Ara votiva

Descrição

Procedente do Campo dos Pinheiros (Casal do Crasto, freguesia de Serzedelo, Guimarães). Perto fica o lugar onde a tradição popular diz ter existido a «Cidade de Pedrauca». Esta ara foi oferecida ao Museu, em 1883, pelo pároco da freguesia, Padre Cândido Dias Pachedo e França.
Interpretação: A Corono, Paterno (filho) de Flávio, de boa vontade, por voto merecido.
Leitura: Patern/us Flav(i)/ara(m) pos/uit exs v/oto me/(erito animo) /vole(ns) Coron/o
Invocação: CORONVS

É parte de

Epigrafia

Formato

Dimensões da lápide: 76 cm de altura x 27 cm de comprimento x 27 cm de profundidade.
Altura das letras: 40mm.

Abrangência espacial

Proveniente do Campo dos Pinheiros (Casal do Crasto, freguesia de Serzedelo, Guimarães).
Encontra-se atualmente exposta no claustro do Museu Arqueológico da SMS.

Identificador

17

Referências

Corpus Inscriptionum Latinarum, II, Grande Suplemento - 5562; Revista de Guimarães, XVIII, 47; Religiões da Lusitânia, de J. L. vasconcelos, II, 331 - 333; Rev. Lusitana, I, 373; Dispersos, de F. M. Sarmento, 247 - nota 1 e 302; Religiones Primitivas de Hispania, I, de J. M. Blasquez Martinez., 116; Divindades Indígenas sob o domínio romano em Portugal, de J. M. S. Encarnação, 102 - 105; Algunsa consideraciones sobre los nombres de divindades del oeste peninsular, de A. Tovar e J. M. Navascués, 182