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Descrição
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Os fregueses de S. Tiago de Candoso reunidos em número de 35, homens e suas mulheres, na casa da residência, com o seu vigário Padre Bento Cardoso, fazem obrigação de sustentar a fábrica do sacrário que queriam colocar no altar de Nossa Senhora do Rosário, para o que o dito vigário lhes entregou, como procurador do capitão de infantaria auxiliar na cidade do Porto, Manuel de Abreu Guimarães, familiar do Santo Ofício, 200$000 réis, para entregarem, sendo o seu rendimento para o azeite da lâmpada do sacrário, devendo funcionar no prazo de 6 meses a contar desde o dia 1 de Maio corrente, com pena de a dita quantia passar a pertencer à Irmandade de Nossa Senhora do Rosário da mesma freguesia.