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Descrição
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Alvará, fazendo mercê da alcaidaria-mor de Guimarães em uma vida mais ao Conde da Castanheira, Simão Correia da Silva, "pelos serviços desde 1657 até 1661 no posto de Mestre de Campo de um terço de infantaria achando-se o 1º ano nos efeitos da campanha na avançada de Badajoz em que recebeu uma ferida numa perna, e por se entender iria o inimigo sobre Moura se lhe encarregar a fortificação do paço de Padiana (?) para se lhe introduzir o socorro no que obrou com acerto, e da mesma maneira proceder na fortificação de Juromenha na recuperação de Mourão e depois passar à comarca de Évora a reconduzir o seu terço e se achar outossim no ganhar os postos sobre o forte de S. Cristóvão onde recebeu uma pelourada no rosto no incêndio dos moinhos interpresa de Talaveira (?) e nas mais facções que se obraram até se retirar o exército proceder como devia, e depois no sítio de Elvas pelejar todo um dia no portal de S. Francisco e governar algumas o forte de Santa Luzia se recolher à cidade por causa da doença saindo da praça a se incorporar com o nosso exército no dia da batalha do rompimento das linhas havendo-se nela como de seu valor se esperava e nas investidas do quartel de Nossa Senhora da Graça na face receber três feridas da granadas, e muitas pedradas. E sendo provido no posto de general de artilharia da província do Minho a exercitar até o ano de 661, que achando-se nesta corte foi servir na campanha de Arronches sem praça alguma", bem como pelos mesmos respeitos, lhe fora feito mercê de uma vida nas Vilas e alcaidarias-mores que vagaram por óbito do Conde da Castanheira, D. Jerónimo de Atão seu sogro. A carta da Alcaidaria-mor é de 24 de Abril de 1674 e tomou posse a 9 de Outubro de 1675.