A Sociedade Martins Sarmento está profundamente empenhada em instalar no Solar da Ponte, em Briteiros (Salvador), um museu monográfico que se denominará “Museu da Cultura Castreja”.

Para isso, já recuperou das ruínas, à sua custa, exteriormente, o referido Solar, procedeu a uma limpeza geral de todo o terreno envolvente, cerca de 6 ha, recuperou a partir das ruínas dos alicerces um moinho de pão instalado na margem do rio Febras, perto do Solar, e está a iniciar a primeira fase do arranjo paisagístico do terreiro do Solar.

Como se pode facilmente compreender é todo um esforço que os Poderes Local e Central não podem contemplar como espectadores, mas tem sido isso o que tem acontecido, até ao momento.

Este esforço visa principalmente chamar a atenção de todos para a candidatura que vai ser apresentada no III Quadro Comunitário de Apoio à instalação do Museu.

Da importância histórico-sócio-cultural desta iniciativa falam os textos que a seguir se publicam e que nos parecem extremamente elucidativos da importância desta iniciativa.

Acresce, finalmente, o facto de estarmos inseridos na União Europeia onde o que valoriza e independentiza os países é a sua identidade cultural e, neste aspecto, a cultura castreja é a desde sempre esquecida bandeira que representa a matriz cultural de Portugal e da Galiza.

E só este argumento é factor suficiente para que mereça a atenção de todos os que ainda sentem Portugal como uma Pátria.

Na Revista de Guimarães

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