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Descrição
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António Dias Maceiro, escrivão da correição, e Pedro Gonçalves e António da Silva, porteiros, fazem procurações, aquele uma e estes outra, na nota daquele pelo tabelião Fernão Lopes, nomeando procurador Manuel Fernandes e aos advogados do Porto, Jerónimo Lopes de Barros e Tomé Vaz, para a causa crime porque os acusava a justiça em que dizia cometerem erros aquele no oficio de tabelião e estes no de porteiros, porque estavam todos presos no Castelo, a qual ia por apelação para a cidade do Porto.