
Araujo

Ribeiro,

e
é
habitada

pelo

abaixo

assigna­
do

; apesar da

casa ter
escriptos,

nada

será

valido.
Outrosim

protesta

contra
qualquer

pa­
pelucho
ou

annuncio

que
appareça
con
­
tra

a
sua
probidade
;

não se
queixando

senão
da

mesmo
snr.

Ignacio.
Braga
6
de

julho de

1877.
Antonio
José
Cerqueira

da
Silva

Braga.
(364)
CIRI

RGIÃO

IAESÍTISTA
APPROVADO
PELA
ESCOLA MEDICO-CtRURGl-
CA
DO PORTO
Bua

de

S.

Marcos

n.°

19.
BRAGA.
Faz tudo
quanto diz
respeito

á
sua
arte

e

continua

operando
grátis,
pobres

e

aoldados.
(186
FiLSÂL

DÃ CAIXA
ECOKOniCA

PENHORISTA
Sociedade
anónima

de responsabilidada
li­
mitada
Capital................
5001000^000
RUA
NOVA

DE
SOUSA, N.°
9
(Também
com

entrada
pela

rua
do

Campo)
BRAGA.
Empresta

dinheiro

sobre

ouro,

prata,
joias, papeis
de

credito, cereaes, roupas,
moveis, ferramentas,

e
sobre
lodo

e

qual­
quer
objecto
do valor
não
inferior
a

10b
réis.
Recebe

pequenas
quantias em
deposito
a
praso
ou

á ordem

abonando

juros
aos

depositantes.
A
caixa

está
aberta

todos
os dias

des
­
de
as
9
hora
da
manhã
até

ás
7
da

noite,

e

nos

dias

santificados

estará

aberta


até

ao
meio
dia.
0
gerente

A.
G.

Ferreirinii.
MUITA

ATTEhÇÂO
Deposito
«le
biaeoitoa
de

Valongo
1


LARGO

DA

LAPA

1
Estes
biscoitos são
muito
recommenda-

veis
tanto
pela
qualidade das farinhas,

per­
feição

porque

são
feitas,
como
pelo

seu
baixo

preço
em
relação

a

qualidades.
Preços

porque

sáo

vendidos
:
Biscoito

valonguense,

kilogramma
280
Tosta

doce
280
Biscoito
macarrão
>
280
Bolacha

doce
>
280
Biscoito

Brazileiro
>
300
Dito
imperial
330
Bolachinha

de

araruta
>
340
Tosta
azeda
>
190
(2H)
ESCOLA
AMEBICANA
Consultorio a toda

a hora, tanto
de

dia

como de

noite.
Rua
do
Campo (antiga
Porta

de

S. Francisco)
n.°

22.
(343)
ALCATRÃO

BARBERON
Unico
que contém
todos os princípios balsâmicos e —
fortes
calores
e nas
mudanças de estação, impede que t ------ —
nica
e preservadora de moléstias epidemlcas.
— Dóse : uma col
accrescentada
a bebida ordinaria. — Preço 400 reis.
ALCATRÃO

RECONSTITUINTE
BARBERON.

Com
chlorhydrophosphato de cal.
Consumpção,
moléstias do peito,
tísica, anemia, dyspepsia, raohitísmo, moléstia* doa
ossos das
mulheres e das crianças. — Preço : 500 reis.
ELIXIR
FERRUGINOSO

BARBERON
,

Com
chlorhydrophosphato de
ferro. — Recon­
stituo
o sangue sem causar o
estomago. Muito sgradavel, digestivo • tonlco.—Preço : 800 r*.
balsâmicos
e
aromáticos de
Alcatrão de Noruega. Moa
s
a agua se corrompa : é uma bebida hygie-
iora de moléstias
epidemlcas.
— uóse : uma colherzinha n’um copo d agua
bebida
ordinaria.

Preço 400 reis.
FOGO BARBERON
PARA
OS

CAVALLOS.

Substitue
o ferro candente asm
destruir
0
pello.
Exito infallivel e facil applicaçSo. — Preço : 950 reis.
Dnositos: BARBERON
A
O, en Châtillon-sur-Loire (Loiret), França.
Em Lisboa, or.
Barreto,

rua
do

Lorêto, n.°
28
—30
(23
-H-)
INJECTION

BROU
HygienH* mtafflval y prvMrrattva; xboolutaznenU x
*
uniesqw ear» lem lha joatsr
»*1« nada.Vende-sq
se
dm

prineipae»
phaHnaeias do mundo. Exigir
a |
instmeoio do naa.
(34 aHos de êxito.)Parti,
casa
do
inv-Brijfagonta,

iSt.
Ifabu. S'BarretoLorêto 28
eSO.
GOTTA
E RHEUMATI3M0
Licor
e

pílulas

do
dr. Laville
Esta
medicina

anti-gottòsa
e

anti-rheumalica

é
de

justo

titulo

o
reputada

infalli­
vel
desde
30
annos,

contra

os

ataques,

e

as recaidas.
Sua

efficacia
é

tão
grande,
que

duas

ou tres

pequenas

colheradas

são
bastante

para curar
as

dores

mais
agudas.
4

E


a

unica

scienlifica
e

officialmenie
reconhecida

e
que

oíTerece
todas
as
garantias.
Veja-se
o

livrinho,

que

se


grátis

em
todas

as
pharmacias.
Preço

2$000

rs.
Para
evitar-se

os

graves
perigos

da
falsificação,
deve-se exigir
a

assignatura

do
dr.
Laville.

Deposito
gera!
em

Paris

: pharmacia

central
de
França,
7.
Rua

de

Jony.
MOLÉSTIAS
DA
BEXIGA
mendado
pelos
melhores médicos; tendo um sabor escellente, agradarei ao paladar. Paris, BLAYN,
7,
r. du Marché-S«-Honoré.
Preços 540 e 810 reis. Em
Lisboa,
Barreto, Loieto 28;
no Porto Ferreira
If
Irmão, Banharia, 77.
(38)
(INCORPORADA POR CARTA REAL)
LINHA
QUINZENAL

DE
PAQUETES

A VAPOR
Para
S.
Vicente, Pernambuco,
Eahia, Rio de Janeiro,
Montevideo
e
Euenos-Ayres
Acceitando

lambem
passageiros

de

3.
a

classe,
com

trasbordo

no
Rio
de

Janeiro,

para

SANTOS,

PARANAGUÁ.

SANTA

C
a
TARINA,

RIO GRANDE
DO
SUL,

PORTO
ALEGRE,
CAMPI
XAS,

S.
PAULO,

CANPOS,

VICTORH.

MACEIÓ, e
outros

pontos
do

litoral

e

interior
do

Brazil,

ao

sul
de

Pernambuco
PELO
MESHO PREÇO
QUE PtR.4
O

MIO

I9E Jt.VEtSiO
PAQUETES
A
S
ai
B

DE

LISBOA
MINHO

.

.

.
.

28
de

Ago<to
NEV
a
.........................
13
de

Outubro
TAGUS

.

.

.
.
. 13

de

Setembro
MONDEGO.

...

28
de

Outubro
GUADIANA
.
.
. 2S
de
Setembro
ELBE
..........................
13 de
Novembro
PREÇOS GOMMODOS
(42-H-)
Cada
paquete

d’e8ta
companhia

leva

a

bordo

eriaeíss

®

eosinheiros

portuyuezes

para

commodidade

dos
passageiros

de
todas as eEaisses.
Sendo

as

passagens
pagas na
Agencia
Central
no

Parto
ou

em
qualquer
Agencia

provincial, a conducção
para

Lisboa

é
por

conta

da
C

mpanhia.
Os
passageiros

cora
trasbordo

no

Rio
de

Janeiro,
teera

sustento
e hospedaria

gratuita

durante a
demora precisa

para

obter
trasbordo.
A

bordo

os

passageiros

teeeei grátis

cama,
roupa de
cama, co
­
mida
feito por
cooitiheiroH

portugnezes,
viniio
duns

vezes
por
dia,
asatiístrneia medica,

serviço

de

criados
e
outras despezus.
A
EXPER1ENC1A
de
mais
de
um

quarto
de
século

tem

feito
com

que
os

paquetes

d

esta

companhia
(a

mais
antiga
na

carreira
do

Brazil) sejam conhecidos
pela

regularidade,
velocidade
e

segurança

excepcional;
além
d
’isso
pela limpesa,
boa
ordem,
bom
tratamento e
accomodações
a

bordo,
e
pelos

melhoramentos

rifais

modernos

tanto

para a

hygiene
como

para a commodidade

dos

passageiros.
ISTO
É

COMPROVADO
pela

grande

concorrência
que
teem
de
passageiros
e

pelos

innu-

meros

agradecimentos que ha

archivados

em
varias
agencias.
SÃO ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo

Inglez para a
conducção das

suas
malas

do
correio, e por

este
serviço
recebe a
companhia

um

importante
subsidio.
TIVERAM

ESTES PAQUETES
a

honra
de

conduzir
Suas
Magestades

o Imperador
e

Impe
­
ratriz

do Brazil,
como
também

S.
A.

o Infante
D.
Augusto.
TODAS
AS

INFORMAÇÕES
e

bilhetes
de
passagem
podem

ser
obtidos

no

PORTO

na

AGENCIA
CENTRAL,

rua
dos

Inglezes,

23,

do

agente GUILHERME
C.

TAIT;

e
nas
provín­
cias
nas
agencias

e correspondências estabelecidas
em

todas
as

principaes
cidades
e
villas.
Agente
em
Braga

o
snr.
João

Manoel

da
Silva
Guimarães,

rua
do Souto.
Casa
para

alugar
Aluga-se

a
casa
n.°

88,
da
rua

da
Boa
Vista, tem comodidades
para

duas

famí­
lias,

para

tractar
na

casa
n.°

85,

da
mes­
ma

rua.

(352)
Corographia

de
Carvalho
Vende-se

no

escriptorio
da
administra­
ção

d

este
jornal
e

na

rua

Nova n.°

5.
Preço,

3

volumes...............
I$300.
FLUIDE IATIF
de

JONES
Por
suas propriedades
benefteas, goza este
pro-
ducto
de alta e merecida
reputação. Suaviza
e ama­
sia
a pelle, allnia
as irritações causadas pelas mu-
danças
de clima, pelos banhos do mar, imprassSes
desagradareis
do vento ou do calor,
etc, etc.
> Uma simples applicaçSo faz desapparacer as ra­
chaduras

das mios
e dos beiços.
Preço 650 reis.
PARA

OS CUIDADOS
DO

TOUCADOR
í muito digno de
ser recommandado ó
Sabío
latir,
que possue todas as
propriedades suavizan-
tes do

Fluido,
e um aroma delicadissimo.PreçotiOOr*.
23, Boulevart
des Capucines,
Paris,
De Fronte
da entrada do Grand-Hotel.
Fabricante
de
Escovas Inglesas Perfumeria, Loja
de
papel.
Objetos
de Fantasia, Estojos diversos,
Cutelaria, Artigos
de
Luxo,

Luvas, etc.
Deposito em
Lisboa, snr.

Barreto, Lorêto
n.°
28

30

(26

*)
Linimento
B0YER-MICHEL
para caval-
los, fazendo as vezes de fogo e não deixando
vestígios
do
seu emprego M
ichbl
, pharm v-
ceutico em
Aix (na
Provença) França. —
Preço
1,000
reis.—Em
Lisboa
o snr B.irreto. L> reto, n
0
28

30.(25)
Preeiga
se

de
uni
raseiro
para
uma

quinta,
5

kilometros
distante
d’
esta

cidade,

que
tenha
de

seis
pessoas

gran
­
des
para

cima;

ou

então,
dons
caseiros
de

quatro
pessoas

cada

um.
para
então divi­
dir

a quinta

ao
meio.

Quem
estiver

nes
­
tas

circumslancias

falle com Antonio
Joa­
quim
Loureiro,

Rua

Nova,

n.°
2.
(300)
DISCURSO
do
deputado

franeez

catliolieo
O
CONDE
ALBERTO DE
MUN
Pronuneindo

no

eneerrtiiiieulo
da

assembleia geral

dos
menbrog
da

obra
dos
eirculos

catliolieoc

de operários
TRADUZIDO PELO
PADRE

SENNA

FREITAS
Dedicado

ás

Associações

Catholicas

do

Porto
e
Braga.
Vende-se n’
esla

redacção
por

60

rs.
OS

ÚLTIMOS MOMEXTOS
D
’iii OXDEÉIADO
PELO
R. P.c
MARCHAL
MISSIONÁRIO
APOSTOLICO
Traduzido

dt«
19.


edição
POR
João Baplista

da

Silva
Ramos.
Vende-se

em

Braga nas

livrarias

Ca-,

lholica

e

Germano,

rua

do

Souto.
Preço

....
40

rs.
SERMÕES
Em

inanuscripto

e
sobre qualquer

as
­
sumpto

1^300

reis

por
cada

um.
Por

cada

collecção
de

doze
I3$5()O

reis.
Quem
pretender

dirija
se
a

Ayres
Pa
­
checo,

no Seminário de

Lamego.
JOSE’

DA

SILVA
FUNDÃO
Com
loja
de fato

feito
68,
Campo
de

SanCAnna
(lado

de baixof,

68

Participa

aos

seus
amigos

e fre-

gnezes,

tanto

d
esta
cidade

como
das

províncias
que
tem

um
bonito

e
variado

sortimento
de

fato
fei
­
to,
casimiras
para

fato muito
baratas,
cortes
de

calça

a l$500,
2$000
e
2:5500

reis;

tudo
fazendas modernas.
Guarda

pós

de

casimiia
e

de
aipa*
ques

inglezes,

roupa

branca,

assim

como
camisas
de
600
reis

para
cima,

ceroulas

de
400
reis

até
800,

de

panno
familiar,

e
meotes,
bonets de gorgurão

de

seda

6

de

casimira

de
todas
as

qualidades,

de

500
rs.

até

80
1;

manias

de
seda
de to
­
dos

os

feitios.
Encarrega-se
de

fazer

qualquer
obra
que

lhe

seja

eucommendada,

e
prompti'
fica-se

a

ficar

com
ella

quando
não
fiq
ue
á
vontade

do

freguez.
(
’*)
BRAGA,
TYPOGRÀPEiA
LU
i
ATANA



1