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Descrição
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António da Costa Barcelos, cavaleiro Fidalgo, e sua mulher Susana Pereira, moradores na rua das Ferrarias (Tulha), fazem escritura na nota do tabelião João Bertoles, em que obrigam umas casas que na dita rua lado norte fazem esquina (nascente e norte) para a travessa de S. Crispim, defronte das da sua morada, para a fábrica da ermida da invocação de Santo António, que na saída da sua quinta da Devesa, em Tagilde, haviam feito "por suas devoções e prometimentos no tempo do mal da peste de que Deus nos guarde que deu nesta Vila no ano de mil e quinhentos e noventa e nove". O exmº Abade de Tagilde, a fl. 23 do seu livro "Guimarães e Santo António", diz ignorar-se a data da fundação desta capela. Nota: eu publiquei esta notícia, conforme fica transcrita, no "Independente" nº 183, e o sr. Abade, que era meu amigo, por causa da nota referente a ele, ficou, por algum tempo, sério comigo. J.L.F.