Ara votiva

Título

Ara votiva

Descrição

Encontrada em 1887 no passal da lgreja de Tágilde, concelho de Guimarães, onde era pároco o Abade João Gomes de Oliveira Guimarães, insigne diplomatista, historiador e arqueólogo, que, no mesmo ano, a ofereceu ao Museu da Sociedade. Interpretação: Antónia Rufina erigiu de bom grado (esta ara) por voto às Ninfas Lupianas. Leitura: Antonia / Rufina / voto Nin[p]his Lupianis liben[s] / animo / posuit Invocação: NYMPHAE LVPIANAE

Pertence

Epigrafia

Formato

Dimensões: da lápide: 0,72x0,30x0,31.
Altura das letras: 0,04.

Localização Espacial

lgreja de Tágilde, concelho de Guimarães. Encontra-se atualmente exposta no Museu Arqueológico da SMS.

Identificador

34

Citações

Correspondência entre E. Hübner e M. Sarmento, p. 181, 183 nota 5, 185, 187 - 89. 135; Divindades Indígenas sob o domínio romano em Portugal, de J. M. S. Encarnação. p. 178 ss.; J. M. Blazquez, « Le culte des eaux », Rev. Ogam., 1957, p. 216; Algunsa consideraciones sobre los nombres de divindades del oeste peninsular, de A. Tovar e J. M. Navascués, 183; F. Benoit, «Epithètes indigènes des dieux gallo - romains», Rev. Ogam, Rennes, 1956, t. VIII, fase. 5 - 6, p. 351; Lopes Cuevillas, La Civilisación Céltica en Galicia, cit., p. 413; Cartas de Leite de Vasconcelos a Martins Sarmento, p. 102 e 103, 117 nota 199; J. R. Santos Júnior e M. Cardozo, «Ex - votos às Ninfas em Portugal», Rev. Zephyrus. Salamanca, 1952, vol. IV, p. 61; Corpus Inscriptionum Latinarum. II, 5, 6288; Revista de Guimarães, Xl, p. 7; XVIII, 8 e 52; Religiões da Lusitânia, de J. L. vasconcelos. II. p. 189 - 190