Tem dúvidas acerca do funcionamento da página, sobre os conteúdos ou pretende contactar-nos por outro motivo?

Use o formulário preenchendo as informações pertinentes para que possamos responder de modo eficaz.

 

Skip to Content

Category Archives: Casa de Sarmento

ArchivAVE – Pedido de licença para construção de moinho e engenho de rega no ribeiro de Pereira

Joaquim Dias Moreira pede licença para construir um moinho e engenho de rega no ribeiro de Pereira, afluente do ribeiro de Labruge que desagua no mar, em substituição de outros antigos moinho e engenho. Pretende também construir uma barragem de madeira. Contém: cópia de requerimento, notas de serviço, edital, comunicações, reclamação,
intimações, cópia de declaração, auto de vistoria, planta, termo de responsabilidade. Local: concelho de Vila do Conde, freguesia de Vilar, lugar de Pereira.

Consultar

 

LER MAIS

“A importância das fontes”. Trabalho das mulheres, taxa de atividade e economia familiar

A Casa de Sarmento apresenta a iniciativa Novos olhares, que tem como objetivo divulgar, num ambiente informal, os resultados de investigações desenvolvidas pela comunidade científica.

Consciente da permanência das desigualdades de género e da pertinência que este assunto tem na ordem mundial, a Casa de Sarmento considera relevante refletir sobre a posição da mulher na sociedade numa perspetiva histórica. Em 2023, realizaremos um ciclo de três sessões que terão como tema central a mulher no trabalho e na sociedade, no contexto dos estudos de género da atual historiografia europeia.

A terceira sessão deste ciclo tem lugar a 18 de maio, às 18h00, com a conferência “A importância das fontes. Trabalho das mulheres, taxa de atividade e economia familiar” proferida por Margarita López Antón, professora da Universitat Autònoma de Barcelona.

 

Resumo

O trabalho de mulheres e crianças foi fundamental, antes e durante o processo de industrialização. O desenvolvimento industrial não pode ser explicado sem estudar previamente o trabalho realizado em tempos pré-industriais e sem compreender a composição da força de trabalho, o que, por sua vez, explica os custos laborais competitivos e o sucesso das empresas (Nash, 1988). Mas esse trabalho é especialmente difícil de reconhecer porque as fontes estatísticas históricas registam muito mal o trabalho de mulheres e crianças (Humphries e Sarasúa, 2012). Isso obriga-nos, muitas vezes, a seguir a metodologia desenvolvida pela Escola dos Annales, ou seja, utilizar todas as fontes disponíveis para cada estudo de caso (arquivos de empresas, registos industriais, processos judiciais, protocolos notariais, arquivos eclesiásticos), imprensa, acervos fotográficos, listas de habitantes, correspondência, recenseamento dos pobres, fundos de assistência social, fichas policiais, greves, estatísticas, etc…). Em suma, a riqueza das fontes levará ao sucesso ou fracasso das nossas investigações e, portanto, se conseguiremos ou não dar visibilidade ao trabalho feminino, calcular índices de atividade e ter informações mais reais sobre o rendimento. Esta conferência pretende analisar esta temática, abordando dois estudos de caso para a Catalunha contemporânea (Espanha): rendeiras e enfermeiras, duas profissões absolutamente feminizadas.

 

Margarita López Antón é doutora em História Comparada, Política e Social pela Universidade Autônoma de Barcelona. Os seus temas de investigação prendem-se com a reconstrução da taxa de atividade feminina, o trabalho das mulheres, a estrutura do emprego e os orçamentos familiares. Foi distinguida com o Prémio Santiago Zapata Research 2022 da Cátedra de Estudos da Cortiça pelo seu trabalho “A indústria da cortiça como produção nacional. Trabalhando em casa para o mercado. Calonge (Baix Empordà), no século XIX”.

 

Modalidade: Presencial e online.

Inscreva-se aqui.

Acesso livre.

Cartaz da atividade.

LER MAIS

ArchivAVE – Construção de muro de suporte no ribeiro da Palheta, Padim da Graça, Braga

Maria das Dores Araújo Braga Ferreira pede licença para construção de um muro de suporte na margem do ribeiro da Palheta. Contém: participação informação, ordens de serviço, planta, despachos, termo de responsabilidade. Local: concelho de Braga, freguesia de Graça.

Consultar

LER MAIS

As mulheres na sucessão das quintas de Ronfe (séculos XVI a XIX)

A Casa de Sarmento apresenta a iniciativa Novos olhares, que tem como objetivo divulgar, num ambiente informal, os resultados de investigações desenvolvidas pela comunidade científica.

Consciente da permanência das desigualdades de género e da pertinência que este assunto tem na ordem mundial, a Casa de Sarmento considera relevante refletir sobre a posição da mulher na sociedade numa perspetiva histórica. Em 2023, realizaremos um ciclo de três sessões que terão como tema central a mulher no trabalho e na sociedade, no contexto dos estudos de género da atual historiografia europeia.

A segunda sessão deste ciclo tem lugar a 27 de abril, às 18h00, com a conferência As mulheres na sucessão das quintas de Ronfe (séculos XVI a XIX), proferida por Maria Norberta Amorim, professora catedrática aposentada da Universidade do Minho e investigadora do CITCEM.

 

Resumo

Até um adiantado século XIX, a Vila de Ronfe repartia-se em quintas produtivas cujos nomes dominam ainda hoje a toponímia.

Tendo como suporte uma base de dados demográfico-genealógica, em cruzamento com listas de habitantes e uma rica e variada gama de outras fontes, em que sobressaem os testamentos, podemos acompanhar, desde os finais do seculo XVI, a reprodução biológica dos proprietários e as estratégias de nomeação de herdeiros, avaliando o papel e o peso das mulheres nesse processo.

 

Maria Norberta Amorim

Professora catedrática aposentada da Universidade do Minho e investigadora do CITCEM (Centro de Investigação Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória) da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

Especializou-se em Demografia Histórica, criando uma metodologia a aplicar aos registos paroquiais portugueses. Essa metodologia de reconstituição de paróquias reflete-se hoje no Repositório Genealógico Nacional (RGN), sediado na Casa de Sarmento. É autora de dezenas de trabalhos de Demografia Histórica e estudos de comunidades rurais e urbanas.

 

Modalidade: Presencial e online.

Inscreva-se aqui.

Acesso livre.

Cartaz da atividade.

 

LER MAIS

ArchivAVE – Construção de engenho de serra no ribeiro de Paus

João Batista Sampaio e outros pedem licença para construir um engenho de serra e um novo canal de derivação da água do ribeiro de Paus para a colocação de uma roda hidráulica (exploração industrial). Contém: requerimento, nota de serviço, edital, ordem de serviço, certidão, termo de responsabilidade e planta. Local: Concelho de Guimarães, Freguesia de Sande (São Lourenço), Lugar de Porto Carreiro.

Consultar

 

LER MAIS

ArchivAVE – Pedido de reconstrução de moinho em Terras de Bouro, 1941

José da Silva Eiras apresenta prova testemunhal da existência de um moinho, na margem esquerda do rio Freitas. Posteriormente é feito o pedido de licença para reconstrução do mesmo moinho para uso particular. Contém: comunicações, despachos, ordens de serviço, nota de serviço, planta, requerimento, edital, informação, alvará de licença. Local: concelho de Terras de Bouro, freguesia de Covide, lugar de Ponte de Folão.

Consultar

LER MAIS

Mulheres e trabalho: da economia familiar ao salário individual

A Casa de Sarmento apresenta a iniciativa Novos olhares, que tem como objetivo divulgar, num ambiente informal, os resultados de investigações desenvolvidas pela comunidade científica.

Consciente da permanência das desigualdades de género e da pertinência que este assunto tem na ordem mundial, a Casa de Sarmento considera relevante refletir sobre a posição da mulher na sociedade numa perspetiva histórica. Em 2023, realizaremos um ciclo de três sessões que terão como tema central a mulher no trabalho e na sociedade, no contexto dos estudos de género da atual historiografia europeia.

A primeira sessão deste ciclo realiza-se a 16 de março, às 18h00, com a conferência Mulheres e trabalho: da economia familiar ao salário individual, proferida por Isabel dos Guimarães Sá, professora do Departamento de História da Universidade do Minho.

Resumo

Quando é que as mulheres não trabalharam? A resposta é simples: fizeram-no sempre, embora em modalidades diferentes dos homens. O facto de a economia se basear na família, sendo constituída pela soma das atividades dos seus membros, nem sempre remuneradas, relegava o trabalho das mulheres para a sombra. Todavia, uma análise mais atenta das fontes históricas permite discernir a divisão sexual do trabalho entre homens e mulheres, e identificar ocupações tipicamente femininas. Nem sempre se verifica o mito da força física inferior à dos homens: alguns trabalhos das mulheres, como amassar o pão ou lavar roupa, eram igualmente duros. No mundo ocidental, este quadro apenas se alterou quando as mulheres passaram a ser donas do seu próprio salário ou a frequentar a universidade, tendo acesso a funções que antes lhes estavam vedadas.

Isabel dos Guimarães Sá

Ensina História da Europa Moderna no departamento de História da Universidade do Minho. É investigadora integrada do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da mesma universidade. Tem feito pesquisa em História de Portugal e do seu império nas áreas da História Social, e escreveu vários livros sobre as Misericórdias portuguesas, bem como várias biografias de rainhas de Portugal do século XVI, entre as quais a de D. Leonor de Lencastre (1498-1525). Os seus interesses de investigação prendem-se com vários temas. tais como a cultura material, a história da família, e as diferenças de género. O seu último livro intitula-se O Regresso dos Mortos: os doadores da Misericórdia do Porto e a expansão ibérica (séculos XVII-XVIII), Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, 2018.

 

Modalidade: Presencial e online.

Inscreva-se aqui.

Acesso livre.

Cartaz da atividade.

 

 

LER MAIS

ArchivAVE – Pedido para fazer obras em moinho no rio Este, 1904

Manuel Francisco José Dias pede licença para assentar uma barraca na margem direita do rio Este, restabelecer uma passagem em substituição de outra que foi levada pelas cheias e colocar uma cobertura num moinho que ali possui. Contém: requerimento (cópia), planta, ordens de serviço e alvará de licença número 207. Local: Concelho de Vila Nova de Famalicão, Freguesia de Gondifelos, Lugar de Fulão.

Consultar

LER MAIS

ArchivAVE – Pedido de licença para reconstruir e reparar dois açudes que possui no rio Pelhe

Requerente: Ermelinda da Costa Reis. Licença para reconstruir e reparar em partes dois açudes que possui no rio Pelhe, que leva água aos seus moinhos e reconstruir um muro de suporte na margem esquerda e alinhar o mesmo, construindo muros de defesa nas novas margens. Danos causados pelas cheias. Contém: requerimento, notas de serviço, planta, ordens de serviço e termo de responsabilidade. Local: Concelho de Vila Nova de Famalicão, Freguesia de Cruz, Lugar de Pousada.

Consultar

LER MAIS

ArchivAVE – Construção de moinho e açude no ribeiro da Cal, Covelas, Santo Tirso

José Moreira da Assunção pede licença para construir um pequeno moinho, bem como um açude na margem direita do ribeiro da Cal, com o objetivo de aproveitar as águas do ribeiro como força motriz para a laboração do respetivo moinho. Contém: requerimento (cópia), notas de serviço, edital, ordens de serviço, certidão, reclamação, guia de receita de emolumentos, auto de vistoria (cópia), planta à escala 1/100 e diploma de licença. Local: Concelho de Santo Tirso, Freguesia de Covelas, Lugar de Outeirô.

Consultar

LER MAIS

YOUR SHOPPING BAG

Utilizamos cookies no nosso site para garantir o funcionamento adequado, oferecer continuamente a melhor experiência de navegação e efetuar análises de utilização. Ao continuar a utilizar este sítio reconhece e aceita a nossa política de cookies.   
Privacidad