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Parte de N.º 889 de 25/01/1879

conteúdo
REDACTORES—
D. Miguel ’
Sotto-Mayor e
Dr. Custodio Velloso.—
DIRECTOR—Antonio Joaquim ;de Mesquita Pimentel.
PREÇO
DA ASSIGNATURA
PREÇO
DA ASSIGNATURA
7.°
anno
Braga,
12
mezes...............................l$600
»
6

»
...............................
850
Correspondências partic. cada
linha

40
Annuncios
cada linha......................... 20
Repetição
...........................................
10
PUBLICA-SE
AS TERÇAS, QUINTAS E SARBADOS.
Províncias, 12
mezes..............................2§000
»
6

»
..............................í|050
» sendo
duas assignaturas 3&600
Brazil, 12
mezes, moeda forte.
. 3$600
Folha
avulso .......
10
N.’

S89
*xnsaiói*a¥i^
ZS
A
SABBADO
23 DE
JANEIRO
DE 1879
Carta
Esicyeliea «í«> Santo 1‘tidre
I.eiío X.SES.
aoa PutriítreliuH, ií*ri-
imnzes, AreelHspos e Bispos de
<o«io
o orbe eatltoiieo em eom-
muniaão

com
4» Sáneta Sé.
A

todos
os
nossos

veneráveis

irmãos
Pa-

triarchas,

Primazes,

Arcebispos

e
Bis­
pos

do

mundo

catholico

em

communhão
com
a


Apostólica.
LEÃO

XIII
PAPA.
Veneráveis

Irmãos.
Saude

e

bênção
apostólica.
Logo

no

principio

de

nosso

pontificado,
na

carta
Encyclica

que vos
dirigimos,

Veneráveis

Irmãos, Vos
apontámos,
como

0
exigia 0
nosso

munus

apostolico,
essa

peste
mortífera

que
vae lavrando

pelas
estranhas

da
sociedade
humana

e

a

con
­
duz
á

ruina,
e
ao

mesmo
tempo indi
­
cámos

os
remedios
mais

eílicazes
que
podem

resliluir-lhe

a
saude
e

aílastar

os
gravíssimos

perigos que
lhe estão

immi-

nenles.
Mas

os males

que

então

deplo­
rámos

têm

crescido
d
’um
modo
tão


­
pido

e
assustador que,
parecendo-Nos
ou­
vir

incessantemente

a
voz
do

propheta:
t

Clama,
não
cesses,
levanta

como

trom­
beta
a

lua voz (1),
segunda
vez
Nos

ve
­
mos

obrigados

a
dirigir-vos

a palavra.

Desde


podeis
ver
que

vos
estamos

fallando
d’essa
seita
de
homens

que são
conhecidos

pelas diversas

e
quasi
barba­
ras
denominações

de

socialistas,
commu-

nistas ou
nihilistas,

e
que,
espalhados

por

todo

0
mundo
e

inlimaraente

ligados
por
um pacto

iniquo,

não procuram



0

abrigo das
trevas para a
reunião

de

seus
conciliábulos

secretos,
mas
apresen
­
tando-se
audazmenle

em

plena

luz esfor
­
çam-se

por
levar
á
execução

0

seu
pla
­
no,

ha muito
encetado,

de

destruir

pe­
los
fundamentos
toda

a

ordem

social.

E

d

elles,
certamente,

que

as
paginas
sa
­
gradas

dizem:

contaminam
a

sua
carne,
desprezam
a
dominação,
e

blasphemam

a
magestade.

(2)

De

tudo quanto as
leis

divinas

e
humanas
sabiamente

hão

decre
­
tado

para

segurança
e

decoro

da

vida,

nada

deixam
intacto
e
em pé:

apregoando

a
perfeita
egualdade
de
direitos e
deve
­
res

para

todos
os

homens,
recusam obe
decer

ás
aucloridades
legilimamente
con
­
stituídas,

ás

quaes,
segundo

0

Apostolo
ensina,
é

forçoso

que

todos
obedeçam,
porque

de

Deus

recebem

0

poder

de go
­
vernar.
A

união
natural

do

homem

e
da

mulher,

que

até
para
os

pagãos

ou
bar­
bares

é
uma
cousa

sagrada, elles
a
pro­
fanam

e

aviltam, e

0 seu vinculo,
que
é

0

primeiro
fundamento

da sociedade

domestica,

enfraquecem-no

ou

0

abando
­
nam
ao capricho da sensualidade.
Finalmente,

dominados

pela

avareza,
a

qual

é a

origem

de

todos
os

males
e
desvia

da


todos
que

a

cubicam

(3)
combatem

0

direito

de
propriedade,

sanc-
cionado

pela

lei
natural;
e

por um

enor

me

altenlado,
apparentando altender

ás

necessidades
e
satisfazer

aos

desejos

de
todos

os
homens,

pretendem

roubar

e

considerar

de
todos aquillo
que

alguns

adquiriram
ou

por

titulo
de

legitima
he
­
rança, ou
pelo

trabalho

intellectual

e

manual,
ou por

meio
d

uma
administra­
ção

economica.
Demais., proclamam

opt-
(1) Is.,
cap.

58,

|

1.
(2)
Jud.
Epist.

cap.
V
|
8.
(3) Timoth.
cap.
6

10.
niões
lam

monstruosas
em seus

conciliá
­
bulos,
susientam-nas

em

pampheletos,

es
­
palham-nas

por
entre 0
povo
n’
uma

allu-

vião

de

jornaes.

D

alli

vem

que

a

vene
­
randa

magestade

e

auctoridade

dos
reis

está

sendo

0

alvo
de
tanto
odio
da
plebe
sediciosa,
que
em

breve
espaço

de tempo

havemos

visto,

por
mais

d
’uma

vez,
exe­
crandos

e

desenfreados

traidores

altenta-

rem

de mão armada
contra
a
vida

dos

proprios
Príncipes.
Ora.
esta
audacia
de

homens

tão

pér­
fidos,

que
ameaça

a

sociedade com
ca-
lastrophes

cada

vez
mais

graves,

e
traz

constantemente agitados os

ânimos
de
todos,
tem

sua causa
e
origem
n

essas
venenosas

doutrinas,
que
espalhadas,

de

ha

tempos

a

esta

parte,
por

entre

os

povos
como

sementes

venenosas,

produ­
ziram

a
seu

tempo fructos
tam

pestífe­
ros.

Por

quanto.
Veneráveis
Irmãos,
vós

bem

sabeis

que a

cruelissima
guerra

que
desde
0
século

XVI
é

movida

pelos No-

vadores
contra
a


cotholica,

e

que

até
hoje

prodigiosamente

tem

crescido
dia
a
dia,
se

dirige a

nada
menos

que
destruir

toda

a revelação
e

toda
a
ordem
sobre
­
natural,

e

levantar
sobre
suas

ruinas
as
invenções

ou

delírios

da
razão

abandonada

a

si
mesma.
Similhante
erro

que

toma

injustamenie

seu

nome

da

razão,
excitafldo

e

aguçan­
do
0 desejo, natural
ao
homem,

de

se

elevar
entre
os demais,
e

largando

as

redeas
a
todo

0

genero

de

paixões, tem
lavrado

larga e
profundamente

com toda

a

liberdade,
não


no

espirito
de

gran­
de
numero

de
homens,

mas
ainda

por

toda

a

sociedade
civil.
D

aqui

vem
que
por

uma nova
impiedade,
desconhecida

até

dos

proprios

pagãos,
se

têm
consti
­
tuído
governos

com
desprezo

de
Deus e

da
ordem
por
Elle

estabelecida;

d

aqui

vem
0
proclamar-se
a

cada

passo

que a
auctoridade

publica
não
deriva
de

Deus

nem

0

principio,
nem
a

magestade,

nem

0

poder
de

governar,
mas
sim

das

multi
­
dões
populares,
as
quaes,

reputando-se

livres

de

toda

a saneção

divina,

que­
rem

obedecer

ás
leis

por
ellas

estabeleci
­
das

a

seu
capricho. Impugnadas

e

regeita-
das
as

verdades

sobrenaturaes
da

co
­
mo

contrarias

á

razão,

0
proprio
Auctor
e
Redemptor do

genero humano
gra-

dualmenle

e
pouco
a

pouco

vae

sendo

expulso
do

ensiuo das
Universidades,
dos

Lyceus,
dos

Collegios, e
de

todo
0

traclo

publico

da vida
humana.
Em
fim,

votados
ao

esquecimento

os

prémios

e
as
penas

da

vida

futura,
pre
­
tendem

limitar
ao breve cyclo
da

vida

terrena

0
ardente

desejo

da
nossa felici
­
dade.

Assim
espalhadas
por

toda

a
parte
similhantes
doutrinas,
e
obtida

tamanha
liberdade

de

pensar

e

obrar,
não

é
para
admirar

que

os
homens
de

condição

hu
­
milde,
aborrecidos da

pobreza do

domi
­
cilio

ou da

olficina,
ambicionem

assaltar

as

cazas e
as

fortunas

dos

ricos;

não

é

para

admirar

que
na
vida
publica

e
par
­
ticular


não

haja

tranquilidade,
e
que
a

humanidade
esteja
quasi
á
beira
do
abysmo.
E


certo

que

os
pastores supremos da
Egreja,
aquelles
que
têm

a

seu

cargo

proteger
0
rebanho

do

Senhor

contra

as
emboscadas

do
inimigo,
cêdo

se

applica-
ram

a

affastar
0
perigo

e

velar

pela sal
­
vação

dos

fieis.

Porque,
apenas

começa­
ram

a

engrossar
as

sociedades
clandesti­
nas,

no

seio

das
quaes

se

escondiam


as sementes

dos

erros

de
que

Nós

vimos

fallando,

os romanos
Pontiíices

Clemente
XII
e
Bento

XIV
não

se

descuidaram
de desmascarar os
impios

desígnios
das

seitas, e desde
logo

advertiram

aos
fieis
do
mundo
inteiro

os
males que

surda­
mente

lhes
preparavam.

E
quando,
gra
­
ças
áquelles
que

se

glorificavam
com
0
nome

de
phiiosophos, foi
attribuida

ao

homem
uma

liberdade

desenfreada,
co
­
meçou

a
forjar-se

e

a
ser
sanccionado
0
direito
novo, como
elles
dizem,
em
op-
posição

á

lei

natural
e divina,
0

Papa

Pio

VI
desvendou
immediatamente

0

ca
­
rácter
detestável

e

a

falsidade
d’
estas
doutrinas

em
seus

documeqtos

públicos.
Mas

como

apezar

d
’isso,
nenhum

meio

efficaz

tivesse

podido

impedir

que
seus

dogmas
perversos
dia
a dia

fossem

acei
­
tes
pelos

povos,
e
se introduzissem
até
nas

decisões
publicas

dos

governos,
os
Papas

Pio

VII
e

Leão

XII

anathemati-

zaram

as
seitas

secretas,

e,

tanto

quanto
podiam,
avisaram

também

a

sociedade
do

perigo

que
a ameaçava.

E,

por ultimo,
to

dos
sabem
perfeilamente

as palavras

elo
­
quentíssimas,

a

firmeza
d

alma

e
a

con
­
stância
com
que
nosso

glorioso
prede
­
cessor

Pio
IX,
de
feliz

memória,

quer
em

suas allocuções,
quer
em
suas
cartas

encyclicas,

enviadas

a

todos
os

bispas

do
universo,

combateu não


os
iniquos
esforços

das

seitas,
mas
mui

especial­
mente

a
peste
do
socialismo que
cTellas

se
originou,
e
tem
feito
irrupção

por

toda

a

parte.
Mas,

0

que

é

para

lastimar,
é
ver

as
disposições
suspeitas,
e até

mesmo

hos
­
tis,
que
até
hoje

têm
manifestado
para

com
a
Egreja
aquelles

a

quem
está
con
­
fiado
0

cuidado

do bem
commum,
dei
­
xando-se
arrastar

pelas
fraudes
de
homens
impios
e
atemorisar,

por
suas
ameaças,

sem

quererem
comprehender

que

os
es
­
forços

das

seitas

teriam

sido
baldados,

se

a

doutrina

da

Egreja
Calholica
e a
au­
ctoridade
dos

Pontífices
romanos

tivessem

tido
0

devido

acatamento,

tanto da par­
te

dos
príncipes
como

da

parle

dos po
­
vos.
Porque

a

Egreja

do Deus

vivo,

que
é

columna e firmamento

da

verdade,
(4)

ensina

as
doutrinas

e

os

preceitos

com

que

admiravelmente se

consegue
a
salva
ção e

paz da
sociedade,
e

destroe

pela
base
a
nefasta propaganda
do
socialismo.
E
na

verdade,
embora
os
socialistas,
para

mais
facilmente

illudircm

os
incau­
tos, abusem
do

proprio
Evangelho,

tor-

cendo-o

para

conformal-o

com

suas
dou
­
trinas,
é

todavia

certo
que entre

seus
dogmas

perversos
e

a

doutrina
ptirissima

de Jesus
Christo

ha um profundo abys
­
mo.

Porquanto, que
reciprocidade

tem

a
justiça

com
a

iniquidade? ou
que af-

finidade
tem

a

luz

com

as

trevas
?

(5)

Elles

constantemente

proclamam,

como

sabemos,

que

todos

os

homens
são

eguaes

entre

si

por

natureza,
e
d’
ahi

pre­
tendem

deduzir

que

ao

poder

se
não

deve
honra
nem
respeito,
nem
ás

leis

obediência,

salvo

áquellas
que
tiverem

si
­
do

sanccionadas
por
seu
capricho.
Mas

bem

pelo contrario, a
egualdade

dos

ho­
mens, segundo
a
doutrina
evangélica,

consiste
em que, tendo todos

a mesma

natureza,

todos
são
chamados
egualmen-

te

á
excelsa

dignidade

de

filhos

de

Deus,
e
sendo

a
todos

proposta
uma

e

mesma
fé,

cada
um
deve

ser

julgado
se
­
gundo

a

mesma lei

e
alcançar
a recom­
pensa

ou soffrer
as

penas
que

houver
merecido.

Todavia
ha

uma
desegualdade
de

direito
e de



poder,

que

emana do
Auctor da própria

natureza, do
qual

to­
da a

paternidade

toma 0

nome

nos

ceus

e

na

terra.

(6)

Quanto

aos
príncipes
e

aos

vassallos,

segundo

a doutrina
e
os
preceitos

catholicos,

suas

almas

estão
(4) I
Timot. cap.

III jk
15.
(5) II Corint.
cap.
6. | 14.
(6)
Ad.

Ephes.
III
y
15.

de
tal

sorte
ligadas

entre

si

por

direitos

e_ deveres
que, d

uma

parte

a

modera­
ção

se

impõe

ás

demasias

do

poder,

da

outra
a
obediência

se

torna

facil,
firme,
e
nobilíssima.
Com

effeilo,
a

Egreja

constantemente

recommenda a

todos os

súbditos:
iToda

a

pessoa

esteja submetlida
aos
poderes
su
­
periores,

porque
não

ha
poder

que

não
venha

de Deus;
e

os

que

ha,
por

Deus

foram

constituídos.
Aquelle

pois

que
re­
siste

ao

poder,

resiste

á

ordenação de

Deus.

Os

que,
porém,
lhe
resistem,
a si
mesmos

se allrahem a
condemnaçãos
.
E
0
preceito

continua
ainda:

•iE’
necessário

que
lhes

estejaes
submetlidos,
não

somente

pelo

temor

da

ira,

mas

lambem por

moti
­
vo

de
consciência;

e....
pagueis
a
lodos
0
que
lhes

é

devido: a
quem

0
tributo.
0

tributo; a

quem

0

imposto,

0

imposto;

a
-
quem
0

temor,

0
temor; a
quem

a
honra,

a

honra.

(7).
Porque

aquelle que
creou e
governa
todas
as
cousas

dispol-as,

em sua
previ­
dente
sabedoria,

de

forma

que

as

infe­
riores attingem
seu

fim
pelas

medias,
e

estas

pelas
superiores.
E

assim

como

quiz

que
no proprio
reino
celeste

houvessem
córos
d

anjos

distinctos
e

subordinados
uns

aos
outros^

e

assim

como
na

Egreja

estabeleceu

diflerentes graus

d
’ordens

com

diversidade

de
funeções
para

que
nem

lodos
fossem

apostolos,

nem todos fos
­
sem

doutores,
nem
todos

fossem pasto
­
res,
(8; assim
lambem
na
sociedade

ci
­
vil
constituiu

muitas ordens

differentes

em

dignidade,

em direitos e

em poderes,

afim

de que
0

Estado,
como

a
Egreja,
formasse
um



corpo
composto
d
’um

grande
numero

do
membros, uns

mais
nobres

que

outros,
e

todos
reciproca-
mente necessários,

e tendendo

todos

para
0

bem commum.
Mas
para

que as
aucloridades

usem

do

poder
que
lhes
foi

confiado

para
edifica­
ção,
e
não
para
destruição,

a

Egreja

de

Christo
mui
opportunamente adverte

até
os

proprios
príncipes
de
que
sobre

suas

cabeças
está
pendente

a

severidade do
supremo

juiz,

e

empregando
as
palavras
da
Sabedoria
divina,
em nome
de
Deus

a

todos

clama:
Applicae
os
ouvidos,

vós, que
governaes

os povos
e

que
vos

gloriaes

de
terdes de
­
baixo

de
vós

muitas

nações:
porque
de
Deus
vos

tem

sido

dado

0
poder e

do Al
­
tíssimo

a
força,

0
qual

vos

perguntará

pelas vossas obras,

e

esquadrinhará
os
vossos

pensamentos......
porque

sobre

os
que
governam

se
fará
um

juizo
rigorosís
­
simo......

porque
Deus
não
exceptuará
pes
­
soa alguma,
nem

respeitará a
grandeza

de
quem

quer

que
fôr:
por
quanto

elle
fez

ao pequeno
e

ao

qrande,
e
tem egual-

mente
cuidado

de

lodos,
mas aos

mais
fortes

mais

forte
supplicio

ameaça. (9).
Entretanto,

se

acontece

que

os

prín
­
cipes

se

excedem
temerariamente
no

exer­
cício
de

seu
poder,

a

doutrina
da

Egreja

não
permitte
a
ninguém
0 insurgir-se

contra

elles,

para
que

a

tranquilidade pu
­
blica
não

se
perturbe

cada vez mais,

nem

a
sociedade

soffra
com isso

maior

detri
­
mento.
E
quando

as

cousas
chegarem

a

tal

ponto
que

não

deixem



entrever ne
­
nhuma
esperança
de

salvação, a

paciência
christã

saberá
então
procurar
0

remedio

nos

merecimentos

e

orações incessantes

a
Deus.

Se,
porém,

as
determinações

dos

legisladores
e

dos

príncipes
sanccionarem
ou mandarem

alguma cousa que


d’
en-
contro
á
lei
divina
ou

natural,
a

digni­
dade

do

nome

christão,

0
dever

e
0
(7)
Bom.

XIII.
(8)
I Corint.

XII.
(9) Sab.
cap.

VI.





dores

são

excluídos
do

reino

do
ceo,

do
mesmo

modo que
os

adúlteros
e

os

ido­
latras.
Por

isso

Ella.
como

mãe

carinhosa,

toma
a

seu

cuidado
os

pobres,

e

nada

omitte
para
prover
ás
suas
necessidades,

abrigando-os
em

seu
maternal

seio,

e
sa­
bendo
bem
que

eiles
representam

o

pro
­
prio

Christo,
que

considera

como
feito

a
si

o

bem que

se

faz

ao mais humilde

dos

pobres:
Ella
tem-nos
em
grande hon

ra;

Ella

lhes

assiste

com

todo o seu po­
der;
por

toda

a

parte procura

levantar

casas

e
hospitaes
onde
eiles

possam

ser
recebidos,

sustentados

e

tractados,
e

os

acolhe
sob
sua

tutela.

Além

d

isso, im­
põe

aos
ricos

o reslricio
preceito de
darem

aos pobres

o
superfiuo;

põe-lhes

diante

dos

olhos

o tremendo

juizo
de

Deus,
que

os

condemnará
aos
supplicios

eternos, se
não occorrerem
ás

necessida­
des

dos

indigentes.
Finalmente,
Ella

sua-

visa e
consola
o
espirito dos
pobres,


propondo-lhes
o exemplo

de Jesus

Cbris-

lo,
que
sendo

rico

se fez

pobre
por
nossa

causa

(16),


recordando-lhes as
pala
­
vras pelas quaes
Elle

declarou
os

pobres

bemaventurados,

e
lhes deu a esperança
de

poderem

alcançar

a
recompensa
da

eter
­
na

felicidade.
Quem
deixará

de

ver aqui

o

melhor
meio
de
acabar
com a

antiquíssima

ri
­
validade
entre

os ricos
e

os

pobres?
Por

quanto,

como,

a
própria

evidencia

das

cousas

e
dos
factos
o

demonstra,

uma

vez

despresado
ou

desconhecido

esse
meio,

necessariamente

ha
de succeder

uma

de
duas;
ou
a

maior
parte

do

genero

hu­
mano

ha

de
ficar

reduzida

a uma
vil

es
­
cravidão,
que
por
tanto tempo

existiu
en
­
tre

os
pagãos,
ou
então

a

sociedade
hu
­
mana
ha
de

ser

agitada
por

continuas
commoções

e

ser

victima

dos
roubos e

latrocínios,

que

com dor
temos

presen-

ceado.
Veneráveis

Irmãos,

Nós,
a

quem

incumbe

q

governo

de

toda

a
Egreja,
do
mesmo

modo

que
no

principio
de
nos­
so

pontificado
mostrámos

aos

príncipes e
aos

povos,

sacudidos

por violenta tempes
­
tade,

o porto

de
salvação;

assim,

n

este
momento
de

supremo
perigo,

cheio

de

commoção

de

novo levantamos
nossa voz
aposiolica,

para

lhe
supplicar

instante

e

ardentemente,
em
nome de
seu

proprio

interesse

e
da

salvação
dos

estados,

que
tomem

por
mestra

a
Egreja,
que
tão

admiravelmente

tem concorrido

para

a
prosperidade
publica

das nações,

e
reco­
nheçam
que

as

relações
entre
o
governo
e

a religião

são
tão
estreitas,
que
quan
­
to

a esta
se
rouba

tanto

se

tira
á
sujei
ção

dos
vassallos

e

á

magestade

do
po­
der. E quando
chegarem
a
reconhecer
que

para aff>star tão
grande

flagello

do
socialismo,

a

Egreja
possue
a

virtude,

que
se
não

encontra
nem

nas
leis
humanas,
nem

nas
repressões
dos

magistrados,

nem

nas
armas dos

soldados,
restituam

então
a

essa

Egreja

a

condição

e

a
liberdade,
indispensáveis
para

que

Ella

possa exer
­
cer
sua

salubérrima
influencia

sobre to­
da

a sociedade.
Vós

porém,

Veneráveis

Irmãos,

que
conheceis

bem a origem

e

natureza

dos

males

que
por

toda
a

parte

vemos amon­
toados,

applicae-vos
com
todo

o

ardor
e

com

toda

a energia

do

vosso

espirito
a
fazer

com
que

a doutrina
catholica

pe
­
netre
e
se

arreigue

profundamente

em
to­
das as
almas.

Tomai

a
peito
que

tolos,

desde

seus
mais

tenros

annos, se acos­
tumem
a

amar

a

Deus

com amor

de
fi­
lhos,
e
a
venerar

seu
nome;

acatar a
magestade

dos príncipes e

das
leis;
mode
­
rar

todos

os

appelites,
e guardar fiel
­
mente

a
ordem
que
Deus

estabeleceu,

quer

na
sociedade

civil,
quer

na

socie­
dade
domestica.

E

necessário ainda

que

veleis
porque

os

filhos
da

Egreja
calho-

lica

não

se
alistem
na

abominável
seita,

nem

tão
pouco

a

sirvam
por
qualquer
meio,

mas

sim
mostrem,
por
suas

bellas
acções
e

maneira
honesta

de

proceder

em

tudo,

quão

estável
e

feliz

seria
a
sociedade

humana,
se
todos
os

seus

mem­
bros

se

tornassem
distinctos

pela

regula
­
ridade

de
sua
conducta

e por

suas virtu­
des.

Fimlmente,

como

os

secmrios

do

socialismo
se

recrutam

principalmente
en­
tre

os
homens
que
exercem
as

diversas

industrias

e
que desgostosos de sna
con
­
dição

de
operários,

são

mais

facilmente

arrastados

pelo

attractivo
das

riquezas

e

promessas

dos bens,

parece-Nos

oppor-
tuno

animar

as
sociedades

de
obreiros

e

de

artistas
que,
colocaodo-se
sob

a

pro-
tecção
da religião,

conseguem

tornar
lo­
dos

os
seus, membros
comentes
com

sua
sorte
e
resignados

ao

trabalho,
proporeis-
(16)

I
Cor.
VIU
>

9.
preceito
apostolico

proclamam
que
é

ne­
cessário

obedecer primeiro
a

Deus

do
que
aos homens
(10).
Mas esta

virtude

salutar

da

Egreja,

cuja

acção

se

faz sentir
sobre
a
socie
­
dade

civil,
mantendo-lhe

a ordem
e
con
­
servando-a,
necessariamente

vae
influir

na

sociedade
domestica,

que

é
o fundamento

de

toda

a
cidade
e

de
todo

o

Estado.
Vó>
sabeis

com

effeito.

Veneráveis ir
­
mãos,

que
a
regra
d
’esta

cidade,
em

fa
­
ce
do
direito

natural,
tem

seu

fundamento

na

união

indissolúvel
do

homem

e
da
mulher,
e

se completa

nos
mutuos deveres

e

di
­
reitos
dos
paes

e
dos filhos, dos
amos

e

dos

criados.
Sabeis

igoalmente

que
as
theorias
so
­
cialistas
quasi
a dissolvem, por
isso

que,
perdida

a

força

que
lhe provém

do

casa
­
mento-

religioso,

necessariamente

se

ha

de

afrouxar
o

poder
dos

paes
para

com

os

filhos

e os
deveres

dos filhos

para
com

os

paes.

Pelo

contrario,
segundo

o
en­
sino

da
Egreja,

o

matrimonio,

em

tudo

digno
de

ser

honrado

(11)
que

o proprio

Deus
logo

no
principio
do
mundo

insti­
tuiu

para
a

propagação
e
conservação

da
especie
humana
e
declarou
indissolúvel,

mais

li

ripe

e

mais sancto
se
tornou

por

virtude
de

Christo
que
e
elevou
á
digni
­
dade

de

sacramento
e

d

elle

qtiiz
fazer
a

imagem

de

sua
união

com

a

Egreja,
Por

isso,

ensina

o

Apostolo,

(12)
o ma
­
rido

é
a

cabeça
da

mulher,

assim

como

Christo
é
a
cabeça

da
Egreja;
e
do

mes
­
mo

modo

que

a
Egreja
está
subjeita a
Jesus
Christo,

que
a
ama

côm

amor

cas­
tíssimo

e

perpetuo,

assim

também as mu­
lheres

devem
estar
subjeitas

a

seus

ma
­
ridos,
e
estes

em
compensação amal-as
com
fiel
e
constante

affecto.
A

Egreja

regula

egualmente
o

poder
do

pae

e

do
amo.

a

fim

de

conter

os

filhos
e os

criados

no

dever,
e

nunca

exorbitar.
Porque,
segundo

a

doutrina
ca
­
tholica, a

auctoridade

dos paes

e dos

amos

é

uma

derivação
da auctoridade do

Pae

e

Senhor

celeste,

e
d’
Elle
tira

não


a
sna

origem

e força,

mas

lambem
sua

na­
tureza
j

indole!

E’

este

o

motivo

porque
o

Apostolo

exhorla
os
filhos

a
que
obe
­
deçam
a

seus
paes
no

Senhor,

e

a
que

honrem seu

pae

e
sua

mãe.
o que

é

o

primeiro

mandamento

feito*Com

promessa
(13) E

aos

paes diz:

E
vós,
paes, não
provoqueis á ira os

vossos

filhos
mas
educae
os

em

disciplina
e

correcção
do Se
­
nhor

(14)

O

preceito

que

o
divino
Apos­
tolo



aos

creados
e

aos

amos

é:

que
aquelles

obedeçam
aos

senhores

temporaes

como

a
Christo....

servindo

os de
boa
vontade,
como

ao
Senhor,

e que

estes

evitem

as

ameaças, sabendo

que o
Senhor

de lodos

esta nos

ceos, e
que

não

ha

ex-

cepção

de
pessoas

deante
d

Elle.

(15)
Se
todas

estas

cousas fossem
obser
­
vadas

por
cada

ura

d

aquelles

a

quem

di
­
zem

respeito,
segundo

a disposição
da
divina

vontade,
cada
familia
olfereceria

a
imagem
da
celestial
morada,

e

os

insignes
benefícios que

d’
ahi
adviriam,
não

ficariam

encerrados

tão

sómente

no
recinto
da
fa
­
milia,
mas

diffundir-se-hiam

abândante-

mente
por

toda

a

sociedade.
Quanto
á

tranquilidade

publica

e

do
­
mestica,
a
sabedoria
catholica,
apoiada
nos

preceitos

da lei

natural

e
divina,
mui

prudentemente
providenceia
pelas

ideias

que
adopta

e
ensina

sobre

o

direito de
propriedade

e
partilha dos

bens que
fo
­
ram

legilirnamente
adquiridos

para

occor-

rer
ás
necessidades
e
usos

da

vida. Por
­
que.

emquanto

os

socialistas
apresentam

o

direito
de
propriedade
como invenção

humana,

contraria

á
egualJade

natural
dos
homens;

e apregoando

a

commtinhão
de

bens,

proclamam que a

pobresa
se
não

deve

soffrer

com

paciência, e que
impu-

nemente
se

pódem

violar

os
haveres

e

os

direitos

dos ricos,

pelo
contrario, a
Egreja

reconhece

muito
mais
util e

sa-

biampnte

a

desegualdade
entre
os
ho­
mens,
naturalmente

dissiradhantes

pelas

forças

do
corpo

e
do
espirito,

inclusiva
­
mente

na

posse

dos
mesmos

bens;

e
além

d

isso,

ordena

que o

direito

de
proprieda
­
de

e

de

domínio,

fundado
na
própria

na­
tureza,

seja
mantido
intacto
e

inviolado

nas
mãos
do

seu
legitimo

possuidor:

por
­
que
sabe

que

o furto

e

o

roubo

foram
condemnados

na
lei

natural
por
Deus,

au-
ctor

e vingador

de
lodo
o direito,
a

pon­
to
que

nem mesmo

é permittido

cubiçar

as

cousas
alheias,

e

os

ladrões

e

rouba-
(10)

Act.

cap.

5

t
29.
(11)
Ad.

Hebr.

XIII
V
4.
(12)
Ad.

Eph.
cap.
5.
(13)
Eph.
cap.
VI

}
I,
2..
(14)

l iem,

y

4.
(15)
Idem.

j

5,
6,

7,

nando-lhes

assim

uma vida

tranquilla
e

feliz.
Oxalá
que nossos empenhos, e

os
vos
­
sos

também,
Veneráveis
Irmãos,
sejam

abençoados

por
Aqtielle

a
quem

somos

obrigados

a
referir
o
principio e

fim
de
todo
o
bem.

Demais,
Nós
temos
funda
­
das

esperanças

que do
Senhor havemos

receber

um

poderosíssimo
auxilio,
n

estes
dias em
que
celebramos

seu
anniversario

natalício.

Porque a

salvação

que

Christo,
com seu nascimento,

trouxe ao

inundo
ja

velho,

e

quasi
em dissolução

por

cau
­
sa
de

seus

males

extremos,
manda

que
lambem

nós
a esperemos;
e
egualmente
nos
promelteu

essa

paz

que então
atinun-

ciou

aos

homens

pelo
ministério

dos
an
­
jos.
Porque

a

mão
do
Senhor

não é

abre­
viada

para

não

poder

salvar,

nem

o

seu
ouvido

ensurdeceu
para

não

ouvir
dando

atlenção.

(17)
N

estes dias, pois,
de

mui
feliz

aus­
picio,

desejando-vos,

Veneráveis

Irmãos,
e
aos

fieis

de
vossas
egrejas
todas

as
prosperidades

e

saneias alegrias,
suppli-

camos

ao Dispensador

de

todos
os bens,

que
de
novo
appareça

aos
homens a
be
­
nignidade

e
a

humanidade
do
Salvador
nosso

Deus

(18)
que,
depois
de nos
ar­
rancar
ao

poder
do
inimigo
cruel,

nos

elevou

á

mui
nobre

dignidade

de

filhos

seus.

E

para

que os
nossos

votos

mais
prompta

e

plenamente

se

realisem,
uni-
vos

a
Nós, Veneraves
Irmãos,
para
diri­
girmos

a
Deus
fervorosas

orações,

e

in-

vocae

também
o valioso

patrocínio

da
Bemavenlurada Virgem

Maria,
Immacula-

da

desde

sua

origem,

de
José

seu
espo
­
so,

e

dos bemaventurados

aposlolos
Pe
­
dro e
Paulo,

em cuja

intercessão

muito

confiamos.
Entretanto,

como

penhor

dos

favores

celestiaes,

do

intimo
de
Nosso
coração
vos

damos

no

Senhor
a
bênção
apostólica

a

Vós,
Veneráveis

Irmãos,

a
vosso

clero,
e
a todo

o

povo

fiel.
Dado em
Roma,

em

S.

Pedro,

aos

28

de

dezembro

de

1878,
primeiro
anno

do

nosso
pontificado.
LEÃO

XIII,

PAPA.
(17)

Isaias
LIX
I.
(18)

Tit.
cap. íll
f
4.

Thentro.

Tivemos
tres
espectacu-

los

dados pela

companhia
Chino-ameri
­
cana.

Os seus trabalhos,
posto

qne
per
­
feitos,

não

surprehendem.

Tiveram
boas
enchentes.
Kceitías. —
Tem
logar ámanhã,
no
lheatro
de

S.
Geraldo,

a

primeira
da
serie

de

recitas

que
a
Companhia

Drarnatica
Portugueza

se
propõe

dar
n

esle

tliea-
tro.
Sobe

á scena
o

drama
em
5

actos,
do

snr.

Pinheiro

Chagas,
intitulado
He
­
lena.
A

distribuição

dos

papeis
é
a

se
­
guinte:
Helena

Emilia,

Calharina

Loureiro


Mathilde,
D.

Pulcheiia

Gloria,

Henrique
de

Mello

Soares,
Barão

da
Ribeira

Ne
­
gra—

Godinho,

O

Visconde

Soler,
Fortu­
nado
— Amado,

Leandro
Borges



Silva,
Frederico

Paes

P. Nunes.
As'
restantes

recitas

são
prehenchidas

com

os
seguintes

dramas:

Pedro,

do

snr.

Mendes
Leal;

Abnegação,

de

E. Biester;
Vida

d
’um rapaz

pobre,
de
Octavio

Feui-
let;
Homem

de

oiro,

de Mendes
Leal;
Homens
de

mármore,

de Mendes

Leal.
Esta
companhia

vem precedida
de

ex-

cellente
recommendação;
porisso

tudo
leva
a

crer
que o

publico
lhe

prestará
toda

a

coadjuvação, concorrendo

a estes
espe-
ctacnlos.
O
preaidio
de

P>'eSor.


Bolor,

on
­
de
se deram os

acontecimentos

que

em

o
numero
antecedente

referimos,

e
de
qne
ainda
não

ha
promenqres,

é
um
presidio
em terreno Felupe, denominado
a
Ponta

do

Baluarte,

de

que

a
corôa
de
Portu­
gal

tomou
posse

era

fevereiro
de

1831,
por

contrato
prévio
celebrado
com

os
reis
de
Bolor.

Esta Ponta

situada
em

12°10’
lat.
N,-,.
e

7°09


long a

0.
de
Lisboa, é
o
extremo de
uma

extensa
praia
de
areia,
que

para
alli
se

estende

desde
a

aldeia

de Jafunco, que
lhe

fica

a.
Q. a

distancia
de

pouco
mais

de

uma

milha
(assentada
á borda

de uma
lagôa
de
agua doce),

corre-lhe

ao

S.,

a

meia milha

de

distan
­
cia,
o
cachopo

chamado

o

Banquinho,

e

entre

elle

e
esta

Ponta
fica
o
cana!

por

onde
forçosamente hão de
passar
a
tiro

de

mosqueie

os navios

que vão
ao

rio

de
Farim
ou

S.
Domingos;
e
bem

assim
os

que

se
destinarem

ao porto

de Bolor,

o

qual
esta
Ponta
domina
pelo

lado

de
E,
e
ENE;

fica-lhe
ao N.

a

aldeia

de

Bolor,

dividida


da
nossa praça

por

um
terreno

alagadiço

de

meia

milha
de
com
­
primento.

Aquella

aldeia

é

muito

povoa
­
da,

e

está

dentro
da

enseada
que
alli
se
fórma;
e

a

L.
d

ella
fica Lála,
dentro
da

bocca
do
rio

Bujetó,

braço
do

Casaman-
sa,

que
n

esta
enseada

desagua,
e

d
’a!li

corre

o

resto
da

mesma
enseada

todo
em

parceis

até

á
ponta

de Orno,

que
é

a

do

N.
da
entrada

do
rio

de
Farim:

em

redor

ficam

as

outras
aldeias
Fehipas,

chamadas

Ossol,

Agin/

Aramé, Galam,
Gobéli,

Elia,

e

Varella,

todas

a

distancia
de
uma

legua,

ou
legua
e
meia

do
gen­
tio.
Um telegramma
particular

falia
de
309

viclimas

degoladas,
entre
as
quaes

59
sol­
dados

e
2

ofliciaes.
Outras

informações

particulares
dizem

que

o

destacamento
que
o

governador

da

Guiné

enviara

a

reforçar

a

guarnição

de

Bolor

e
castigar

os indigenas,
havia
dois
mezes*

se

sublevaram

contra
a

auctorida
­
de
poriugueza n
’aquèlla

região,

fôra

der
­
rotado

pelos

rebeldes

e
a

maior
parte

massacrado

pelo

inimigo.

0

governador
de

Cabo

Verde,

logo

que
teve

noticia

de

este
triste

acontecimento,

mandou
para
alli
a

canhoneira

«Piio

Lima»

com

mais

soldados,

e
de

Lisboa

parte
ámanhã
a
corveta
«Duque
da

Terceira».
A
guarni
­
ção
d

aquella

nossa

colonia

era

apenas
de

6

soldados

e

1

cabo
A

guarnição

da

corveta

«Duque

da

Terceira»
compõe-se

de

222

homens.
As

-tropas
que tinham

ido
de

Cabo

Verde

e que
forarn
derrotadas,
compu
­
nham-se

de

mulatos

e

naluraes

de

Cabo

Verde.
SSoa-s-or!

Lê-se

na
correspondência
do
Bio
de Janeiro

para

o

«Diário da

Manhã»:
Contei-lhe

outro

dia

alguns

dos
hor­
rores

da
fome no

Ceará.

Mais

uma
scena

pungentissima
para essa
lugubre

tragédia.

Em

Agua

Verde,

a

dez

léguas

do

Ceará,

uma

mãe,

desvairada
pela fome, matou

um
filho,
para
lhe

comer as
coxas

e

os

intestinos.

Estava


a

assal-o,

quando
os
gritos d’
uns
pequenos

que

passavam
e
viram

este
extranho
quadro,

a
fizeram

fugir.

A auctoridade

encontrou
no

sitio

a

cabeça

e
outros
membros
da
creança.
Este

caso
não
é

unico,
ha

dias
nar
­
rei

lhe
outro,

e

tem

sido
presos

vários
homens
e
mulheres

pelo

crime
da

anthro-

pophagia.
A
ms
!»5t» de
um

ei»si»
?»(»»<».
—Escre
­
vem

de

Puebla

(México),

a
15
de

dezem
­
bro:
«O

trem

ordinário de passageiros

que
partiu
de
Puebla
no

dia 14

d
*

dezembro,
á
noite,

levava,
com

destino

a
Vera-Cruz,
utna

somma

de

mais de 28:090

libras
es
­
terlinas,

constituindo
as
remessas para a
Europa

de
vários negociantes

d

esta
ci
­
dade.

O comboio

devia
reunir-se

em

Api-

zaco
ao

trem directo
que

vae

do

México

para
Vera

Cruz.
«Alguns
indivíduos,

que

sabiam

da

importância
dos

valores
transportados

pe­
lo

trem

de

Puebla,

tomaram,
em

nume­
ro
de

10

ou
13,
bilhetes

de

passagem

para

o wagon
de

3.
a classe, qne
estava

logo depois
do

fourgoíi

em

que

iam
o
dinheiro

e

as
bagagens.
«O

trem
não
tinha
ainda
abandonado

a

gare
havia
meia

hora,

quando
os

taes
indivíduos

tiraram

a
cavilha

que
prendia

ao

seu

os
outros

wagons,

em

que
eram

conduzidos os
passageiros
e
a escolta.
«
Partido

o

comboio

em
dois,
os

ousa­
dos
bandidos eontrangeram

o machimsla,

sob

pena

de
morte,

a
continuar

a

via
­
gem com toda a velocidade.
«Em seguida
ao
transcurso
de uns

oito

kiloinelros,

e
n’
um
sitio
chamado
Bar
­
ranco
Honda,

um

grupo

de

25

homens

a

cavallo e
armados
até

aos
dentes

pos­
taram-se

á
pressa

de
um lado
e

outro
da

via,
e
deram
signal ao
machinista

afim
de

que

parasse.
Ò*

íãccinoras

do

trem,
tão

breve

como

avistaram

a
lanterna

ver­
melha

de
seus

camaradas,

fizeram

uma

intimação

no

mesmo
sentido
ao
machi
­
nista,

que
suspendeu
a

marcha.
«Os

bandidos

arrombaram

então

as

portinholas
do
fourgon

que

levava

as

cai­
xas

do

numerário,
e
deram-se

pressa
em

carregar

com
eilas
uma

recua de mulas,
conduzidas

ad hoc.
«Dois empregados
da

companhia

iorara
viclimas
do
seu
dever

na

resistência
co
­
rajosa

qoe oppozeram
aos

scelerados:

o

guarda-equipagem,

Morales,
succumbiu

qua
­
si instantaneamente

a uma

bala que

lhe

perfurou
os

intestinos,
e

Santiago
Young,













dialectos

dislinctos

ou
de
trabalhos refe­
rentes

á

sua vida

e

ás

suas
obras.
A

sala

de
Cervantes

possuia

a

mais

completa
colleção
das

edições
do D.

Qui-
chote,

muitas

que

não.
se

encontram

na

bibliotheca

escurialense.
Grande

parte
d’
esla

collecção
acabava

de
ser
presenteada ao

instituto livre
dós

cantões
do

centro
por
Mr.
Bragge,
que
havia empregado

em

reunil-a vinte

e cin
­
co

annos

de trabalho

e

as

despezas

con
­
sequentes.

Também
quasi

toda foi

consu
­
mida

pelas
chammas
Ansassinnto.

A

«Gazeta Nacional

d
’Allemanha» diz

que

o

commissario

de

Italia
foi

assassinado
em

Gola.
Ha

dias

que
se
ignorava

o
paradeiro
d
’este

indivíduo
e

as auctoridades

oltoma-

nas

haviam

feito
varias

pesquizas para
averiguar

a causa
de

sua desapparição.
Elogio funehre
—O

exra.0
snr.

bis
­
po

eleito

do

Algarve,

dr.
Antonio
Ayres
de Gouveia,

vae
publicar

o
elogio

fúne­
bre
que
prégou

nas

exequias

do
sabio
dr.

Jo*é

Maria
de

Lima
e
Lemos.
O
producto

será

applicado

em
obras
de

beneficencia

para suffragio

da alma

do
fallecido.
Ardil protcHtmrate.

Escrevem

d

es-

ta

cidade

para
a
«Palavra»,

com

data

de

18:
Um

meu
amigo chegado

hoje

mesmo

d

essa

cidade do
Porto,
fez-me
presente
de

dois

bilhetes,

que

um homem bem
fal-
lanle
lhe
deu

na viagem

do

comboyo.
São
de

pequeno
formato,

dobrados

em

fôrma

de livro,

tendo

pelo

exterior,
quer

d’
um
lado

quer
do
outro,

uma

linda
fa
­
chada

de tinta

de

diRerentes

côres,

no

meio

uma

figura

allegorica,
tendo

os

se­
guintes
dizeres

:


Guia para
passageiros

pelos

vapores

e caminhos
de
ferro;

o
ou
iro—
Guia

do

viajante,

estradas,

caminho

de

ferro,

vapor
ou

carro americano.
De­
pois desdobram-se e então lê-se

uma
immensidade

de textos
bíblicos,
que,

pe
­
los
modos,

dão

a

entender
que,

para

nos

serem
perdoados
os
peccados

e

ganhar­
mos
a
vida
eterna não é

necessário
crer
na

Egreja

Catholica

nem

em

suas

pra­
ticas
religiosas.
Ora

esta
propaganda

é
abjecta

e
re­
pugnante,

e

cada vez
mais

nos mostra

os

cuidados
que
os
maus
empregam na
propagação

de

suas

doutrinas, e

o

pouco
que

nós empregamos na
propagação
das
nossas.

Eu

apresso-me

a

levar

isto
ao conhe­
cimento

de

v.,
porque,

como defensor

da
religião
catholica,

e

por

conseguinte
de lodos

os

santos e
bons
princípios,

e

em

união

com

os

que
fazem coro

para

o

mesmo
fim,

mais

tem

o

dever

de
mostrar
aos
fieis

a

obrigação

que

tem

de

não

to­
marem
essas
publicações
ímpias,
nem se

deixarem
illudir
por

essas

dadivas

gra
­
tuitas;

e ao
clero
principalmente,

ao que
está

encarregado

d

algum
rebanho,
para
que
estes pastores

levem
estas
precau­
ções

áquelles

a

quem

não chega

o

jornal
religioso,

mas

sim


a

sua
palavra

au-
clorisada.

Quantos
e
quantos
sem
sabe­
rem
o
mal

que
fazem,

recebem estes
pa
­
peis

innocentemenle,

mas

depois se
dei
­
xam

infiltrar
pela
sua

leitura

do
veneno

que
eHes
contém?
Temos

provas suílicientes

para

po­
dermos

calcular

o
mal

que
fazem

em

grande quantidade
de
pessoas
esses

textos

bíblicos

com o

livre

exame.
Os

maus

não

se
cansam

em
ideiar
como

desterrar
de

cima

da

terra

a
Egre
­
ja

de Jesus,

porque elles
conhecem

que
é

o

maior

estorvo ás
suas

mais
deprava
­
das

paixões.
A

historia
da
Egreja

em
19

séculos
devia
ser

para

elles

uma

prova
mais

que
sufficiente
para

desistirem
de

sua
cruel

guerra

á

mesma

Egreja;

não

pensam

as­
sim,
continuam;

pois
continuemos

nós

também,
procuremos

quaes
os seus ca
­
minhos
e

cuidemos

em lhe

estorvar

a

pas
­
sagem;

sem

Deus

o querer
serão

os

nos
­
so*

trabalhos

alguma

coisa

infructiferos,

porém

ha

exemplos que

se os
catholicos
não

fossem

fervorosos,

o
mal

leria

talvez

sido muito
maior.

E


bom
pois

insistir
na

precaução

que

os christàos

devem
ler

ern
não

receberem,
quer

por dinheiro

quer

de

graça,
essas

publicações ainbu-
inspector

da

linha,

que íicara

gravemen
­
te

ferido, já morreu
também.
«Este
attentado

causou

uma

sensação

das

mais

penosas
em

todos
os
habitan­
tes

de Puebla».
Ci^tJsniácíx.



Domingo

26.

Praclica
do
Direclor
espiritual,
ás

seis

e

meia da tarde.
Catechese
na
egreja

de

S.

Marcos,

ás

duas

e

meia
da

tarde.
Explica-se

o

séti­
mo

mandamento
da
lei

de

Óeos.
Dia

1

de

fevereiro. —

Anniversario

da
morte
do

SS.
Padre

Pio

IX. Missa
re
­
zada
na
egreja

do

Populo,

ás

9
horas.
Convidam-se

tocfos
os

snrs. associados
a
assistirem.
N.

B.

Acham-se

vagos alguns
logares
na

escola

da

Associação
Catholica,
para
os
filhos

de paes

pobres,
embora
não
so-

cios.
Fteiitseésnento. — Falleceu

em

Vianna

do Casteílo
o

snr. Balthazar

Werneck
Ribeiro

de
Aguilar
de
Vasconcellos,

cava
­
lheiro

distincto

e

escriptor

muito

apre­
ciado.
Entre

outros

legados,
deixa

1:6000000

á
Misericórdia
d’
aquella
cidade,

para
fun­
do da
creação

e

sustentação

de
ura

al
­
bergue,

no qual
haja

sempre

seis
camas

para

recolher

até

seis
peregrinos ou
via
­
jantes

pobres; 2:5000000
reis

ao

asylo
das
Oi pliãs

Desamparadas,
e
8OO
;
jOOO
reis

á

Ordeui
Terceira

do Carmo.
MUíssieursrios.

No

dia

10

de

de­
zembro
ultimo

embarcaram

em
Génova

para
Montevideu (Uruguay ,
8

missionários,
padres
e
cathechistas da
congregação
de
S.
Francisco
de
Sales,

de
I).

Bosco

em

Turim.
Dois

outros
missionários

da
mesma

congregação

embarcaram ao mesmo
tem
­
po

e

para
o
mesmo
destino
em

Marse
­
lha

sobre
um

navio do
Estado
grátis.
»espacíts>s.

Effectuaràm-se

por

de-

decretos

de
16

do corrente, os

seguintes

despachos

ecclesiasticos:
O

presbytero Ignacio Francisco
Pinhei
­
ro,

parocho

collado

na
egreja

de
Nossa
Senhora

das
Angustias
da
Horta—
apre­
sentado

na
egreja

parochial
de
S.

Ma-

theus,

no

concelho
da

Villa
da
Magdale-

na,

diocese

de
Angra.
O

presbytero

Augusto

José

Dias—
apre­
sentado na

egreja

parochial

de
Nossa

Se
­
nhora
da

Luz
de
Albernôa,
no

concelho

e
diocese
de
Beja.
Q

presbytero
Antonio
Jacome da

Cos
­
ta,

parocho

collado na
egreja de
S.

Vi

cente

de

Okiros, na
diocese

primaz

de
Braga



apresentado


egreja

parochial
de

S.

Thomé

de

Caldeilas,

no

concelho

de
Guimarães,
da
mesma
diocese.
O

presbytero

Benigno José Alves
Ca­
sal

da
Veiga

apresentado

na
egreja

pa
­
rochial

de

S.
Paio
de

Moledo,

no con
­
celho

de

Caminha,

diocese

primaz
de

Braga.
O

presbytero

Antonio
Manoel

Xavier


apresentado,

precedendo

concurso
por pro
­
vas

publicas,

na

egreja
parochial de
Nos
sa

Senhora

das

Neves

de
Possacos,

no
concelho
de Valle

Passos,

diocese

primaz
de
Braga.
O
presbytero Antonio
Antunes

Vaz Ser
­
ra,
parocho
collado

na egreja

de

S.

Bar-
tholomeu

de Salgueiro,

na diocese

da
Guarda

apresentado na

egreja

parochial
de

S.
Thiago

de

Belmonle
no
concelho

de

Belmonte,

da
mesma
diocese.
O

presbytero Luiz

Maria

de
Almeida

Cardoso

apresentado
na
egreja parochial
de
Nossa

Senhora do

Pranto

do

Poço

do
Canto,

no

concelho
de
Meda.
diocese
de
Lamego.
O
presbytero
João
Rodrigues

de

Al­
meida

apresentado,

precedendo

concurso
por

provas
publicas,

na egreja parochial

de

Nossa

Senhora
da
Assumpção

do

So
­
brado
de Paiva,
no concelho

de

Paiva,
diocese
de

Lamego.
Jffoticiais


O

infatigá­
vel

editor

Ernesto

Chardron,

está
impri­
mindo

um

livro de versos
do

snr.

Tho-

inaz Ribeiro,
intitulado
Vesperas;

um
Ou
­
tro
do.
snr.

Camilio
Casteílo

Branco,
Can­
cioneiro
Alegre;

um outro
do
snr.
Pal­
meirim,

Galeria
de
Figuras Porluguezas.
ínevii ; ão <Su S>4i«8
lieen «ir «Ui»»-
uiiitjjhiiit.

Os jornaes

inglezes

dão
vá­
rios

prómenorés d’
este

incêndio.
Cerca
de

80:00

i
volumes
contava,
dos
quaes


uns

10:000

escaparam.
O

que

fazia
(Telia
um

verdadeiro
lhesouro

eram
principalmeule
as
duas
salas
de
Sha-
kespeare

e

de
Cervantes e
a

collecção
Staunlon,

que
foram
queimadas
quasi

a-a

sua
integra.
A

sala

de Shakespeare

continha
uns

7:000

volumes,
dás edições

das
oóras

do

grande

trágico

iaglez,

em

20

linguas

e
Em
Guimarães

Ao

snr.
Pedro Lopes

Guimarães.
Na

Covilhã
—Ao

snr.

Luiz
Antonio

de

Carvalho.
Em

Lisboa—-Ao
snr.

Antonio

Augusto
S.
Castanheira,

rua

de
Buenos-Ayres,

n.°

34.

Re^d."™
José
Feliciano

Coelho

dos

Reis,

Hospicio
do
Sacramento,

Alcantara.
Ilhas

Adjacentes—
Albino Augusto

Pes
­
soa,
ilha

de S.
Miguel.
A’quelles

cavalheiros

a

quem

enviar
­
mos esta folha
e

que não

quizerem

ficar

com

a

assignatura
da mesma,

rogamos

a
fineza

de
nol-a
devolverem
para

nosso

governo.
Agradecendo

cordealmente

a ponctua-

iidade com

que
muitos

dos

nossos
esti­
máveis
assignantes

tem
satisfeito

o

paga­
mento
das
suas
assignaiuras,

lembramos
a

alguns
snrs.
que

ha

muito

se
acham
em

debito,
se

dignem

satisfazer

quanto
antes,

para

regularidade da
nossa admi­
nistração.
BMCO
MEHCA3JVTIE
ME BK.AGA
SOCIEDADE
ANONYMA DE
RESPONSABILIDA­
DE
LIMITADA
Resumo

do

activo

e
passivo

d
’esle

Banco

ern

31

de

Dezembro

de

1878.
Activo
Caixa..................................
Letras
descontadas,

toma­
das e
a

receber
.
.
.
Leiras

em liquidação
.

.

Empréstimos

sob

penhores

Empréstimos

com

hypotheca
Créditos

caucionado* em

c/c
Agencias

no

Reino
e

estran­
geiro
...............................
Agencia

da
Madeira.

.

.
Devedores
diversos.
.
.
Acções

recolhidas.

.

.

..

Valores

fluctuantes. .

.
Tilulos

de

Divida
Publica
Effeitos

depositados
.

.
Installação
.......................
Moveis
e

utensílios.

.
.
Contribuições
18:2080401
109:7360538
1:1240930
74:1040830

27:9280424

71:0360296
49:2180861
16:1780338
8:3n80O63

200:0000000
80:7620090

11:4010420

24:5700000
4:0000000

4:4100500
2:8330636
700:8190282
Passivo
Capital

....
Fundo
de

reserva .
Depositos

a

praso

»

á
ordem.
Credores d

effeítos
dos

....

Leiras

a
pagar .

Credores
diversos

.

Lucros

e
perdas.
.

.

.
600:0000000
. .
.

3:5090127
.

.

56:0910093
.

.

6:5450965
deposiia-
.
.

.
24:5700000
.

.

2700000
. .

1:8980185
.
.
.

7:9340912
700:8190282
Braga 12
de

Janeiro

de
1879.
Os
Direclores,
João

da
Costa Palmeira.
José

Antonio
d'Oliveira

da

Costa.
THEATRO
DE
S.

GERAL
DO
Companhia
clramatica
portu-
gueza
Domingo
26

de

janeiro de

1879
l.
a

RECITA

DE
ASSIGNATURA
A

representação
do

drama
em

5
actos,

original

do

snr.
Pinheiro

chagas
Principia

ás

8

horas
.

lantes.
EXPEDIENTE
Para

maior

cominodidade,

podem

os

nossos
assignantes

das

seguintes

localida
­
des
enlrttgar
a

importância

das
suas

as
­
signaiuras:
No
Porto
—Ao
snr.

José

Carlos das
Neves,

rua

das
Flores.
O

abaixo
assignado
julga
ter
agrede-

cido

a
todas
as

pessoas
que

se
digna­
ram comprimental-o

por
occasião do fal-
lecimento

de

seu

chorado

pae

e
assisti
­
rem
á

missa do
7.”

dia,

que
por
sua
alma
celebrou
na
egreja
do

convento

dos

Remedios,

bem

como a
muitos
rev.
m
°

senhores

sacerdotes,
seus
intimos
amigos,
que
lhe

fizeram

a
fineza de
mui
espon­
taneamente celebrarem
o Santo

Sacrifício
por alma
de
mesmo

finado;
sendo porém

possível

ler-se
dado
alguma

filia,
posto

que
involuntária,

vem

reparal-a
por

este

modo,

e

a

todas

pnblicaraente
patentear

o

seu

indelevel
reconhecimento.
Braga
24

de

janeiro

de

4879.
(2235)
Padre

Luiz
Gomes

da
Silva.
Fabrica

a
vapor de fundição
ferro
e
m taes
Traveagí* «Se S. João—Braga.
N

esta

fabrica,

unica
na

província

do

Minho,
fabrica
se
toda

a
qualidade de

obra
t

tanto

de
ferro

como

de
rqelal.

O

proprietário da
mesma
não

se
tem
pou
­
pado a

sacrifícios

para

poder elevar

este

melhoramento

de
industria
á
altura
de

poder

competir

em
tudo

com

as

fabricas

de

igual genero

do

Porto
e

outras

loca-
idades,

e em

parte o tem conseguido,
pois

que
no

seu
estabelecimento

se fazem

obras
de

todos

os tamanhos

e

qualidades

pelos

preços
que
possam
ser
encontrados

no Porto.
N
’esta fabrica

fundem-se

peças

de
pezo

de

5:000
kilos
e

maiores, sendo

preciso,
achando-se



muitas

obras
fundidas,
co
­
mo são:
btixas
para

eixos

de

carruagens,
moinhos

para

moer

tintas,

pés

para
me-

zas

de

mármore

ou

de

madeira, bancos
para jardins, bombas
de

qualquer

pres­
são

até
á

altura

de

200

palmos,

grades

para sacadas
ou
jardins, columnas
e con
­
solas

para

lampeões,
prendas

para

copia­
dores,

fuzos

de novo

systema

para
la
­
gares,
ferros

para alfaiates
e

chapelleiros

tapeies

e
ventiladores

para
soalhos, canos
e
joelhos
para
agua,

de
todas

as

grossu
­
ras,

de
guinchos

de

pedreiro

de
todos os

tamanhos.

Também

concerta

todas as
obras
d

este
genero

principalmcnie bom
­
bas

de

poços.

Preços

os

do

Porto.
O
proprietário
Antonio
Germano
Ferreirinha.
L
*GAR

A

G
o
N
l
URSO
A

meza
administradora
da

Irmandade
de

Nossa

Senhora

da
Dores

dos
exlin-

ctos
Congregados

desta

cidade,

faz pu
­
blico

que

se

acha

a
concurso,
por es
­
paço

de

15

dias,

a

contar da
data

de

hoje,
o

logar

de

seno

da

mesma

irman
­
dade

com
o

ordenado

de
300000

reis,
casa
para

viver

e

emolumentos
corres
­
pondentes.
Os

pretendentes
ao dito

logar,

deve­
rão
dirigir
os

seus

requerimenios

ao

the-
soureiro
da

casa o snr.

José
Joaquim
de

Oliveira,

rua
do
Souto.
Braga, 24

de

janeiro de
1879.
O

secrçtario

da

Irmandade
Joaguim
Bernardino

da

Cunha

e
Silva.

(2233)
fAETOl
Vende-se
um

de

quatro

rodas,

em

bom
uso,
para
um

ou
dous
cavallos
e

os
ar­
reios

competentes.
Trata

se
na
loja
do

Cachapuz.
(2232)
ârangâo
Troca-se
a

dinheiro

uma Imagem
do
Santo

Christo,

de
marfim,

em
cruz
de

ébano,

e

adornada
com

prata.
Quem

pretender

póde
lêl-a
em

casa

do snr

Barranha,

na

rua

do Souto, n.°

6.
(2234)
Idinheiro

sobre
penhores
Na

Caixa
Penhorista

Bracarense, rua

de

D. Gualdim.
ao



da

Roda,

dá-se
dinheiro

sobre

prata,
ouro,
joias,
roupas

e

outros

mais

objectos
que
tenham
va­
lor de
cincoenta
mil
reis

para cima;

tem

grande

abatimento

nos
juros.
Acha-se

aberta desde

as

7 horas

da

manhã

até

ás

8

da
noite.





















Associação
do
Monte-Pio
de
S.
José.
Em
cumprimento
do
artigo

53.°

dos

Estatutos,

a
Direcção faz

publico

a
todos
os

socios

que
os

respectivos

livros,
um
exemplar
da

conta

de

Receita

e
Despeza

relativo

ao
á

gerencia

de 1878
e

o

pa­
recer

dos

ill.
mos

Fiscaes,
se
acham

pa­
tentes

na

secretaria
da

Associação,

sita
no

Largo
de
Santo

Agostinho,
casa
n.°

8,

por

espaço

de
8

dias,

a
contar
desde

o

dia

de

hoje.

E

para

que

os interessa
­
dos tenham
conhecimento,
se
passou

o
presente.
Braga e

Secretaria do Monte-Pio
de

S. José,

18
de

Janeiro
de

1879.
O

Secretario
da

Direcção
Joaquim
Bernardino da
Cunha.
(2221)
Antonio
Manoel
Ayres

Oliveira,
nego
ciante na rua
dos
Chãos,
compra

acçôes

do
Theatro
de
S.
Geraldo.

(2230)
A
Direcção

do

Banco

Mercantil

de
Bra­
ga,
previne
para

que
ninguém

faça con
­
tracto
algum

em os
bens

moveis
e

immo-

biliarios

pertencentes

a

Manoel

Joaquim
da

Cunha

Vieira
Carvalho
e

sua

mulher,
pois

que

todos

os
que

possuem n’este

conce­
lho,

no

de
Vieira

e
Arcos
de

Val-do-Vez,

se
acham

assestados,

para

segurança

dos

credores,

e

que
estão
as

acçôes
em juizo.
(2228)
DINHEIRO

A

JUROS
O
Cabido

da
I.

e

R.

Collegiada

de
Santa
Maria Maior,

de
Barcellos,
tem
di
­
nheiro
pertencente
aos

capitaes

de
Nos­
sa
Senhora da Soledade para dar
a juros

a

quem

o

pretenda

e

apresente

boa

hy-

potheca.

(2227)
DINHEIRO
A
JURO
A
irmandade
de
Nossa

Senhora da
Torre,
tem
330$000

rs. para dar
a
juro.
O

secretario
(2203)
Padre

Luiz

Gomes
da
Silva.
Banco
de
Guimarães
Por
deliberação

tomada

em Assembleia

Geral

de 15

do

corrente

são

convidados
os

snrs. accionislas
a
reunirem-s

no
dia
24

d

este mez
pelas
10
horas

da

manhã
na

casa
do
Banco

para

os
eíTeitos

do

art.

42

dos
estatutos.
Banco

de
Guimarães, 16
de

janeiro
de
1879.
O

presidente
da
Mesa

da Assemblea
Geral
(2222)
Barão
de Pombeiro.
1
LISBOA

i

IIOJI
í
I
Noticia

Histórica

da

Peregrinação ao
Vaticano,
pelo presbytero Francisco
de
Sousa
do

Prado de

Lacerda,

prior
da

Chamusca.
Vende-se

por

700

reis

na

vestimenta-

ria Rocha,

rua
do Souto

n.
u
41.
(2202)
No

dia
26

do

corrente mez,
pela
1
hora
da

tarde,

tem
de
proceder-se
á

elei­
ção
dos

novos

mezarios que
tem

de

re­
ger
a
Confraria

de
N.

Senhora

da

Con
­
solação,
sita
na

freguezia
de

Noguiró,

o

que

tem
de
ser

annunciado

por

campai­
nha,

segundo

o

Estatuto.

Além

d
’isto,

vem

o abaixo

assignado
rogar
aos
con
­
frades

da

mesma,
queiram

fazer

o

favor

de
comparecerem
pela

dita

hora
na

sa­
cristia
da
Venerável
Ordem

Terceira

d
’esta

cidade,
onde

por

favor
se

fazem

as me
­
zas,

para

a dita

nova

eleição.
O
secretario
(2231)
Gaspar
José

da
Cunha.
COSINHEIRO
No Collegio dos

Orphãos

precisa-se

de

um
cosinheiro

e

de um ajudante de
co-
sinha.

Quem

pretender,
falle

no
mesmo
Collegio.
(2124)
Gran

êxito en Paris
VELOUTINE
GH
1" FAY
POLVO
DE

ARROZ

ESPECIAL

PREPARADO
CON

BISMUTO

INVISIBLE
f
ADHERENTE, dá al cútis frescura y trasparencia.
I
nventor
CHARLES FAY, 9,
rue

de

la
P
aix
,

PARIS
Se vende en las Farmacias, Perfumerias, Beluquerias y tiendas
de quincaUa.
$
k
Se
venue eu ias raruidbiaa, rcnumcncu, nuuqucuao j
u
^g^x^x¥^ Descolar
de
las
falsificaciones.
ui
MAGASIN

DES DEMO1SELLES
Publica-se

a
10

e

25
de

cada mez,
por

fascículos

in-8.°
grande
Gravuras <le modei! e modelos <Ie
tapeçaria eoloridan; a agua;
gravaiioi
a preto; novidades
para piano e canta; aibuuH «te
lavores,
folhas de
confeeçSes; eroehet e rendas; riscos, ete.
O
IWagaein
«Ses
HeMíoiselles,
graças
ás

importantes

reformas
que
introduziu

na
sua

publicação,

é
hoje
o

mais
elegante,

o

unico
que

mensalmenle

um

trecho de

musica,

e

reune
o

duplo

attractivo

de

um periodico

lilterario

interessante
e
um

periodico
de
modas
completo,
inteiramente

independentes

um

do
outro.
£'reço

para Portugal
(as

assignaturas fazem-se por um
anno
principiando

no

l.°

de
janeiro)
4$900

rs.
Também

se

acceitam

assignaturas
separadamente

de

cada
edição:

edição
do

dia
10,
—2^800 reis;

edição

do dia

25,

f$700

rs.
Subscreve-se

na administração
d

este

periodico.
iIOIOIOIOIOKXOX»^
A1TARIC10

A
MALHEIRO
8®,
Praça
ds> Barão de S. Marti-
nlto,
8 7
Receberam
grande sortimento
de:

Chapéus
modelos

para

snr.
a

e

creança.
Flores,

plumas

e
cascos
para
chapéus.
Malhas

de



para

creança.
Toucas

para

senhora
e

creança.
Colarinhos

e punhos.
Colarinhos

de

bretanha de
linho

para
militares,

duzia
a
1^000
e

l$200
rs.
Meias
de



em

cores.
Copos,
cálices
e

garrafas.
Jarras

de dífferentes

qualidades.
Faqueiros

para

meza.
Machinas
para
fazer a

barba,

a
700

rs.
Chavenas
e

pires.
Oleados

para
mezas.
Serviço

para
quarto.
PREÇOS
FIXOS
Vendfts

a dinheiro.
Manoel
Ribeiro
de

Carvalho
Júnior,

morador
no

Bom
Jesus
do

Monte, fre
­
guezia

de
TenÕes,

d’
este

concelho,

não

tendo

trabalhado
a

sua

lythographia que
o
supplicanle
teve

na
Praça
Municipal n.°

3,

freguezia
da

Sé da

cidade
de
Braga,

senão
no
segundo

e

terceiro

trimestre,
do

anno civil
de

1878,

pede
ás
pessoas

ás

quaes

constar

que
esta

lythographia

trabalhou
mais

algum tempo

o
queiram
fazer
saber

no
praso
de
3
dias,

á
ill.
raa

Junta
da

freguezia

da
Sé.

á
qual

o
sup-

plicante

requereu
que
lhe

attestasse
o

que
houvesse

de
verdade
a

tal

respeito.
Bom

Jesus

do

Monte

24

de

janeiro

1879.
Manoel

Ribeiro

de
Carvalho

Junion.
O
LIBERTADOR DAS ALMAS
DO
PURGAPORIO
Publicou-se
o

n.°
d’
esla

Revista
men­
sal,

pertencente
ao

corrente
mez
de

ja
­
neiro

e

contem:
Expediente;
Do

motivo
da
caridade
para
com as

almas

do

purgatório,

que
é

a

grandesa
das

penas
sensíveis
que

ellas
sollrem;
Da
ideia

do

purgatório

entre
os
ho­
mens;
Novena

pelo
allivio das
almas
do
pur­
gatório;
Benefícios

das

boas
almas,
etc.
Assigna-se

na
rua

do
Bomjardim
n.°

449

a
453—Porto—
Francisco

Pereira
de
Azevedo.
Preço

500 reis
por
anno.
AIIMTIIIJ )!IIIII)S
DO

ALTO
DOUBO
DA
CASA DE
VII,EA FOIÇA
RUA

DO

SOUTO
N.°

15-Braga.
N

este
armazém

se

encontram
a
retalho
as

seguintes

qualidades
de

vinhos

engar­
rafados:
Vinho

tinto
de
meza.
(sem garrafa)
150
>

>

>

3
.

190
>
Lagrima
...............................
200
»
Branco
de
meza
...................
210
»
tinto

de

meza
fino. .

.
.

240
»
de prova secca.

....

300
3

Malvasia
e
2.a...................360

sosraokxoj
3

»

.lho
....................................
400
t>

Malvt. a

Bastardo
e
Moscatel
a

500
3

Roncão........................................ 700
»

Velho
de

1854

....
600
3

a

retalho

par&

meza

60 e
80,

o

quartilho

tinto,

e branco 120.
Responde-se e

garante-se

a

pureza

e

boa
qualidade

de
lodos

estes

vinhos,

po­
dendo todo

e

qualquer

consumidor
man-

dal-o

experimentar

por

meio de

qualquer

processo

cbymico.

(
tt
41)
DINHEIRO A JURO
A
confraria

de

Santo

Amaro

da


Primaz,
tem

para
mutuar,

a

quantia

de

500^000
reis.

(2065)
Dinheiro a
juro
Ha

na confraria de

Santo
Antonio
da
Praça

Municipal a
quantia de
650$000
reis

para
mutuar.
O

secretario—
Padre
Fran­
cisco

Maria.
(2117)
ALUGAM-SE

as
casas n.°
21,

no
Campo

Novo
do
Reduto,

nobres

e

com
muitos
commodos. Trata-se
na casa
imme-
diata

n.°

22.
(981)
Os

Kebuçados
ntytilieoM,
de na
­
tureza
balsamica,

calmante,

peitoral

e
ex-
pectorante,
são o
melhor

dos
remedios

até
hoje

conhecidos
nas
doenças

tossicolosas.
Caixa

200 reis.—
Meia
caixa
100
reis.
Unico

deposito

no
Porto,
PHARMA
­
CIA CENTRAL, rua
de
Santo

Antonio,

227.
Unico
deposito

em

Braga,

PHARMA­
CIA

DOS ORPHÃOS,

praça

Municipal.
(2080)
rsau iwíÃo
dentista
APPROVADO
PELA
ESCOLA MEDICO-CIRURGI-
CA
DO PORTO
Rua

de

S.

Marcos n.°
19.
BRAGA.
Faz

tudo
quanto
diz
respeito
á sqp

arte

e

conlinúa
operando
grátis, pobres
e
•toldados.
(2159)
LECCIONACÀO
Na

rua
Direita

da Cruz de Pedra,

n.°

38

lecciona-se
PHILOSOPH1A,
RHETO-
RICA

e
FRANCEZ.
Habilila-se
para

exame.
COFRE
DE
FERRO
Quem
o

tenha para
vender,

falle na
rua

Nova
n.°-
4.
Folhinha Civil
on de Algibeira
Acha-se

á

venda

na
rua
Nova
n.°

4
e

na
rua
do
Souto
na
vestimentaria

Ro­
cha
e

em todas
as

localidades
do
costu
­
me.
Preço
50
reis.
S
IIIPI®
MACHINAS

PARA
COSER
1L. E €«
AS
DA
Companhia fabril SINGER
17

rua de S. Vicente—17
BRAGA
As
melhores
machinas

para
costura
que

todo

o

mundo

conhece

e
que
nunca

tive
­
ram

rival.
Vçndeu no anno
de

1877,

SS«:S19
machinas
de

costura!!!

mais

SO:A9«
que

em

1876.
A
Companhia

Fabril
Vende

as

suas

magnificas
e
sempre
acreditadas

machinas,

ao

alcance
de

todas

as

fortunas,

a prestações

de

54;®

reis
aemanaes

sem

prestação

de

entrada
ou

10

por cento
a

menos

a
prompto

paga
­
mento.
MACHINAS
LEGITIMAS
Para
famílias, alfaiates, costureiras,
chapelleiros
e
sapateiros
4

COMPANHIA

FABRIL
Garante
todas

as
suas

machinas não


no seu
bello

trabalho,
como

na
sua
immensa
duração,

com séria

garantia.
Avisamos

o
publico que te­
nha
todo
o cuidado
para
não
ser
enganado

com as machinas
imitações, como
algumas
pes­
soas, por infelicidade d’ellas, o
tem
sido.
As
machinas

legitimas
sivgesz


se

encontram

á

venda
na

Sub-succursal

da
COMPANHIA
FABRIL SINGER
17, RUA DE
S.
VICENTE, 17
BRAGA
e
nas

casas
estabelecidas
em

todas

a ca
­
pitães

dos

dislrictos

de
Portugal

e His-

panha.
Ensino

esmerado

e

grátis

em

casa

(do

comprador.
Peçam

cathalogos

illustrados
com

lista,

de
preços, que
se

enviarão

GRÁTIS.
(2187)
2
los, fazendo as vezes de fogo
e não deixando
vestígios
do
seu emprego M
ighbl
, pharmv-
ceutico
em Alx
(na Provença) Franca. —
Preço 1,000
reis. —Em
Lisboa,

o
snr.

Barreto,

Lcreto,

n
0
28—03.

(.25)
RESPONSÁVEL—Luiz Baplista da Silva.
BRAGA, TYPOGRAPHIA
LUSITANA—
1879.