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Descrição
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Em vereação acordou-se: que Pero Afonso de Amorim pague dois mil réis descontados no seu ordenado, por cada vez que faltar água nos chafarizes da Vila, pois há água de sobejo na serra; e outrossim se descontarão dois mil réis por cada vez que qualquer dos chafarizes do Toural for achado aberto. E se ele não quizer aceitar assim se porá a pregão a fábrica da água para se cometer a quem por menos a fizer. Outrossim acordaram que toda a pessoa que abrir o chafariz da Praça e se aproveitar da água para as suas hortas e campos pagará dois mil réis da cadeia. - Que ninguém lave nos chafarizes da Praça e do Toural, sangue, hortaliça, panos, nem outra coisa, com pena de dois mil réis pagos da cadeia para acusador e cativos. - Que os homens que têm obrigação de varrer a Praça pelas festas a varram depois das seis horas da manhã com pena de dois mil réis para acusador e cativos. - Que o pão alvo tivesse o peso de 22 onças, 11 onças, e cinco e meia onças e o preço respectivamente de 16 réis, oito réis e quatro réis; sob pena de 500 réis e perdimento do pão. E que o pão de broa tivesse 40 onças e 20 onças e o preço respectivamente de 16 e oito réis. - Foi presente uma provisão de Sua Majestade autorizando 200 cruzados para as festas do Príncipe, e tendo-se estas já feitas e gastos 300 cruzados, resolveu-se pedir emprestados 100 cruzados ao recebedor das sisas.