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Descrição
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"Indo dois oficiais de milícias e o meirinho do corregedor desta Vila a Vila Pouca para conduzirem ao quartel general de Braga o Barão de Vila Pouca como debaixo de prisão, este se evadiu, tendo de prevenção retirado as parelhas de machos, cavalos, etc. Em vista desta fuga foram alguns guerrilhas realistas procurá-lo pelos sítios imediatos à sua casa mas não o encontraram; ele fora reunir-se a uma guerrilha constitucional que se tinha armado em Vieira". - P.L. - (Eu publiquei no "Independente" nº 484 uma idêntica notícia no dia de amanhã, que não sei donde a extraí e se era a 23 e eu errei publicando-a 24; é a seguinte: (J.L.F.)) - 24-3-1834 - O governador militar de Guimarães tendo ordem do general Raimundo José Pinheiro para prender o Barão de Vila Pouca, logo que se soubesse que no Porto se tentava fazer algum movimento, e querendo dar neste dia execução à ordem, não chegou a efectuar a prisão, porque o Barão iludiu os oficiais agarrantes e safou-se para o Concelho de Vieira a reunir-se à guerrilha que ali andava, onde neste mesmo dia ele Barão e outros súbditos fiéis proclamaram a Rainha D. Maria II, ao qual Barão se reuniu extraordinário número de desertores e paisanos. Aquele facto da retirada causou muito abalo em Guimarães, onde depois de dado entrou alguma tropa de cavalaria rebelde e receou-se que a casa do Barão sofresse algum estrago. (Seria tudo isto a 23 ou a 24, ou a 23 e 24?)