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Parte de N.º 890 de 28/01/1879

conteúdo
FCirilA
E&EE.IGIOSA, ■■<£&EL/BTJC ICA Eí NOTICIOSA.
REDACTORES—
D. Miguel JSolto-Mayor

e
Dr. Custodio Velloso.—DIRECTOR—Antonio Joaquim 'de Mesquita Pimentel.
7.°
ANNO
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes.................................... 1&600
»
6
»...............................
Correspondências partic. cada linha
Annuncios
cada
linha........................
Repetição
...............................................
850
40
20
10
PUBLIGA-SE
ÁS TERÇAS.
QUINTAS
E SABBADOS.
PREÇO DA
ASSIGNATURA
Províncias,
12 mezes..............................2&000
»
6
......
1^050
»
sendo
duas assignaturas 3à600
Brazil,
12 mezes,
moeda forte. . 3&600
Folha
avulso..................................... 10
N.° 890
B

ISFà, A O-
TERÇA-FEIRA 28
DE JANEIRO DE 1879
Para

governo
dos
catholicos

sinceros,

e

cabal desengano

dos

catholicos

accom-
modaticios,

vamos

trancrever
o
seguinte
artigo

da

auctorisada

revista
religiosa

ita­
liana

«Uni


Catholica»

approveitando-

nos
da

versão,

que

do
mesmo

artigo
fez

o

nosso
collega

Palavra»

do

que

pe
­
dimos
vénia.
Comparem
os
leitores

a
doutrina

d

es-
le

artigo
com

o

que
por
veses
temos

sus
­
tentado
no
«Commercio
do

Minho»,

e

ve
­
jam

se

os

havemos illudido
quando
lhes
afíirmamos

que

entre
o

Catholicismo

e

as

instituições

emanadas

do

princioio

re­
volucionário

toda
a
transacção
é

impossí­
vel.
«
Um

progrvmma
inaceitável

e

um

outro

programma

aceitabilissimo
«..

Approximar

o
momento
desejado

no qual
se
possa
di
­
zer:

justitia et
pax

osculalae

sunl»~-(Carta

do

conde

Sclo-

pis,

de

23

de
janeiro
de
1878).
«O «Osservatore
Romano»

de
5

de

janeiro
publica
em

typo

graúdo

as
se­
guintes

linhas:
«Differentes

jornaes

trazem

a
noticia,
e

até

algons

d’
elles

telegrammas

de Ro
­
ma,

em

que

se
diz

ter

havido

varias

reuniões

de
Commissões
eleiloraes

calho-
licas,

com
a

intervenção

de personagens

conspícuos,

nas
quaes

se teria
delibera­
do

adherir

em

principio
á

carta

publicada
pelo

conde

de Masino

para

a formação

de
um

partido
conservador.

A

estas

noti­
cias

oppomos

um
cathegorico
desmentido.

Nenhuma

commissão

catholica

se

ha

reu
­
nido

até

agora
em Roma.
Em

lodo

o

caso

não

poderia
jámais ser

assumpto
das
suas

discussões

um
programma

que,

para

todo

o
verdadeiro

catholico,

é erroneo

em

principio,
e
por

conseguinte
inaceitá
­
vel».
Se

os nossos
leitores
não
conhecem
este

programma,
saibam
que

se

póde
reduzir
a

dous
capítulos:

«aceitar

os

fados

consummados

e

ao

mesmo
tempo

as
instituições

liberaes,

com

o
fim

de
me-

Ihoral-as».

Ora,

este

programma
é
de­
clarado

erroneo

em

principio.

A
theoria

dos

factos
cosummados
foi condemnada

pelo
Syllabus

em
o
n.°

61
onde
se

re­
prova

a

proposição
que

diz:

Forlunata
facti
injuslilia

nullum
juris sanclitati
detrimenlum

offert.
Nem
vale

allegar

a

divina

Providencia

que

deixou
levar a
cabo
certas

empresas,
não

se

movendo

uma

folha

sem

o
seu
querer,
como
diz
o
provérbio,
e

entrando
tudo

na
ordem da
mesma
Providencia,

a

qual

permitte

cer
­
tos
factos

por
seus,
imperscrutáveis
desí­
gnios,
entrando
n

elles
até
mesmo
o

at-

tentado
dos

Moncasis
contra
o
rei
de

Hespanha.
Os

erros

que

se

referem
ao
liberalis­
mo

estão

solemnemente

condemnados

no

§

10
do
Syllabus

e

principalmente

nas

quatro

ultimas

proposições:

por conse
­
guinte

as

instituições
que

se fundam

so
­
bre
aquelles

erros

não
podem

de

nenhum

modo

ser
aceitas por

muito

que se
te
­
nha

boa
intenção
de
melhoral-as.

Agora,
se

o
conde

de

Masino,

o

qual
foi

cer
­
tamente
movido

por
bom
fim

no
fazer
a
sua
proposta,

considerar
por

um

pou­
co

as

proposições

que
nós

citamos,
con
­
virá

também

elle

com

o «Osservatore Ro
­
mano»
em
que

o

seu

programma era

veroneo
em

principio

e
por

tanto
ina
­
ceitável».
E
como

aquillo
que

é erroneo

em

prin
­
cipio

não

póde
chegar
a bom

termo,

quan­
do

mesmo
aquelle
programma

fosse

acei
­
to,

de

nada

teria

servido;

e
os
catholicos
em

Monteciiorio,

com
uma
especie
de
transacção,

teriam

perdido

toda a
sua
força,

tornando-se

o

escarneo dos

adver
­
sários.

Uma
carta do conde Sclopis,

es-

cripta

de Turin
a
3
de
janeiro

de

78,
isto
é
40
dias

antes
da

sua

morte,
ma
­
nifestava

o

desejo

de

que «haja um
ac-

cordo

entre
a
auctoridade
religiosa

e
o
poder

civil
na

Italia.

Até
mesmo

creio

(acrescentava

o

dito
conde)

que
a

sorte
do

reino
italiano

não
se tornará
segura,
se

não

se chegar
áquella
approximação.

Quereria

(continua

elle) que
se

formasse
um
verdadeiro
partido
conservador
na­
cional,

o qual
se

affirmasse com vistas

claramente
religiosas

e

liberaes.

Entendo
de
verdadeira
religião
não

contaminada
por

espirito
de

partido,

e

de

verdadeiro
liberalismo,
não
infectado

pela

peste revo
­
lucionaria».
Todas
estas,
em

substancia, eram bel-
las
phrases;
mas

o conde

Sclopis

contém

as bases

do

unico
programma
verdadeiro
em
principio,
e

por

conseguinte

aceitavel

para

os

catholicos.
O

beijo
da

paz deve
ser
precedido
pelo

triumpho

da

justiça:

Justitia et
pax.

Nao
vse deve

dezejar
simplesmente

a

paz,

mas

querer
primeiro a

justiça,

que á
paz

sómente
póde

conduzir;
pois que
sem

justiça
é

impossível

a
paz.

Por
tanto
,a
primeira
coisa

qne

se

deve

inquirir
é

se

certos fados

consummados

foram jus­
tos,

longe

de

reconhecel-os,
se

devem
combater

legalmente

em
nome
da justiça
por

amor da

paz.

Reconhecendo-se

a

in­
justiça,



porque
foi consummada, põe-

se

um

obstáculo

invencível

ao

consegui-

mento
da
paz.
Oh!

merece

ser

lido
e
considerado

o

Psalmo
54,

do
qual

o conde
Sclopis ex-
trahiu
a
formula

dos

seus
desejos.

Mise
­
ricórdia

et
v

ritas

obviaverunl

sibis:

oeu-
me

primeiro

o encontro

da
misericórdia
e

da

verdade;

não

da
misericórdia

e

do

erro;

e
depois
d
’aquelki

encontro

seguiu-

se

a

justiça
com

a
paz.
Verdade

e

jus­
tiça,
eis
pois
o unico

programma

possí­
vel

dos

catholicos.

E

ainda

quando

fos
­
semos
pouquíssimos
a

sustental-o,
o
que
importaria?

Não
foi
por

ventura

chamado
pussillus
grex

aquelle
a
quem

o

Pae

ce
­
leste
se

dignou
conceder

o

seu
reino?

A
nossa

força
não

está

no
numero

das
pes
­
soas,
mas
na

virtude
da

nossa



e

na

solidez
dos
nossos

princípios;

e

quando
a
Deus
approuver
conseguiremos

a desejada

vicloria».
Cori^eapondencit* j>í*rtic«ih»r do
«tCommercio do
Jlinlio»
Paris,
Í7
de

janeiro
Muitos

acontecimentos
se

leem

passa­
do, depois
da

minha

ultima
carta Ti­
vemos
ha

pouco

as

eleições

senatoriaes,
que
produsiram

um

ruido

formidável. De
82

senadores

a
eleger,
66
eleitos
decla­
raram
alto
e
bom
som

a

sua

adhesão
aos

programmas
da
demagogia; só

trium-

pharam

16

conservadores,
e
todos
estes
francamente

realistas.

As
esquerdas ti­
nham
no Senado
uma

minoria

de

15 vo
­
tos;
adquiriram
agora

maioria
excedente
a 50.
Vão

pois
devorar-se
reciprocamente
sem

obstáculo,

até

a

extincção
total

da

republica,

o

que não
vem
longe.
Os

ac-

cidentes

eleiloraes

não
leem
muitas,
ve
­
zes

senão
um

resultado
nediocre;
d
’esla

porém

tiveram
uma

importância
maior.

Elles
testimunham
irrecusavelmente

que
não

ha,

entre

nós, senão dois
partidos,
duas

causas

a seguir: a

republica,

e
a
tnonarchia
tradicional,—
unico

porto

de
salvamento.
Quando

a

demagogia,

que
é

a

nossa

senhora actual,
se

tomar
odiosa

e

impossível

por

seus
proprios
excessos,

então
os

monarchicos
obrarão,

e,
espe-

ramol-o,
chegarão

a

livrar-nos

d

este

re­
gime

que

traz
comsigo incerteza

e

perturbações.
As duas camaras

abriram
as suas

sessões.

Honlem

foi-lhes
communicado o
programma

do

gabinete,

o
qual
não

tar
­
dará

a

provocar

uma

crise
das mais

im­
portantes.

Ninguém,

effectivamente,
ficou
satisfeito

com

esse
programma.

Pretende­
ram

satisfazer
certas

exigências

das

es­
querdas;

concede-se-lhes

o
perdão de
quasi

todos

os

condemnados

da
Communa,

re

considera-se
sobre

a

lei

da

liberdade
do
ensino superior,

faz-se-lhes,
n’
uma pala
­
vra,

numerosas

concessões, mas
as

es­
querdas

acham

que
tudo

isso
ainda

é

pouco.

Porisso,

ao

passo

que no
Senado

a leitura
d

aquelle
documento era

aco­
lhida com
uma
sympathia
relativa, na

camara



encontrava
indifferença.

Pen­
sa-se
geralmente

que

o
gabinete
será

obrigado

a

dar

a

sua demissão:

sabel-o-
hemos
brevemente,

porque
vae
ter
logar,
na

segunda-feira,

uma

interpellação
em

que

elle
será

forçado

até

ás

ultimas
trin
­
cheiras
Os
conservadores não

intervirão
n’
estes
debates; elles só
podem

contris­
tar-se

pela

direcção

que

fatalraente vae
ser

imposta

ao

poder,

pelas

perturbações
que se

prometem
e

pelas
que

se

lhes

hão
de
seguir.
Estarão

prestes,

como

vos

di­
zia

acima,
a

aproveitar-se

das

faltas

da

maioria
actual,

afim
de
que

n

um
mo­
mento
dado

possam

substituir

o

grito

de

«Viva
a

Republica»

! pelo de
«Viva

o

Rei»
!
Mas

antes de chegarmos
a
esse ponto,
é
forçoso

confessar

que
nós
atravessamos
um periodo

diflicil. Agora

qne
se

abriu
o

verdadeiro
periodo

de

acção

republi
­
cana,

tomará

o

maior
incremento

a
per­
seguição
religiosa,

e

os
ultrages

aos catho
­
licos

pelos
quaes
se

tem
até

hoje

cara-

cterisado

o
regime.


vários
prefeitos
leem
supprimido o

ensino

dos
Irmãos;
certas

municipalidades,
abonando
20:000
francos
ás

escolas

leigas,
supprimem

os

recursos

das
outras;
os
«maires»

em

pessoa

expulsam os

Irmãos
das

suas

es
­
colas;

os
edis*
de Conslanlina

decidem,

em
menospreso da lei, opporem-se
á

en­
trada
solemne

do

seu

bispo.

Tudo

isto

não

é
senão
o

preludio

do
que

se

vae
emprehender
contra

a

Egreja.

A
todos

es
­
tes
prelúdios

d

um

novo
93,

accrescente-
mos a

abertura d
’uma

subscripção

para
a erecção d

uma

estatua

a

Robespierre,
em

Arras,

e

a

abertura d’
uma

egreja

catholica

gallicana,
em Paris,

na qual

os
oílicios serão

celebrados

em
francez
pelo

padre Jacintho.

Este
apóstata

não

tem
aqui

ao
menos
o
mérito

da
inven­
ção, porque

a

mesma
comedia
sacrílega

foi

representada,
em

1830,

pelo abbade

Chatel,
que
morreu no
despreso

e

na

miséria.
O

ministro

da

guerra,

particularmente
hostil

aos

radicaes,
acaba
de

ser

substi­
tuído
pelo
general
Gresley,

oíficial muito

respeitável,

mas

que

não
é,
segundo

to­
das
as

probabilidades,

mais que
um
titu
­
lar
interino.
O

snr.
Gambetta

tem,

ácer-

ca

d

esta

pasta,

vistas

muito
accentua-

das;

pretende
nada
menos que destruir

a

nossa
organisação
militar.
Porisso

o

snr.
Gresley
não
lhe
convém
de modo

algum;
precisa
d

um «civil»
para

execu
­
tar

as

suas ordens.

Declara

elle

ao

ma
­
rechal

que

tem

ainda

a

fazer

esta con
­
cessão.

Consentirá,

porventura,

o

presi­
dente

da

republica
em

submelter-se
ás
imperiosas
condições do

snr.

Gambetta?
Duvido,

e crê-se
que
o
marechal

prefe
­
riria
retirar-se a
entregar

o

exercito

nas
mãos
de
quem

para logo

o
submetteria
á

sua

direcção

puramente

parlamentar.
Depois

do

ministro

de

guerra
será

sem

duvida
substituído o

da

instrucção

publica.
Na

sua

ultima

sessão
o
conse­
lho

municipal

de

Paris
vãmente esperou

a

communicação

prommettida,

afim

de
co
­
nhecer

a

decisão do
referido

ministro

ácêrca
da substituição
dos

professores
congreganistas
por

leigos. E assim
diz-se
que

elle
perdera a
sua
pasta
por se re­
cusar
a

atlirmar

os seus

sentimentos
an-
ti-clericaes.

Tal

será

a
sorte

de

todos

os

funccionarios,

grandes

e

pequenos,

que
se

recusarem

a

lestimunhar
a

sua

hosti­
lidade

para

com

os

catholicos.
Não
succederá
em
França
o
que

se
produz
na
Alfemanha

em
consequência
da
guerra

empenhada

pelo
governo
contra

a

religião.

O

espirito
religioso
vae

se com
­
pletamente
n

este
paiz.

São
geraes
os

gritos
d’angnslia,

e
não



dos

catholi­
cos,
mas

ainda

dos

protestantes,

os
quaes
revelam

claramente

a
profundeza
do

mal.
Os
rendimentos da

principal
egreja

de

Berlim
desceram

a

uma

cifra
tão
baixa
que

foi

forçoso suspender
o

pagamento
dos

pastores.
N
’estas
penosas
circumstan-
cias,

foi
enviada

uma deputação ao

con-

sisiorio

real, que

recusou
favorecel-os.

Está
pois

para
acontecer

uma
coisa
inau
­
dita na

capital

do

protestantismo alle-

mão:
a

sua
principal
egreja

será

fechada
por falta

de

meios
pecuniários.

Tal é
a

resolução

que
o
conselho

municipal acaba
de

tomar
,

n

uma

de

suas
ultimas

ses­
sões.
Na

Suissa
a

situação
é

aclualmente

melhor
que

a

da
Prussia.

Vão-se

apla­
nando

pouco

a

pouco

as

graves

contro
­
vérsias

que alli surgiram
entre
a

Egreja
e

o

Estado

O

Vaticano



auctorisou
os

curas

a
submelterem-se

ás leis. Porisso

foi
permiltido

a

Monsenhor
Lachal,
bis­
po

de Bale,
regressar á

sua

diocese,
de

onde

fôra
expulso.
Pelo
que
concerne
a

Monsenhor
Mermillod,
bispo

de
Gene
bra

ainda

não

houve
meio
de

chegar

a um,

accordo.

Esta
questão

demanda,

com

ef-

feito,

um
acto
da

Santa

Sé,

que
pode

nomear

para
uma

outra

diocese

este

pre­
lado.
Aclualmente

acha-se
elle gravemente

enfermo
n

uma

localidade
da fronteira.
Lisboa,
39 de
janeiro
ile 1899.
(Do
nosso
correspondente).
Sexta-feira,

17, houve

grande
corrida

de

novilhos,
no

circo

Occidental d

esta
cidade.

Alguns
dos bixos
eram

bravíssi­
mos. A
praça

esteve

muito concorrida.
O

Victorino
d’
aquella
arena,
que
lem
sido

lheatro
de

tantas,

e

tão tristemen-

le
celebres peripécias,
não

se

ostentou
demasiadamente

habil
na
direcção
do
gran
­
de espectaculo.
Coitado! quer,
mas
não
póde.

Está

velhote.
A
cousa
acabou
em
balbúrdia.
Os

animaes,

eram

fallantes,
e

disse
­
ram

alguns

cousas

do
arco

da

velha.
As
funcções
promettem
muito.
Os

palanques

são

alli
francos a toda

a

gente;

mas não
penseis,
porisso, que

tudo



é

gratuito. O

povo
paga
as

fes
­
tas,

embora
lhe

digam
que póde
entrar

de graça, rir

de
graça,

mas

baixinho,
para
não
incommodar

os

que
alli

atropel-

lam

os

dictames

de civilidade,

a

cada

momento,

dizem

alguns,
porque
não
be
­
beram

chá

em pequenos,
o que

impugno,
porque

toda

aquella
troupe
sahida,

na
sua

immensa

maioria,

da

copa
do
chapéu
mi
­



nisterial,

veste

casaca,
e
calça

luva

bran
­
ca

e bota

de

polimento,

o

que

de
certo
mostra
que

foi cuidadosamente
dirigida
desde
o berço.
Continuam
alguns
dos

môxos
do
ou­
tro
lado a

presagiar

a

próxima
queda

da
situação;

os profanos,
porém,

como

não

pescam
nada
dos

mysterios
da
egreja
Li
­
beral,
não

estão
pelos

autos.
Elles

vèem

o

poder

cada vez

mais
querido

da

dynastia,
e

da

força
armada;
tem

grande

maioria
nas
duas

casas
do

parlamento,

por

consequência,
acabam
por

negar
que
o
ministério
se

estorça


no
leito
da
agonia.
Comtudo,
é

possivel

que
venha

al
­
guma dôr

de dentes

alluir
o

edifício,

e

pregue

com

elle
na

valia

dos

ministérios
defunctos,
embora

a

camara

dos
Cocós
embirre
agora
muito

com

ellas,
as val­
ias.
Mas,

meu amigo,
se
o
paiz
visse

o

Fontes,

e

companhia,

pelas
costas,

crêde
qne
applaudiria,

não o

simples
tacto
da
transformação,
mas
o
da

desfeita
dos

actuaes

ministros,
embora
os

que
tives­
sem

de
vir

fossem
tão

bons,
ou
peio-
res

ainda,

do
que
elles,
como
seriam.
O
paiz

sente

que

não
ha

ministério
possivel
para

pôr

um
calce
na

roda

dos

infortúnios
públicos, emquanto
se

não

ope
­
rar

uma

mudança radical

no modo
de

ser
político da

nação;

mas,
não

sei
porque,
deseja que

a

regeneração
entre
quanto
antes

era
ferias.
Será,
antes

de

tudo,
porque

é

o

par­
tido
do
snr.
D.

Luiz?
Talvez.
Mas,
os

da

Granja,
os

de

Avila,
os

de

Dias
Ferreira,

os

da

republica,

mais,

ou
menos
vermelha,

desde

que

o

Chefe

do
Estado
os
chamasse,

quem
duvida

de

que

a

seu
turno, lodos

os

corrilhos,

que
hoje
blasphemam
do

neto do

imperador
D.

Pedro,
o
levariam

logo

ao capilolio

em
vez

de
lhe

apontarem,
como

agora
alguns,

para
a
rocha
Tarpêa?
Vistes

que

a
«Nação» desenrolou
aos
quatro

ventos

a bandeira eleitoral.
Como

lhe
responderá

o
partido?

E'

inútil

a

resposta,
porque

a

«Nação»
não
teria

leito

o

que
fez, sem
a

annuencia

d
’elle.
Eu,

meu

amigo,

velho
soldado
do cam
­
po legitimista,
d

antes

quebrar
que

torcer,

nutro

ainda

as

ideias,

que ha

muitos
an­
nos

alimento
sobre
o
ponto.
Quero
o
progresso, quero

a

maxima

civilisação,

quero

o

pouco bom da

actoali-

dade,

regeilo

o

mau do
passado,
mas re-

pillo

o systema,

em

que
o rei
reina,

e

.não
governa.
Sou

coherente,

sou

logico,

conservan
­
do-me
no
meu

posto
d

honra.
Disse-vos

na

minha
correspondência

de
11

que apparecera
morto

em

Belem,

um

pobre

rapaz

de

15

annos,
e

qne

ain­
da se não
sabia

se
houvera
suicídio, ou
assassínio;

boje, porém,
ha
quasi

a cer
­
teza de

que
o infeliz
fôra morto,

e já

está
no

Limoeiro

um
mancebo,
filho
de

um cirurgião
da
localidade.
Prendeu

o

nm
clarim

de
cavallaria 4.
O

prezo

terá
18
ou
19

annos, e
é

um discípulo
da
es
­
cola

materialista,

que
os

amigos

do san
­
eio
D.

Pedro
vieram

estabelecer

no paiz.
Atinai

ficou
deputado
o
Veiga,

depois

de
ter posio
muito

ámoslra

as calvas

da

liberdade.
São
tão

mizeraveis
que

nem

a
si

pro
­
prios

se poupam!
Dizem-me

que

se anda

levantando,

no
campo

d

Elvas,

a

barraca,
em
que

lião-

de

petiscar

os
dous
actuaes

senhores

de

Hespanha,

e
Portugal.


se
sabe,

quem

paga é

o
pobre
povo, cujos filhos vão

para
a

cadeia,

se
pedem
á
caridade

pu­
blica

uma
fatia
de
pão para matar

a
fo
­
me,
emquanto
nas
altas

regiões

os

ban
­
quetes

se

reproduzem
diariamente, para

insulto

da

pobreza
nacional.
Segundo

li
n

um

dos

jornaes,
o

padre
Ayres

despediu-se do
púlpito,

que,
pare

ce-me,
não

perderá

nada

com

isso,

em
­
bora
todos
os

recursos
oratorios
do
allu
-
dido
sacerdote.
Foi
adjudicada

a

empreza
do

theatro

de
S

Carlos,
para

a epocha futura,

á

actual sociedade,
nm
tanto

modificada.

Como,
porém,
o
publico,

frequentador do
theatro
lyrico,

bia até
agora

alli

de
gra­
ça.
o

governo

annuiu

aos louváveis de
­
sejos
da

nova empreza,
permitlindo que
offereça

a
cada
espectador

uma

gorgeta
de 20
!)
reis

pelo

simples

facto
de
dar
algumas

voltas

no salão, além
da

mui

sen
­
sível

reducção
do
preço

dos

diversos

lo-

gares
d

aquella

casa

d

espectaculos!
E

original,

mas
não

admiravel
n’
esta

epocha
de

rasgadissimas

liberdades.

Vê-

de
se ha
razão
plausível

para
se

estra
­
nhar

que

o
fisco exija, cada anno,

25
contos
de
reis
para

o

theatro
lyrico

de

Lisboa!
E

as

freiras a
morrerem

de

fome!
E

os
infelizes officiaes

realistas a men­
digarem,
com risco

de irem
para

o

Li
­
moeiro!
E

os

habitantes

da

capital a
sustenta
­
rem os guardas
noturnos,
além

do

mui
­
to

que
lhes
pede

o
fisco

para a

ma
­
nutenção

da

policia

militar,

e
civil!
E

<>s

treatros

portuguezes sem

a

mi-

nima

protecção

governativa!
E
o

professorado
oflicial

em

quasi

per
­
manente

jejum!
E

as
classes
proletárias
esmagadas
pelo

insupportavel

pezo dos

impostos,

para

que
a
liberdade

tripudie,

para

que

a

orgia

revolucionaria
continue,

e
escandalise

o

paiz!
Elles
não

páram

na

estrada

da op-

pressão

contra este

povo

incrivelmente
docil;
não

cançará

porém

nunca

de

lhes

apregoar

as
manhas
O vosso

obscuro

respondente
A.
Idem
S5.
«Odio

velho

não cança», meu
bom
redactor.
O
«Diário
Illustrado»

disse-nos,
ha
poucos

dias,

na

sua

revista
estrangeira,

qne

a recente

encyclica
de
Leão

XIII

destoava

completamente

da
virulência,

que
Pio

IX,

de saudosa
recordação,
punha

em

relevo
em

documentos
d

áquella or­
dem.
ElTeclivamente. a
alludida
encyclica

foi

acolhida

mui

benignamente

por

todos

os

governos,
e

povos,
como

obra,

que
é,

mui

bem

acabada,
e
digna

em tudo

do

Chefe

.supremo,

visivel,

da

Egreja;

eu,

porém,

e
lodos
os

catholicos, dispensá­
vamos,
de

mui

boa

vontade,
os encó
­
mios

que o liberalismo
prodigalisa

áquel-
le
acto

do Pontífice-Rei.
Leão XIII

não

carece,

de
certo,
dos

louvores

do

seu

apostado

inimigo,
o
li
­
beralismo.
Pio
IX,

o
grande
Pio

IX, condemnou
a

liberdade
dos

liberaes,

porisso

elles,

pa­
ra
verem se podem
empanar
a

aureola
de

gloria, que
cérca

o
nome
immortal

do

illuslre

Pontífice

da Immactilada,

queimam
agora incenso
diante

da
encyclica

de
Leão
XIII,

embora

lhe
queiram
tanto,

quanto
que
iam
a Pio

IX.
E
não

permitia
Deus

qne
o
libera
­
lismo,
tal qual

é,

seja

amigo do
Vigário
de

Christo!
Mal,

muito
mal,
iria
ao
calholicismo,
se

o primeiro Pastor
do rebanho

do

Sal­
vador

do
mundo

merecêra

a
boa

sombra
da
revolução!
Todavia,

não
temamos:
o

leme
da

bar
ca

de

Pedro

está

em mão

de mestre,

que a
dirigirá,
certamcnte,
incólume

ao
porto

de

salvamento.
O

liberalismo

passará; o
catholicismo,

prevalecerá,

porque

lhe
garante

a

exis­
tência
até

o
fim

dos
tempos,

a

promes
­
sa

do

seu

Divino

Fundador.
O

nosso
Diário

de
Noticias

vem

á
es
­
tacada,
vestido com

as

suas armas de

mais
fina

tempera,
bater-se

pela

Revista

do
theatro do
Príncipe

(não

real...)
Estava-lhe

cahindo!
Segundo

o jornal

dos

Calafates

não

ha

nada
melhor.
Pois
não
será
a primeira

das come­
dias

a

que

mais
gentilmente

offende a

Re­
ligião.

e

a
inoral publica?
Oh!

se

é!
Porisso,

o
«Diário

de

Noticias»
que­
bra

lanças

pela

excellenie producção
do
snr. Sousa Bastos.
O

impagavel
incolor
acha
innocentis-

sima

a

Revista;
e

todavia,
ainda

antes
de

começar

o espectaculo

o publico

lê, n’um

dos

panos

estes

chistosos,

e

mui devotos

versos:
«A
Lourdes! A
Lourdes!
«O

cego...
já vê!
«A

paralylica...


anda!
«Os

patos


..

cahem!
Depois
vem
a
deshonesti fade
do

sacer
­
dócio,
as
ambições

clericaes,

umas
coplas

de

um

asylado saturadas
de

suas
trans
­
parentes
obscenidades,
etc.

etc.
etc.
A

tudo
isto chama

o

«Diário de

No
­
ticias»

critica

ligeira,

inoffensiva,
e
es­
pirituosa!
Árcades

ambo.
Mais

uma

rigissima

bofetada

na

face

do

paiz

pelos

que

foram
até

ha

pouco
es­
cravos

da

corôa
portugueza!
Bolor

rebellou-se, e,
segundo

noticias
chegadas
ultiraamente,
o

numero
dos
de-
gollados

pelos

revoltosos

elevou-se
a
tre
­
zentos,
inclusive,

dous

officiaes,

e

cin-
coenta
praças
de

pret
ao
serviço do

go­
verno!
O

ultramar,
meu

amigo,

parece

ir
cor­
rendo

com

toda
a velocidade
para
o

do-

monio
exlranho.
Como

poderiam

as
colonias
deixar

de

gemer

no
estado

de anarchia, de

em
­
brutecimento,

e

de

mais

ou

menos pró­
xima

dissolução,

dirigidas

por auctorida-

des
enviadas

da
metropole, subjeita
ao

poder liberal?
Se

tudo

aqui anda,
como

anda,
em

regra,

tudo

sob

a direcção

de

um gover
­
no

imbecil,

e
egoísta,

que
admira

que
o

ultramar se
debata

em

terrível
lucta

com
as

vascas

da

morte?
Dizem

que

o

governo
vae

mandar

um

vaso

de
guerra,

e alguma

gente
de

de­
sembarque,

á

África;

mas

applicando-lhe

o

adagio

«Depois da
casa

roubada,

tran
­
cas
na

porta».
E

para

que

vejaes

até

onde
se

eleva

o

desejo

do ministério de informar

o

paiz

de

qualquer

acontecimento,

mais
ou
menos
grave,
basta
que
vos
diga

que
foi
preciso

que
um
membro
do

parla­
mento
perguntasse
ao

ministro

da mari
­
nha

se

lhe constava
alguma

cousa

ácer-

ca

de

um

suecesso

de

todo

ponto deplo­
rável

no ultramar,
para

que aquelle

se
­
cretario
(Testado

annunciasse

com

todo
laconismo

possivel,
a
fatal

nova

de

Bolor!
E


a
consideração,
que
um
ministro
liberal
presta
ao
paiz!
Com

tudo,
o

povo

é

soberano...
Para

que
vos
não

envie
apenas
más

novas,
dir-vos-hei,

(talvez

o
não

igno­
reis)

que
a
Rainha

viuva

do
Rei

Mar-
tyr,
prescindiu

da

mesada,

que
o
parti­
do
legitimista

lhe
offerecia
para

alimento

da Familia Real
exilada.
A

carta,

que
a

virtuosa

Mãe do
Rei
legitimo
acaba
de
dirigir
ás

nobres

da­
mas

legitimistas,

é
mais
um

documento

de
todo

ponto
eloquente,

da

inconcussa

abnegação,

e

fino
amor
da

snr.
a
D.

Ade
­
laide
pela

sua

patria adoptiva.
Què
presuasivo

contraste

entre

uma

Princeza condemnada
pela

revolução
a

vi­
ver

longe

da

patria,

que

estremece,

e
os
in
­
trusos,
que

vestem

o
manto

da realesa

no

campo

da

liberdade!...
Emquanto

aquella
cede
dos

auxílios

pecuniários

que
os
portuguezes

fieis

lhe

enviavam para
lhe

suavisar

as

agruras

de

uma existência

pobre,

mas
heroicamente

supportada,

estes não

ouvem

os

clamores

do
povo

em

lucta

com
insuperáveis
diíli-

culdades;
recebem do

lhesouro centenas
de

contos

de
reis,

que
o
(isco vae

bus­
car
á

algibeira
do
povo,
emquanto

que
innumeros

filhos

d’
elle
não
teem
uma
fa
­
lia

de pão,
que

lhes
mate

a

fome!
E’

que
uns

são paes
do
povo,

e
os
outros

padrastos

d

elle.
Vi

pelo

vosso
excellente

jornal
de2l
que
não

tínheis
recebido

a minha

corres­
pondência
até

á
hora

de
entrar no

prélo

a

folha.
Assevero
que.

amelli

tTuma

das

caixas
do

correio.
Parece-me

que

não foi

a

primeira
falta

d

elle,
pois não

vi

pu

biicada

outra,
qne
vos enviara ha tempo.

Não

maravilha.

Tudo

assim

anda.
Todo
vosso
A.
Mim
lltua
lembmnça estupidn.—
Não

tem outra qualificação aquella

que
atra
­
vessou

o
bestunto

do

snr.

vereador
que

mandou
collocar
um
ourinol

debaixo
da
arcada
da
Lapa
e

junto

á

porta

do

café

mais

concorrido
da

cidade!
Realmente
não

atinamos
com

a expli
­
cação

d
’estas

coisas.
Salvo
se
um

tal

pre
­
sente

teve

em

vista

pagar
ao
snr.

Vianna

os
serviços

'‘
que
s.

s.
a
prestou
por

occa-

sião

das
ultimas

eleições

camararias.
Ainda

que assim

seja, não
é

unica­
mente

o

snr.

Vianna

o

mimoseado,

é-o
também

o

publico
que

vae

ao

seu
esta
­
belecimento

e

oque

frequenta

o passeio

mais
concorrido
de

Braga.
Pois

não

haveria

ura

outro

logar
mais
appropriado

para
a collocação

d
’aquelle

ou
­
rinol,
como,
por
exemplo,

no

largo

da

Lapa ?
Mas

se
attendeu

a

afõrmosear

as

novas obras
da

arcada,

e,
como

acima di­
zemos,

a

retribuir

os
serviços
do
snr.

Cu­
nha
Vianna.
E

tanto

é

assim,

que nos consta
que
o
auctor
da

lembrança
—o

qual
não

temos
a

honra

de
conhecer—
dissera,

depois
de

ter
lido
a opinião

dos
nossos
collegas,
que
sentia

não

ter

espaço

alli

para
man
­
dar

collocar,

em

vez de
um,

seis

ouri-

noes.
Piramidal!
Seja
como

fôr,
nós vamos
pedir

á

ex.
,na

camara

que,

por honra
própria
e
para
credito

de nós

lodos,
mande

remo
­
ver

do

logar

d

onde está,
aquelle
escarro.
Tbeatro.

Debutou
ante-honiem

a

Companhia
Dramatica
Portugueza.
Subiu

á scena
o

drama
em
5
actos,
Helena.
Como

luctamos

com
falta
d

espaço,
não podemos
dar

desenvolvida apreciação
do

desempenho.
Diremos

apenas
que
agra
­
dou
geralmenle,

e
que
a
companhia conta

artistas

de excellente aptidão para a
scena.
A

manhã
é
a
segunda

recita

de assi-

gnatura.

Represenla-se
o
drama
em

4

acios,

de
Ernesto Biester—
Abnegação.
Sopa eecononiíea.—
Veio
ao

nosso
escriptorio
um dislinclo

cavalheiro

d

esta

cidade,

pedir-nos
para
que

pelo
nosso

jornal fosse

lembrada

a
organisação d

uma

commissão

permanente,

que

tivesse
por

fim

distribuir

aos
pobres

utna

sopa eco
­
nómica,
e
que

seria

muito

para

louvar

que

a

auctoridade

civil

auxiliasse

a rea-

lisação d
’esle
sublime

pensamento,
dispen
­
sando-lhe

para isso

alguma
parte

dos
re
­
síduos
das
confrarias.
O
cavalheiro

a
que

alludimos,

está

prompto
a concorrer

mensalmente
com
a

parte

que
lhe

couber
em

rateio para

esse
effeilo.
Ahi

fica
a

lembrança,

verdadeíramenle

filha
d

utn
coração
bem
formado.

Oxalá

que venha
a

ter
realidade.
S&£«iniitn
d’ourive«.—
Segundo

nos

informam,
leve

logar
anle-lionlem
no

Porto

uma

reunião

d
’ourives,

em

numero

de
quinhentos

e
tantos,

para se discutir
um

relalorio

que tem
de
ser

apresentado

ao

governo

e

onde
se mostra

a

necessi
­
dade d’
uma

radical

reforma

na
ourivesa
­
ria

e

se

indicam

os
meios
e
as
bases

de

a

levar

a

effeilo

para conveniência
de

to
­
da a classe

e
interesse

do

publico.

Di
­
zem-nos

que

fôra
plenamente

approvado.
Sobre

este

negocio de

ourivesaria,

de

que
se
tem
occupado
muitos
jornalistas
e em

particular

o

nosso

collega,

o
«Ami­
go

do
Popo»,

brevemente
fallaremos

mais

desenvolvidamente,
porque
assim

o
recla­
ma o

dever

d

um

jornal,
que

tomara
sempre
a

peito

as

questõos

de

interesse

publico, dôa
a quem

doer.
Portugal antigo e mtnierno.—
Temos

presente
o

fascículo
13!
do

dic-

cionario Portugal

antigo

e
moderno,
pelo

indefesso

investigador

Pinho

Leal.
Comprehende

as
folhas

10

e
11
do

volume

VIII,
e

corre
de
lettras

R

E

R
a
R

I
B.
A £'iviiãwteçãí» CatboS
»ea.

Rece­
bemos

o

n.°
4

d

esta
excellente
revista,

redigida

pelo
snr.
dr.

Luiz
Mana

da

Silva

Ramos,
lente

Cáthedratico

da
facul­
dade

de lheologia
na

Universidade
de

Coimbra,

e

editorada

pelo

snr.

Chardon.
Eis

o
seu
suminario:
O

padre Secchi

Problemas
sociaes

A

cosmogonia

genesiaca
perante
a
plnlo-
sophia

e

a
sciencia

A

historia
de
Ga-
lileu
—Berlim
e

Vaticano

Noticias

scien-

tificas

Movimento

catholico no mundo


Bibliographia.
«Ha lembrnnçHS qu» p«r*eem
esiinecimentoH». —
Diz

assim

o

povo,
e

ás vezes

tem
razão.

Senão

vejamos:

A
primeira
lembrança

do

Almanach.

de

Lem
­
branças
d’
este
anno,

foi
a

biographia

do

trislemente
celebre Alexandre
Herculano.

Lembrança

feliz

na
opinião

do

redactor

do

dito

Almanach;
porque

o
herege
dos

nossos

dias

devia
ficar

eternamente
lem
­
brado
no
cathalogo
das

lembranças!!
Mas

esta
lembrança
suppõe

um
es­
quecimento
da

parle

do

ilkistrado
reda­
ctor,
a

respeito
dos

seus

deveres

mais

sagrados;
e

com

effeito
só quem
se
es­
quecer

que

escreve
rTum

paiz

catholico,
para leitores
catholicos, e com
collabora-
dores
catholicos,
é

que poderá escrever
a

biographia
d
’ura
escriptor
que
feriu

desapiedadamente
em

seus
escriptos

a
Egreja,
e

que

não

duvidou
até

negar

verdades

reveladas!!
Isto

não
é
tudo.

Não

se

escreve


a

vida
do
tinado, faz-se
a

apologia

dos

seus

péssimos

escriptos,
encarregando

se
o apologista

de
descarregar

pela
sua
parte
sobre
a

Egreja

o

seu

contingente
de

amargurosas

recriminações!
Ora

a nós

parecia-nos
melhor

que

a

biographia

do

solitário

de Valle

de
Lo­
bos,

fosse

ãntes
um

esquecimento

do

que

uma

lembrança,

e isto

não



pelos
mo
­
tivos

alludidos.
mas em
-beneficio
mesmo

do

fallecido

Herculano.
Porém,
são
modos
de
pensar!...

0












catholico pensa
como

catholico, o impio,
o
atheu, o
tnaçon

etc.,
pensam

em

har­
monia
lambem

com

o seu
credo.
Com

a

diferença

que
o
primeiro
pen
­
sa

com Deus,
e
os

outros?....

qui

non

est

mecum.....
Fiquem por tanto
os
leitores
sabendo

que

o

tal Almanachsinho

tem
espinha:

tenham
cuidado

com elle

senão.... senão

elle

pica,

e as picadellas

ás

vezes
são

fa-
taes!...
Consta

que
Mgr. de

Renan

está
com

agua
na
bocca

á

espera

de
ser

exibido
no
Luzo-Brazileiro.
Tenha
paciência,
me­
nino!

talvez
para

o

anno

lhe chegue a

vez,

e

então

verá
que gabão!...
Isso é

que
ha
de

ser!!...
*
« «
PubiáeaçSes.

Agradecemos

as
se­
guintes,

de
que
recebemos

um

exemplar:
—Atra
vez d’
África

Viagem

de

Zan-

zibar

a
Benguella
,
por
V.

L.
Cameron

Traduzido

do
inglez
por

Francisco

de
Len-

castre

(Fascículo

8.°)

Editores

Mattos

Mo­
reira

8c

CA
—Lisboa.


O

Agricultor

do

Norte de

Portugal.

(N.


3
—vol.
II)—
Editor

E. Chardroa


Porto

e

Braga.

Annaes

do
collegio
de

N

Senhora
da
Conceição,

em

Lisboa,
rua

da
Esperan­
ça

n.°
224.
Director

geral

e

proprietá
­
rio

Joaquim

Lopes
Carreira
de
Mello.


1877-1878.

.


Recebemos
o
n.°
59

de

La

Naluraleza,

publicação illustra-
da

cujo
lira

é

pôr
ao alcance
de todos,

os
progressos

scientiticos
modernos.
O

seu surnmario é

o seguinte:—
Os

antílopes

Exposição

universal
de
1878


Estadistica
do matrimonio

Observatório

do

Vesuvio
-

Fauna
da
Nova-Guiné

Mis-
cellanea
--Curiosidades
aerostaticas.
Adornam-o
14 formosas
gravuras.
Faroehia
eaíliolict»
a suais
se-
ptentrionaS
«ío

uiuíh
U
—Na
pequena

cidade Hammerfesl,

capital
da ilha

de

Oualoe,
foi

ha

pouco

estabelecida

uma

Parochia,

intervindo
a bênção

de

Leão

XIII, e

a

protecção
do

Archanjo

S.
Mi
­
guel
ao
qual
é
dedicada.

Esta

ilha,

que
fica além

de
71
0

de
latitude na costa
noroeste

da
Laponia,
torna-se
notável

pe­
lo

clima

relativamente

temperado,
atten-
ta

a

não
muita

distancia
do

cabo

do

Nor­
te.

Em

quanto

por
58.°

de

latitude

os

marés

gelam,

o

porto

de
Hammerfesl,
13.°

mais
para

o

polo,

e

mais
circumvisinho
conservava-se

sempre

na

estação

liquido.
A
causa d’este-phenomeno
é
a mesma

que

influe nas
costas

de

Portugal,

e

ou
­
tras

para

que

a

temperatura
no

inverno

seja

mais

suave.
Outra

circumslancia

se

dá,

que
torna
esta

Parochia
unica
entre as
outras

da

Egreja
Catholica.
Ha

um

dia
continuo,

de

nove
mezes

e meio,

e

uma

noite

de

dois
meses

e

meio,

a
qual
começa,

em
15

de

Novembro,

e
acaba

em
31

de
ja­
neiro.

Sendo

assim

é
obvio,

que
o

calen­
dário

romano

adaptado
em

toda

a
Egre­
ja
Catholica
não
pode

vigorar

na

Paro
­
chia
de

S
Miguel

em

Hammerfest,

por­
que

durante

o
anno não
ha
senão
um

dia

e

uma
noite,

muito

desiguaes.

Por

aqui

se

vê,

que

não

havendo

meridiano

n
’esta

região

polar,

a

recitação

do

officio divino

para

o
Parodio

actual,
o

padre
Rjele-

berg

e

seus
succéssores,
assim

como o

tempo

da

celebração

do

santo
sacriticio
da

Missa,

serão
pontos
da

convenção

da

Santa


de Roma
Ahi

fiei
pois

além dos

círculos

pola
­
res,

muito além,
uma

egreja
pirochial
catholica,

de
bella

conslrucção, aberta
no

verão
passado,

assistindo

os
dignatarios
da

cidade

e

outras

pessoas em

numero
de
mil,

em

tempo
que corresponde
a

31

de

Outubro
do
precedente anno

de
1878,
pouco
antes
do

pôr

do
sol,
que

tinha

girado
sob o

horisonte
por espaço

de

nove

mezes

e
meio.
O
ponto d
’esla

parochia catholica
é

impOrtanlissimo

para o

desenvolvimento
da
Religião
Catholica
na

região
polar

do
Norte,
que
por

meado

do

século

16.0
{154?)

parece

ter-se

achado
em
melhor

estado
por

outros

logares
d
’esta

região.
Nos

Annaes
Catholicos
lê-se,

que

ó

ultimo
missionário,
no

anno
referido

en
­
viara

a Paulo

Hl
uma noticia

acerca do
estado

da

Religião
Catholica

n

esse paiz.
O

missionário
chamava-se
João
Goes,

ou
João

de

Goes.

O

indivíduo
não
será
por-

tuguez, o nome

porém

é

porltiguez.
Além do

incremento, que
da
Religião

Catholica
pode realisar-se
na zona

boreal,
quem

sabe

se

estará

reservado

para

os

missionários

catholicos
o descobrimento do

polo
do

norte,
que
tantas despezas

e
tan­
tas
vidas

tem

custado?
E

certo

que as
montanhas
de
gelo

na
altitude

de
Ham­
merfest,

diminuem

a

partir

de

60.


até

esta,

mais de

mil

metros,

o

que

torna
menos
arriscada

a viagem

na

direcção
do
polo.
Sabe-se

que

benefícios deve

a

geogra-

phia

ao

clero

catholico,
especialmente

ao

portuguez,

e
não

admirará,
que
missioná­
rios

partidos
da
mesma
zona,

donde
sahi-

ram
no século XI os
primeiros
descobri
­
dores
da

America
(se

é

que
não era já

conhecida

no

primeiro

século
da

era
vul­
gar)
caminho

do

norte,

cheguem

a des
­
cobrir a Semízona

superior,

onde

pelo

que

ja se

sabe

das
estremidades

o cli
­
ma deve
ser
o
mais
temperado,
e
appra-
sivel.
Pelo

que

fica apontado

se

conhece

como a

Profecia

de David
se

vae
reali-

sando

a respeito

do Dominio
de Jesus

Christo
pela

sua

Egreja.
Dominabitur
a
mari
usque ad

mare,
et

a
flumine
usque
ad
términos

orbis

ter-
rarum.
Psalmo
71

v.

8.

F.
O Sitilturknmpí.

«L
’Univers»

pu
­
blica
a
lista
dos

attentados

do

governo

allemão

contra

as

instituições

religiosas,

que

acaba

de
apparecer
em

todos
os

jornaes

catholicos

da

Allemanha.
E’

enorme

a

seguinte lista

de

con­
ventos

supprimidos
pelo
direito

que dá
a
força:
O convento

dos

cartuchos,
o
dos
fran-
ciscanos

em
Ais-la-Cbapelle,

Hardenber,
Pempelfor-Duseldorf;
o

dos dominicanos

em

Dusseldorf;

o
dos
jesuitas

em
Aix-
la-Chapelle,
Bonn

e

Tereuzberg-le-Bonn,

Esse

e
Colonia;

o dos

lazarislas

em
Co-
lenia, Neuss,
Malmédy.

Bedburg;

o

dos

trapistas
em

Mariawald;

o

dos

redemplo-
rislas
em Aix-la Chapelle;

o dos

religio
­
sos

do

Espirito

Santo

em
Marienlhal;

o

dos

Irmãos

das
escholas

chrislãs
em
Bo-
rutte;
o

dos

Irmãos

pobres
de
S.
Fran­
cisco

em
Aix-la-Chapelle
e
Calagnea.
Emlim,

262

pessoas

foram

expulsas

de
seus
mosteiros;
262
homens

foram
lançados
para

a

rua
a

luclar
com
a
fome!
Isto

em nome

da

liberdade!—
P.
Snr.
redactor.

Amarante

18
do
janeiro

de

1879.
Está
a
concurso

n

este

concelho
um
partido

medico,
com

o ordenado

de

qua­
trocentos

e cincoenta
mil

reis

annuaes,

e para mais,

com

labella excessivamen;e
alta!!
Por

outra,

não
ha

concurso;

di­
zem-no

bem
alto

os
camaristas

e
seus
adeptos
-proclamando
alto

e
bom
som

que
o

lugar

é
para o

dr.

Monlerrozo,
me
­
dico

de

partipo
em

Mesão-frio!..
Parece
incrível,

mas

é

certo!

Em

vis­
ta
do
que,
ninguém
mais
concorre.

Co­
nhecem

os

camaristas

regeneradores

jpu-

ros, sahidos

da

capa
do chapéo

do
ad­
ministrador,
os
quaes,
como
este,
alheios

ao

cumprimento de seus deveres,
não

leem

escruplos

de
preterir
ningenm!!
Avante

pois,
senado
amaranlino,

imi-

tae

o
vosso

Gran

Mestre

Fontes,

criai

mais

esse
pesado

encargo

para

o

conce­
lho,
não
obstante

a
desnecessidade

d’elle.
Ha
n

esta
vdla
tres
facultativos

hábeis,
ha

também

um
outro
partido

medico

ci
­
rúrgico
habilmente

desempenhado;

ha

Hos­
pital

que

admitte
francamente

lodos

os

pobres

do

concelho,
e

ainda

de

fóra;
ha

no concelho

mais

dois
facultativos distin-

clissimos,
formam

se

este

anno mais
dois,

;
e
brevemente

mais
tres,
o
que
prova

so-

Ibejarnenle
a

sem
razão
de

tal

desperdí
­
cio.
Ha

muita

cousa

a

que
se

deva
atten-

der, para

não
andar

tanto
de leve
creando

encargos

de tal

ordem,

prin-

cipalmente

em

occasião,

que a agricultu­
ra,
commercio
e industria, estão

a bra
­
ços

com

uma
grande

crise, aggravada

com

as

promessas

que
nos


a

falia
do
Thro-

oo,

ou

antes,

o

Grande Fontes,

que prin­
cipiando

a
sua

vida
política,
por
dizer
que

o
povo

póde

e
deve
pagar
mais,
ain
da

continua,

e

hade

morrer
assim,
impe
­
nitente!!
Parodiai

vós

lambem

o
grande
homem

postergando
os
interesses do
con
­
celho,
haja

coherencia

em
tudo,
não

res­
peiteis

os

vivos,
assim

como
não
respei
­
tastes

os

mortos,

dando

d

isso

um

triste

exemplo, levantando

sobre

as
cinzas
d

el-
les

urn

aqnartellamenlo

militar.
Todos
os

cidadãos

vivos

e

mortos,

fóra

da

grey

regeneradora,

são
roupa

de

fran-

cezes.

Andai,
em
quanto

ha
tempo;
mas
lembrai-vos

de
que o

povo

um dia

hade

pôr
termo
a tantas

demasias.

Nem tan
­
to
abuso,

nem
tanto
cynismo!!
Sou

com

consideração
e
estima
De

v.

etc.
(2239)

F.
THEATUO
DE
S.
GERALDO
Companhia
dramatica
portu­
gueza
Quarta-feira

29

de

janeiro

de

Í879
2.a
RECITA

DE

ASSIGNATURA
A representação
do

drama
em
4
actos,
original

do

snr.

Ernesto Biester
AK
à
I.GAÇÍO
eascena

cómica,
desempenhada
pelo
actor
Amado
FUI VES A «StA
nUQUBZA.
Principia
ás

8

horas.
SMUffi A TODOS
sem

medicina,

pur
­
gantes,

nem despezas, com
o

uso da

delicio
­
sa

farinha
de
saúde,
DD

BARRY
de
Londres.
30
»s»n»s «8’invorinvel snceemse
3

Combatendo

as

indigestões

(despe-
psias)
gastrica,
gastralgia
,
flegma,

ar,

rolos,
ventos,

flatos,

amargôr
na

bocca-
jiluitas,

nauseas,
vomitos,

irritações
intes,

linaes,

bexigas,
diarrea,
dizenteria, cólicas,

tosse,
alhsma,

falta
de
respiração,
oppressão-

congestões,
mal
dos

nervos, diabethes, debili­
dade,

todas

as desordens

no

peito,
na gar
­
ganta,
do

alito,

dos
bronebios,

da

bexi­
ga,

do

figado, dos
rins,
dos intestinos,
da

mucosa,
do
cerebro

e
do

sangue.
85.000
curas entre
as
quaes

contam-se a

do
du­
que

de

Pluskow,

da

exm.
a
snr.
a

marque-

za

de
Brehan.

de
Lord

Stuart

de
Decies,

par

d

iuglaterra,

do

douto'

e

professor

Wuiz^r,
etc.

etc.
Cura
n.°65:311.—
Vervani,

28

de
mar
­
ço
de 1866.

Senhor.—
Bendito

seja
Deus!
a

sua

Hevaleiseière
salvou-me
a
vida*
O

meu
temperamento,
naluralmete
fraco,
estava
arruinado

em

consequência
de

um-

aorrivel

dispepsia

que
durava
ha

oito
an
­
nos,

tratado

sem
resultado

algum
tavoras

vel

pelos médicos, declaravam
que

alguna
mezes de vida

me

restariam,

quando a
eminente
virtude

da

sua

RevsUeacsère
me

restituiu
a
saude.



A.
B
runeljjêre
,

cura.
Czira
n.°

45:270.



Tisica.—

M.

Ro-
berts,

d’
uma
constipação

pulmonar
com

tosse,
vomotos,

constipação

e
surdez
de
25

annos.
Cura
nA

74:442.—
Coormes,

por

Ven
­
ce

(Alpes-Maritimos),
julho

de
1871.
—«De
­
pois
que fiz
uso
da
sua
beueíica

E&eva-

iescière,
sinto

novo
vigor;
a
laryngite
de

que

soffro
ha
dois

annos

tende
a

desap-
parecer

as-im
como
os
iticommndos que

sentia

em lados
os

membros.
E
’seis

vezes

mais

nutritiva
do
que

a
car
­
ne,

sem
esquentar,
economisa
cincoenta

vezes

o seu

preço em remedios.



Preços
fixos da

venda

por
miudo
em

toda

a pe

niosula

:
Em

caixas

de folha

de lata,
de
kilo

500

;

de
'/j
kilo
800
rs

;
de
una

kilo,

1^406

reis; de
2‘
/j
kilos, 3$200
reis;

de

6

ki­
los,

6^400;
e

de

12 kilos,
12$000
rs.
Os
biscoitos
da

Revalesciére

que

se

po­
dem

comer
a
qualquer
hora,

vendem-se
em caixas
a

800
e
1^400 reis.
O
melhor chocolate para

a saúde
é
a
HtevaSeeeitère
ehoeoimtanl»;
ella
res­
titua

o

appettite,
digestão,

somoo,

energia

e
carnes
duras
ás

pessoas,

e

ás

creanças

as

mais

fracas,
e
sustenta
dez

vezes imais
}ue

a

carne,
e
que

o

chocolate

ordinário
sem .esquentar.
Em


?
em paus,
ern
caixas

de folha
d>

lata de
12

chavenas,

500 reis
;

de

24
chave

nas,
800 reis; ile
48

chavenas,

1^100

;
d;
120 chavenas,

3^200

reis,

ou
25 reis
cadí

chavenà.
MU
&
CA

UIMITEO.—
Place

Vendòme, 26,

Paris.

77
Regent-

Street,

Londres.
Valverde,

1,

Madrid.
Os

pharmaceuticos, droguistas,

mer-
cieiros,
etc.,

das

provincias
devem

diri
­
gir

os

seus
pedidos ao
deposito

Central
;

snr.

Serzedello

&

C.
a
Largo
do
Corpo

Santo
16,

lãsbot»,
(por

grosso e

miudo)
;

Azevedo

Filhos,

praça
de D.
Pedro,

31,
32;

Barrai

&
Irmãos,

rua

Áurea,
12—
For
­
no,

J.
da Sousa

Ferreira

&

Irmão,

ruã
da
Banharia, 77.
DEPOSITOS

ENTRE

DOURO

E

MI-
NH0.=Aveíro,
F. E.
da

Luz e
Costa,
pharm.

SSarceltlois, Antonio
João de

Sousa

Ramos,

pharm.. Largo
da
Ponte.

esragt»,

Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça

Municipal,
17

— Antonio

A.

Pereira
Maia,
Pharm., rua

dos Chãos

31

Pipa
&
Irmão,

rua

do

Souto.

Vianna d» Cas-
telio,
Aflonso
drog.,

rua

da Picota;
J.
A.

de

Barros,
drog.,

Rua
grande, 140.

—(iuiraarílea
A

J.
Pereira Martins,

pharm.—
Antonio

d

Araujo
Carvalho,

Cam
­
po
da
Feira,

1; José,

J.

da

silva,

drog..

Rua
da Rainha,
29
e
33.

-Fen»»®!,
Miranda,

pharm.

ã*orto.

M.

J.
de
Sou
­
sa

Ferreira

&

Irmão,

Rua

da

Banha­
ria, 77;
J.

R, de

Sequeira,

pharm.,

Casa

Vermelha;

E.
J.
Pinto,

pharm.,

Largo

dos

Loyos,

36;

Viuva

Desirè

Rahir,

Rua
de

Cedoíeita,

160;

Fontes
& C.
a,
drog;., Pra­
ça
de
D.

Pedro,
105
a

108; Antonio J.

Salgado,

Pharmacia

Central,

Rua

de
San­
to

Antonio,
225

a

227.—
Fonte
«lo Idk-
ma.
A.
J.

Rodrigues

Barbosa,

pharm.


P^voa «£o
VnraiBSM, P.
Machado

de

Oliveira,
pharma.

Valenç»
«K» vaísslio,
Francisco

José de

Sousa,

pharm.

Willa

«1®

c«nda,
A.

L.
Maia
Torr-s.
phvm.
-■
"
ít

n--[-~rr~-a

Bmnw
O

abaixo

assignado julga ter

agrede-

cido

a

todas

as

pessoas
que

se
digna­
ram

comprimental-o
por
occasião
do fal-

lecimento de
seu chorado

pae e
assisti­
rem
á
missa
do 7.°

dia,
que
por

sua
alma

celebrou
na

egreja
do convento
dos
Remedios,

bem

como a

muitos
rev.moi
senhores

sacerdotes, seus
Íntimos
amigos,
que
lhe fizeram a fineza
de

mui
espon­
taneamente
celebrarem

o Santo

Sacrifício

por
alma

de mesmo

finado;
sendo
porém
possível
ter-se
dado
alguma falta, posto

que

involuntária,
vem
reparal-a

por
este

modo,
e

a

todas

publicaraente
patentear
o
seu
indelével
reconhecimento.
Braga
24

de

janeiro
de
1879.
(2235)

Padre

Luiz
Gomes da Silva.
AHUNC10S
Feira
de Março, em Aveiro.
Por
ordem

da

camara

municipal
do

concelho

de
Aveiro,
se

faz
publico
que

todos

os negociantes
que

quizerem

concor­
rer
á
dita

feira,

farão ao

arrematante do
abarracamento,
Manoel

Antonio

Loureiro
de

Mesquita, d’
esla

cidade,
até
ao

dia 15

de
fevereiro
futuro,
a necessária

requi­
sição
da

barraca,

designando
os
lanços
que

pretendem,
sob

pena

de
que,
não
o
fazendo
até
ao

indicado
dia,
não

póde
o
mesmo

arrematante

ser

obrigado

a
con-
struil

a.
Aveiro

e

secretaria

da camara,
20
de

aneiro de

1879.
O

escrivão

da

camara
(2237)

Francisco
de

Pinho Guedes
Pinto.
Banco
Met
cantil de Braga.
A reunião
da
Assembleia

Geral
para
dar
preceito
ao

artigo

25
dos
Estatutos,
é

no
dia 31

de

janeiro
pelas

11

horas
da

man(iã.
(2238)
Vende-se

uma

morada

de
casas,
qilj-í
designada

com o

n.°

6

a

6

C, si-

tnada
no

Rocio
de

Traz
da
Sé.
Tracta-se

com

o snr.

João
José

Antu­
nes,

rua

de

S.

Vicente
n.° 98.
(2236)
Dinheiro
a juro
Ha
na

confraria
de
Santo
Antonio

d->

Praça
Municipal

a
quantia

de
650^000 reis
para
mutuar. O

secretario

Padre
Fran
­
cisco

Maria.

(2117)







Simultâneo,

no

ministério

da

fazenda
e

na repartição da

fazenda

do
dislricto

de

Braga,
no

dia

30

de

janeiro

corrente

(ao
meio

dia),
das
propriedades

abaixo

descriptas,

pertencentes
á

Santa

Casa

da
Miseri
­
córdia,

da
cidade
do Porto.
DISTRICTO DE
BRAGA
<<OJVCEI<HO DE VILLA
NOVA
DE FAMALICÃO
Bens
pertencentes

á

Santa
Casa

da

Misericórdia
do

Porto:
1 Um

aposento
composto

de

casas
altas

com
palheiros

e
eidos
nos
baixos,
cosinha

terrea,

quinteiro

com

latada,

hortas

e

cortinha
composta

de

tres

campos
denominados
da Lavandeira,
do

Alto
da
Pereira

e
de

Bendão,
com
arvores

de
vinho

e fructa e

uma

mina

de agua;

tudo

unido

e
cercado

de valias
e

comoros,
e
situado
na

freguezia
de
Outiz;

confronta

do
norte

com
Antonio Domingues

Leitão
e
caminho
de

servidão,
nas
­
cente

com

o
mesmo

Antonio
Domingues

Leitão
e

Antonio

José
de

Faria,

poente

com

o

dito

Leilão

e

com

o
ribeiro,
e

sul
com

Antonio
José de Faria

e
com

a quinta

de

Gemunde
—1
:200$000.
lOACELHO
DE BRACA
2 A
quinta
denominada
do
Ribeiro,
situada
no
lugar do mesmo
nome, freguezia
de

Guisande,

e
composta
de

casas
nobres

e

terreas,

cobertos,
quinteiros

portaes,
eira

de

pedra,

tanque

com agua

de

bica,
lojas

para

gado,

adega,

lagar

de pedra

completo,

latadas, terra
de
horta
com

arvores

de

vinho
e
fructa,

lendo

juntos
os campos
de­
nominados
do
Casal,

Linhares,

Rodolho,

Pereira,

Eira.

Cortelho,
Carçal
Cova,
Seara,

Cotorello
da
Lamella,

Vinha Velha

de

Baixo, Esmentada

Arco

de Baixo,
Arco

de

Cima,
Seara
comprida,

Seara
das

Vides,

Torre,

Cortelho,
casa

e

aido
de

Villa
Pouca,
quatro
prados

unidos
chamados

da Bicahinda,

prado

da

Vinha
Velha

e
do
Rodolho.

Todas

estas
propriedades

são

de terra

lavradia

com
arvores

de vinho,
algumas

arvores
de frucia

e

oliveiras,

com

agua

de rega

e

lima que vem

das poças

do

Cabo
da
Ribeira,

Sernadello

e

ribeiro

de
Xides,
além

de

outras
dentro

da

mesma quinta;
confronta
tudo

do

nascente
com
o

caminho

publico

e
terras

do
padre Joaquim

José
Gomes

Ribeiro,

norte
com

o
caminho
que

vae

para

S.
Pedro

de
Oliveira,

poente

com ca
­
minho
de
servidão da
mesma

quinta
e
outros,

e
sul

com
terras do

padre

Joaquim
José

Gomes Ribeiro

7:980á000.
3

Um

campo

chamado de

Souto
Lisão,

sito

na freguezia

de Guisande,

que
se
compõe
de
terra

lavradia
com

arvores

de

vinho

e
agua de

rega

e
lima,

tendo do

lado

do

sul em

toda

a
sua
extensão uma

testada
de
matto
com
pinheiros,

carvalhos

e

sobreiros.

Este
campo

é

formado

em

tres
sucalcos

e
todo

tapado sobre

si
por

pa
­
redes

e

vallos;

confronta

do
norte
com
o
ribeiro
de

Guisande,

do

sul
com

terra

de

matto

pertencente

a
esta

santa
casa

e

terras

do

padre
Joaquim
José
Gomes Ribeiro,
nascente

com os
herdeiros

de

Joaquim

José
de

Faria

e
do

poente
com
o montado
do

Outeiro

de

Meias—582$000.
4

Uma
bouça

chamada do Trigo,
na

freguezia

de

Guisande, terra
de
matto

com

carvalhos

e

castanheiros,
toda

tapada
por

parede; confronta
(lo

norte
com
José

Manoel

Mendes,

sul

com

terras

d

esta
santa

casa

e outro,

nascente

com
terras

do

padre
Joa­
quim

José

Gomes

Ribeiro

e
outro e

do

poente

com

terra

de
Francisco

Pereira.

A
bouça

de
matto

e

carvalhos

solta,
chamada

dos

Folechos,
situada

na

freguezia

de
S.
Pedro

de
Oliveira;

confronta
do norte coin Antonio

Joaquim

de
Araújo,

do

sul
cora

José
Pereira

e

outros,
do

nascente

com

Manoel

José

Ferreira

e do
poente

com
José
Martins

e
outro.

Metade

da bouça
denominada
do
Trigo,

com toda

a bouça
dos

Folechos

formam

um praso

foreiro

a

José Pereira, da
freguezia

de

S.
Pedro
de

Oliveira,
em

6,042
de pão terçado; com
laudemio

de

quarentena,

a

que

fica
obrigado
o
comprador

656^379.
5
Uma

propriedade que
se

compõe de
casas

sobradadas,

lojas,
lagar
de
dedra,

eira terrea,
coberto,

quinteiro
com

portas,

e
juntos
os

campos

da

Regada,
da

Porta,
da
Fonte,
de Baixo,

dos Prados,

tres

leiras
das

Costeiras,
o

campo

do

Pomar

e
a
borta

da
Larangeira,
com

arvores
de
vinho

e
frucia,

e

agua
<ie

rega
e
lima
das
poças

das

Gardínheiras e
da

Junqueira.

E

tudo
terra

lavradia,
circuitada

por
muro

e

vallos, sita
na
freguezia
de

Guisande;

confronta do
norte

com o

ribeiro

de Guisan
­
de,

sul

e

poente

com

o

caminho
publico
e
do
nascente

cora o caminho de
servidão
dos

campos

t.
,
642$000.
concelho

de

barcellos
6 A
quinta

denominada

do
Real,
sita
no

lugar
do

mesmo

nome,
freguezia
das
Carvalhas,

que
se
compõe
de
casas
torres
e

terreas,
cobertos,
cortes para
ga
­
do, loja
com
lagar
de

pedra,
duas

eiras,

sendo
uma
de
pedra,
e
outra
de

casco,

terras

lavradias

cora

arvores
de

frucia
e

vinho, oliveiras, grandes
terrenos
de

matto

cora
pinheiros

e
alguma

agua

de
rega

e

lima.

Esta
quinta
é

atravessada

pela

estrada

que

vae

para

a

Povoa;

confronta

do
norte

e
nascente

com.
caminhos
públicos,

do
sul

e

poente

com diversos.

Pertencem-lhe
mais
dous
terrenos,
sendo
um
de

matto

com
pinheiros

logo da

parle
de

fóra

da

quinta,
a

confrontar

de

todos

os
lados
cora

caminhos

públicos

e
outro, seive

em
frente
da
egreja

da

fre
­
guezia. Esta

quinta
tem tres

terrenos

de

matto fofeiros

á

camara

de
Barcellos
em

l$370

reis;
com
laudemio
de
quarentena,

a

que

fica
obrigado
o

arrematante

—8:816^685.
7 Um
campo chamando

da Bouça de

Baixo, sito
na

freguezia

de
Negreiros,
que se
compõe de
terra

lavradia com

arvores
de vinho
e
alguma

agua

de ref^a,

tendo
ao

sul uma

porção

de
matto

coro
pinheiros;

confronta
do norte com
her­
deiros

de

Manoel

José

Leilão

Serra
e

outros, sul

com

os

mesmos
herdeiros
e

Ber­
narda

Joaquina
de
Campos,

nascente

com

Manoel
Gomes

de

Oliveira

e

Silva

e

outros,
e

do poente com Antonio

Domingos
Rola

e
outro--704$000.
8
Uma morada

de

casas

torres,

eira de

casco

e

eirado

de

terra

lavradia

junto,
denominado

Campo
da
Porta,

sita
no

lugar

do Carvalho,
freguezia

de

Chorente;

confronta
do
sul

com caminho
publico,
poente

com José
Martins e
outro,

nas
­
cente

com

caminho
publico,
e do

norte
com

José

da
Silva Sandim

e

outros.

Uma

pequena

parle

d’
esta propriedade
é

foreira

a

Jetonymo
Domingues
de

Oliveira,
a

quem se
paga

o

fôro annual
de
202

llt

reis

em

dinheiro,
2
lJ
A gallinhas com lau
­
demio
de
quarentena;

e

de

uma

leira

chamada

da Senhora,
encravada

n

esta
pro­
priedade,

paga-se

a

Manoel

de

Oliveira

Sandim
a
pensão
annual

de

21,716

de
pão

meado (1
i
l
i

de

uma

rasa

da

antiga
medida),
recebendo-se

d

elle

uma boa

gallinha,

a

cujos

encargos

fica

obrigado

o

comprador—752^469.
9
Tres
campos

de

terra

lavradia
com

arvores

de

vinho,
matto e
alguns
pi
­
nheiros
chamados

da

Agrella
do

Moinho
e

do

Prado,
na freguezia

de

Chorente,

com

agua

de

lima
do

rio

de

Roriz,

sem que

outro tenha
parte
n
’ella,

e

apenas

na

de rega
tem

um
consorte;

confronta

o
primeiro
do

nascente

com
Antonio
José
da
Fonseca
e

outros,

do

norte
com
Joaquim
da

Costa

Valle,
do

poente

com

Clementina

de

Barros,

viuva,
e
do
sul
com

terra
de

Joaquim

de
Mariz,
o

se
­
gundo

confronta

do

nascente com

o
caminho
publico,
poente

com o

ribeiro,

norte
com

Clementina
de

Barros,

e

do

sul

com
Antonio

José

da
Fonseca;

o

terceiro

confronta
do

norte

com

o

ribeiro,

sul
com

Manoel

de
Oliveira,
nascente

e
poente

com
Clementina
de
Barros.
0
campo
do

Prado

paga

ao

parodio a

pensão
annual
de

17,373
de milhão

(uma

rasa

da antiga
medida),

pelo
que fica obrigado
o com
­
prador

683$840.
Porto

e

Santa Casa

da

Misericórdia

11

de
janeiro
de

1879.
0 Official Maior
(2208)

Manoel Gonçalves

da Cosia
Lima.
Os

herdeiros
dos

finados

José da
Ro
­
cha
Veiga,

e

sua mulher D.
Maria

Gertru-

des
Arantes

Veiga, tem

a
honra
de
con
­
vidar

as

pessoas
que

se

julgarem credo­
res

do

casal
dos fallecidos,

a

comparece­
rem

no

dia

31
do

corrente

mez,
pelas
11
horas
da
manhã
no

campo de

Santa

Anna n




57 e 57
A,
para
tratar
de

ne­
gócios

relativos aos seus

créditos.
Braga
27

de
janeiro

de

1879.
João

Augusto
da

Rocha

Veiga
Anna
Leopoldina

da

Rocha

Veiga

Arantes
Maria
das

Dores da
Rocha Veiga

Amélia
Augusta
da

Rocha

Veiga.

(2240)
LUGAR
A

CONCURSO
A

meza

administradora da

Irmandade
de

Nossa

Senhora

da

Dores
dos

extin-

ctos

Congregados

d

esta

cidade,
faz

pu
­
blico

que se
acha

a
concurso,
por

es
­
paço

de 15

dias,

a

contar

da

data

de

hoje,

o
logar
de

servo
da
mesma

Irman
­
dade

com

o
ordenado

de

30$000
reis,
casa

para

viver

e

emolumentos

corres
­
pondentes.
Os

pretendentes

ao
dito

logar,

deve­
rão

dirigir

os

seus

requerimentos

ao

the-

soureiro
da
casa o

snr.

José
Joaquim

de

Oliveira,

rua,

do

Souto.
Braga, 24

de

janeiro
de

1879.
0 secretario

da

Irmandade
Manoel

Bernardino

da
Cunha

e
Silva.
(2233)
DINHEIRO
A

JURO
A

confraria

de Santo Amaro
da



Primaz,

tem

para mutuar, a
quantia

de
500^000

reis.
(2065)
Antonio

Manoel

Ayres

Oliveira,

nego­
ciante
na rua
dos

Chãos,

compra

acções

do

Theatro

de
S.
Geraldo. (2230)
DINHEIRO
A

JURO
A

irmandade

de
Nossa

Senhora
da

Torre,

lera

330$000

rs.

para dar
a
juro.
O

secretario
(2203)

Padre

Luiz

Gomes
da Silva.
COSINHEIRO
No

Collegio

dos
Orphãos
precisa-se de
um
cosinheiro

e

de
um
ajudante

de

co
­
sinha.

Quem

pretender,
falle

no

mesmo

Collegio.

(2124)
ALUGAM-SE as

casas
n.°

21,

no
Campo

Novo
do

Reduto, nobres
e

com

muitos

commodos.
Trata-se na

casa

imme-
diata
n.°

22.
(981)
FAIW


Vende-se
um

de

quatro

rodas,

em
bom
uso,

para

um

ou

dous cavallos

e

os
ar­
reios competentes.
Trata-se

na
loja

do
Cachapuz.
(2232)
msp
Troca-se

a
dinheiro
uma
Imagem
do
Santo

Chrislo,

de
marfim,
em
cruz de
ébano,

e
adornada

com

prata.
Quem
pretender

póde

vêl-a

em

casa

do snr Barranha, na
rua
do
Souto,
n.°

6.
(2234)
"nPHUENÕÕ
-
A

Direcção

do
Banco

Mercantil

de
Bra­
ga,

previne
para

que

ninguém

faça
con­
tracto

algum

em
os
bens
moveis

e
immo-
biliarios

pertencentes
a
Manoel
Joaquim
da

Cunha

Vieira
Carvalho

e
sua mulher,

pois

que

todos
os
que

possuem
n

este

conce­
lho, no

de
Vieira

e

Arcos
de

Val-do-Vez,

se
acham
arrestados,

para

segurança

dos

credores,

e

que

estão

as

acções

em
juizo.
(2228)
CIRURGIî

DENTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRURGI-
CA
DO
PORTO
Rua

de
S. Marcos
n.°
19.
BRAGA.
Faz

tudo
quanto diz

respeito
á

sua

arte

e

continúa
operando
graus, pobres
e

soldados.
(2159)
VINHO

CREOSOTADO
DE
6IMBERT E MOICHAR!)
MODIFICADO
POR
DUJARDIN-BEAUMETZ
Este

novo medicamento, cujos resul
­
tados
têem
sido

surprehendentes,

é
hoje
o
preferido
por

todos
os

médicos
tanto

nacionaes

como

estrangeiros
para

a

cura
da
phtysica

pulmonar,
bronchites,

catar-
rhos

da

bexiga,

tosses
rebeldes, etc.
Deposito
no
Porto

Pharmacia

Orien­
tal,

268,
rua de

S.

Lasaro,
272.

Braga
—Pharmacia

Maya,
rua

dos Chãos,

31.
(2229)
AlTAIUCIO
i

MAL1IEIR0
99,
Praça do Rarno
de
S. Nlarti-
nho, 8 9
Receberam

grande
sortimento

de:

Chapéus
modelos
para

snr.
a

e

creança.

Flores,

plumas

e cascos

para chapéus.
Malhas

de

para

creança.

Toucas

para

senhora

e
creança.
Colarinhos e
punhos.
Colarinhos

de
bretanha
de

linho
para
militares,

duzia

a l$000

e
l$200
rs.
Meias de


em
cores.
Copos,

cálices e
garrafas.
Jarras

de

differentes
qualidades.
Faqueiros

para
meza.
Machinas

para

fazer
a

barba,

a
700
rs.
Chavenas

e pires.
Oleados
para

mezas.
Serviço

para

quarto.
PREÇOS

FIXOS
Vendas a
dinheiro.
Folhinha
Civil on de Algibeira
Acha-se
á

venda

na

rua

Nova

n.°

4

e

na

rua

do

Souto

na
vestimentaria

Ro­
cha

e

em
todas

as
localidades
do

costu-.

me.
Preço
50
reis.
Dinheiro
sobre penhores
Na

Caixa

Penhorista

Bracarense,
rua
de

D.

Gualdim,

ao

pé da

Roda,

dá-se

dinheiro

sobre

prata,
ouro,

joias,
roupas

e

outros

mais

objectos

que

tenham

va
­
lor

de

cincoenta

mil
reis
para
cima;

tem

grande

abatimento
nos

juros.
Acha-se
aberta desde as

7

horas
da
manhã

até

ás

8

da
noite.
CODIGO

PENAL DA
EGREJA
Ou
Constituição Apostolicre
Sedio
do
SS.
Padre Pio IX
Annotada
e

commenlada
pelo

presbytero
João
Rebello

Cardoso

de
Menezes.
A


venda:
N

esta
redacção.
No

Seminário

Conciliar
de

S.

Pedro,

e

nas
casas

dos revd.mos

arcyprestes

de

Barcellos,

Arcos,
Chaves,

Mont

Alegre,

Vianna,
Valença,

Famalicão, Ponte
do
Lima,
Villa
Verde,

Villa Real,

Moncorvo,

Villa Flor,

Monção,
Fafe,
Povoa
do
Var-

zim.
No Porto,

em

casa

do
snr.

José

Car­
os

das
Neves,
rua das
Flores.
Em

Villa

Pouca

d

Aguiar,

em

casa
do

revd.


Silvino.
TOSSB.
Os

Kebuçados
mytilieos,
de

na­
tureza

balsamica,
calmante,
peitoral
e

ex-

pectorante,

são

o

melhor

dos remedios
até
hoje

conhecidos
nas

doenças tossicolosas.
Caixa 200

reis.—
Meia

caixa

100

reis.
Unico
deposito
no

Porto,

PHARMA­
CIA
CENTRAL,
rua

de

Santo

Antonio,
227.
Unico
deposito
em

Braga,

PHARMA­
CIA

DOS

ORPHÃOS,
praça

Municipal.
(2080)
RESPONSÁVEL—
Luiz Baptista da Silva.
BRAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITANA—1879.