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Category Archives: Casa de Sarmento

ArchivAVE – Fábrica de papel no rio Vizela

José Alves Coelho, sendo possuidor de uma azenha, moinho de verão e um engenho de triturar linho na margem esquerda do rio Vizela, pede licença para ampliar a casa de azenha, colocar uma segunda rora hidraulica e reconstruir a parede do canal, com o fim de ali instalar uma fábrica de papel e um engenho de serração de madeira.

Contém: requerimento, planta, notas de serviço, despachos, receita de pagamento, diploma de licença número 986, termo de responsabilidade.

Local: concelho de Santo Tirso, freguesia de São Tomé de Negrelos, lugar da Ponte Nova.

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Com o objetivo de aumentar a consciência pública sobre a importância de conservação, preservação e proteção da água, a Organização das Nações Unidas (ONU) criou o Dia Mundial da Água em 1993, a ser celebrado anualmente no dia 22 de Março. Uma forma de reforçar a valorização deste recurso finito e insubstituível, indispensável à sobrevivência das espécies e do planeta.

O Arquivo Histórico Hidráulico das Bacias do Ave e Cávado assinala esta data com a publicação deste documento. Um entre milhares disponíveis para consulta na Casa de Sarmento.

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ArchivAVE – Ampliação de moinho no rio Bugio

Requerente: Fortunato Nogueira. Licença para prolongar vala que deriva água para moinho onde pretende colocar mais duas mós para cereais, na margem esquerda do rio Bugio.

Contém: edital, certidão, requerimento, ordem de serviço, nota de serviço, declaração, termo de responsabilidade e planta.

Local: Concelho de Fafe, Freguesia de Seidões, Lugar de Pontido

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ArchivAVE – Moinho e engenho de serração, no ribeiro de Febras

Pedido para ampliar uma casa de moinhos e reconstrução de um engenho de serração, no ribeiro de Febras. Consultar processo.

Requerente: Serafim Marques da Silva Lopes.

Pedido de licença para ampliar uma casa de moinhos, bem como reconstrução das paredes de um engenho de serração, no ribeiro de Febras. Contém: requerimento, comunicação, despacho, diploma de licença, planta.

Local: concelho de Guimarães, freguesia de São Clemente de Sande.

 

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ArchivAVE – Profissão de guarda-rios ou cantoneiro

A profissão de guarda-rios existiu em Portugal entre os séculos XVIII e o século XX (recentemente recuperada) e estava afeta aos Serviços Hidráulicos de Portugal.

As funções destes profissionais incluíam a salvaguarda e proteção dos cursos de água; a fiscalização da extração ilegal das areias dos rios; da pesca clandestina, épocas, espécies piscícolas e meios de pesca; vigiava as obras executadas no leito e ao longo das margens de todas as correntes de águas públicas ou na faixa jurisdicional de domínio público da orla marítima; controlava o corte de árvores e a fiscalização de eventos relativos a descargas de efluentes poluidores; exercia funções policiais, aplicando multas, previamente fixadas nos regulamentos; fazia o policiamento de áreas inundadas por correntes navegáveis ou flutuáveis ou avalia madeiras e terrenos do Estado a vender ou a arrendar em hasta pública. Por vezes auxiliava as autoridades administrativas em assuntos de segurança pública ou prestava auxílio a particulares ou a outros guarda-rios, sempre de forma a impedir a destruição do leito dos rios, das suas margens, da fauna e da flora.

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ArchivAVE – Pedido de construção da Empresa Fabril de Lordelo na margem do rio Vizela (1921)

mpresa Fabril de Lordelo. Licença para construção de uma fábrica de tecidos na margem direita do rio Vizela, com canal duplo para instalação de duas rodas hidráulicas e uma gola a funcionarem como canal de descarga. Contém: requerimento, ordens de serviço, notas de serviço, edital, certidão, declaração, termo de responsabilidade e plantas. Local: Concelho de Guimarães, Freguesia de Lordelo, Lugar de Giesteira.

[Consultar]

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ArchivAVE – Construção de passagem sobre o rio Cávado (1930)

Junta de Freguesia de Cabril pede licença para construção de uma passagem de pedra sobre o rio Cávado. Contém: cópia de requerimento, oficios, planta, ordem de serviço, termo de responsabilidade. Local: concelho de Montalegre, freguesia de Cabril.

[Consultar]

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ArchivAVE – Dia Mundial dos Rios

 

O Dia Mundial dos Rios foi criado em 2005 e é comemorado anualmente no último domingo do mês de setembro, este ano no dia 27.

O seu objetivo é lembrar as pessoas da importância das linhas de água doce de todo o mundo e da relevância de as preservar, promovendo a consciencialização pública para a sua boa gestão e salvaguarda.

No Arquivo Histórico Hidrográfico das Bacias do Ave e Cávado, pertencente à Administração da Região Hidrográfica do Norte (ARH do Norte), procuramos assinalar esta data através da publicação de documentos que demonstram a importância dos rios na nossa comunidade, tanto no passado como no presente.

Nos processos que constam neste acervo, encontramos documentação que nos dá conhecimento da riqueza e da enorme variedade de aproveitamentos hidráulicos que, ao longo de mais de uma centena de anos, se estabeleceram na Bacia do Ave e na Bacia do Cávado. Estes abrangem os usos mais tradicionais (lavadouros públicos, moinhos e azenhas, lagares de azeite, engenhos de linho e de serrar, encanamentos e rodas hidráulicas para rega), mas também os aplicados nos diferentes processos produtivos industriais (rodas hidráulicas proporcionando força motriz), e na produção hidroelétrica.

 

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ArchivAVE – Sociedade Martins Sarmento pede licença para reparação de açude em Briteiros (1930)

Sociedade Martins Sarmento pede licença para reparar um açude de irrigação que possui no ribeiro de Febras e consiste na colocação de algumas pedras e terra de várias juntas de cimento na crista, afim de evitar fuga de água. [Consultar]

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ArchivAVE – nora no rio Cávado (1924)

António Ribeiro pede para alterar uma nora para derivar água do rio Cávado, com o objetivo de rega. [Consultar]

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Estatutos dos Ourives de Ouro e Prata de Guimarães (1781)

Considerado o padroeiro universal dos ourives e joalheiros, Sto. Elói é também o protetor da irmandade fundada pelos ourives de Guimarães. O valioso espólio da Irmandade de Sto. Elói, no qual se destacam os estatutos aprovados em 1781, encontra-se hoje em tratamento na Casa de Sarmento, visando a sua disponibilização pública através desta página. Já podem ser consultados os estatutos de 1781.

Os Estatutos dos Ourives do Ouro e Prata da Villa de Guimarães foram aprovados e jurados pelos mestres do ofício em 1 de outubro de 1781, e constituem o documento fundamental que regulamentou a vida da corporação até 1834.

Tomando como modelo os estatutos dos ourives portuenses da prata de 1746, os Estatutos vimaranenses oscilavam entre um “regimento” profissional e um “compromisso” religioso e social de confraria ou irmandade. Significaram, na época, a conquista de uma certa autonomia em relação ao poder municipal. Nas páginas finais, as assinaturas de várias gerações de ourives tanto do ouro, como da prata, tornam o documento particularmente evocativo.

No mesmo volume vem copiado o Regimento que se deu aos Ourives de Lisboa, de 1689, mandado aplicar no ano seguinte em todo o reino.

Tanto os Estatutos como o Regimento foram publicados por Avelino da Silva Guimarães, entre 1890 e 1894, na Revista de Guimarães. O original pertence à Irmandade de Santo Elói, dos ourives de Guimarães, sediada na Igreja de S. Dâmaso; agradecemos a colaboração prestada pelo respetivo pároco, Padre Domingos Oliveira.

Santo Elói é o padroeiro universal dos ourives e joalheiros. Nasceu em França, perto de Limoges, no ano de 588. Ourives de profissão, trabalhou para os reis francos Lotário II e Dagoberto II que, reconhecendo o seu mérito moral e artístico, o proveram no cargo de tesoureiro e administrador dos bens reais. Ingressando depois na vida religiosa, veio a ser bispo de Noyon.

Costuma ser representado com as vestes e insígnias episcopais, como se pode ver na imagem de vulto que os ourives vimaranenses mandaram fazer em 1811 e que se venera num dos altares laterais da Igreja de S. Dâmaso.

 

Manuela Alcântara

 

 

 

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